Foram encontradas 540 questões.
Para responder à questão, leia o texto a seguir, parte de um artigo de Thiago Camelo sobre usos linguísticos.
Não tenho certeza se conscientemente já incorporei alguma mudança lexical ou sintática no que escrevo. Acho que é um processo mais natural. Os modernistas, Mário de Andrade especialmente, brigavam pela colocação do pronome à frente do verbo, a próclise. É de fato muito mais coerente com o modo de falar brasileiro – nossa dicção, estilo, lógica. Mário de Andrade conscientemente jogava o pronome para o início da frase. Eu simplesmente o coloco, sem pensar muito. Mas é certo que só faço isso porque sujeitos como Mário de Andrade se rebelaram contra a gramática portuguesa do início do século XX. Até hoje nos manuais é ensinado que não se deve começar frase com pronome átono. Isso não faz mais sentido.
Conforme as ideias e informações apresentadas no artigo, a colocação pronominal defendida pelos modernistas e condenada pelos manuais de gramática encontra-se em:
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O texto a seguir é a introdução de uma resenha sobre o filme Barbie, lançado em 2023.
Me preparo para escrever sobre a Barbie. Para dizer que me emocionei com o filme. Que o achei esperto, corajoso, transgressor. Que, sim, gosto de rosa. Que talvez desaponte feministas. E machistas. Homens, mulheres. Amigos de esquerda, cinéfilos, intelectuais, amigas radicalmente contra a boneca. E toda a gente que torce o nariz para tudo o que é pop. E que está na moda.
Na elaboração desse texto, vemos o uso de
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Considere os textos a seguir.

Texto II
procrastinar (verbo): transferir para outro dia ou deixar para depois; adiar, delongar, postergar.
A partir do exame dos dois textos, podemos analisar a palavra “procafeinar” como
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O texto seguinte foi publicado pela revista “Superinteressante” como resposta à dúvida de um leitor sobre o nível de complexidade das línguas.
A complexidade de uma língua tem a ver com
o número de palavras?
NÃO. Até porque um falante nativo usa uma fração minúscula do vocabulário da sua língua: o brasileiro médio sabe algo entre mil e 2 mil palavras, enquanto a 1a edição do dicionário Aurélio, de 1987, tinha 115 mil verbetes. Não existem línguas objetivamente mais complexas – apenas idiomas mais ou menos fáceis de aprender em relação a outros. Temos mais facilidade com o francês, por exemplo, do que com o japonês – já que a gramática, o vocabulário e a prosódia (musicalidade) dos francófonos é mais parecida com a nossa.
No texto, a palavra “objetivamente” é usada para indicar que
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O anúncio a seguir foi publicado no jornal O Farol Paulistano em 6 de agosto de 1828.
João Rost, Cirurgião Dentista, approvado por varias faculdades de Medicina tem a honra de avizar a este respeitavel publico, que ele tira, alimpa, chumba dentes, e os faz claros por sujos que elles sejão, e tambem transplanta os dente da frente como naturaes, ou ainda mais fortes, sendo a pessoa livre de molestias chrónicas. Tambem em sua casa se vende elixir antiscorbútico para tirar a dôr de dentes, a sua moradia é na Rua de Santa Thereza número 10, e também está prompto a ir a qualquer casa aonde o mandem chamar.
Do exame do anúncio, pode-se depreender que
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Leia o texto a seguir, parte de uma matéria sobre o livro “Outlive: a arte e a ciência de viver melhor”, do cirurgião Petter Attia.
O que a Medicina 3.0 é capaz de fazer por nós?
Era uma vez a Medicina 1.0: se você tivesse enxaquecas frequentes, poderia receber uma trepanação craniana (sim, uma perfuração no crânio). A sangria era amplamente utilizada, mesmo para quem sofresse de anemia. E, desconhecendo os micro-organismos que nos rodeiam – e inclusive nos habitam – médicos estudavam cadáveres de manhã e realizavam partos à tarde, infectando jovens mães. A Medicina 2.0 descobriu as bactérias, criou as vacinas e abriu caminho para o aumento da longevidade. No entanto, para o cirurgião oncológico Peter Attia, cujo livro “Outlive: a arte e a ciência de viver mais e melhor” acaba de ser lançado em português, não avançaremos sem a Medicina 3.0, fundamentada na prevenção. “A Medicina 2.0 erradicou doenças mortais, mas a Medicina 3.0 foca na saúde a longo prazo, com uma abordagem personalizada, porque cada pessoa é única. Nossa longevidade é mais maleável do que pensamos e prevenção é a chave”, afirma o cirurgião.
Do ponto de vista sintático-semântico, o uso de caracteres numéricos no texto tem a função de
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Para responder à questão, leia a tira a seguir.

Na construção do sentido da tira, é possível afirmar que os itens antes e depois servem para
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Leia o texto a seguir, parte introdutória de uma crônica da Martha Medeiros, para responder à questão.
Você tem o direito de discordar do que penso. Talvez tenha se decepcionado com algum texto do passado e nunca mais tenha restabelecido contato comigo nas redes sociais. [...] Mas você não tem o poder de me cancelar. Ninguém cancela ninguém, é só um verbo da moda.
Se não foi comigo, foi com outra pessoa. Você discordou das posições de um humorista, de uma influencer, de um jornalista. Só que eles continuam existindo à sua e à nossa revelia, pois você e eu não temos o poder de aniquilar a carreira de ninguém, a não ser que a própria pessoa tenha colaborado muito para isso – sendo negligente, mentirosa, corrupta, sei lá. Uma opinião atravessada não é suficiente, e deixar de segui-la nas redes gera apenas uma falsa ilusão de fracasso. Realidade: a maioria dos seguidores volta, porque a razão de seguir era mais forte do que o desdém temporário.
No texto, o verbo “cancelar” assume o seguinte sentido:
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Leia o texto a seguir, parte introdutória de uma crônica da Martha Medeiros, para responder à questão.
Você tem o direito de discordar do que penso. Talvez tenha se decepcionado com algum texto do passado e nunca mais tenha restabelecido contato comigo nas redes sociais. [...] Mas você não tem o poder de me cancelar. Ninguém cancela ninguém, é só um verbo da moda.
Se não foi comigo, foi com outra pessoa. Você discordou das posições de um humorista, de uma influencer, de um jornalista. Só que eles continuam existindo à sua e à nossa revelia, pois você e eu não temos o poder de aniquilar a carreira de ninguém, a não ser que a própria pessoa tenha colaborado muito para isso – sendo negligente, mentirosa, corrupta, sei lá. Uma opinião atravessada não é suficiente, e deixar de segui-la nas redes gera apenas uma falsa ilusão de fracasso. Realidade: a maioria dos seguidores volta, porque a razão de seguir era mais forte do que o desdém temporário.
A locução “só que” poderia ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por:
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Leia o texto a seguir, parte introdutória de uma crônica da Martha Medeiros, para responder à questão.
Você tem o direito de discordar do que penso. Talvez tenha se decepcionado com algum texto do passado e nunca mais tenha restabelecido contato comigo nas redes sociais. [...] Mas você não tem o poder de me cancelar. Ninguém cancela ninguém, é só um verbo da moda.
Se não foi comigo, foi com outra pessoa. Você discordou das posições de um humorista, de uma influencer, de um jornalista. Só que eles continuam existindo à sua e à nossa revelia, pois você e eu não temos o poder de aniquilar a carreira de ninguém, a não ser que a própria pessoa tenha colaborado muito para isso – sendo negligente, mentirosa, corrupta, sei lá. Uma opinião atravessada não é suficiente, e deixar de segui-la nas redes gera apenas uma falsa ilusão de fracasso. Realidade: a maioria dos seguidores volta, porque a razão de seguir era mais forte do que o desdém temporário.
No segundo parágrafo do texto, o emprego da locução “só que” contribui para construir a ideia de que
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