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Na tabela, constam informações sobre a quantidade de reclamações recebidas e resolvidas, sobre determinado evento, em uma instituição pública, no segundo semestre de 2023:
Histórico de reclamações – 2º semestre de 2023
(em unidades)
| Aguardando resolução (início do mês) |
Resolvidas | Recebidas | Aguardando resolução (final do mês) |
|
|---|---|---|---|---|
| Julho | 170 | 40 | 45 | 175 |
| Agosto | 175 | 60 | 40 | 155 |
| Setembro | 155 | 55 | 30 | 130 |
| Outubro | 35 | 100 | ||
| Novembro | 45 | 50 | ||
| Dezembro | 70 | 95 |
Analisando-se as informações apresentadas, é correto afirmar que a quantidade de reclamações resolvidas, em outubro de 2023, comparada à quantidade de reclamações recebidas, em dezembro de 2023, foi
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Em um batalhão, a terça parte do número de soldados ingressou na Polícia Militar (PM) no ano de 2021. Do número restante de soldados desse batalhão, a quarta parte ingressou na PM no ano de 2022, e 81 soldados ingressaram na Polícia Militar em 2023. Conhecidas essas informações, é correto afirmar que o número de soldados desse batalhão que ingressaram na PM no ano de 2021 foi
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Determinada ação foi realizada em três dias distintos, sendo, no primeiro dia, realizada das 9h25 às 17h40; no segundo, realizada das 8h15 às 15h50; e no terceiro dia, realizada das 10h29 às 16h15. Supondo-se que a realização dessa ação pudesse ser efetuada em três dias, mas com igual período de tempo em cada dia, sem prejuízo qualquer, o período de tempo, por dia, seria de
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Considere a seguinte informação apresentada em um portal de notícias on-line:
Somente 3 em cada 10 domicílios na cidade de São Paulo ficam próximos de estações do metrô ou trem.
(Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/
02/07/ so-3-em-cada-10-domicilios-na-cidade-de-sp-ficamproximos- de-estacoes-de-metro-e-trem.ghtml. Adaptado)
Admita que o estudo realizado tenha considerado que “ficam próximos de estações do metrô ou trem” apenas os domicílios da cidade de São Paulo com 1 km ou menos de distância de uma estação de metrô ou de trem. Se 3,5 milhões de domicílios da cidade de São Paulo ficam a mais de 1 km de distância de uma estação de metrô ou de trem, então tal estudo estima o número de domicílios na referida cidade em
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Utilize as informações a seguir para responder.
A tabela identifica a distribuição do número de colaboradores de uma instituição pelos respectivos salários que recebem:
Distribuição dos colaboradores pelos seus respectivos salários
| Salário Recebido | Número de colaboradores |
|---|---|
| R$ 1.800,00 | 20 |
| R$ 2.100,00 | 15 |
| R$ 2.500,00 | 10 |
| R$ 3.000,00 | 5 |
Com relação ao número total de colaboradores da instituição, os que recebem salários abaixo de R$ 2.500,00 correspondem a
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Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Considere as reescritas de informações do texto:
• A população brasileira já tem consciência o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue.
• O governo não estava atento necessidades de infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes.
• A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Portanto, os governos nas esferas federal, estadual e municipal devem manter o zelo condições de infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Nas passagens – Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário. – e – Segundo especialistas, o pior ainda está por vir. –, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de
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Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Os dois parágrafos iniciais do texto deixam claro que a dengue
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Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
O uso do acento indicativo da crase atende à norma- -padrão em:
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Na dengue, corremos atrás do prejuízo
A população brasileira já sabe que o ano começa com Carnaval, chuvas e dengue. Entretanto o surto da doença em 2024 quebra recordes. Nas cinco primeiras semanas epidemiológicas, o país registrou quase o dobro de casos ante o mesmo período de 2023, passando de 82.840 para 156.871.
Os casos vêm aumentando em todo o mundo na última década, atingindo em 2023 até países anteriormente livres do vírus, como Itália, França e Espanha.
No Brasil, segundo a série histórica do Ministério da Saúde com início em 2000, a marca de 1 milhão foi cruzada pela primeira vez em 2015. No ano passado, houve 1.658.816 de casos, dado só superado pelos 1.688.688 de 2015.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a alta global se deve a mudanças climáticas, aumento de circulação de pessoas e urbanização desordenada. Países emergentes, como o Brasil, sofrem ainda com saneamento precário.
A dengue é uma doença que sobrecarrega os aparelhos de saúde. Governos nas esferas federal, estadual e municipal também falharam ao não preparar a infraestrutura física, logística e de pessoal do sistema para lidar com a alta de pacientes, muitos agora atendidos em tendas improvisadas.
Com o estrago já feito, resta ao poder público correr contra o tempo para incrementar o atendimento, aliado a medidas de prevenção e conscientização. Segundo especialistas, o pior ainda está por vir.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 08.02.2024. Adaptado)
Há termo(s) empregado(s) em sentido figurado em:
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