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Numa definição solta, a floresta tropical é um tapete multicolorido, estruturado e vivo, extremamente rico. Uma colônia extravagante de organismos que saíram do oceano há 400 milhões de anos e vieram para a terra. Dentro das folhas ainda existem condições semelhantes às da primordial vida marinha. Funciona assim como um mar suspenso, que contém uma miríade de células vivas, muito elaborado e adaptado. Em temperatura ambiente, usando mecanismos bioquímicos de complexidade quase inacessível, processam-se átomos e moléculas, determinando e regulando fluxos de substâncias e energias.
A mítica floresta amazônica vai muito além de um museu geográfico de espécies ameaçadas e representa muito mais do que um simples depósito de carbono. Evoluída nos últimos 50 milhões de anos, a floresta amazônica é o maior parque tecnológico que a Terra já conheceu, porque cada organismo seu, entre trilhões, é uma maravilha de miniaturização e automação. Qualquer apelo que se faça pela valorização da floresta precisa recuperar esse valor intrínseco.
Cada nova iniciativa em defesa da floresta tem trilhado os mesmos caminhos e pressionado as mesmas teclas. Neste comportamento, identificamos o que Einstein definiu como a própria insanidade: “fazer a mesma coisa, de novo, esperando resultados diferentes".
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização dos interesses da sociedade contem- porânea com uma Amazônia viva e vigorosa. Para chegarmos lá, é preciso compenetração, modéstia, dedicação e compromisso com a vida. Com os recursos tecnológicos disponíveis, podemos agregar inteligência à ocupação, otimizando um novo uso do solo, que abra espaço para a reconstrução ecológica da floresta. Podemos também revelar muitos outros segredos ainda bem guardados da resiliente biologia tropical e, com isso, ir muito além de compreender seus mecanismos.
A maioria dos problemas atuais podem se resolver por meio dos diversos princípios que guiam o funcionamento da natureza. Uma lista curta desses princípios, arrolados pela escritora Janine Benyus, constata que a natureza é propelida pela luz solar; utiliza somente a energia de que necessita; recicla todas as coisas; aposta na diversidade; demanda conhecimento local; limita os excessos internamente; e aproveita o poder dos limites.
Adaptado de: NOBRE, Antônio Donato. O Futuro Climático da Amazônia.
Disponível em: www.ccst.inpe.br)
No contexto, o segmento que restringe o sentido do termo imediatamente anterior encontra-se em:A mítica floresta amazônica vai muito além de um museu geográfico de espécies ameaçadas e representa muito mais do que um simples depósito de carbono. Evoluída nos últimos 50 milhões de anos, a floresta amazônica é o maior parque tecnológico que a Terra já conheceu, porque cada organismo seu, entre trilhões, é uma maravilha de miniaturização e automação. Qualquer apelo que se faça pela valorização da floresta precisa recuperar esse valor intrínseco.
Cada nova iniciativa em defesa da floresta tem trilhado os mesmos caminhos e pressionado as mesmas teclas. Neste comportamento, identificamos o que Einstein definiu como a própria insanidade: “fazer a mesma coisa, de novo, esperando resultados diferentes".
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização dos interesses da sociedade contem- porânea com uma Amazônia viva e vigorosa. Para chegarmos lá, é preciso compenetração, modéstia, dedicação e compromisso com a vida. Com os recursos tecnológicos disponíveis, podemos agregar inteligência à ocupação, otimizando um novo uso do solo, que abra espaço para a reconstrução ecológica da floresta. Podemos também revelar muitos outros segredos ainda bem guardados da resiliente biologia tropical e, com isso, ir muito além de compreender seus mecanismos.
A maioria dos problemas atuais podem se resolver por meio dos diversos princípios que guiam o funcionamento da natureza. Uma lista curta desses princípios, arrolados pela escritora Janine Benyus, constata que a natureza é propelida pela luz solar; utiliza somente a energia de que necessita; recicla todas as coisas; aposta na diversidade; demanda conhecimento local; limita os excessos internamente; e aproveita o poder dos limites.
Adaptado de: NOBRE, Antônio Donato. O Futuro Climático da Amazônia.
Disponível em: www.ccst.inpe.br)
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- Aspectos Básicos
- Automação de ArquivosCertificação Digital e ICP Brasil
- Legislação e NormasResoluções do CONARQ
- MicrofilmagemMicrofilmagem e Automação
De acordo com as Diretrizes para a presunção de autenticidade
de documentos arquivísticos digitais, aprovadas
pela Resolução n° 37, de 19 de dezembro de 2012, do
Conselho Nacional de Arquivos,
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- Aspectos BásicosPrincípios e Teorias de Arquivologia
- Avaliação de Documentos
- Gestão de DocumentosFases da Gestão de Documentos
Ao discorrer sobre os documentos públicos ao longo de
seu ciclo vital, o renomado arquivista norte-americano
Schellenberg estabelece uma distinção entre valores
probatórios e informativos. Segundo o autor,
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A fim de proporcionar vida longa aos documentos de arquivo
em suporte-papel, o Conselho Nacional de Arquivos
recomenda que só sejam utilizados, no caso dos reciclados,
aqueles que contenham
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A numeração do anverso das folhas de um documento é
procedimento que recebe o nome de
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Na técnica de velatura, utilizada na restauração de documentos,
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- Gestão de Documentos
- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Atenção: No arquivo corrente de uma instituição destinada a
cuidar da previdência social de servidores públicos,
cada segurado (pensionista ou aposentado) tem uma
pasta com o registro de seu nome e do bairro em
que vive. Para responder à questão, considere a relação de segurados abaixo.
1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale.
Se dispostas alfabeticamente por bairros e, dentro de
cada um deles, por segurados, as pastas ficariam assim
distribuídas:1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale.
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- Gestão de Documentos
- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Atenção: No arquivo corrente de uma instituição destinada a
cuidar da previdência social de servidores públicos,
cada segurado (pensionista ou aposentado) tem uma
pasta com o registro de seu nome e do bairro em
que vive. Para responder à questão, considere a relação de segurados abaixo.
1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale.
Se divididas em dois blocos − de aposentados e pensionistas
− e, dentro de cada um deles, ordenadas alfabeticamente
pelos nomes dos segurados, as pastas ficariam
assim distribuídas:1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale.
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- Gestão de Documentos
- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Atenção: No arquivo corrente de uma instituição destinada a
cuidar da previdência social de servidores públicos,
cada segurado (pensionista ou aposentado) tem uma
pasta com o registro de seu nome e do bairro em
que vive. Para responder à questão, considere a relação de segurados abaixo.
1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale.
Se divididas em dois blocos − de aposentados e pensionistas
− e, dentro de cada um deles, ordenadas alfabeticamente
pelos nomes dos bairros, as pastas dos segurados,
obedecendo ao mesmo critério, ficariam assim distribuídas:1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale.
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- Aspectos Básicos
- Administração de ArquivosAcesso à Informação
- Administração de ArquivosCompetências dos Profissionais de Arquivo
- ClassificaçãoClassificação de Documentos
- Gestão de Documentos
- Legislação e NormasDecreto 7.724/2012: Regulamenta a LAI
- Tipologia Documental
Quando os arquivos possuem documentos sob restrição
de acesso, a conduta dos arquivistas deve ser pautada
pela ética profissional, conforme se depreende dos Princípios de acesso aos arquivos: orientação técnica para
gestão de arquivos com restrições, formulados pelo Conselho
Internacional de Arquivos. Considere:
I. Itens restritos devem ser descritos nos instrumentos de pesquisa, para que os usuários possam solicitar que a decisão de restrição seja revista.
II. Se um item classificado é revisto e o acesso passa a ser garantido a um integrante do público em geral, o item estará disponível para todo o público nos mesmos termos e condições.
III. É preferível que os membros da equipe que tomam as decisões de acesso não sejam os mesmos que trabalham no serviço de referência, para reduzir a possibilidade de funcionários, inadvertidamente, revelarem informações restritas aos pesquisadores.
Está correto o que se afirma em
I. Itens restritos devem ser descritos nos instrumentos de pesquisa, para que os usuários possam solicitar que a decisão de restrição seja revista.
II. Se um item classificado é revisto e o acesso passa a ser garantido a um integrante do público em geral, o item estará disponível para todo o público nos mesmos termos e condições.
III. É preferível que os membros da equipe que tomam as decisões de acesso não sejam os mesmos que trabalham no serviço de referência, para reduzir a possibilidade de funcionários, inadvertidamente, revelarem informações restritas aos pesquisadores.
Está correto o que se afirma em
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