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Foram encontradas 100 questões.

4012869 Ano: 2026
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Qual a principal diferença entre a representação de números inteiros em complemento de dois e a representação em ponto flutuante (IEEE) em termos de precisão e faixa de valores representáveis?
 

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4012868 Ano: 2026
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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O protocolo BGP (Border Gateway Protocol) é fundamental para o roteamento na Internet. 
Qual a sua principal função e em qual camada do modelo TCP/IP ele opera, diferenciando-o de protocolos de roteamento internos como OSPF ou EIGRP?
 

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4012867 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Leia o Texto IV e responda a questão.



Texto IV

O QUE É UM RIO?

Rio é um curso natural de água, geralmente doce, que flui sobre a superfície da terra, em direção a um corpo de água maior, como um oceano, mar, lago ou outro rio. Os rios são fundamentais para os ecossistemas e para as atividades humanas, fornecendo água potável, irrigação, transporte e energia hidrelétrica.

Os rios nascem, quase sempre, em áreas elevadas, como montanhas, seguindo um curso em direção a áreas mais baixas.

Além de sua função vital para a vida, os rios desempenham um papel crucial na modelagem da paisagem, no transporte de sedimentos e na manutenção do ciclo hidrológico. Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais.

Existem rios perenes, que nunca secam, e rios intermitentes, que secam em determinadas épocas do ano, especialmente em áreas áridas.

Um rio pode ser dividido nestas em três partes: o curso superior (nascente), o curso médio (transporte de sedimentos) e o curso inferior (foz)

A área de drenagem de um rio, incluindo seus afluentes, é chamada de bacia hidrográfica.

Os rios são fontes de água doce para consumo humano e animal, bem como para atividades agrícolas e industriais.

A força da água dos rios pode ser aproveitada para gerar energia hidrelétrica.

Em muitas regiões, os rios são importantes vias de transporte para pessoas e mercadorias.

Além disso, oferecem oportunidades para atividades de lazer, como pesca, natação e passeios de barco. Os rios têm um papel significativo na cultura e história de muitas comunidades, sendo, muitas vezes, considerados sagrados.

(Adaptado do site Brasil Escola)

No período “Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais”, a palavra em destaque está grafada conforme uma regra do Acordo Ortográfico. O Acordo Ortográfico, quanto ao uso do hífen, estabeleceu algumas regras.

Dessa forma, qual destas palavras NÃO está grafada corretamente?

 

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4012866 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Leia o Texto IV e responda a questão.



Texto IV

O QUE É UM RIO?

Rio é um curso natural de água, geralmente doce, que flui sobre a superfície da terra, em direção a um corpo de água maior, como um oceano, mar, lago ou outro rio. Os rios são fundamentais para os ecossistemas e para as atividades humanas, fornecendo água potável, irrigação, transporte e energia hidrelétrica.

Os rios nascem, quase sempre, em áreas elevadas, como montanhas, seguindo um curso em direção a áreas mais baixas.

Além de sua função vital para a vida, os rios desempenham um papel crucial na modelagem da paisagem, no transporte de sedimentos e na manutenção do ciclo hidrológico. Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais.

Existem rios perenes, que nunca secam, e rios intermitentes, que secam em determinadas épocas do ano, especialmente em áreas áridas.

Um rio pode ser dividido nestas em três partes: o curso superior (nascente), o curso médio (transporte de sedimentos) e o curso inferior (foz)

A área de drenagem de um rio, incluindo seus afluentes, é chamada de bacia hidrográfica.

Os rios são fontes de água doce para consumo humano e animal, bem como para atividades agrícolas e industriais.

A força da água dos rios pode ser aproveitada para gerar energia hidrelétrica.

Em muitas regiões, os rios são importantes vias de transporte para pessoas e mercadorias.

Além disso, oferecem oportunidades para atividades de lazer, como pesca, natação e passeios de barco. Os rios têm um papel significativo na cultura e história de muitas comunidades, sendo, muitas vezes, considerados sagrados.

(Adaptado do site Brasil Escola)

Na linguagem técnica, é imprescindível evitar enunciados ambíguos. Qual destas alternativas NÃO apresenta ambiguidade semântica e sintática?
 

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4012865 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Leia o Texto IV e responda a questão.



Texto IV

O QUE É UM RIO?

Rio é um curso natural de água, geralmente doce, que flui sobre a superfície da terra, em direção a um corpo de água maior, como um oceano, mar, lago ou outro rio. Os rios são fundamentais para os ecossistemas e para as atividades humanas, fornecendo água potável, irrigação, transporte e energia hidrelétrica.

Os rios nascem, quase sempre, em áreas elevadas, como montanhas, seguindo um curso em direção a áreas mais baixas.

Além de sua função vital para a vida, os rios desempenham um papel crucial na modelagem da paisagem, no transporte de sedimentos e na manutenção do ciclo hidrológico. Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais.

Existem rios perenes, que nunca secam, e rios intermitentes, que secam em determinadas épocas do ano, especialmente em áreas áridas.

Um rio pode ser dividido nestas em três partes: o curso superior (nascente), o curso médio (transporte de sedimentos) e o curso inferior (foz)

A área de drenagem de um rio, incluindo seus afluentes, é chamada de bacia hidrográfica.

Os rios são fontes de água doce para consumo humano e animal, bem como para atividades agrícolas e industriais.

A força da água dos rios pode ser aproveitada para gerar energia hidrelétrica.

Em muitas regiões, os rios são importantes vias de transporte para pessoas e mercadorias.

Além disso, oferecem oportunidades para atividades de lazer, como pesca, natação e passeios de barco. Os rios têm um papel significativo na cultura e história de muitas comunidades, sendo, muitas vezes, considerados sagrados.

(Adaptado do site Brasil Escola)

A comunicação especializada se realiza através de termos, e a inteligibilidade desses termos garante o bom fluxo da informação. A estrutura do texto especializado depende do seu autor, dos seus objetivos e da sua estratégia de comunicação, apresentando peculiaridades que podem aparecer na macroestrutura textual, na relação de coerência e coesão estabelecidas entre os elementos linguísticos do texto e na utilização de determinadas estruturas sintáticas, lexicais e morfológicas.

Essas peculiaridades são observadas na estrutura do histórico de um Boletim de Ocorrência (BO), EXCETO aquelas elencadas em:

 

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4012864 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Leia o Texto IV e responda a questão.



Texto IV

O QUE É UM RIO?

Rio é um curso natural de água, geralmente doce, que flui sobre a superfície da terra, em direção a um corpo de água maior, como um oceano, mar, lago ou outro rio. Os rios são fundamentais para os ecossistemas e para as atividades humanas, fornecendo água potável, irrigação, transporte e energia hidrelétrica.

Os rios nascem, quase sempre, em áreas elevadas, como montanhas, seguindo um curso em direção a áreas mais baixas.

Além de sua função vital para a vida, os rios desempenham um papel crucial na modelagem da paisagem, no transporte de sedimentos e na manutenção do ciclo hidrológico. Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais.

Existem rios perenes, que nunca secam, e rios intermitentes, que secam em determinadas épocas do ano, especialmente em áreas áridas.

Um rio pode ser dividido nestas em três partes: o curso superior (nascente), o curso médio (transporte de sedimentos) e o curso inferior (foz)

A área de drenagem de um rio, incluindo seus afluentes, é chamada de bacia hidrográfica.

Os rios são fontes de água doce para consumo humano e animal, bem como para atividades agrícolas e industriais.

A força da água dos rios pode ser aproveitada para gerar energia hidrelétrica.

Em muitas regiões, os rios são importantes vias de transporte para pessoas e mercadorias.

Além disso, oferecem oportunidades para atividades de lazer, como pesca, natação e passeios de barco. Os rios têm um papel significativo na cultura e história de muitas comunidades, sendo, muitas vezes, considerados sagrados.

(Adaptado do site Brasil Escola)

O Texto IV retoma o tema já tratado nos textos anteriores, entretanto, se diferencia dos demais por uma característica, que consiste em:
 

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4012863 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Leia o Texto III e responda a questão.



Texto III

O RIO DA MINHA ALDEIA

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,

Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha

aldeia

Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.

O Tejo tem grandes navios

E navega nele ainda,

Para aqueles que vêm em tudo o que lá não está,

A memória das naus.

O Tejo desce de Espanha

E o Tejo entra no mar em Portugal.

Toda a gente sabe isso.

Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia

E para onde ele vai

E donde ele vem.

E por isso, porque pertence a menos gente,

É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

Pelo Tejo vai-se para o mundo.

Para além do Tejo há a América

E a fortuna daqueles que a encontram.

Ninguém nunca pensou no que há para além

Do rio da minha aldeia.

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.

Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa

Nos versos “O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. /Quem está ao pé dele está só ao pé dele”, o eu lírico deseja alcançar a:
 

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4012862 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Leia o Texto III e responda a questão.



Texto III

O RIO DA MINHA ALDEIA

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,

Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha

aldeia

Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.

O Tejo tem grandes navios

E navega nele ainda,

Para aqueles que vêm em tudo o que lá não está,

A memória das naus.

O Tejo desce de Espanha

E o Tejo entra no mar em Portugal.

Toda a gente sabe isso.

Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia

E para onde ele vai

E donde ele vem.

E por isso, porque pertence a menos gente,

É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

Pelo Tejo vai-se para o mundo.

Para além do Tejo há a América

E a fortuna daqueles que a encontram.

Ninguém nunca pensou no que há para além

Do rio da minha aldeia.

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.

Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa

Relendo a segunda estrofe do poema, nos versos “O Tejo tem grandes navios /E navega nele ainda, /Para aqueles que vêm em tudo o que lá não está, /A memória das naus”, sintaticamente, constata-se que:
 

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4012861 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Leia o Texto III e responda a questão.



Texto III

O RIO DA MINHA ALDEIA

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,

Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha

aldeia

Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.

O Tejo tem grandes navios

E navega nele ainda,

Para aqueles que vêm em tudo o que lá não está,

A memória das naus.

O Tejo desce de Espanha

E o Tejo entra no mar em Portugal.

Toda a gente sabe isso.

Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia

E para onde ele vai

E donde ele vem.

E por isso, porque pertence a menos gente,

É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

Pelo Tejo vai-se para o mundo.

Para além do Tejo há a América

E a fortuna daqueles que a encontram.

Ninguém nunca pensou no que há para além

Do rio da minha aldeia.

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.

Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa

Após a leitura do Texto III, é legítimo estabelecer uma relação com os dois textos anteriores. Em cada situação, há a possibilidade de leituras alternativas da mesma realidade, o que nos leva a dizer que:
 

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4012860 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Leia o Texto II para responder a questão.

Texto II

A TERCEIRA MARGEM DO RIO (fragmentos)

Nosso pai era homem cumpridor, ordeiro, positivo; e sido assim desde mocinho e menino, pelo que testemunharam as diversas sensatas pessoas, quando indaguei a informação. Do que eu mesmo me alembro, ele não figurava mais estúrdio nem mais triste do que os outros conhecidos nossos. Só quieto. Nossa mãe era quem regia e que ralhava no diário com a gente ─ minha irmã, meu irmão e eu. Mas se deu que, certo dia, nosso pai mandou fazer para si uma canoa.

Era a sério. Encomendou a canoa especial, de pau de vinhático, pequena, mal com a tabuinha da popa, como para caber justo o remador. Mas teve de ser toda fabricada, escolhida forte e arqueada em rijo, própria para dever durar na água por uns vinte ou trinta anos. Nossa mãe jurou muito contra a ideia. Seria que, ele, que nessas artes não vadiava, se ia propor agora para pescarias e caçadas? Nosso pai nada não dizia. Nossa casa, no tempo, ainda era mais próxima do rio, obra de nem quarto de légua: o rio por aí se estendendo grande, fundo, calado que sempre. Largo de não se poder ver a forma da outra beira. E esquecer não posso do dia em que a canoa ficou pronta.

Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez alguma recomendação. Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: “Cê vai, ocê fique, você nunca volte!”. Nosso pai suspendeu a resposta. Espiou manso para mim, me acenando de vir também, por uns passos. Temi a ira de nossa mãe, mas obedeci, de vez de jeito. O rumo daquilo me animava, chega que um propósito perguntei: “Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa?”. Ele só retornou o olhar em mim e me botou a bênção, com gesto me mandando para trás. Fiz que vim, mas ainda virei, na grota do mato, para saber. Nosso pai entrou na canoa e desamarrou, pelo remar. E a canoa saiu se indo — a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa.

Nosso pai não voltou. Ele não tinha ido a nenhuma parte. Só executava a invenção de se permanecer naqueles espaços do rio, de meio a meio, sempre dentro da canoa, para dela não saltar, nunca mais. A estranheza dessa verdade deu para estarrecer de todo a gente. Aquilo que não havia, acontecia. Os parentes, vizinhos e conhecidos nossos se reuniram, tomaram juntamente conselho. [...]

Guimarães Rosa

Que figura de linguagem ocorre em: “E a canoa saiu se indo — a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa”?
 

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