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Adicionou-se 0,09 mol de bicarbonato de sódio (NaHCO3) a 1 L de solução de HCℓ 0,1 mol/L, ocorrendo a reação representada pela equação:
\( HCℓ + NaHCO_3 \rightarrow NaCℓ + H_2O + CO_2 \)
Sabendo que depois da remoção de todo o CO2 da solução resultante o volume se manteve constante, mediu- se o pH da solução a 25 ºC, encontrando-se um valor próximo de
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Um dos desafios para o futuro é o armazenamento e transporte de hidrogênio para uso em motores com a tecnologia de célula de combustível. Uma maneira prática e segurade realizar essas operações é produzir o cloreto de hexa-aminmagnésio (Mg(NH3)6Cℓ2, M = 197 g/mol), que armazena amônia (NH3, M = 17 g/mol) através da seguinte reação reversível:
\( MgCℓ_2 (s) + 6NH_3 (g) \rightleftharpoons Mg(NH_3)_6Cℓ_2 (s)\,\,\,\,\,\, ΔH < 0 \)
O cloreto de hexa-aminmagnésio armazena aproximadamente % em massa de hidrogênio (M = 1 g/mol) e pode ser decomposto com maior rendimento em temperaturas, liberando a amônia.
As lacunas do texto são preenchidas, correta e respectivamente, por
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A figura representa uma parte da Tabela Periódica mostrando a posição do elemento bismuto Bi (Z = 83).

Trata-se de um elemento radioativo que decai emitindo uma partícula beta \( ( _{-1}^{0} \beta) \) e, em seguida, uma partícula alfa \( ( _{2}^{4} \alpha) \), resultando em um átomo estável que se localiza no
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A história da invenção da pilha elétrica é curiosa, já que a primeira pilha foi inventada em 1800 por Alessandro Volta, mas o primeiro modelo atômico que apresentava a existência de cargas elétricas, e que poderia explicar seu funcionamento, só foi desenvolvido em 1897 por Joseph John Thomson. Hoje sabemos que a eletricidade gerada por uma pilha se deve a um movimento ordenado de elétrons que são lançados no circuito pela
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O poder calorífico de um combustível (calor liberado na combustão de 1 g de combustível) pode ser determinado a partir do calor de combustão. Observe a reação de combustão do metano (CH4) e as energias de ligação entre os átomos envolvidos nessa reação.

| Ligação | Energia de ligação (kJ/mol) |
|---|---|
| C– H O = O C = O H – O | 413 500 744 462 |
A partir das energias de ligação apresentadas na tabela, é correto afirmar que o poder calorífico do metano (M = 16 g/mol) é igual a
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Uma indústria de laticínios produziu um efluente contendo grande quantidade de matéria orgânica, o que causa uma DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio) muito elevada, da ordem de 1 200 mg de oxigênio (O2, M = 32 g/mol) por litro de efluente. Considerando que a resolução CONAMA 430/2011 determina que 60% da DBO deve ser removida do efluente para que ele possa ser lançado no meio ambiente, essa indústria de laticínios deve garantir, no tratamento de seu efluente, uma quantidade mínima de oxigênio igual a
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O quadro apresenta a origem de alguns poluentes atmosféricos.
| Poluente | Origem |
|---|---|
| Dióxido de enxofre (SO2) |
Produzido a partir da queima de enxofre, presente em combustíveis fósseis |
| Trióxido de enxofre (SO3) |
Produto da oxidação do SO2 |
| Dióxido de nitrogênio (NO2) |
Descargas elétricas atmosféricas |
| Ozônio (O3) | Formado na reação entre NO2 e compostos orgânicos voláteis, na presença de radiação solar |
| Metano (CH4) | Resultado da decomposição anaeróbica de matéria orgânica, comum em aterros sanitários não controlados |
O poluente emitido diretamente da fonte, de origem antrópica, e responsável pela produção de chuvas ácidas é o
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Para a extração do óleo essencial de casca de laranja, um estudante realizou o seguinte procedimento:
I. picou 50 g de cascas de laranja;
II. colocou as cascas picadas em um almofariz;
III. adicionou 100 mL de éter dietílico (H3C – CH2 – O – CH2 – CH3);
IV. amassou as cascas com um pistilo durante 10 minutos;
V. peneirou a mistura, recolhendo a fase líquida em um béquer.
No procedimento descrito, a propriedade do óleo essencial que determinou a escolha do éter como solvente no item III é a
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Uma pequena carga positiva, de 5 × 10 – 3 C, move-se paralelamente às linhas de um campo magnético uniforme cuja intensidade é igual a 4 × 10 – 4 T. Sabendo que a velocidade dessa carga é de 200 m/s, a intensidade da força magnética sobre ela, em newtons, é de
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A intensidade do campo magnético gerado no interior de um solenoide depende dos seguintes fatores:
I. número de espiras;
II. permeabilidade magnética do meio que envolve o solenoide;
III. intensidade de corrente elétrica que percorre o fio;
IV. comprimento do solenoide.
A relação de proporcionalidade entre esses fatores e a intensidade do campo magnético no interior de um solenoide é:
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