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Foram encontradas 120 questões.

Jovens e inteligentes, os membros dessa verdadeira tropa de elite da polícia brasileira, para resolver alguns dos casos mais misteriosos do país, usam o cérebro, e não a força física. Ainda que todos carreguem armas na cintura, o principal instrumento de trabalho dos peritos são potentes microscópios, lanternas, computadores, lupas e outros equipamentos que chegam a custar R$ 3 milhões — um kit que não ficaria atrás dos utilizados por James Bond.
Grupos parecidos com esses fazem parte da polícia em quase todos os estados do Brasil e, nos últimos anos, passaram a dispor de investimentos maiores e equipamentos como os usados por investigadores do seriado CSI, um fenômeno que chega a reunir 25 milhões de americanos em frente à TV a cada episódio. O seriado, em que policiais coletam provas na cena do crime e as levam para laboratórios superequipados, vem atraindo gente para a profissão de perito também no Brasil. Os peritos lidam com procedimentos científicos avançados e tecnologia de ponta e usam a lógica para reconstruir a cena do crime.
Entretanto, nem sempre a vida imita a arte. Mesmo os laboratórios mais bem equipados do país não se parecem com os cenários do CSI e os peritos não conseguem chegar ao local do crime em minutos — às vezes demoram horas — nem emitem laudos de DNA em apenas um dia. O próximo passo desses profissionais no Brasil, porém, assemelha-se, novamente, a uma criação da TV: Cold Case, em que investigadores reabrem casos antigos para encontrar culpados usando procedimentos que não existiam na época do crime. Recentemente, a polícia de São Paulo reabriu processos para identificar autores de crimes cometidos desde 1999. Com a ajuda de exames de DNA, mais de mil casos já foram resolvidos, em sua maioria, crimes sexuais. Os novos equipamentos permitem reprocessar evidências e finalmente colocar na prisão os culpados. Prova de que a tecnologia pode ser mais poderosa que o crime.
Fabiana Corrêa e Jones Rossi. A nova tropa de elite. In: Galileu, jun./2010 (com adaptações).
Julgue o item, referente às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima.
O trecho “para identificar autores de crimes cometidos desde 1999" expressa finalidade e poderia ser substituído, sem prejuízo para a correção gramatical do período, por “afim de identificar autores de crimes cometidos desde 1999”.
 

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O carro parou em frente a uma casa em Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Janyra Oliveira-Costa atravessou o quintal e entrou pela porta dos fundos, que dava direto para a cozinha de azulejos brancos. Seu olhar foi imediatamente atraído para um canto do ambiente. Pendurado pelo pescoço numa viga do teto, um homem inerte a encarava. Tinha uns 30 anos, vestia calça jeans e regata branca bastante sujas.
Janyra aproximou-se do corpo para examinar os sinais de putrefação no enforcado. Sacou uma câmera, fotografou o rosto já mole e deformado e coletou vestígios, interessada nas larvas e pupas que jaziam no chão. Estava ansiosa para voltar ao laboratório, onde submeteria aqueles rastros à análise para tentar reconstituir a morte.
Janyra é uma bióloga carioca de 48 anos, especializada no estudo de insetos, a entomologia. É funcionária da Polícia Civil há 26 anos. Coordena um laboratório de perícia entomológica no Instituto de Criminalística Carlos Éboli, no centro do Rio. Em uma manhã recente, vestia um tubinho de algodão laranja sob o jaleco, equilibrada sem esforço sobre tamancos com quase 7 centímetros de salto.
Moscas, borboletas, besouros e baratas de borracha enfeitam a porta da geladeira de seu laboratório. A equipe de sete pessoas que trabalha ali estuda insetos encontrados em cenas de homicídio, no cativeiro de sequestros e em asilos com suspeita de maus-tratos a idosos. Os bichos recolhidos ajudam a esclarecer detalhes sobre o crime e, em alguns casos, permitem até apontar o culpado.
No caso do crime de Caxias, a perita analisou as larvas coletadas sob o cadáver e calculou seu tempo de vida. O resultado permitiu determinar quanto tempo havia que o homem estava morto: quinze dias. “Quando o cadáver é pendurado, a decomposição é mais lenta, porque a gravidade não deixa os insetos se segurarem para comer a pele”, explicou Janyra.
A bióloga guarda com nitidez a imagem das larvas observadas no microscópio, mas não se lembra da fisionomia do cadáver. Interessada pelo estudo entomológico, ela não acompanhou o desfecho do caso. “Nem sei o que se deu depois”, admitiu. “O cadáver para mim é só uma ferramenta de trabalho.”
Luiza Miguez. Insetos legistas. In: Piauí, n.º 76, jan./2013 (com adaptações).
A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
Infere-se do último parágrafo do texto que a perita adota uma postura impessoal diante da cena criminal examinada.
 

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2454956 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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A teoria da relatividade e a teoria quântica revolucionaram a física no início do século XX. Com relação a essas teorias, julgue o item que se segue.
A partir do desafio de encontrar uma fórmula precisa e bem fundamentada relativa à distribuição espectral da radiação emitida por um corpo negro, Max Planck introduziu a ideia dos quanta de energia, dando origem à teoria quântica.
 

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2454872 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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A história do pensamento científico, especificamente da física, remonta aos antigos gregos, sobretudo à física e à cosmologia aristotélicas, que podem ser consideradas precursoras da cosmologia antiga. Com base no pensamento e na física aristotélicos, julgue o item seguinte.
Todo movimento requer um motor interno ou externo, o qual pode ser identificado com a sua causa.
 

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2454536 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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O estudo das ondas em uma corda de comprimento finito e presa nas extremidades, esticada ao longo do eixo x, revela que a corda só comporta um número discreto de frequências de oscilação. Um resultado análogo é obtido quando se estuda as ondas de matéria, descritas pela mecânica quântica.
Considerando as informações acima apresentadas e as propriedades da onda de matéria associada a um elétron não relativístico, confinado a uma região do espaço em um poço de potencial unidimensional infinito, descrito pela energia potencial !$ U(x) !$, dada por !$ U = 0 !$ para !$ 0>x>L !$ e !$ U \rightarrow \infty !$, para !$ x <0 !$ e !$ x>L !$, julgue o item a seguir.
Para o elétron confinado no potencial !$ U(x) !$, passar de um estado de menor energia !$ (E_{menor}) !$ para um estado de maior energia !$ (E_{maior}) !$, ele deve receber, exatamente, a quantidade de energia !$ \triangle\,\,E = (E_{maior} - E_{menor}) !$
 

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Jovens e inteligentes, os membros dessa verdadeira tropa de elite da polícia brasileira, para resolver alguns dos casos mais misteriosos do país, usam o cérebro, e não a força física. Ainda que todos carreguem armas na cintura, o principal instrumento de trabalho dos peritos são potentes microscópios, lanternas, computadores, lupas e outros equipamentos que chegam a custar R$ 3 milhões — um kit que não ficaria atrás dos utilizados por James Bond.
Grupos parecidos com esses fazem parte da polícia em quase todos os estados do Brasil e, nos últimos anos, passaram a dispor de investimentos maiores e equipamentos como os usados por investigadores do seriado CSI, um fenômeno que chega a reunir 25 milhões de americanos em frente à TV a cada episódio. O seriado, em que policiais coletam provas na cena do crime e as levam para laboratórios superequipados, vem atraindo gente para a profissão de perito também no Brasil. Os peritos lidam com procedimentos científicos avançados e tecnologia de ponta e usam a lógica para reconstruir a cena do crime.
Entretanto, nem sempre a vida imita a arte. Mesmo os laboratórios mais bem equipados do país não se parecem com os cenários do CSI e os peritos não conseguem chegar ao local do crime em minutos — às vezes demoram horas — nem emitem laudos de DNA em apenas um dia. O próximo passo desses profissionais no Brasil, porém, assemelha-se, novamente, a uma criação da TV: Cold Case, em que investigadores reabrem casos antigos para encontrar culpados usando procedimentos que não existiam na época do crime. Recentemente, a polícia de São Paulo reabriu processos para identificar autores de crimes cometidos desde 1999. Com a ajuda de exames de DNA, mais de mil casos já foram resolvidos, em sua maioria, crimes sexuais. Os novos equipamentos permitem reprocessar evidências e finalmente colocar na prisão os culpados. Prova de que a tecnologia pode ser mais poderosa que o crime.
Fabiana Corrêa e Jones Rossi. A nova tropa de elite. In: Galileu, jun./2010 (com adaptações).
Julgue o item, referente às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima.
Infere-se do texto que o desenvolvimento tecnológico levará à redução dos índices de criminalidade no Brasil, pois permitirá a solução de casos não resolvidos com o uso de recursos periciais já ultrapassados.
 

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2453744 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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Considere um sistema composto por um fluido confinado em um recipiente cilíndrico, que, inicialmente, esteja em determinado estado de equilíbrio termodinâmico. Considere, ainda, que o fluido sofra um processo termodinâmico e volte ao estado inicial e que o processo cíclico seja tal que, ao voltar ao estado inicial, ele realize certo trabalho W > 0. A partir dessas informações, julgue o item que se segue.
Como o fluido volta ao estado inicial, a variação da energia interna é maior que zero.
 

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O carro parou em frente a uma casa em Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Janyra Oliveira-Costa atravessou o quintal e entrou pela porta dos fundos, que dava direto para a cozinha de azulejos brancos. Seu olhar foi imediatamente atraído para um canto do ambiente. Pendurado pelo pescoço numa viga do teto, um homem inerte a encarava. Tinha uns 30 anos, vestia calça jeans e regata branca bastante sujas.

Janyra aproximou-se do corpo para examinar os sinais de putrefação no enforcado. Sacou uma câmera, fotografou o rosto já mole e deformado e coletou vestígios, interessada nas larvas e pupas que jaziam no chão. Estava ansiosa para voltar ao laboratório, onde submeteria aqueles rastros à análise para tentar reconstituir a morte.

Janyra é uma bióloga carioca de 48 anos, especializada no estudo de insetos, a entomologia. É funcionária da Polícia Civil há 26 anos. Coordena um laboratório de perícia entomológica no Instituto de Criminalística Carlos Éboli, no centro do Rio. Em uma manhã recente, vestia um tubinho de algodão laranja sob o jaleco, equilibrada sem esforço sobre tamancos com quase 7 centímetros de salto.

Moscas, borboletas, besouros e baratas de borracha enfeitam a porta da geladeira de seu laboratório. A equipe de sete pessoas que trabalha ali estuda insetos encontrados em cenas de homicídio, no cativeiro de sequestros e em asilos com suspeita de maus-tratos a idosos. Os bichos recolhidos ajudam a esclarecer detalhes sobre o crime e, em alguns casos, permitem até apontar o culpado.

No caso do crime de Caxias, a perita analisou as larvas coletadas sob o cadáver e calculou seu tempo de vida. O resultado permitiu determinar quanto tempo havia que o homem estava morto: quinze dias. “Quando o cadáver é pendurado, a decomposição é mais lenta, porque a gravidade não deixa os insetos se segurarem para comer a pele”, explicou Janyra.

A bióloga guarda com nitidez a imagem das larvas observadas no microscópio, mas não se lembra da fisionomia do cadáver. Interessada pelo estudo entomológico, ela não 40 acompanhou o desfecho do caso. “Nem sei o que se deu depois”, admitiu. “O cadáver para mim é só uma ferramenta de trabalho.”

Luiza Miguez. Insetos legistas. In: Piauí, n.º 76, jan./2013 (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

No segundo período do segundo parágrafo, a conjunção “e”, em suas três ocorrências, liga termos de caráter nominal.

 

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2453351 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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Considere que um bloco de 0,5 kg oscile ao longo do eixo x sobre uma superfície sem atrito, preso a uma mola ideal. Considere, ainda, que a equação !$ v_x (t) = 4sen(8 \pi t - \pi /2) !$ descreva a velocidade do bloco em função do tempo, em que o comprimento é dado em metros e o tempo em segundos. Acerca do movimento desse bloco, julgue o item seguinte.
A aceleração máxima do bloco é !$ 32 \pi m/s^2 !$
 

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2453335 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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A teoria da relatividade e a teoria quântica revolucionaram a física no início do século XX. Com relação a essas teorias, julgue o item que se segue.
Albert Einstein contribuiu na teoria quântica ao aplicar, com sucesso, a ideia de quanta de luz para a explicação de leis empíricas do efeito fotoelétrico.
 

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