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Ao iniciar um exame parasitológico, determinado analista clínico notou que a solução aquosa de certo corante (genericamente nomeado COR, massa molar de 112 g/mol) acabou e que o estoque precisava ser reposto. Para o preparo da solução aquosa de COR, torna-se necessário pesar 13 g do corante em pó (produto armazenado em dessecador, na forma de pó e com alta pureza) e solubilizar em 150 mL de água purificada. Considerando as informações anteriores, a concentração em % m/v da solução obtida será de, aproximadamente:
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A urinálise é um dos exames mais antigos da medicina laboratorial, havendo relatos de sua utilização há pelo menos 6 mil anos. É correto afirmar que as três etapas que compõem esse exame são:
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A imagem apresenta um instrumento amplamente utilizado na rotina do laboratório de microbiologia:
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Podemos afirmar que o instrumento se trata de:
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Em análises clínicas, erros na fase pré-analítica são comuns e afetam significativamente a qualidade e a confiança do resultado. No exercício da função, conhecer as possíveis fontes de erros permite que o analista clínico tenha uma conduta adequada perante um resultado analítico inesperado. A imagem apresenta seis tubos de coleta de sangue, cujas tampas dispõem de cores diferentes, conforme o padrão estabelecido na Norma ISO 6.710:1995:
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Para evitar a contaminação cruzada de aditivos nos tubos de coleta de sangue e considerando o padrão internacional de cores, a ordem de coleta deverá ser:
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Amostras fecais que não forem imediatamente entregues ao laboratório precisarão ser preservadas. Sobre os aspectos da preservação dessas amostras para exames de diagnóstico, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Sobre os procedimentos para proteção pessoal e de outras pessoas em laboratórios que envolvem agentes infecciosos, assinale a afirmativa correta.
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A compreensão dos desequilíbrios ácido-básico requer o conhecimento de definições e princípios fundamentais. Sobre os aspectos destes distúrbios, assinale a afirmativa INCORRETA.
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A identificação específica dos parasitos do sangue pode ser realizada por esfregaços sanguíneos. Considerando o método da gota espessa, assinale a afirmativa correta.
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Determinado analista clínico recebeu duas amostras para exame parasitológico –a primeira (paciente Anélly) continha aspirado de úlcera cutânea para pesquisa de leishmaniose tegumentar; a segunda (paciente Robbie) apresentava aspirado de medula óssea para pesquisa de leishmaniose visceral. Para os casos de Anéllye Robbie, visando o diagnóstico de leishmaniose, o analista clínico deve proceder a pesquisa de:
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O que está por trás do movimento da “desistência silenciosa”?
Nem Beyoncé, a diva do pop estadunidense, aguenta mais. Em junho, Break My Soul, nova música da cantora, fez sucesso: ela reclama que tem trabalhado demais e não consegue dormir à noite. O tema seguiu em alta no mês seguinte, quando o TikToker Zaid Khan viralizou com um vídeo no qual explica o conceito de quiet quitting.
Em meio a imagens de dias ensolarados, áreas verdes e momentos simples do cotidiano, ele conta que conhecera recentemente o termo. “Você não está bem desistindo do seu trabalho, e sim da ideia ir além. Você ainda cumpre suas tarefas, mas não está mais concordando com a mentalidade hostil de que o trabalho tem que ser sua vida. A realidade é que não é, e seu valor como pessoa não é definido pelo seu ofício.”
A “desistência silenciosa”, como estudiosos brasileiros têm optado por chamar, consiste em um combate discreto ao excesso de entregas e cobranças, fazendo apenas aquilo para o que você foi contratado, em busca de restabelecer o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Reclamar do trabalho não é novidade no mundo do entretenimento. Em 1973, Raul Seixas cantou que deveria estar contente porque tinha um emprego, mas achava tudo um saco. Cinco anos depois, Tim Maia engrossou o coro, pedindo para não ser amolado com esse papo de emprego, ele queria era sossego. E lá em 1967, o urso Balu, do desenho Mogli, já havia dado a letra de que o segredo para uma vida tranquila era fazer o necessário, somente o necessário; o extraordinário era demais.
Na história, sobram exemplos reais de movimentos de resistência ou enfrentamento à opressão no ambiente trabalhista. A greve mais conhecida talvez seja a de 1º de maio de 1886 em Chicago, nos Estados Unidos. Na ocasião, dezenas de milhares de trabalhadores cruzaram os braços reivindicando a redução da jornada laboral de treze para oito horas diárias. O ato inspirou a criação do Dia do Trabalho em muitos países, incluindo o Brasil. Os EUA, ironicamente, até hoje não reconhecem a data como feriado.
Se o trabalho dignifica o homem — como afirmou Max Weber, economista alemão e um dos fundadores da sociologia moderna na virada do século XX —, a partir da década de 1970 ele parece ter voltado a se aproximar do termo que originou a nomenclatura. Tripalium, em latim, designava um instrumento de tortura romano.
Tal qual a máxima de Weber, o valor dos indivíduos passou a ser atrelado às funções exercidas e às horas dedicadas a elas. “Nesse contexto, os patrões passaram a esperar que as pessoas fizessem algo além daquilo para o que foram contratadas, quase como uma relação de vassalagem e como se precisassem ser gratas pelo trabalho que têm”, analisa o sociólogo da FURG.
Somados a essa cultura de valorização do trabalho, crises econômicas e aumento do desemprego no século XXI contribuíram para desequilibrar a relação entre trabalhadores e seus empregadores. “Os patrões sabem que vão encontrar pessoas que aceitem novas condições que outrora não vigoravam, porque a situação do desemprego acrescenta níveis de precariedade laboral”, destaca Costa.
A situação se agrava no caso brasileiro, já que a taxa de desemprego chegou a 14,7% no segundo trimestre de 2021. No mesmo período deste ano, o índice recuou para 9,3%, mas representa 10,1 milhões de pessoas desocupadas. Um levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating coloca o Brasil em quinto lugar num ranking de desemprego em quarenta países.
Além do estresse causado pela escassez de postos de trabalho, a cultura da hiperperformance criou o que a neurocientista Joana Coelho chama de “produtividade tóxica”. “As pessoas estão produzindo cada vez mais, sem limites, dando conta de tudo. Mas isso tem consequências, pois ninguém consegue sustentar por muito tempo”, observa Coelho, sócia da Nêmesis, que oferece treinamentos para empresas aplicando princípios de neurociência organizacional.
O principal efeito até agora foi o aumento de problemas relacionados à saúde mental causados pelo excesso de trabalho, com destaque para o burnout.
(MARASCIULO, Marília. O que está por trás do movimento da “desistência silenciosa”? Revista Galileu, 2022. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/noticia/2022/12/o-que-esta-por-tras-do-movimento-da-desistenciasilenciosa. ghtml> Acesso em 10/12/2022. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que a mudança de posição do adjetivo em relação ao substantivo com o qual se relaciona acarreta sensível alteração semântica.
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