Magna Concursos

Foram encontradas 100 questões.

722658 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Leia o poema para responder à questão .

televisão

Teu boletim meteorológico
me diz aqui e agora
se chove ou se faz sol.
Para que ir lá fora?

A comida suculenta
que pões à minha frente
como-a toda com os olhos.
Aposentei os dentes.

Nos dramalhões que encenas
há tamanho poder
de vida que eu próprio
Nem me canso em viver.

Guerra, sexo, esporte
- me dás tudo, tudo.
Vou pregar minha porta:
já não preciso do mundo.

(José Paulo Paes, Prosas seguidas de Odes mínimas. Companhia das Letras, 1992)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas de trecho adaptado da segunda estrofe, de tal forma que seja expressa a ideia de possibilidade, hipótese.

A comida suculenta
que eles_________à nossa frente
nós a__________toda com os olhos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
722656 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Leia o seguinte texto.

Tirem a TV do quarto

_________que crianças que dispunham de tevê no quarto __________notas significativamente __________às de seus colegas que não tinham tevê no quarto.

(Riad Younes, Carta Capital,20 de julho de 2005. Adaptado)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
722648 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Leia as tirinhas.

enunciado 722648-1

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
722638 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Condenados à vida

“Ele tem dezesseis anos, um câncer de boca horroroso, mal anda, mas o médico disse que faz a remoção da mandíbula e uma abertura no estômago para ele se alimentar. Eu queria que ele morresse logo, não tenho dinheiro.”
Tratava-se de um cão idoso, sofrendo e atormentando a vida da minha paciente.
O que aconteceu com a morte, que nem é mais permitida aos animais que sofrem, que dirá a nós humanos?
Ano de 1973, um dos meus pacientes era um velhinho com câncer de fígado que finalmente teve uma parada cardíaca na minha frente.
Iniciei logo os processos de reanimação (massagem cardíaca etc). Debalde. O chefe de clínica, meu hoje amigo Prof. Alvariz, me chamou: “Daudt, aquilo não se chama parada cardíaca. Chama-se MORTE. É necessário saber a diferença”.
Parece que nós, médicos, em particular, e a sociedade, em geral, perdemos a noção dessa preciosa diferença, e estamos infligindo um tormento artificial a nós mesmos e aos infelizes sob nossos cuidados.
Aos médicos, a diferença não é ensinada nas faculdades. Pelo contrário. A morte é vista como uma inimiga a ser combatida a quaisquer “custo$”, saídos dos nossos bolsos.
E o inferno não atinge só os terminais. Ele se estende aos iniciais que não deveriam ter iniciado.
A mãe natureza vem expulsando embriões inviáveis desde sempre, em diversas fases da gestação. O aborto de fetos anencéfalos foi consentido a duras penas, e ainda revolta muitos.
A compulsão de “salvar vidas” atinge prematuros malformados (outrora inviáveis) ao ponto de vegetarem por meses ou anos, aprisionando e desgraçando familiares pobres.
Os médicos deste circo de horrores têm um lema sinistro: “No meu plantão, não!” E se desdobram em manobras heroicas para prolongar a existência daquele ser sem perspectivas, com a crueldade adicional de dar esperança às famílias.
Até há pouco tempo, morria-se em casa, sabendo que se ia morrer, cercado de carinho da família, dizendo suas últimas palavras, num rito de despedida que incluía a morte como parte da vida, e como um momento digno.
Hoje, varremos nossos moribundos para debaixo de uma UTI, que nos “poupa de assistir o horror”.
Pude proporcionar esse momento digno a minha mãe de 95 anos. Ela já estava na maca para ser levada à ambulância quando cheguei. “Podem voltar, que ela quer morrer em casa”. O médico apertou minha mão, solidário e comovido.
Posta em sua cama, minha mãe disse: “Que bom, voltei ao meu cantinho”. E morreu como queria.

(Francisco Daudt. Folha de S.Paulo, 02 de abril de 2014. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra “a”, em destaque, possui a mesma função que na frase:

... aprisionando e desgraçando familiares pobres, que a eles ficam acorrentados nos institutos, ...
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
722632 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Condenados à vida

“Ele tem dezesseis anos, um câncer de boca horroroso, mal anda, mas o médico disse que faz a remoção da mandíbula e uma abertura no estômago para ele se alimentar. Eu queria que ele morresse logo, não tenho dinheiro.”
Tratava-se de um cão idoso, sofrendo e atormentando a vida da minha paciente.
O que aconteceu com a morte, que nem é mais permitida aos animais que sofrem, que dirá a nós humanos?
Ano de 1973, um dos meus pacientes era um velhinho com câncer de fígado que finalmente teve uma parada cardíaca na minha frente.
Iniciei logo os processos de reanimação (massagem cardíaca etc). Debalde. O chefe de clínica, meu hoje amigo Prof. Alvariz, me chamou: “Daudt, aquilo não se chama parada cardíaca. Chama-se MORTE. É necessário saber a diferença”.
Parece que nós, médicos, em particular, e a sociedade, em geral, perdemos a noção dessa preciosa diferença, e estamos infligindo um tormento artificial a nós mesmos e aos infelizes sob nossos cuidados.
Aos médicos, a diferença não é ensinada nas faculdades. Pelo contrário. A morte é vista como uma inimiga a ser combatida a quaisquer “custo$”, saídos dos nossos bolsos.
E o inferno não atinge só os terminais. Ele se estende aos iniciais que não deveriam ter iniciado.
A mãe natureza vem expulsando embriões inviáveis desde sempre, em diversas fases da gestação. O aborto de fetos anencéfalos foi consentido a duras penas, e ainda revolta muitos.
A compulsão de “salvar vidas” atinge prematuros malformados (outrora inviáveis) ao ponto de vegetarem por meses ou anos, aprisionando e desgraçando familiares pobres.
Os médicos deste circo de horrores têm um lema sinistro: “No meu plantão, não!” E se desdobram em manobras heroicas para prolongar a existência daquele ser sem perspectivas, com a crueldade adicional de dar esperança às famílias.
Até há pouco tempo, morria-se em casa, sabendo que se ia morrer, cercado de carinho da família, dizendo suas últimas palavras, num rito de despedida que incluía a morte como parte da vida, e como um momento digno.
Hoje, varremos nossos moribundos para debaixo de uma UTI, que nos “poupa de assistir o horror”.
Pude proporcionar esse momento digno a minha mãe de 95 anos. Ela já estava na maca para ser levada à ambulância quando cheguei. “Podem voltar, que ela quer morrer em casa”. O médico apertou minha mão, solidário e comovido.
Posta em sua cama, minha mãe disse: “Que bom, voltei ao meu cantinho”. E morreu como queria.

(Francisco Daudt. Folha de S.Paulo, 02 de abril de 2014. Adaptado)
Releia as frases do texto.

... perdemos a noção dessa preciosa diferença, e estamos infligindo um tormento artificial a nós mesmos e aos infelizes sob nossos cuidados. (6° parágrafo)

A mãe natureza vem expulsando embriões inviáveis desde sempre, ... (9° parágrafo)

Considerando o contexto em que foram utilizadas, as palavras em destaque podem ser substituídas, correta e respectivamente, sem alteração de sentido, por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
722624 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Assinale a alternativa cuja frase está correta quanto à pontuação.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
722621 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Leia o poema para responder à questão .

televisão

Teu boletim meteorológico
me diz aqui e agora
se chove ou se faz sol.
Para que ir lá fora?

A comida suculenta
que pões à minha frente
como-a toda com os olhos.
Aposentei os dentes.

Nos dramalhões que encenas
há tamanho poder
de vida que eu próprio
Nem me canso em viver.

Guerra, sexo, esporte
- me dás tudo, tudo.
Vou pregar minha porta:
já não preciso do mundo.

(José Paulo Paes, Prosas seguidas de Odes mínimas. Companhia das Letras, 1992)
Os dois-pontos empregados no penúltimo verso têm a função de introduzir um(a)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
722616 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Uma gravidez de dois meses que se desfaz leva ________mulheres_________ lágrimas. O aborto de fetos anencéfalos ainda revolta muitos.____________ manobras heroicas empregadas por médicos para prolongar a vida daquele ser sem perspectivas.

As lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, com:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
722601 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Assinale a alternativa em que o trecho em destaque está corretamente substituído nos parênteses, considerando-se o emprego e a colocação do pronome.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
723165 Ano: 2014
Disciplina: Medicina Legal
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
Provas:
Em relação à identificação genética, é correto afirmar que o DNA (ácido desoxirribonucleico)
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas