Foram encontradas 50 questões.
Sabendo que duas atendentes conseguem arquivar 14 processos, quantos processos podem ser arquivados com o dobro de atendentes?
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Quantas senhas de três algarismos podemos formar com os números 2, 4, 6, 8?
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Uma turma possui 34 alunos, onde 20 são meninas. Qual a probabilidade de, escolhendo ao acaso, não se retirar uma menina da turma?
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Um restaurante oferece alguns tipos de pratos. Sabe-se que são oferecidos 8 tipos de peixe, 2 tipos de arroz e 5 tipos de salada. De quantas formas diferentes pode-se comer peixe, arroz e salada, escolhendo uma opção de cada?
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Um quadrado teve seu lado aumentado em 20%. Dessa forma, é possível inferir que seu perímetro aumentou em:
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Comida de vó
Tardes de domingo em um apartamento que se tornava pequeno, haja vista a quantidade de primos de minha idade, alguns mais velhos, além dos tios, tias, vovô e vovó, bastante conversa, beijos e abraços.
Um encontro permeado de muito afeto no qual o ponto alto, pelo menos para mim, era perceber que o amar para a vovó Ivone era transmitido por meio daquela mesa posta. Para ela, o mais importante era que as crianças estivessem felizes e para isso tínhamos que estar bem alimentados. Ah… E essa missão ela cumpria com louvor.
Nunca serei capaz de descrever de modo fidedigno o aroma que exalava da abertura do forno, aquela travessa de purê (vovó chamava pirê, e eu achava o máximo) acompanhada de uma carne assada, digo acompanhada porque aquele purê, em si, era meu próprio banquete.
Vovó o preparava de um modo que sua textura lembrava uma suave torta, de tenra firmeza no centro aliada a uma fina crosta crocante e saborosa que se formava na parte mais próximas às laterais da travessa, aquele queimadinho, sabe? Sua coloração era ainda especial por ser diferente dos que eu já experimentara em meu parco repertório gastronômico de um menino de cinco anos, que provara purês de cor de batata mesmo, claros, brancos, pálidos. Já o de Vovó ia na contramão e se apresentava com uma cor amarelo solar e radiante, minha mente pueril pode até ter poetizado a cor, haja vista a força gustativa, mas sem dúvida, aquele purê era “bronzeado”, tinha cor, além de sabor e textura.
Mas vovó entendia que a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte, a gente não quer só comida, a gente quer a vida como a vida quer.
Uma verdadeira iguaria para aquele menininho que aguardava avidamente a oportunidade de visitá-la, receber aquele afago, beijo, carinho, mas sobretudo o amor que era devotado à família e que, indubitavelmente, estava materializado em um encontro com a enorme prole. O seu sorriso em um almoço de domingo permanecerá, como um legado, sempre no meu coração, Vovó Ivone.
Autor: Ítalo Borges – Adaptado Fonte: https://saboresdacidade.com/cronica-comida-de-vo/
No trecho “Para ela, o mais importante era que as crianças estivessem felizes...”, a oração em destaque é classificada como:
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Comida de vó
Tardes de domingo em um apartamento que se tornava pequeno, haja vista a quantidade de primos de minha idade, alguns mais velhos, além dos tios, tias, vovô e vovó, bastante conversa, beijos e abraços.
Um encontro permeado de muito afeto no qual o ponto alto, pelo menos para mim, era perceber que o amar para a vovó Ivone era transmitido por meio daquela mesa posta. Para ela, o mais importante era que as crianças estivessem felizes e para isso tínhamos que estar bem alimentados. Ah… E essa missão ela cumpria com louvor.
Nunca serei capaz de descrever de modo fidedigno o aroma que exalava da abertura do forno, aquela travessa de purê (vovó chamava pirê, e eu achava o máximo) acompanhada de uma carne assada, digo acompanhada porque aquele purê, em si, era meu próprio banquete.
Vovó o preparava de um modo que sua textura lembrava uma suave torta, de tenra firmeza no centro aliada a uma fina crosta crocante e saborosa que se formava na parte mais próximas às laterais da travessa, aquele queimadinho, sabe? Sua coloração era ainda especial por ser diferente dos que eu já experimentara em meu parco repertório gastronômico de um menino de cinco anos, que provara purês de cor de batata mesmo, claros, brancos, pálidos. Já o de Vovó ia na contramão e se apresentava com uma cor amarelo solar e radiante, minha mente pueril pode até ter poetizado a cor, haja vista a força gustativa, mas sem dúvida, aquele purê era “bronzeado”, tinha cor, além de sabor e textura.
Mas vovó entendia que a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte, a gente não quer só comida, a gente quer a vida como a vida quer.
Uma verdadeira iguaria para aquele menininho que aguardava avidamente a oportunidade de visitá-la, receber aquele afago, beijo, carinho, mas sobretudo o amor que era devotado à família e que, indubitavelmente, estava materializado em um encontro com a enorme prole. O seu sorriso em um almoço de domingo permanecerá, como um legado, sempre no meu coração, Vovó Ivone.
Autor: Ítalo Borges – Adaptado Fonte: https://saboresdacidade.com/cronica-comida-de-vo/
Observe o trecho que segue:
“Um encontro permeado de muito afeto no qual o ponto alto, pelo menos para mim, era perceber que o amar para a vovó Ivone era transmitido por meio daquela mesa posta”
A palavra em destaque foi formada pelo seguinte processo de formação de palavras:
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Comida de vó
Tardes de domingo em um apartamento que se tornava pequeno, haja vista a quantidade de primos de minha idade, alguns mais velhos, além dos tios, tias, vovô e vovó, bastante conversa, beijos e abraços.
Um encontro permeado de muito afeto no qual o ponto alto, pelo menos para mim, era perceber que o amar para a vovó Ivone era transmitido por meio daquela mesa posta. Para ela, o mais importante era que as crianças estivessem felizes e para isso tínhamos que estar bem alimentados. Ah… E essa missão ela cumpria com louvor.
Nunca serei capaz de descrever de modo fidedigno o aroma que exalava da abertura do forno, aquela travessa de purê (vovó chamava pirê, e eu achava o máximo) acompanhada de uma carne assada, digo acompanhada porque aquele purê, em si, era meu próprio banquete.
Vovó o preparava de um modo que sua textura lembrava uma suave torta, de tenra firmeza no centro aliada a uma fina crosta crocante e saborosa que se formava na parte mais próximas às laterais da travessa, aquele queimadinho, sabe? Sua coloração era ainda especial por ser diferente dos que eu já experimentara em meu parco repertório gastronômico de um menino de cinco anos, que provara purês de cor de batata mesmo, claros, brancos, pálidos. Já o de Vovó ia na contramão e se apresentava com uma cor amarelo solar e radiante, minha mente pueril pode até ter poetizado a cor, haja vista a força gustativa, mas sem dúvida, aquele purê era “bronzeado”, tinha cor, além de sabor e textura.
Mas vovó entendia que a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte, a gente não quer só comida, a gente quer a vida como a vida quer.
Uma verdadeira iguaria para aquele menininho que aguardava avidamente a oportunidade de visitá-la, receber aquele afago, beijo, carinho, mas sobretudo o amor que era devotado à família e que, indubitavelmente, estava materializado em um encontro com a enorme prole. O seu sorriso em um almoço de domingo permanecerá, como um legado, sempre no meu coração, Vovó Ivone.
Autor: Ítalo Borges – Adaptado Fonte: https://saboresdacidade.com/cronica-comida-de-vo/
O termo em destaque no trecho “E essa missão ela cumpria com louvor” faz uma referenciação:
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Comida de vó
Tardes de domingo em um apartamento que se tornava pequeno, haja vista a quantidade de primos de minha idade, alguns mais velhos, além dos tios, tias, vovô e vovó, bastante conversa, beijos e abraços.
Um encontro permeado de muito afeto no qual o ponto alto, pelo menos para mim, era perceber que o amar para a vovó Ivone era transmitido por meio daquela mesa posta. Para ela, o mais importante era que as crianças estivessem felizes e para isso tínhamos que estar bem alimentados. Ah… E essa missão ela cumpria com louvor.
Nunca serei capaz de descrever de modo fidedigno o aroma que exalava da abertura do forno, aquela travessa de purê (vovó chamava pirê, e eu achava o máximo) acompanhada de uma carne assada, digo acompanhada porque aquele purê, em si, era meu próprio banquete.
Vovó o preparava de um modo que sua textura lembrava uma suave torta, de tenra firmeza no centro aliada a uma fina crosta crocante e saborosa que se formava na parte mais próximas às laterais da travessa, aquele queimadinho, sabe? Sua coloração era ainda especial por ser diferente dos que eu já experimentara em meu parco repertório gastronômico de um menino de cinco anos, que provara purês de cor de batata mesmo, claros, brancos, pálidos. Já o de Vovó ia na contramão e se apresentava com uma cor amarelo solar e radiante, minha mente pueril pode até ter poetizado a cor, haja vista a força gustativa, mas sem dúvida, aquele purê era “bronzeado”, tinha cor, além de sabor e textura.
Mas vovó entendia que a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte, a gente não quer só comida, a gente quer a vida como a vida quer.
Uma verdadeira iguaria para aquele menininho que aguardava avidamente a oportunidade de visitá-la, receber aquele afago, beijo, carinho, mas sobretudo o amor que era devotado à família e que, indubitavelmente, estava materializado em um encontro com a enorme prole. O seu sorriso em um almoço de domingo permanecerá, como um legado, sempre no meu coração, Vovó Ivone.
Autor: Ítalo Borges – Adaptado Fonte: https://saboresdacidade.com/cronica-comida-de-vo/
Observe as acepções da palavra “vida” presente no trecho: “...a gente quer a vida como a vida quer.”
vi·da
nome feminino
1. O período de tempo que decorre desde o nascimento até a morte dos seres. = EXISTÊNCIA 2. Determinada fase desse período. 3. Modo de viver. 4. Comportamento. 5. Ocupação, profissão, carreira. 6. Princípio de existência, de força, de entusiasmo, de atividade (diz-se das pessoas e das coisas). 7. Fundamento, essência; causa, origem. 8. Biografia.
"vida", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/vida [consultado em 20-09-2022].
As acepções da palavra “vida” no verbete caracterizam o que é chamado precisamente de:
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Comida de vó
Tardes de domingo em um apartamento que se tornava pequeno, haja vista a quantidade de primos de minha idade, alguns mais velhos, além dos tios, tias, vovô e vovó, bastante conversa, beijos e abraços.
Um encontro permeado de muito afeto no qual o ponto alto, pelo menos para mim, era perceber que o amar para a vovó Ivone era transmitido por meio daquela mesa posta. Para ela, o mais importante era que as crianças estivessem felizes e para isso tínhamos que estar bem alimentados. Ah… E essa missão ela cumpria com louvor.
Nunca serei capaz de descrever de modo fidedigno o aroma que exalava da abertura do forno, aquela travessa de purê (vovó chamava pirê, e eu achava o máximo) acompanhada de uma carne assada, digo acompanhada porque aquele purê, em si, era meu próprio banquete.
Vovó o preparava de um modo que sua textura lembrava uma suave torta, de tenra firmeza no centro aliada a uma fina crosta crocante e saborosa que se formava na parte mais próximas às laterais da travessa, aquele queimadinho, sabe? Sua coloração era ainda especial por ser diferente dos que eu já experimentara em meu parco repertório gastronômico de um menino de cinco anos, que provara purês de cor de batata mesmo, claros, brancos, pálidos. Já o de Vovó ia na contramão e se apresentava com uma cor amarelo solar e radiante, minha mente pueril pode até ter poetizado a cor, haja vista a força gustativa, mas sem dúvida, aquele purê era “bronzeado”, tinha cor, além de sabor e textura.
Mas vovó entendia que a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte, a gente não quer só comida, a gente quer a vida como a vida quer.
Uma verdadeira iguaria para aquele menininho que aguardava avidamente a oportunidade de visitá-la, receber aquele afago, beijo, carinho, mas sobretudo o amor que era devotado à família e que, indubitavelmente, estava materializado em um encontro com a enorme prole. O seu sorriso em um almoço de domingo permanecerá, como um legado, sempre no meu coração, Vovó Ivone.
Autor: Ítalo Borges – Adaptado Fonte: https://saboresdacidade.com/cronica-comida-de-vo/
No trecho “...mas sobretudo o amor que era devotado à família e que, indubitavelmente, estava materializado em um encontro com a enorme prole” o fenômeno linguístico da crase teve de ocorrer porque:
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