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O tratamento proposto para paciente de 83 anos, portador de adenocarcinoma tipo intestinal, da Classificação de Lauren e de localização antral, é:
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Há 28 anos, paciente atualmente com 69 anos, foi submetido à gastrectomia subtotal, com reconstrução a BII pré-cólica por úlcera duodenal crônica. Há 7 anos, foi submetido à colecistectomia clássica por colelitíase. Há 40 dias, apresentou quadro agudo de dor abdominal, febre e icterícia discreta. Com suspeita de litíase coledociana residual, foi submetido à colangiografia por ressonância nuclear magnética, que revelou colédoco dilatado, com diâmetro de 2 cm e cálculo na sua porção distal. Assinale a alternativa que contém o correto tratamento a ser realizado.
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Paciente de 34 anos deu entrada no prontro-socorro, vítima de queda da própria altura, com traumatismo torácico à esquerda. Queixava-se de dor local durante a respiração. Com semiologia do tórax sugestiva de hemotórax e estabilidade hemodinâmica, a radiografia do tórax revelou derrame pleural à esquerda, que foi drenado com saída de 550 mL de sangue. A indicação de exploração cirúrgica para esse caso deve-se ao seguinte:
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Paciente do sexo feminino, de 27 anos, queixa-se de dor na fossa ilíaca direita, desconforto abdominal e náuseas. Refere atraso menstrual de dois dias. Apresenta temperatura axilar de 37 ºC, temperatura retal de 37,7 ºC e irritação peritoneal na fossa ilíaca direita. Durante o exame ginecológico, identificou- se dor no fundo de saco à direita com sensação de bloqueio local. Diante do quadro clínico, deve-se solicitar:
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Leia o que segue para responder às questões de números 24 e 25.
Paciente de 69 anos, com disfagia intermitente durante o processo de deglutição, tem a suspeita de ruptura do esôfago cervical após endoscopia digestiva alta.
Após ser diagnosticada a ruptura do esôfago cervical, o paciente deve ser tratado por:
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Leia o que segue para responder às questões de números 24 e 25.
Paciente de 69 anos, com disfagia intermitente durante o processo de deglutição, tem a suspeita de ruptura do esôfago cervical após endoscopia digestiva alta.
O diagnóstico deve ser comprovado por:
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Paciente do sexo feminino, de 59 anos, hipertensa, diabética controlada e sem outros antecedentes, apresenta quadro clínico clássico de colecistite aguda. Foi realizada ultrassonografia abdominal que diagnosticou colelitíase, espessamento da parede, líquido perivesicular e observou-se sinal de “Murphy” positivo com o transdutor. A conduta deve ser:
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Paciente, com história de alcoolismo crônico e antecedente de hepatite viral, procurou P.S com quadro de dor abdominal aguda de forte intensidade, acompanhado de náuseas e vômitos aquosos. A dor epigástrica irradiava-se para as regiões dorsais. Referia quadro semelhante pregresso há dois meses. Foi realizada radiografia simples de abdome que não mostrou pneumoperitôneo e revelou calcificações à direita da segunda vértebra lombar. A dosagem da amilase plasmática foi de 487U/L. O quadro é compatível com
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Vítima de acidente de carro deu entrada no P.S com trauma torácico, hipotensão, dispneia e diminuição do murmúrio vesicular no hemitórax esquerdo. Recebeu 2 000 mL de Ringer-lactado e foi realizada drenagem torácica com saída de grande quantidade de ar. Devido ao borbulhamento persistente no dreno e permanência das condições hemodinâmicas referidas, foi feito radiografia do tórax, que mostrou dreno bem posicionado e colapso pulmonar à esquerda. A principal hipótese diagnóstica é:
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Na vigência de hematêmese volumosa, paciente do sexo masculino se apresentou na sala de emergência com confusão mental, PA de 90/60 mm/Hg, descorado, taquipneico e FC de 140/ min. Ao exame físico, identificaram-se sinais de hipertensão portal. A conduta inicial deve ser:
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