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A Lei n.º 11.892, de 29 de dezembro de 2008,
instituiu a Rede Federal de Educação Profissional,
Científica eTecnológica, e criou os Institutos
Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, que
possuem finalidades, características, objetivos e
estrutura organizacional próprias. Isso posto, julgue
os itens a seguir:
I. Os Institutos Federais têm por finalidades e características, promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.
II. No desenvolvimento da sua ação acadêmica, o Instituto Federal, em cada exercício, deverá garantir o mínimo de 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para ministrar educação profissional técnica de nível médio, prioritariamente na forma de cursos integrados, para os concluintes do ensino fundamental e para o público da educação de jovens e adultos, e o mínimo de 20% (vinte por cento) de suas vagas para ministrar em nível de educação superior cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, com vistas na formação de professores para a educação básica, sobretudo nas áreas de ciências e matemática, e para a educação profissional.
III. Cada Instituto Federal é organizado em estrutura multicampi, com proposta orçamentária anual identificada para cada campus e a reitoria, exceto no que diz respeito a pessoal, encargos sociais e benefícios aos servidores.
IV. A administração dos Institutos Federais terá como órgãos superiores o Colégio de Docentes e o Conselho Universitário.
V. Os Institutos Federais terão como órgão executivo a reitoria, composta por 1 (um) Reitor, 1 (um) Vice-Reitor e 4 (quatro) Pró-Reitores.
Após a análise dos itens acima, assinale a alternativa correta:
I. Os Institutos Federais têm por finalidades e características, promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.
II. No desenvolvimento da sua ação acadêmica, o Instituto Federal, em cada exercício, deverá garantir o mínimo de 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para ministrar educação profissional técnica de nível médio, prioritariamente na forma de cursos integrados, para os concluintes do ensino fundamental e para o público da educação de jovens e adultos, e o mínimo de 20% (vinte por cento) de suas vagas para ministrar em nível de educação superior cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, com vistas na formação de professores para a educação básica, sobretudo nas áreas de ciências e matemática, e para a educação profissional.
III. Cada Instituto Federal é organizado em estrutura multicampi, com proposta orçamentária anual identificada para cada campus e a reitoria, exceto no que diz respeito a pessoal, encargos sociais e benefícios aos servidores.
IV. A administração dos Institutos Federais terá como órgãos superiores o Colégio de Docentes e o Conselho Universitário.
V. Os Institutos Federais terão como órgão executivo a reitoria, composta por 1 (um) Reitor, 1 (um) Vice-Reitor e 4 (quatro) Pró-Reitores.
Após a análise dos itens acima, assinale a alternativa correta:
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O Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Tocantins, IFTO, foi criado pela
Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008,
mediante a integração da Escola Técnica Federal
de Palmas e da Escola Agrotécnica Federal de
Araguatins. Algumas das finalidades e
características dos Institutos Federais, segundo a
lei citada, são:
I - ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional;
II – ofertar, especificamente, o ensino técnico fundamental, o ensino técnico de nível médio subsequente, licenciaturas e cursos de graduação tecnólogos;
III - desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica;
IV - promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.
Estão corretas as afirmativas :
I - ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional;
II – ofertar, especificamente, o ensino técnico fundamental, o ensino técnico de nível médio subsequente, licenciaturas e cursos de graduação tecnólogos;
III - desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica;
IV - promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação do meio ambiente.
Estão corretas as afirmativas :
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Perspectivas para a educação em nosso tempo
Marco Silva*
Estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Internet na escola não é garantia da inserção crítica das novas gerações e dos professores na cibercultura. O professor convida o aprendiz a um site, mas a aula continua sendo uma palestra para a absorção linear, passiva e individual, enquanto o professor permanece como o responsável pela produção e pela transmissão dos "conhecimentos". Professor e aprendizes experimentam a exploração navegando na Internet, mas o ambiente de aprendizagem não estimula fazer do hipertexto e da interatividade próprios da mídia on-line uma valiosa atitude de inclusão cidadã na cibercultura. Assim, mesmo com a Internet na escola, a educação pode continuar a ser o que ela sempre foi: distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição.
De que modo traduzir as quatro exigências da cibercultura em prática docente, em aprendizagem significativa? Cada professor, com seus aprendizes, pode criar possibilidades, as mais interessantes e diversas. É tempo de criar e partilhar on-line soluções locais. É tempo, até mesmo, de reinventar a velha sala de aula presencial "infopobre" a partir da dinâmica hipertextual e interativa das interfaces on-line.
A dinâmica e as potencialidades da interface online permitem ao professor superar a prevalência da pedagogia da transmissão. Na interface, ele propõe desdobramentos, arquiteta percursos, cria ocasião de engendramentos, de agenciamentos, de significações. Ao agir assim, estimula que cada participante faça o mesmo, criando a possibilidade de co-professorar o curso com os aprendizes.
Em lugar de guardião da aprendizagem transmitida, o professor propõe a construção do conhecimento disponibilizando um campo de possibilidades, de caminhos que se abrem quando elementos são acionados pelos aprendizes. Ele garante a possibilidade de significações livres e plurais, e, sem perder de vista a coerência com sua opção crítica embutida na proposição, coloca-se aberto a ampliações, a modificações vindas da parte dos aprendizes. Assim, ele educa na cibercultura. Assim, ele constrói cidadania em nosso tempo.
* Sociólogo, doutor em Educação pela USP, professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Estácio e da Faculdade de Educação da UERJ. Extrato do Artigo: Internet na escola e inclusão. Disponível em <> Acesso em: 14/01/2022.
Quanto ao texto, podemos afirmar que
I. O autor considera que a internet veio para revolucionar a educação. A partir dela não é mais possível voltar àquelas aulas lineares e passivas, em que só o professor era o responsável pela transmissão de conhecimentos.
II. Segundo o autor, o uso de tecnologias pode possibilitar uma aprendizagem mais significativa e ativa, em que o estudante, estimulado pelo professor, participa na construção e ampliação de seu conhecimento.
III. O texto nos mostra que o único problema em relação à educação que utiliza tecnologias seria que a sua utilização poderia possibilitar significações livres e plurais, o que certamente comprometeria alcançar um bom resultado no aprendizado dos estudantes.
IV. Depreende-se do texto que uma educação mediada por tecnologias, sendo bem conduzida pelo professor, poderá contribuir para um aprendizado plural, rico em significações, contribuindo em tornar os estudantes sujeitos ativos e participantes da cidadania.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Internet na escola não é garantia da inserção crítica das novas gerações e dos professores na cibercultura. O professor convida o aprendiz a um site, mas a aula continua sendo uma palestra para a absorção linear, passiva e individual, enquanto o professor permanece como o responsável pela produção e pela transmissão dos "conhecimentos". Professor e aprendizes experimentam a exploração navegando na Internet, mas o ambiente de aprendizagem não estimula fazer do hipertexto e da interatividade próprios da mídia on-line uma valiosa atitude de inclusão cidadã na cibercultura. Assim, mesmo com a Internet na escola, a educação pode continuar a ser o que ela sempre foi: distribuição de conteúdos empacotados para assimilação e repetição.
De que modo traduzir as quatro exigências da cibercultura em prática docente, em aprendizagem significativa? Cada professor, com seus aprendizes, pode criar possibilidades, as mais interessantes e diversas. É tempo de criar e partilhar on-line soluções locais. É tempo, até mesmo, de reinventar a velha sala de aula presencial "infopobre" a partir da dinâmica hipertextual e interativa das interfaces on-line.
A dinâmica e as potencialidades da interface online permitem ao professor superar a prevalência da pedagogia da transmissão. Na interface, ele propõe desdobramentos, arquiteta percursos, cria ocasião de engendramentos, de agenciamentos, de significações. Ao agir assim, estimula que cada participante faça o mesmo, criando a possibilidade de co-professorar o curso com os aprendizes.
Em lugar de guardião da aprendizagem transmitida, o professor propõe a construção do conhecimento disponibilizando um campo de possibilidades, de caminhos que se abrem quando elementos são acionados pelos aprendizes. Ele garante a possibilidade de significações livres e plurais, e, sem perder de vista a coerência com sua opção crítica embutida na proposição, coloca-se aberto a ampliações, a modificações vindas da parte dos aprendizes. Assim, ele educa na cibercultura. Assim, ele constrói cidadania em nosso tempo.
* Sociólogo, doutor em Educação pela USP, professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Estácio e da Faculdade de Educação da UERJ. Extrato do Artigo: Internet na escola e inclusão. Disponível em <> Acesso em: 14/01/2022.
Quanto ao texto, podemos afirmar que
I. O autor considera que a internet veio para revolucionar a educação. A partir dela não é mais possível voltar àquelas aulas lineares e passivas, em que só o professor era o responsável pela transmissão de conhecimentos.
II. Segundo o autor, o uso de tecnologias pode possibilitar uma aprendizagem mais significativa e ativa, em que o estudante, estimulado pelo professor, participa na construção e ampliação de seu conhecimento.
III. O texto nos mostra que o único problema em relação à educação que utiliza tecnologias seria que a sua utilização poderia possibilitar significações livres e plurais, o que certamente comprometeria alcançar um bom resultado no aprendizado dos estudantes.
IV. Depreende-se do texto que uma educação mediada por tecnologias, sendo bem conduzida pelo professor, poderá contribuir para um aprendizado plural, rico em significações, contribuindo em tornar os estudantes sujeitos ativos e participantes da cidadania.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
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A propósito da formação humana e integral pode se
afirmar corretamente.
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Um dos objetivos da proposta do Currículo
integrado e interdisciplinaridade na Educação
Profissional e Tecnológica é:
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O texto a seguir servirá de base para a questão.
Quebrando a Lei da Selva
Durante a segunda metade do século XX, a Lei da
Selva finalmente foi quebrada, se é que foi
suspensa. Na maior parte das regiões, as guerras
eram raras. Enquanto nas antigas sociedades
agrícolas a violência humana foi a causa de 15% de
todas as mortes, durante o século XX a violência
provocou apenas 5% dos óbitos, e no início do
século XXI foi responsável por cerca de 1% da
mortalidade global. Em 2012, aproximadamente 56
milhões de pessoas morreram no mundo inteiro;
620 mil morreram em razão da violência humana
(guerras mataram 120 mil pessoas, o crime matou
outras 500 mil). Em contrapartida, 800 mil cometeram suicídio, e 1,5 milhão morreram de
diabetes. O açúcar é mais perigoso que a pólvora.
(HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve
história do amanhã. São Paulo: Companhia das
Letras, 2016, p. 24)
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O texto a seguir servirá de base para a questão.
Quebrando a Lei da Selva
Durante a segunda metade do século XX, a Lei da
Selva finalmente foi quebrada, se é que foi
suspensa. Na maior parte das regiões, as guerras
eram raras. Enquanto nas antigas sociedades
agrícolas a violência humana foi a causa de 15% de
todas as mortes, durante o século XX a violência
provocou apenas 5% dos óbitos, e no início do
século XXI foi responsável por cerca de 1% da
mortalidade global. Em 2012, aproximadamente 56
milhões de pessoas morreram no mundo inteiro;
620 mil morreram em razão da violência humana
(guerras mataram 120 mil pessoas, o crime matou
outras 500 mil). Em contrapartida, 800 mil cometeram suicídio, e 1,5 milhão morreram de
diabetes. O açúcar é mais perigoso que a pólvora.
(HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve
história do amanhã. São Paulo: Companhia das
Letras, 2016, p. 24)
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Analise os itens a seguir sobre concordância verbal
e preencha os parênteses com o verbo flexionado
de acordo com a sintaxe de concordância adequada
à norma-padrão.
I. A flexibilidade e a versatilidade das línguas humanas ( ) de várias propriedades. (resultar)
II. Boa parte das pesquisas desenvolvidas recentemente ( ) que bebês com quatro dias podem distinguir sua língua materna de uma língua estrangeira. (mostrar)
III. Nas últimas décadas, ( ) diferentes hipóteses sobre como as crianças adquirem a linguagem. (aparecer)
IV. A convivência de duas ou mais línguas no mesmo território ( ) sempre objeto de muitas controvérsias na história da humanidade. (ser)
V. ( ) de nota os diferentes registros de provérbios populares feitos na Inglaterra do século 18. (ser digno)
A sequência correta dos verbos flexionados de I a V é:
I. A flexibilidade e a versatilidade das línguas humanas ( ) de várias propriedades. (resultar)
II. Boa parte das pesquisas desenvolvidas recentemente ( ) que bebês com quatro dias podem distinguir sua língua materna de uma língua estrangeira. (mostrar)
III. Nas últimas décadas, ( ) diferentes hipóteses sobre como as crianças adquirem a linguagem. (aparecer)
IV. A convivência de duas ou mais línguas no mesmo território ( ) sempre objeto de muitas controvérsias na história da humanidade. (ser)
V. ( ) de nota os diferentes registros de provérbios populares feitos na Inglaterra do século 18. (ser digno)
A sequência correta dos verbos flexionados de I a V é:
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Em relação ao uso do acento indicativo da crase,
analise os itens a seguir.
I. A ciência permite à humanidade combater a desinformação diante da natural apreensão provocada por uma pandemia.
II. No Brasil, o sanitarista Oswaldo Cruz adotou medidas impopulares no combate à febre amarela.
III. O tratamento dado a pandemia no Brasil tem sido especialmente catastrófico para nós.
Escolha a única alternativa correta.
I. A ciência permite à humanidade combater a desinformação diante da natural apreensão provocada por uma pandemia.
II. No Brasil, o sanitarista Oswaldo Cruz adotou medidas impopulares no combate à febre amarela.
III. O tratamento dado a pandemia no Brasil tem sido especialmente catastrófico para nós.
Escolha a única alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Em termos gerais, parece haver dois métodos para
reunir forças de combate – para convencer ou
obrigar com sucesso coleções de homens a se
envolverem no empreendimento violento, profano,
sacrificial, incerto, masoquista e essencialmente
absurdo conhecido como guerra. Os dois métodos
levam a modos de guerrear distintos, e a distinção
pode ser importante.
Intuitivamente, poderia parecer que o método mais
fácil (e mais barato) para recrutar combatentes é
alistar indivíduos que se deleitam com violência e a
adotam rotineiramente, ou que a empregam para se
enriquecerem ou as duas coisas. Na vida civil,
temos um nome para essas pessoas – criminosos...
Os conflitos violentos em que pessoas desse tipo
são maioria podem ser chamados de guerras
criminais, uma forma em que os combatentes são
induzidos a causar violência primeiramente pelo
divertimento e pelo proveito material que tiram da
experiência.
Os exércitos de criminosos parecem surgir por dois
processos. Às vezes, os criminosos – assaltantes,
bandidos, aventureiros, sequestradores de cargas,
vândalos, arruaceiros, salteadores, piratas,
gangsters, indivíduos fora da lei – se organizam ou
se juntam em gangues, bando ou máfias. Quando
essas organizações se tornam suficientemente
grandes, podem ficar parecidas com verdadeiros
exércitos e agir praticamente da mesma forma
como estes o fariam.
Alternativamente, os exércitos criminosos podem
ser formados quando um governante precisa de
combatentes para levar a termo uma guerra e
conclui que empregar ou recrutar criminosos e
bandidos é o método mais eficaz para conseguir
isso. Neste caso, os criminosos e bandidos agem
essencialmente como mercenários.
Acontece, porém, que criminosos e bandidos
tendem a ser guerreiros indesejáveis. Para começar,
são frequentemente difíceis de controlar. São
desordeiros, indisciplinados, desobedientes e
rebeldes, cometendo frequentemente, em serviço ou
fora dele, crimes não autorizados que podem ser
prejudiciais ou mesmo deletérios para a ação
militar.
O mais importante é que criminosos tendem a ser
pouco dispostos a resistir e combater quando as
situações se tornam perigosas, e muitas vezes
simplesmente desertam, quando há uma
oportunidade que coincide com seus caprichos. O
crime comum, afinal de contas, faz vítimas entre os
fracos – velhinhas e não atletas sarados – e
criminosos com frequência mostram ser executores
prontos e eficientes de pessoas indefesas. Mas
quando aparecem os guardas, estão sempre prontos
para fugir. O lema para o criminoso, afinal, não é
uma variante de “Sempre fiéis”, “Um por todos e
todos por um”, “Dever, honra, pátria”, “Banzai” ou
“Lembrem-se de Pearl Harbour”, mas “Pega a
grana e dá no pé” ...
Esses problemas com o emprego de criminosos
como combatentes levaram a esforços para recrutar
pessoas comuns – pessoas que, à diferença dos
criminosos e bandidos, não cometem violências em
nenhum outro momento da vida.
O resultado tem sido o desenvolvimento de um
guerrear disciplinado, no qual os homens se
infligem a violência em geral não por diversão e
interesse, mas porque seu treinamento e
doutrinação incutiram neles a necessidade de
obedecer ordens; de observar um código de honra
coerentemente orientado e cuidadosamente
restritivo; de buscar a glória e a reputação em
combate; de amar, honrar ou temer seus oficiais; de
acreditar numa causa; de temer a vergonha,
humilhação e custos da rendição; ou, em particular,
de ser leal a e merecer a lealdade de seus
companheiros de armas.
(MUELLER, John. Os remanescentes da guerra.
In: PINKER, Steven. Guia de escrita: como
conceber um texto com clareza, precisão e
elegância. São Paulo: Contexto, 2018, p. 233-234).
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