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741857 Ano: 2008
Disciplina: Biologia
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS
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A rigidez dos tecidos esqueléticos de uma traqueófita deve-se a uma substância que reforça suas paredes celulares. Essa substância é a
 

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741856 Ano: 2008
Disciplina: Biologia
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS
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Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta das estruturas encontradas no sistema digestório humano, a partir da boca.
 

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741837 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS

De olho no pódio

Os Jogos Olímpicos se aproximam e, por meio da imprensa, já temos notícias de atletas

em fase final de preparação para alcançar medalhas, subir no pódio, quebrar recordes. Isso me

fez lembrar que, sempre que assisto a alguma competição esportiva, reconheço que esse é o

lugar legítimo e adequado da competição.

Ao considerar nosso modo de vida atual, faço uma analogia: transformamos a vida em

uma olimpíada permanente. A competição transpôs a fronteira do ramo esportivo e se instalou

no nosso cotidiano.

Não é à toa que muitos esportistas ou treinadores bem sucedidos são chamados para

dar palestras em empresas. Afinal, eles são os maiores especialistas em competição, não é? Do

mesmo modo, os atletas que triunfam são escolhidos para serem garotos-propaganda de

muitas empresas, das quais poucas produzem artigos ligados ao ramo esportivo. “Use nosso

produto e você será um vencedor!” é a mensagem.

Hoje, exigem-se um preparo técnico acurado e um treinamento contínuo, tanto na vida

profissional quanto na pessoal. E não se trata apenas de conhecer e estudar seu ramo de

atividade ou de se cuidar, e sim de se empenhar em estratégias que permitam, ou pelo menos

prometam, sair na frente e chegar em primeiro lugar ou, pelo menos, entre os primeiros.

Competimos contra tudo e contra todos. Contra o tempo – e ainda acreditamos ser

possível ganhar dele. Contra nossa constituição física, contra nossos pares, contra nossa vida

coletiva, contra qualquer outro que se coloque à nossa frente em qualquer situação.

Iniciamos nossos filhos precocemente nessa competição ________ e acreditamos que tal

iniciativa é absolutamente necessária para a sua sobrevivência no futuro. Não valorizamos a

aprendizagem do jogo que é a vida desde a largada, e sim seu resultado, que só pode ser um:

ganhar.

As escolas se apropriaram desse anseio dos pais e incrementam ainda mais a

concorrência entre seus alunos. Os anunciados rankings de escolas baseados nos mais

diferentes exames, os primeiros lugares conquistados nos vestibulares e as avaliações dos

alunos, sempre comparativas, são exemplos dessa apropriação da competição pelo espaço

escolar.

O sucesso, hoje, é definido principalmente pela competição, o que faz com que o

processo de identificação com o outro ocorra de modo negativo. Ser melhor do que o outro,

ganhar do outro ou, então, se ________ a ser inferior a ele. Desse modo, fica mais fácil entender

o motivo de o outro ser quase sempre percebido como ameaça.

É preciso saber que essa olimpíada permanente tem seu preço. Sabemos o custo que os

atletas pagam na busca da superação: ________ sérias, cirurgias precoces, interrupção da vida

profissional muito cedo. Isso sem falar das conseqüências emocionais e sociais quando eles

enfrentam a derrota ou saem do pódio. Arcamos com conseqüências análogas em nossas vidas

quando transformadas nessa competição sem trégua: tédio, depressão, estresse, agressividade

descontrolada, pânico etc.

(SAIÃO, Rosely. De olho no pódio. Folha de São Paulo. Equilíbrio. 24 de abril de 2008.)

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do texto (linhas 20, 31 e 34).
 

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741833 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS

De olho no pódio

Os Jogos Olímpicos se aproximam e, por meio da imprensa, já temos notícias de atletas

em fase final de preparação para alcançar medalhas, subir no pódio, quebrar recordes. Isso me

fez lembrar que, sempre que assisto a alguma competição esportiva, reconheço que esse é o

lugar legítimo e adequado da competição.

Ao considerar nosso modo de vida atual, faço uma analogia: transformamos a vida em

uma olimpíada permanente. A competição transpôs a fronteira do ramo esportivo e se instalou

no nosso cotidiano.

Não é à toa que muitos esportistas ou treinadores bem sucedidos são chamados para

dar palestras em empresas. Afinal, eles são os maiores especialistas em competição, não é? Do

mesmo modo, os atletas que triunfam são escolhidos para serem garotos-propaganda de

muitas empresas, das quais poucas produzem artigos ligados ao ramo esportivo. “Use nosso

produto e você será um vencedor!” é a mensagem.

Hoje, exigem-se um preparo técnico acurado e um treinamento contínuo, tanto na vida

profissional quanto na pessoal. E não se trata apenas de conhecer e estudar seu ramo de

atividade ou de se cuidar, e sim de se empenhar em estratégias que permitam, ou pelo menos

prometam, sair na frente e chegar em primeiro lugar ou, pelo menos, entre os primeiros.

Competimos contra tudo e contra todos. Contra o tempo – e ainda acreditamos ser

possível ganhar dele. Contra nossa constituição física, contra nossos pares, contra nossa vida

coletiva, contra qualquer outro que se coloque à nossa frente em qualquer situação.

Iniciamos nossos filhos precocemente nessa competição ________ e acreditamos que tal

iniciativa é absolutamente necessária para a sua sobrevivência no futuro. Não valorizamos a

aprendizagem do jogo que é a vida desde a largada, e sim seu resultado, que só pode ser um:

ganhar.

As escolas se apropriaram desse anseio dos pais e incrementam ainda mais a

concorrência entre seus alunos. Os anunciados rankings de escolas baseados nos mais

diferentes exames, os primeiros lugares conquistados nos vestibulares e as avaliações dos

alunos, sempre comparativas, são exemplos dessa apropriação da competição pelo espaço

escolar.

O sucesso, hoje, é definido principalmente pela competição, o que faz com que o

processo de identificação com o outro ocorra de modo negativo. Ser melhor do que o outro,

ganhar do outro ou, então, se ________ a ser inferior a ele. Desse modo, fica mais fácil entender

o motivo de o outro ser quase sempre percebido como ameaça.

É preciso saber que essa olimpíada permanente tem seu preço. Sabemos o custo que os

atletas pagam na busca da superação: ________ sérias, cirurgias precoces, interrupção da vida

profissional muito cedo. Isso sem falar das conseqüências emocionais e sociais quando eles

enfrentam a derrota ou saem do pódio. Arcamos com conseqüências análogas em nossas vidas

quando transformadas nessa competição sem trégua: tédio, depressão, estresse, agressividade

descontrolada, pânico etc.

(SAIÃO, Rosely. De olho no pódio. Folha de São Paulo. Equilíbrio. 24 de abril de 2008.)

Se modificássemos a frase Use nosso produto e você será um vencedor!” (linhas 11 e 12) iniciando por “Usa nosso produto e...” , na continuidade deveríamos usar
 

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741827 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS

De olho no pódio

Os Jogos Olímpicos se aproximam e, por meio da imprensa, já temos notícias de atletas

em fase final de preparação para alcançar medalhas, subir no pódio, quebrar recordes. Isso me

fez lembrar que, sempre que assisto a alguma competição esportiva, reconheço que esse é o

lugar legítimo e adequado da competição.

Ao considerar nosso modo de vida atual, faço uma analogia: transformamos a vida em

uma olimpíada permanente. A competição transpôs a fronteira do ramo esportivo e se instalou

no nosso cotidiano.

Não é à toa que muitos esportistas ou treinadores bem sucedidos são chamados para

dar palestras em empresas. Afinal, eles são os maiores especialistas em competição, não é? Do

mesmo modo, os atletas que triunfam são escolhidos para serem garotos-propaganda de

muitas empresas, das quais poucas produzem artigos ligados ao ramo esportivo. “Use nosso

produto e você será um vencedor!” é a mensagem.

Hoje, exigem-se um preparo técnico acurado e um treinamento contínuo, tanto na vida

profissional quanto na pessoal. E não se trata apenas de conhecer e estudar seu ramo de

atividade ou de se cuidar, e sim de se empenhar em estratégias que permitam, ou pelo menos

prometam, sair na frente e chegar em primeiro lugar ou, pelo menos, entre os primeiros.

Competimos contra tudo e contra todos. Contra o tempo – e ainda acreditamos ser

possível ganhar dele. Contra nossa constituição física, contra nossos pares, contra nossa vida

coletiva, contra qualquer outro que se coloque à nossa frente em qualquer situação.

Iniciamos nossos filhos precocemente nessa competição ________ e acreditamos que tal

iniciativa é absolutamente necessária para a sua sobrevivência no futuro. Não valorizamos a

aprendizagem do jogo que é a vida desde a largada, e sim seu resultado, que só pode ser um:

ganhar.

As escolas se apropriaram desse anseio dos pais e incrementam ainda mais a

concorrência entre seus alunos. Os anunciados rankings de escolas baseados nos mais

diferentes exames, os primeiros lugares conquistados nos vestibulares e as avaliações dos

alunos, sempre comparativas, são exemplos dessa apropriação da competição pelo espaço

escolar.

O sucesso, hoje, é definido principalmente pela competição, o que faz com que o

processo de identificação com o outro ocorra de modo negativo. Ser melhor do que o outro,

ganhar do outro ou, então, se ________ a ser inferior a ele. Desse modo, fica mais fácil entender

o motivo de o outro ser quase sempre percebido como ameaça.

É preciso saber que essa olimpíada permanente tem seu preço. Sabemos o custo que os

atletas pagam na busca da superação: ________ sérias, cirurgias precoces, interrupção da vida

profissional muito cedo. Isso sem falar das conseqüências emocionais e sociais quando eles

enfrentam a derrota ou saem do pódio. Arcamos com conseqüências análogas em nossas vidas

quando transformadas nessa competição sem trégua: tédio, depressão, estresse, agressividade

descontrolada, pânico etc.

(SAIÃO, Rosely. De olho no pódio. Folha de São Paulo. Equilíbrio. 24 de abril de 2008.)

Sobre o elemento -ção, que ocorre em superação (linha 34), é correto afirmar que
 

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741826 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS

De olho no pódio

Os Jogos Olímpicos se aproximam e, por meio da imprensa, já temos notícias de atletas

em fase final de preparação para alcançar medalhas, subir no pódio, quebrar recordes. Isso me

fez lembrar que, sempre que assisto a alguma competição esportiva, reconheço que esse é o

lugar legítimo e adequado da competição.

Ao considerar nosso modo de vida atual, faço uma analogia: transformamos a vida em

uma olimpíada permanente. A competição transpôs a fronteira do ramo esportivo e se instalou

no nosso cotidiano.

Não é à toa que muitos esportistas ou treinadores bem sucedidos são chamados para

dar palestras em empresas. Afinal, eles são os maiores especialistas em competição, não é? Do

mesmo modo, os atletas que triunfam são escolhidos para serem garotos-propaganda de

muitas empresas, das quais poucas produzem artigos ligados ao ramo esportivo. “Use nosso

produto e você será um vencedor!” é a mensagem.

Hoje, exigem-se um preparo técnico acurado e um treinamento contínuo, tanto na vida

profissional quanto na pessoal. E não se trata apenas de conhecer e estudar seu ramo de

atividade ou de se cuidar, e sim de se empenhar em estratégias que permitam, ou pelo menos

prometam, sair na frente e chegar em primeiro lugar ou, pelo menos, entre os primeiros.

Competimos contra tudo e contra todos. Contra o tempo – e ainda acreditamos ser

possível ganhar dele. Contra nossa constituição física, contra nossos pares, contra nossa vida

coletiva, contra qualquer outro que se coloque à nossa frente em qualquer situação.

Iniciamos nossos filhos precocemente nessa competição ________ e acreditamos que tal

iniciativa é absolutamente necessária para a sua sobrevivência no futuro. Não valorizamos a

aprendizagem do jogo que é a vida desde a largada, e sim seu resultado, que só pode ser um:

ganhar.

As escolas se apropriaram desse anseio dos pais e incrementam ainda mais a

concorrência entre seus alunos. Os anunciados rankings de escolas baseados nos mais

diferentes exames, os primeiros lugares conquistados nos vestibulares e as avaliações dos

alunos, sempre comparativas, são exemplos dessa apropriação da competição pelo espaço

escolar.

O sucesso, hoje, é definido principalmente pela competição, o que faz com que o

processo de identificação com o outro ocorra de modo negativo. Ser melhor do que o outro,

ganhar do outro ou, então, se ________ a ser inferior a ele. Desse modo, fica mais fácil entender

o motivo de o outro ser quase sempre percebido como ameaça.

É preciso saber que essa olimpíada permanente tem seu preço. Sabemos o custo que os

atletas pagam na busca da superação: ________ sérias, cirurgias precoces, interrupção da vida

profissional muito cedo. Isso sem falar das conseqüências emocionais e sociais quando eles

enfrentam a derrota ou saem do pódio. Arcamos com conseqüências análogas em nossas vidas

quando transformadas nessa competição sem trégua: tédio, depressão, estresse, agressividade

descontrolada, pânico etc.

(SAIÃO, Rosely. De olho no pódio. Folha de São Paulo. Equilíbrio. 24 de abril de 2008.)

Entre as alternativas abaixo, assinale aquela em que a preposição grifada não é exigida por um verbo.
 

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741825 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS

De olho no pódio

Os Jogos Olímpicos se aproximam e, por meio da imprensa, já temos notícias de atletas

em fase final de preparação para alcançar medalhas, subir no pódio, quebrar recordes. Isso me

fez lembrar que, sempre que assisto a alguma competição esportiva, reconheço que esse é o

lugar legítimo e adequado da competição.

Ao considerar nosso modo de vida atual, faço uma analogia: transformamos a vida em

uma olimpíada permanente. A competição transpôs a fronteira do ramo esportivo e se instalou

no nosso cotidiano.

Não é à toa que muitos esportistas ou treinadores bem sucedidos são chamados para

dar palestras em empresas. Afinal, eles são os maiores especialistas em competição, não é? Do

mesmo modo, os atletas que triunfam são escolhidos para serem garotos-propaganda de

muitas empresas, das quais poucas produzem artigos ligados ao ramo esportivo. “Use nosso

produto e você será um vencedor!” é a mensagem.

Hoje, exigem-se um preparo técnico acurado e um treinamento contínuo, tanto na vida

profissional quanto na pessoal. E não se trata apenas de conhecer e estudar seu ramo de

atividade ou de se cuidar, e sim de se empenhar em estratégias que permitam, ou pelo menos

prometam, sair na frente e chegar em primeiro lugar ou, pelo menos, entre os primeiros.

Competimos contra tudo e contra todos. Contra o tempo – e ainda acreditamos ser

possível ganhar dele. Contra nossa constituição física, contra nossos pares, contra nossa vida

coletiva, contra qualquer outro que se coloque à nossa frente em qualquer situação.

Iniciamos nossos filhos precocemente nessa competição ________ e acreditamos que tal

iniciativa é absolutamente necessária para a sua sobrevivência no futuro. Não valorizamos a

aprendizagem do jogo que é a vida desde a largada, e sim seu resultado, que só pode ser um:

ganhar.

As escolas se apropriaram desse anseio dos pais e incrementam ainda mais a

concorrência entre seus alunos. Os anunciados rankings de escolas baseados nos mais

diferentes exames, os primeiros lugares conquistados nos vestibulares e as avaliações dos

alunos, sempre comparativas, são exemplos dessa apropriação da competição pelo espaço

escolar.

O sucesso, hoje, é definido principalmente pela competição, o que faz com que o

processo de identificação com o outro ocorra de modo negativo. Ser melhor do que o outro,

ganhar do outro ou, então, se ________ a ser inferior a ele. Desse modo, fica mais fácil entender

o motivo de o outro ser quase sempre percebido como ameaça.

É preciso saber que essa olimpíada permanente tem seu preço. Sabemos o custo que os

atletas pagam na busca da superação: ________ sérias, cirurgias precoces, interrupção da vida

profissional muito cedo. Isso sem falar das conseqüências emocionais e sociais quando eles

enfrentam a derrota ou saem do pódio. Arcamos com conseqüências análogas em nossas vidas

quando transformadas nessa competição sem trégua: tédio, depressão, estresse, agressividade

descontrolada, pânico etc.

(SAIÃO, Rosely. De olho no pódio. Folha de São Paulo. Equilíbrio. 24 de abril de 2008.)

Considere as seqüências abaixo que contêm ocorrências de voz passiva.
I – (...) muitos esportistas ou treinadores bem sucedidos são chamados para dar palestras em empresas (linhas 08 e 09)
II – (...) os atletas (...) são escolhidos para serem garotos-propaganda de muitas empresas (linhas 10 e 11)
III – O sucesso, hoje, é definido principalmente pela competição (linha 29)

Quais delas apresentam agente da passiva?
 

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Questão presente nas seguintes provas
741822 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS

De olho no pódio

Os Jogos Olímpicos se aproximam e, por meio da imprensa, já temos notícias de atletas

em fase final de preparação para alcançar medalhas, subir no pódio, quebrar recordes. Isso me

fez lembrar que, sempre que assisto a alguma competição esportiva, reconheço que esse é o

lugar legítimo e adequado da competição.

Ao considerar nosso modo de vida atual, faço uma analogia: transformamos a vida em

uma olimpíada permanente. A competição transpôs a fronteira do ramo esportivo e se instalou

no nosso cotidiano.

Não é à toa que muitos esportistas ou treinadores bem sucedidos são chamados para

dar palestras em empresas. Afinal, eles são os maiores especialistas em competição, não é? Do

mesmo modo, os atletas que triunfam são escolhidos para serem garotos-propaganda de

muitas empresas, das quais poucas produzem artigos ligados ao ramo esportivo. “Use nosso

produto e você será um vencedor!” é a mensagem.

Hoje, exigem-se um preparo técnico acurado e um treinamento contínuo, tanto na vida

profissional quanto na pessoal. E não se trata apenas de conhecer e estudar seu ramo de

atividade ou de se cuidar, e sim de se empenhar em estratégias que permitam, ou pelo menos

prometam, sair na frente e chegar em primeiro lugar ou, pelo menos, entre os primeiros.

Competimos contra tudo e contra todos. Contra o tempo – e ainda acreditamos ser

possível ganhar dele. Contra nossa constituição física, contra nossos pares, contra nossa vida

coletiva, contra qualquer outro que se coloque à nossa frente em qualquer situação.

Iniciamos nossos filhos precocemente nessa competição ________ e acreditamos que tal

iniciativa é absolutamente necessária para a sua sobrevivência no futuro. Não valorizamos a

aprendizagem do jogo que é a vida desde a largada, e sim seu resultado, que só pode ser um:

ganhar.

As escolas se apropriaram desse anseio dos pais e incrementam ainda mais a

concorrência entre seus alunos. Os anunciados rankings de escolas baseados nos mais

diferentes exames, os primeiros lugares conquistados nos vestibulares e as avaliações dos

alunos, sempre comparativas, são exemplos dessa apropriação da competição pelo espaço

escolar.

O sucesso, hoje, é definido principalmente pela competição, o que faz com que o

processo de identificação com o outro ocorra de modo negativo. Ser melhor do que o outro,

ganhar do outro ou, então, se ________ a ser inferior a ele. Desse modo, fica mais fácil entender

o motivo de o outro ser quase sempre percebido como ameaça.

É preciso saber que essa olimpíada permanente tem seu preço. Sabemos o custo que os

atletas pagam na busca da superação: ________ sérias, cirurgias precoces, interrupção da vida

profissional muito cedo. Isso sem falar das conseqüências emocionais e sociais quando eles

enfrentam a derrota ou saem do pódio. Arcamos com conseqüências análogas em nossas vidas

quando transformadas nessa competição sem trégua: tédio, depressão, estresse, agressividade

descontrolada, pânico etc.

(SAIÃO, Rosely. De olho no pódio. Folha de São Paulo. Equilíbrio. 24 de abril de 2008.)

Os dois-pontos da linha 22 e a vírgula da linha 30 foram empregados, respectivamente,
 

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741820 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS

De olho no pódio

Os Jogos Olímpicos se aproximam e, por meio da imprensa, já temos notícias de atletas

em fase final de preparação para alcançar medalhas, subir no pódio, quebrar recordes. Isso me

fez lembrar que, sempre que assisto a alguma competição esportiva, reconheço que esse é o

lugar legítimo e adequado da competição.

Ao considerar nosso modo de vida atual, faço uma analogia: transformamos a vida em

uma olimpíada permanente. A competição transpôs a fronteira do ramo esportivo e se instalou

no nosso cotidiano.

Não é à toa que muitos esportistas ou treinadores bem sucedidos são chamados para

dar palestras em empresas. Afinal, eles são os maiores especialistas em competição, não é? Do

mesmo modo, os atletas que triunfam são escolhidos para serem garotos-propaganda de

muitas empresas, das quais poucas produzem artigos ligados ao ramo esportivo. “Use nosso

produto e você será um vencedor!” é a mensagem.

Hoje, exigem-se um preparo técnico acurado e um treinamento contínuo, tanto na vida

profissional quanto na pessoal. E não se trata apenas de conhecer e estudar seu ramo de

atividade ou de se cuidar, e sim de se empenhar em estratégias que permitam, ou pelo menos

prometam, sair na frente e chegar em primeiro lugar ou, pelo menos, entre os primeiros.

Competimos contra tudo e contra todos. Contra o tempo – e ainda acreditamos ser

possível ganhar dele. Contra nossa constituição física, contra nossos pares, contra nossa vida

coletiva, contra qualquer outro que se coloque à nossa frente em qualquer situação.

Iniciamos nossos filhos precocemente nessa competição ________ e acreditamos que tal

iniciativa é absolutamente necessária para a sua sobrevivência no futuro. Não valorizamos a

aprendizagem do jogo que é a vida desde a largada, e sim seu resultado, que só pode ser um:

ganhar.

As escolas se apropriaram desse anseio dos pais e incrementam ainda mais a

concorrência entre seus alunos. Os anunciados rankings de escolas baseados nos mais

diferentes exames, os primeiros lugares conquistados nos vestibulares e as avaliações dos

alunos, sempre comparativas, são exemplos dessa apropriação da competição pelo espaço

escolar.

O sucesso, hoje, é definido principalmente pela competição, o que faz com que o

processo de identificação com o outro ocorra de modo negativo. Ser melhor do que o outro,

ganhar do outro ou, então, se ________ a ser inferior a ele. Desse modo, fica mais fácil entender

o motivo de o outro ser quase sempre percebido como ameaça.

É preciso saber que essa olimpíada permanente tem seu preço. Sabemos o custo que os

atletas pagam na busca da superação: ________ sérias, cirurgias precoces, interrupção da vida

profissional muito cedo. Isso sem falar das conseqüências emocionais e sociais quando eles

enfrentam a derrota ou saem do pódio. Arcamos com conseqüências análogas em nossas vidas

quando transformadas nessa competição sem trégua: tédio, depressão, estresse, agressividade

descontrolada, pânico etc.

(SAIÃO, Rosely. De olho no pódio. Folha de São Paulo. Equilíbrio. 24 de abril de 2008.)

Assinale a alternativa em que se estabelece uma relação INCORRETA ) entre um pronome do texto e o segmento que tal pronome retoma.
 

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741824 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FDRH
Orgão: IGP-RS

De olho no pódio

Os Jogos Olímpicos se aproximam e, por meio da imprensa, já temos notícias de atletas

em fase final de preparação para alcançar medalhas, subir no pódio, quebrar recordes. Isso me

fez lembrar que, sempre que assisto a alguma competição esportiva, reconheço que esse é o

lugar legítimo e adequado da competição.

Ao considerar nosso modo de vida atual, faço uma analogia: transformamos a vida em

uma olimpíada permanente. A competição transpôs a fronteira do ramo esportivo e se instalou

no nosso cotidiano.

Não é à toa que muitos esportistas ou treinadores bem sucedidos são chamados para

dar palestras em empresas. Afinal, eles são os maiores especialistas em competição, não é? Do

mesmo modo, os atletas que triunfam são escolhidos para serem garotos-propaganda de

muitas empresas, das quais poucas produzem artigos ligados ao ramo esportivo. “Use nosso

produto e você será um vencedor!” é a mensagem.

Hoje, exigem-se um preparo técnico acurado e um treinamento contínuo, tanto na vida

profissional quanto na pessoal. E não se trata apenas de conhecer e estudar seu ramo de

atividade ou de se cuidar, e sim de se empenhar em estratégias que permitam, ou pelo menos

prometam, sair na frente e chegar em primeiro lugar ou, pelo menos, entre os primeiros.

Competimos contra tudo e contra todos. Contra o tempo – e ainda acreditamos ser

possível ganhar dele. Contra nossa constituição física, contra nossos pares, contra nossa vida

coletiva, contra qualquer outro que se coloque à nossa frente em qualquer situação.

Iniciamos nossos filhos precocemente nessa competição ________ e acreditamos que tal

iniciativa é absolutamente necessária para a sua sobrevivência no futuro. Não valorizamos a

aprendizagem do jogo que é a vida desde a largada, e sim seu resultado, que só pode ser um:

ganhar.

As escolas se apropriaram desse anseio dos pais e incrementam ainda mais a

concorrência entre seus alunos. Os anunciados rankings de escolas baseados nos mais

diferentes exames, os primeiros lugares conquistados nos vestibulares e as avaliações dos

alunos, sempre comparativas, são exemplos dessa apropriação da competição pelo espaço

escolar.

O sucesso, hoje, é definido principalmente pela competição, o que faz com que o

processo de identificação com o outro ocorra de modo negativo. Ser melhor do que o outro,

ganhar do outro ou, então, se ________ a ser inferior a ele. Desse modo, fica mais fácil entender

o motivo de o outro ser quase sempre percebido como ameaça.

É preciso saber que essa olimpíada permanente tem seu preço. Sabemos o custo que os

atletas pagam na busca da superação: ________ sérias, cirurgias precoces, interrupção da vida

profissional muito cedo. Isso sem falar das conseqüências emocionais e sociais quando eles

enfrentam a derrota ou saem do pódio. Arcamos com conseqüências análogas em nossas vidas

quando transformadas nessa competição sem trégua: tédio, depressão, estresse, agressividade

descontrolada, pânico etc.

(SAIÃO, Rosely. De olho no pódio. Folha de São Paulo. Equilíbrio. 24 de abril de 2008.)

Se o segmento a competição (linha 06) fosse colocado no plural, na seqüência da respectiva frase deveria ocorrer a forma
Questão Anulada

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