Foram encontradas 150 questões.
As quantidades A, B, C e D, em kg, dos peixes pescados por 4 pescadores, são números tais que
!$ {\large{A \over B}}={\large{5 \over 4}} !$; !$ {\large{A \over C}}={\large{5 \over 8}} !$ e !$ {\large{D \over B}}={\large{9 \over 4}} !$.
Com base nessas relações, julgue o item a seguir.
!$ A+B=D !$
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As quantidades A, B, C e D, em kg, dos peixes pescados por 4 pescadores, são números tais que
!$ {\large{A \over B}}={\large{5 \over 4}} !$; !$ {\large{A \over C}}={\large{5 \over 8}} !$ e !$ {\large{D \over B}}={\large{9 \over 4}} !$.
Com base nessas relações, julgue o item a seguir.
C é a maior dessas quantidades.
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Hino Nacional Brasileiro
Joaquim Osório Duque Estrada
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
A partir da análise da significação contextual dos vocábulos e das estruturas morfossintáticas empregadas no texto acima, julgue o item a seguir.
A dupla interjeição “Salve!” (v.11), compreendida como manifestação de admiração por parte do poeta, admite a interpretação e a substituição por Sejas louvada!
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Hino Nacional Brasileiro
Joaquim Osório Duque Estrada
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
A partir da análise da significação contextual dos vocábulos e das estruturas morfossintáticas empregadas no texto acima, julgue o item a seguir.
O adjetivo “garrida” (v.5) admite a substituição, no contexto, por guerreira.
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Hino Nacional Brasileiro
Joaquim Osório Duque Estrada
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
A partir da análise da significação contextual dos vocábulos e das estruturas morfossintáticas empregadas no texto acima, julgue o item a seguir.
O verso “Fulguras, ó Brasil, florão da América” (v.3) deve ser compreendido com o sentido de Resplandeces, ó Brasil, como grande ornamento da América.
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Hino Nacional Brasileiro
Joaquim Osório Duque Estrada
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
A partir da análise da significação contextual dos vocábulos e das estruturas morfossintáticas empregadas no texto acima, julgue o item a seguir.
O poeta idealiza um cenário em que todos os brasileiros gozem de permanente igualdade social, em que todos possam descansar em ambientes confortáveis, junto à natureza: “Ao som do mar e à luz do céu” (v.2).
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Salve a natureza
A lenha do teu fogão... vem da natureza...
O trigo que faz teu pão... vem da natureza...
Um pedaço do céu ficou aqui
Beija-flor fez morada no jardim
Temos água da fonte pra beber
De manhã tem café com aipim
No roçado tem milho pra colher
Na moenda tem cana pra tirar
A doçura que faz a rapadura
E a pinga que abre o paladar, viu!
A luz do teu lampião viu... vem da natureza...
A água que molha o chão, viu... vem da natureza...
E quem sabe o que é bom não sai daqui
Meu amor, chega mais, vou te contar
Do meu sonho maior eu desisti
Na cidade não dá pra se morar
A fumaça escurece o céu de anil
Tem favela pra tudo que é lugar
Desemprego causando a violência
E o verde perdendo o seu lugar, viu!
Bebeto di São João, Gigio e Marquinhos PQD.
Internet: <http://www.mvhp.com.br>. Acesso em 21/9/2003 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Deduz-se do texto que o poeta abdicou do seu grande sonho de morar na cidade devido a três fatores: a poluição atmosférica, a grande presença de favelados e a violência gerada pelo desemprego.
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Salve a natureza
A lenha do teu fogão... vem da natureza...
O trigo que faz teu pão... vem da natureza...
Um pedaço do céu ficou aqui
Beija-flor fez morada no jardim
Temos água da fonte pra beber
De manhã tem café com aipim
No roçado tem milho pra colher
Na moenda tem cana pra tirar
A doçura que faz a rapadura
E a pinga que abre o paladar, viu!
A luz do teu lampião viu... vem da natureza...
A água que molha o chão, viu... vem da natureza...
E quem sabe o que é bom não sai daqui
Meu amor, chega mais, vou te contar
Do meu sonho maior eu desisti
Na cidade não dá pra se morar
A fumaça escurece o céu de anil
Tem favela pra tudo que é lugar
Desemprego causando a violência
E o verde perdendo o seu lugar, viu!
Bebeto di São João, Gigio e Marquinhos PQD.
Internet: <http://www.mvhp.com.br>. Acesso em 21/9/2003 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Os versos 9 e 10 apresentam dois complementos sintáticos diretamente ligados à forma verbal “tirar” (v.8).
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Salve a natureza
A lenha do teu fogão... vem da natureza...
O trigo que faz teu pão... vem da natureza...
Um pedaço do céu ficou aqui
Beija-flor fez morada no jardim
Temos água da fonte pra beber
De manhã tem café com aipim
No roçado tem milho pra colher
Na moenda tem cana pra tirar
A doçura que faz a rapadura
E a pinga que abre o paladar, viu!
A luz do teu lampião viu... vem da natureza...
A água que molha o chão, viu... vem da natureza...
E quem sabe o que é bom não sai daqui
Meu amor, chega mais, vou te contar
Do meu sonho maior eu desisti
Na cidade não dá pra se morar
A fumaça escurece o céu de anil
Tem favela pra tudo que é lugar
Desemprego causando a violência
E o verde perdendo o seu lugar, viu!
Bebeto di São João, Gigio e Marquinhos PQD.
Internet: <http://www.mvhp.com.br>. Acesso em 21/9/2003 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Entre os versos da primeira estrofe do poema, predominam estruturas sintáticas coordenadas.
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Salve a natureza
A lenha do teu fogão... vem da natureza...
O trigo que faz teu pão... vem da natureza...
Um pedaço do céu ficou aqui
Beija-flor fez morada no jardim
Temos água da fonte pra beber
De manhã tem café com aipim
No roçado tem milho pra colher
Na moenda tem cana pra tirar
A doçura que faz a rapadura
E a pinga que abre o paladar, viu!
A luz do teu lampião viu... vem da natureza...
A água que molha o chão, viu... vem da natureza...
E quem sabe o que é bom não sai daqui
Meu amor, chega mais, vou te contar
Do meu sonho maior eu desisti
Na cidade não dá pra se morar
A fumaça escurece o céu de anil
Tem favela pra tudo que é lugar
Desemprego causando a violência
E o verde perdendo o seu lugar, viu!
Bebeto di São João, Gigio e Marquinhos PQD.
Internet: <http://www.mvhp.com.br>. Acesso em 21/9/2003 (com adaptações).
Considerando o texto acima, julgue o item a seguir.
Pelo emprego do advérbio “aqui” nos versos 3 e 13, verifica-se que o poeta se encontra na cidade grande, mas desejoso de voltar para o lugar idealizado junto à natureza.
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