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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
M.B.V., 32 anos, GIII PII 1N 1C há 2 anos A0, idade gestacional de 33 semanas, hipertensa crônica, veio ao PSO, assintomática, encaminhada da medicina fetal por ultrassom obstétrico com doppler demonstrando: feto único e vivo em apresentação cefálica, BCF 156 bpm, peso fetal no percentil 2, MBV (maior bolsão vertical): 2,4 cm, artéria umbilical: diástole zero, Ducto venoso: IP 0,6. IP médio de artérias uterinas no p > 95, movimentos fetais e movimentos respiratórios presentes, tônus fetal normal. Paciente sem queixas obstétricas. Refere peso fetal normal em ultrassom anterior. Ao exame: DU ausente. TV: colo impérvio, bolsa íntegra. Cardiotocografia: normal. PA 130 x 80 mmHg. Relação proteína na urina/ creatinina na urina: 0,3.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
M.B.V., 32 anos, GIII PII 1N 1C há 2 anos A0, idade gestacional de 33 semanas, hipertensa crônica, veio ao PSO, assintomática, encaminhada da medicina fetal por ultrassom obstétrico com doppler demonstrando: feto único e vivo em apresentação cefálica, BCF 156 bpm, peso fetal no percentil 2, MBV (maior bolsão vertical): 2,4 cm, artéria umbilical: diástole zero, Ducto venoso: IP 0,6. IP médio de artérias uterinas no p > 95, movimentos fetais e movimentos respiratórios presentes, tônus fetal normal. Paciente sem queixas obstétricas. Refere peso fetal normal em ultrassom anterior. Ao exame: DU ausente. TV: colo impérvio, bolsa íntegra. Cardiotocografia: normal. PA 130 x 80 mmHg. Relação proteína na urina/ creatinina na urina: 0,3.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
M.B.V., 32 anos, GIII PII 1N 1C há 2 anos A0, idade gestacional de 33 semanas, hipertensa crônica, veio ao PSO, assintomática, encaminhada da medicina fetal por ultrassom obstétrico com doppler demonstrando: feto único e vivo em apresentação cefálica, BCF 156 bpm, peso fetal no percentil 2, MBV (maior bolsão vertical): 2,4 cm, artéria umbilical: diástole zero, Ducto venoso: IP 0,6. IP médio de artérias uterinas no p > 95, movimentos fetais e movimentos respiratórios presentes, tônus fetal normal. Paciente sem queixas obstétricas. Refere peso fetal normal em ultrassom anterior. Ao exame: DU ausente. TV: colo impérvio, bolsa íntegra. Cardiotocografia: normal. PA 130 x 80 mmHg. Relação proteína na urina/ creatinina na urina: 0,3.
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G.F.D., 31 anos, GII PI 1C A0, idade gestacional de 37 semanas, deu entrada no PSO com queixa de sangramento vaginal em moderada quantidade, de início súbito há cerca de 30 min. Nega dor abdominal. Ao exame físico: PA 110 x 70 mmHg, AU 35 cm, dinâmica uterina ausente, BCF 120 bpm. Exame especular: evidenciado coágulos de sangue intra-vaginal, com sangramento pelo orifício externo do colo uterino em “babação”.
De acordo com esse caso, assinale a alternativa que representa o diagnóstico mais provável.
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R.G.V., 29 anos, primigesta, veio à medicina fetal para o primeiro ultrassom da gestação. Ao exame, identificado saco gestacional intrauterino com diâmetro médio de 18 mm e vesícula vitelínica de 2 mm. Não foi identificado eco embrionário. Paciente refere sangramento em pequena quantidade em borra de café e cólica leve. Ao exame físico: toque vaginal: colo uterino impérvio, grosso e posterior.
Assinale a alternativa que representa o diagnóstico mais provável, em relação a esse caso.
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O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo – depois do câncer de pele não melanoma – e responde por cerca de 25% dos novos casos a cada ano. O rastreamento desse câncer é extremamente eficaz para detectar a doença no estágio inicial, o que aumenta a gama de opções terapêuticas, reduzindo a morbidade do tratamento e a mortalidade pela doença.
De acordo com as recomendações para o rastreamento do câncer de mama no Brasil do Colégio Brasileiro de Radiologia, da Sociedade Brasileira de Mastologia e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, assinale a alternativa correta.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
Paciente de 18 anos, GI PI, deu entrada no pronto-socorro ginecológico com queixa de dor, de grande intensidade, na fossa ilíaca direita, há, aproximadamente, 3 dias, coincidindo com o término de seu período menstrual, e com agravamento nas últimas seis horas. Queixas de náuseas e vômitos, além de disúria e polaciúria. Em sua história clínica, observou-se que a mesma era usuária de DIU há 1 ano e que vinha apresentando sangramento e corrimento intermenstrual de odor fétido. Referia, também, no mesmo período, dor abdominal leve e dispareunia profunda discreta. Ao exame físico: Tax: 38 ºC, FC 105 bpm, FR 20 irpm, discretamente desidratada. Abdome: dor à palpação profunda e com a descompressão brusca, em fossa ilíaca direita. Ao exame especular: secreção de aspecto purulento pelo canal cervical. Ao toque vaginal bimanual: sinal de Proust positivo e aumento de volume do anexo direito.
Essa paciente foi submetida a um exame de imagem que identificou em anexo direito: massa pélvica de conteúdo espesso e amorfo, medindo, aproximadamente, 4 cm de diâmetro.
Para esse caso clínico, assinale, dentre as alternativas a seguir, a que representa o tratamento inicial mais adequado.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
Paciente de 18 anos, GI PI, deu entrada no pronto-socorro ginecológico com queixa de dor, de grande intensidade, na fossa ilíaca direita, há, aproximadamente, 3 dias, coincidindo com o término de seu período menstrual, e com agravamento nas últimas seis horas. Queixas de náuseas e vômitos, além de disúria e polaciúria. Em sua história clínica, observou-se que a mesma era usuária de DIU há 1 ano e que vinha apresentando sangramento e corrimento intermenstrual de odor fétido. Referia, também, no mesmo período, dor abdominal leve e dispareunia profunda discreta. Ao exame físico: Tax: 38 ºC, FC 105 bpm, FR 20 irpm, discretamente desidratada. Abdome: dor à palpação profunda e com a descompressão brusca, em fossa ilíaca direita. Ao exame especular: secreção de aspecto purulento pelo canal cervical. Ao toque vaginal bimanual: sinal de Proust positivo e aumento de volume do anexo direito.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
Paciente de 18 anos, GI PI, deu entrada no pronto-socorro ginecológico com queixa de dor, de grande intensidade, na fossa ilíaca direita, há, aproximadamente, 3 dias, coincidindo com o término de seu período menstrual, e com agravamento nas últimas seis horas. Queixas de náuseas e vômitos, além de disúria e polaciúria. Em sua história clínica, observou-se que a mesma era usuária de DIU há 1 ano e que vinha apresentando sangramento e corrimento intermenstrual de odor fétido. Referia, também, no mesmo período, dor abdominal leve e dispareunia profunda discreta. Ao exame físico: Tax: 38 ºC, FC 105 bpm, FR 20 irpm, discretamente desidratada. Abdome: dor à palpação profunda e com a descompressão brusca, em fossa ilíaca direita. Ao exame especular: secreção de aspecto purulento pelo canal cervical. Ao toque vaginal bimanual: sinal de Proust positivo e aumento de volume do anexo direito.
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Para responder à questão, leia o caso a seguir:
Paciente de 18 anos, GI PI, deu entrada no pronto-socorro ginecológico com queixa de dor, de grande intensidade, na fossa ilíaca direita, há, aproximadamente, 3 dias, coincidindo com o término de seu período menstrual, e com agravamento nas últimas seis horas. Queixas de náuseas e vômitos, além de disúria e polaciúria. Em sua história clínica, observou-se que a mesma era usuária de DIU há 1 ano e que vinha apresentando sangramento e corrimento intermenstrual de odor fétido. Referia, também, no mesmo período, dor abdominal leve e dispareunia profunda discreta. Ao exame físico: Tax: 38 ºC, FC 105 bpm, FR 20 irpm, discretamente desidratada. Abdome: dor à palpação profunda e com a descompressão brusca, em fossa ilíaca direita. Ao exame especular: secreção de aspecto purulento pelo canal cervical. Ao toque vaginal bimanual: sinal de Proust positivo e aumento de volume do anexo direito.
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