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Dependendo das condições atmosféricas, o gradiente de potencial que surge na superfície dos condutores das linhas de transmissão pode ionizar o ar em torno deles, provocando um efeito indesejável de fuga de corrente. Esta ionização do ar é chamada de efeito:
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O disjuntor termomagnético possui dois disparadores, um térmico e um magnético, que atuam, respectivamente, nos casos de:
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Assinale a alternativa CORRETA:
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A corrente de um motor de 10 HP (1 HP = 746W), trifásico de 220 V entre fases, 60Hz, fator de potência de 70% e rendimento de 90%, em ampères, é de:
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São métodos de medição de impedância, EXCETO:
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Texto 1
Vaidade é uma qualidade sim!
Vaidade, segundo o dicionário Aurélio, é a "qualidade do que é vão, ilusório. Desejo imoderado de atrair admiração" e há muito tempo deixou de ser um atributo exclusivo de mulheres. Hoje crianças e homens também se preocupam muito com sua aparência exterior. Sem falar em adolescentes e jovens que sonham com uma carreira promissora no mundo da moda, na qual a vaidade é essencial.
Querer se sentir bonita (o), vestir-se bem, cuidar do corpo, melhorar aqueles pontos nem tão positivos são desejos saudáveis de todo o ser humano, uns mais outros menos. Não ter vaidade nenhuma não é um bom sinal, pois a vaidade pode demonstrar o cuidado que temos conosco, nossa auto-estima.
O perigo acontece quando deixamos de investir em outros atributos e deixamos que o mundo exterior domine nossos padrões, estabeleça metas incompatíveis com nossa realidade ou inalcançáveis, nos tornando escravos de padrões externos, o que acaba por ocasionar diversas dificuldades ou mesmo patologias, tais como individualidade excessiva, narcisismo, competições desnecessárias, anorexia, bulimia, depressão, transtornos de ansiedade. O vaidoso excessivo não consegue lidar com uma aparência menos do que "perfeita". (...)
O segredo encontra-se no equilíbrio. Saber dosar o desejo de se cuidar com os exageros exigidos pela mídia, sociedade, enfim, o meio em que estamos inseridos; saber investir em outros pontos, como inteligência, personalidade, empatia, não deixando que o externo se torne mais importante que o nosso interior, para não se tornar alguém superficial, narcisista.
Sabe por quê? Porque tudo isso é muito vulnerável. As coisas que realmente ficam ao longo de nossa vida são nossa saúde física e emocional, nossos relacionamentos, nosso amor-próprio, o que só conseguimos ao buscar qualidade de vida. Isso é ser feliz!
Fonte: http://www.tvcv.com.br. Artigo escrito para Revista Mídia Regional. Acessado em 20 de maio de 2010.
Assinale a proposição em que haja ALTERAÇÃO de sentido ao se reescrever o fragmento a seguir:
“Querer se sentir bonita (o), vestir-se bem, cuidar do corpo, melhorar aqueles pontos nem tão positivos são desejos saudáveis de todo o ser humano, uns mais outros menos.”
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A montagem com dois transistores, na forma indicada pela configuração da figura a seguir, caracteriza-se como o modelo equivalente de um:

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Os instrumentos elétricos empregados na medição das grandezas elétricas têm sempre um conjunto móvel que é deslocado aproveitando um dos efeitos da corrente elétrica, EXCETO:
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Em determinado ponto de luz, um consumidor passou a usar uma lâmpada fluorescente compacta de 20W, ao invés de uma lâmpada incandescente de 100W, (supondo que tais lâmpadas proporcionam iluminâncias equivalentes). Sabe-se que o kWh cobrado pela concessionária local é de R$ 0,30 (trinta centavos), que a lâmpada incandescente custa R$ 2,00 (dois reais) com uma vida útil de 2 meses e que a fluorescente custa R$ 18,00 (dezoito reais) com uma vida útil de 12 meses. Sendo de 8 horas diárias o regime de funcionamento deste ponto de luz e considerando cada mês com 30 dias, pode-se afirmar que, em um período de um ano, o consumidor economizará, em reais:
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Texto 1
Vaidade é uma qualidade sim!
Vaidade, segundo o dicionário Aurélio, é a "qualidade do que é vão, ilusório. Desejo imoderado de atrair admiração" e há muito tempo deixou de ser um atributo exclusivo de mulheres. Hoje crianças e homens também se preocupam muito com sua aparência exterior. Sem falar em adolescentes e jovens que sonham com uma carreira promissora no mundo da moda, na qual a vaidade é essencial.
Querer se sentir bonita (o), vestir-se bem, cuidar do corpo, melhorar aqueles pontos nem tão positivos são desejos saudáveis de todo o ser humano, uns mais outros menos. Não ter vaidade nenhuma não é um bom sinal, pois a vaidade pode demonstrar o cuidado que temos conosco, nossa auto-estima.
O perigo acontece quando deixamos de investir em outros atributos e deixamos que o mundo exterior domine nossos padrões, estabeleça metas incompatíveis com nossa realidade ou inalcançáveis, nos tornando escravos de padrões externos, o que acaba por ocasionar diversas dificuldades ou mesmo patologias, tais como individualidade excessiva, narcisismo, competições desnecessárias, anorexia, bulimia, depressão, transtornos de ansiedade. O vaidoso excessivo não consegue lidar com uma aparência menos do que "perfeita". (...)
O segredo encontra-se no equilíbrio. Saber dosar o desejo de se cuidar com os exageros exigidos pela mídia, sociedade, enfim, o meio em que estamos inseridos; saber investir em outros pontos, como inteligência, personalidade, empatia, não deixando que o externo se torne mais importante que o nosso interior, para não se tornar alguém superficial, narcisista.
Sabe por quê? Porque tudo isso é muito vulnerável. As coisas que realmente ficam ao longo de nossa vida são nossa saúde física e emocional, nossos relacionamentos, nosso amor-próprio, o que só conseguimos ao buscar qualidade de vida. Isso é ser feliz!
Fonte: http://www.tvcv.com.br. Artigo escrito para Revista Mídia Regional. Acessado em 20 de maio de 2010.
Leia alguns fragmentos retirados da entrevista concedida por Ivo Pitanguy à Revista Istoé, para responder a questão.
Texto 3
“Nunca pensei em passar por uma plástica”
Aos 80 anos, um dos mais aclamados cirurgiões plásticos do mundo, Ivo Pitanguy fala a ISTOÉ.
ISTOÉ – O sr. já pensou em passar pelo bisturi?
Ivo Pitanguy – Nunca. O ser humano não tem obrigação de se operar. Quem convive bem com sua imagem, se tolera ou tem um ego condescendente não há por que fazer. Os menos satisfeitos são aqueles que se operaram por imposição de terceiros. Deve-se buscar o tratamento para o próprio bemestar, e este não é o meu caso. (...)
ISTOÉ – O sr. acha que existe um exagero na busca por cirurgias plásticas?
Pitanguy – Acho. Há uma procura muitas vezes desnecessária e cabe ao cirurgião sentir se a pessoa terá ou não benefício, em todas as classes sociais. Não há diferença entre as dondocas e as mulheres de baixa renda. Hoje está tudo muito democratizado, o que aumenta a importância de os cirurgiões serem bem treinados, capazes de julgar cada caso. Muitas vezes as pessoas esperam mais da cirurgia do que podemos dar. (...)
ISTOÉ – O sr. já disse a alguma paciente que ela não precisava de plástica?
Pitanguy – A toda hora. Às quartas-feiras recebo na Santa Casa doentes mais complexos, aqueles que estão bem e não se vêem bem. Isso se chama morfofobia, a fobia da própria forma. O plástico também tem de ser psicólogo. (...)
ISTOÉ – Os homens estão procurando mais a cirurgia plástica?
Pitanguy – A procura tem crescido bastante. Acho que, depois de a mulher ter entrado no mercado de trabalho, o homem passou a se permitir a própria fragilidade, a ter direito ao seu corpo. Agora a sociedade não condena mais que ele se cuide. (...)
ISTOÉ – Como o sr. chegou aos 80 anos com essa saúde, em plena atividade profissional?
Pitanguy – O que fiz a vida inteira foi dar a cada momento a sua importância total, vivê-lo com intensidade e procurar tirar dele o que podia ser mais construtivo. Um pouco de equilíbrio ajuda, assim como um pouco de loucura. O equilíbrio exagerado retira a percepção dos fatos e a vida é muito surrealista. (...)
Fonte: Revista IstoÉ, 19 de julho de 2006, pp. 7-9 [Fragmentos]. Texto adaptado.
Ao realizar uma comparação entre os Textos 1 e 3, percebe-se a presença de alguns pontos de vista e argumentações convergentes. Analise alguns fragmentos retirados dos textos em questão e assinale a alternativa que NÃO comprova essa convergência.
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