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Considerando que o choque é o final comum de muitas doenças infecciosas e é um diagnóstico de exclusão obrigatório, tanto quando se avalia uma criança previamente hígida quanto nas crianças com algum tipo de doença subjacente, julgue os itens subsequentes.
Para criança em choque séptico e hiperglicemia, com glicemia maior que 178 mg/dL, há indicação precisa, com base em evidências, do uso de insulina contínua para manter um controle glicêmico.
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Considerando que o choque é o final comum de muitas doenças infecciosas e é um diagnóstico de exclusão obrigatório, tanto quando se avalia uma criança previamente hígida quanto nas crianças com algum tipo de doença subjacente, julgue os itens subsequentes.
Em paciente na fase quente do choque refratário a volume e resistente a dopamina, deve-se iniciar a infusão contínua de dobutamina 0,2 micrograma/kg/min.
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Com relação ao choque séptico e à sepse grave, julgue os itens a seguir.
A dopamina é o vasopressor de primeira escolha para choques refratários a fluidoterapia. No caso de resistência a essa droga, recomenda-se o uso de noradrenalina e altas doses de epinefrina endovenosas contínuas.
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Com relação ao choque séptico e à sepse grave, julgue os itens a seguir.
A heparina de baixo peso molecular difere da heparina não fracionada por apresentar maior atividade contra o fator Xa.
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Com relação ao choque séptico e à sepse grave, julgue os itens a seguir.
Nos casos de choque séptico pediátrico, a paralisia vasomotora é a principal causa de morte. Nesses casos, há, também, disfunção miocárdica, manifestada pela diminuição da fração de ejeção, mas o débito cardíaco é mantido pelo aumento da frequência cardíaca e pela dilatação ventricular.
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Com relação ao choque séptico e à sepse grave, julgue os itens a seguir.
A incidência de choque séptico vem decrescendo a cada ano graças ao desenvolvimento de tecnologias e medicações que possibilitam tratamento mais eficiente do paciente.
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De acordo com o recomendado pelo suporte avançado de vida em pediatria, o algoritmo de atendimento de parada cardíaca sem pulso resume os passos para avaliação e tratamento do paciente sem pulso, que não responde às intervenções de suporte básico de vida. Com relação a esse assunto, julgue os itens seguintes.
O tratamento das crianças em parada cardíaca sem pulso, com atividade elétrica sem pulso, deve ser realizado com manobras de RCP, administração de epinefrina e tratamento da possível causa da parada.
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De acordo com o recomendado pelo suporte avançado de vida em pediatria, o algoritmo de atendimento de parada cardíaca sem pulso resume os passos para avaliação e tratamento do paciente sem pulso, que não responde às intervenções de suporte básico de vida. Com relação a esse assunto, julgue os itens seguintes.
Nos casos de assistolia, deve-se usar a epinefrina por via endovenosa quando não se consegue retorno cardíaco espontâneo após 5 ciclos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
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De acordo com o recomendado pelo suporte avançado de vida em pediatria, o algoritmo de atendimento de parada cardíaca sem pulso resume os passos para avaliação e tratamento do paciente sem pulso, que não responde às intervenções de suporte básico de vida. Com relação a esse assunto, julgue os itens seguintes.
Após análise do ritmo, se for constatada assistolia, deve-se, imediatamente, aplicar choque com carga de 2 J/kg e, em seguida, iniciar compressões torácicas.
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
Julgue o item abaixo, referente à participação da comunidade no SUS.
A participação da comunidade é uma das três diretrizes da organização do SUS, junto com a descentralização e o atendimento integral.
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