Foram encontradas 100 questões.
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IBADE
Orgão: PC-ES
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Qual a sua principal função e em qual camada do modelo TCP/IP ele opera, diferenciando-o de protocolos de roteamento internos como OSPF ou EIGRP?
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Leia o Texto IV e responda a questão.
Texto IV
O QUE É UM RIO?
Rio é um curso natural de água, geralmente doce, que flui sobre a superfície da terra, em direção a um corpo de água maior, como um oceano, mar, lago ou outro rio. Os rios são fundamentais para os ecossistemas e para as atividades humanas, fornecendo água potável, irrigação, transporte e energia hidrelétrica.
Os rios nascem, quase sempre, em áreas elevadas, como montanhas, seguindo um curso em direção a áreas mais baixas.
Além de sua função vital para a vida, os rios desempenham um papel crucial na modelagem da paisagem, no transporte de sedimentos e na manutenção do ciclo hidrológico. Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais.
Existem rios perenes, que nunca secam, e rios intermitentes, que secam em determinadas épocas do ano, especialmente em áreas áridas.
Um rio pode ser dividido nestas em três partes: o curso superior (nascente), o curso médio (transporte de sedimentos) e o curso inferior (foz)
A área de drenagem de um rio, incluindo seus afluentes, é chamada de bacia hidrográfica.
Os rios são fontes de água doce para consumo humano e animal, bem como para atividades agrícolas e industriais.
A força da água dos rios pode ser aproveitada para gerar energia hidrelétrica.
Em muitas regiões, os rios são importantes vias de transporte para pessoas e mercadorias.
Além disso, oferecem oportunidades para atividades de lazer, como pesca, natação e passeios de barco. Os rios têm um papel significativo na cultura e história de muitas comunidades, sendo, muitas vezes, considerados sagrados.
(Adaptado do site Brasil Escola)
No período “Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais”, a palavra em destaque está grafada conforme uma regra do Acordo Ortográfico. O Acordo Ortográfico, quanto ao uso do hífen, estabeleceu algumas regras.
Dessa forma, qual destas palavras NÃO está grafada corretamente?
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Leia o Texto IV e responda a questão.
Texto IV
O QUE É UM RIO?
Rio é um curso natural de água, geralmente doce, que flui sobre a superfície da terra, em direção a um corpo de água maior, como um oceano, mar, lago ou outro rio. Os rios são fundamentais para os ecossistemas e para as atividades humanas, fornecendo água potável, irrigação, transporte e energia hidrelétrica.
Os rios nascem, quase sempre, em áreas elevadas, como montanhas, seguindo um curso em direção a áreas mais baixas.
Além de sua função vital para a vida, os rios desempenham um papel crucial na modelagem da paisagem, no transporte de sedimentos e na manutenção do ciclo hidrológico. Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais.
Existem rios perenes, que nunca secam, e rios intermitentes, que secam em determinadas épocas do ano, especialmente em áreas áridas.
Um rio pode ser dividido nestas em três partes: o curso superior (nascente), o curso médio (transporte de sedimentos) e o curso inferior (foz)
A área de drenagem de um rio, incluindo seus afluentes, é chamada de bacia hidrográfica.
Os rios são fontes de água doce para consumo humano e animal, bem como para atividades agrícolas e industriais.
A força da água dos rios pode ser aproveitada para gerar energia hidrelétrica.
Em muitas regiões, os rios são importantes vias de transporte para pessoas e mercadorias.
Além disso, oferecem oportunidades para atividades de lazer, como pesca, natação e passeios de barco. Os rios têm um papel significativo na cultura e história de muitas comunidades, sendo, muitas vezes, considerados sagrados.
(Adaptado do site Brasil Escola)
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Leia o Texto IV e responda a questão.
Texto IV
O QUE É UM RIO?
Rio é um curso natural de água, geralmente doce, que flui sobre a superfície da terra, em direção a um corpo de água maior, como um oceano, mar, lago ou outro rio. Os rios são fundamentais para os ecossistemas e para as atividades humanas, fornecendo água potável, irrigação, transporte e energia hidrelétrica.
Os rios nascem, quase sempre, em áreas elevadas, como montanhas, seguindo um curso em direção a áreas mais baixas.
Além de sua função vital para a vida, os rios desempenham um papel crucial na modelagem da paisagem, no transporte de sedimentos e na manutenção do ciclo hidrológico. Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais.
Existem rios perenes, que nunca secam, e rios intermitentes, que secam em determinadas épocas do ano, especialmente em áreas áridas.
Um rio pode ser dividido nestas em três partes: o curso superior (nascente), o curso médio (transporte de sedimentos) e o curso inferior (foz)
A área de drenagem de um rio, incluindo seus afluentes, é chamada de bacia hidrográfica.
Os rios são fontes de água doce para consumo humano e animal, bem como para atividades agrícolas e industriais.
A força da água dos rios pode ser aproveitada para gerar energia hidrelétrica.
Em muitas regiões, os rios são importantes vias de transporte para pessoas e mercadorias.
Além disso, oferecem oportunidades para atividades de lazer, como pesca, natação e passeios de barco. Os rios têm um papel significativo na cultura e história de muitas comunidades, sendo, muitas vezes, considerados sagrados.
(Adaptado do site Brasil Escola)
A comunicação especializada se realiza através de termos, e a inteligibilidade desses termos garante o bom fluxo da informação. A estrutura do texto especializado depende do seu autor, dos seus objetivos e da sua estratégia de comunicação, apresentando peculiaridades que podem aparecer na macroestrutura textual, na relação de coerência e coesão estabelecidas entre os elementos linguísticos do texto e na utilização de determinadas estruturas sintáticas, lexicais e morfológicas.
Essas peculiaridades são observadas na estrutura do histórico de um Boletim de Ocorrência (BO), EXCETO aquelas elencadas em:
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Leia o Texto IV e responda a questão.
Texto IV
O QUE É UM RIO?
Rio é um curso natural de água, geralmente doce, que flui sobre a superfície da terra, em direção a um corpo de água maior, como um oceano, mar, lago ou outro rio. Os rios são fundamentais para os ecossistemas e para as atividades humanas, fornecendo água potável, irrigação, transporte e energia hidrelétrica.
Os rios nascem, quase sempre, em áreas elevadas, como montanhas, seguindo um curso em direção a áreas mais baixas.
Além de sua função vital para a vida, os rios desempenham um papel crucial na modelagem da paisagem, no transporte de sedimentos e na manutenção do ciclo hidrológico. Essenciais para o ecossistema, além de fornecerem água para consumo humano, são habitats para diversas espécies de animais.
Existem rios perenes, que nunca secam, e rios intermitentes, que secam em determinadas épocas do ano, especialmente em áreas áridas.
Um rio pode ser dividido nestas em três partes: o curso superior (nascente), o curso médio (transporte de sedimentos) e o curso inferior (foz)
A área de drenagem de um rio, incluindo seus afluentes, é chamada de bacia hidrográfica.
Os rios são fontes de água doce para consumo humano e animal, bem como para atividades agrícolas e industriais.
A força da água dos rios pode ser aproveitada para gerar energia hidrelétrica.
Em muitas regiões, os rios são importantes vias de transporte para pessoas e mercadorias.
Além disso, oferecem oportunidades para atividades de lazer, como pesca, natação e passeios de barco. Os rios têm um papel significativo na cultura e história de muitas comunidades, sendo, muitas vezes, considerados sagrados.
(Adaptado do site Brasil Escola)
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Leia o Texto III e responda a questão.
Texto III
O RIO DA MINHA ALDEIA
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha
aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêm em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa
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Leia o Texto III e responda a questão.
Texto III
O RIO DA MINHA ALDEIA
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha
aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêm em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa
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Leia o Texto III e responda a questão.
Texto III
O RIO DA MINHA ALDEIA
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha
aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêm em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso, porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa
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Leia o Texto II para responder a questão.
Texto II
A TERCEIRA MARGEM DO RIO (fragmentos)
Nosso pai era homem cumpridor, ordeiro, positivo; e sido assim desde mocinho e menino, pelo que testemunharam as diversas sensatas pessoas, quando indaguei a informação. Do que eu mesmo me alembro, ele não figurava mais estúrdio nem mais triste do que os outros conhecidos nossos. Só quieto. Nossa mãe era quem regia e que ralhava no diário com a gente ─ minha irmã, meu irmão e eu. Mas se deu que, certo dia, nosso pai mandou fazer para si uma canoa.
Era a sério. Encomendou a canoa especial, de pau de vinhático, pequena, mal com a tabuinha da popa, como para caber justo o remador. Mas teve de ser toda fabricada, escolhida forte e arqueada em rijo, própria para dever durar na água por uns vinte ou trinta anos. Nossa mãe jurou muito contra a ideia. Seria que, ele, que nessas artes não vadiava, se ia propor agora para pescarias e caçadas? Nosso pai nada não dizia. Nossa casa, no tempo, ainda era mais próxima do rio, obra de nem quarto de légua: o rio por aí se estendendo grande, fundo, calado que sempre. Largo de não se poder ver a forma da outra beira. E esquecer não posso do dia em que a canoa ficou pronta.
Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez alguma recomendação. Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: “Cê vai, ocê fique, você nunca volte!”. Nosso pai suspendeu a resposta. Espiou manso para mim, me acenando de vir também, por uns passos. Temi a ira de nossa mãe, mas obedeci, de vez de jeito. O rumo daquilo me animava, chega que um propósito perguntei: “Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa?”. Ele só retornou o olhar em mim e me botou a bênção, com gesto me mandando para trás. Fiz que vim, mas ainda virei, na grota do mato, para saber. Nosso pai entrou na canoa e desamarrou, pelo remar. E a canoa saiu se indo — a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa.
Nosso pai não voltou. Ele não tinha ido a nenhuma parte. Só executava a invenção de se permanecer naqueles espaços do rio, de meio a meio, sempre dentro da canoa, para dela não saltar, nunca mais. A estranheza dessa verdade deu para estarrecer de todo a gente. Aquilo que não havia, acontecia. Os parentes, vizinhos e conhecidos nossos se reuniram, tomaram juntamente conselho. [...]
Guimarães Rosa
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