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Foram encontradas 50 questões.

2766540 Ano: 2023
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Para Isabel Marques, “A formação dos professores que atuam na área de Dança é sem dúvida um dos pontos críticos no que diz respeito ao ensino da Dança no nosso sistema escolar. Na prática, tanto os professores de Educação Física, Educação Infantil, Fundamental I, assim como de Artes vêm trabalhando com a Dança nas Escolas. Nesse período de transição em direção à inclusão real da Dança nas Escolas, seria fundamental que esses professores continuassem buscando conhecimento prático teórico também como intérpretes, coreógrafos e diretores de Dança. Ou seja, conhecimento que envolva o fazer-pensar Dança e não somente seus aspectos pedagógicos. A dissociação entre o artístico e o educativo, que geralmente é enfatizada na formação desses profissionais nos cursos de Licenciatura e Pedagogia, tem comprometido de maneira substancial o desenvolvimento do processo criativo e crítico que poderia estar ocorrendo na educação básica” (2003, p. 22). De acordo com a autora assinale a questão correta:
 

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2766539 Ano: 2023
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Segundo Klaus Vianna, seu trabalho “busca dar espaço para a manifestação do corpo como um todo, com os conteúdos da vida psíquica, das expressões dos sentidos, da vida afetiva. Não é possível negligenciar ou esquecer tais coisas nem fazer com que o corpo permaneça mudo e não transmita nada: as informações que ele dá são incontroláveis. Temos é que reconhecer esses processos internos poderosos e dar espaço para que eles se manifestem, criando assim a coreografia, a dança de cada um” (2005, p. 150).
Segundo o autor, é correto afirmar que:
 

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2766538 Ano: 2023
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Para Isabel Marques (1997), é na “perspectiva da diversidade e da multiplicidade de propostas e ações que caracterizam o mundo contemporâneo que seria interessante lançarmos um olhar mais crítico sobre a dança na escola. A transmissão de conhecimento hoje, como sabemos, não se restringe mais às suas quatro paredes” (p. 20). Nesse sentido é incorreto afirmar que
 

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2766537 Ano: 2023
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Para Isabel Marques, “[...] a dança tem a possibilidade de deixar de ser uma disciplina escolar pré-moldada, isolada. Ela passará a fazer parte dos conteúdos curriculares que se multiplicam e tecem redes com outras disciplinas, com os alunos, a escola, a cultura e a sociedade, de modo a desconstruí-los e transformá-los; poderia passar a ter espaço próprio nessa rede de comunicações entre o real e o imaginário na contemporaneidade”.
Diante disso, assinale a questão correta:
 

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2766536 Ano: 2023
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Rudolf Laban (1879-1958), um dos fundadores da Dança Moderna, criou um método de análise do movimento e de dança educacional. Para tanto, possibilitou a criação de uma dança pessoal e expressiva bem como valorizou a dança em grupo. Para Laban, são fatores do movimento usados em processo coreográfico:
 

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O texto a seguir servirá de base para a questão.
Quebrando a Lei da Selva
Durante a segunda metade do século XX, a Lei da Selva finalmente foi quebrada, se é que foi suspensa. Na maior parte das regiões, as guerras eram raras. Enquanto nas antigas sociedades agrícolas a violência humana foi a causa de 15% de todas as mortes, durante o século XX a violência provocou apenas 5% dos óbitos, e no início do século XXI foi responsável por cerca de 1% da mortalidade global. Em 2012, aproximadamente 56 milhões de pessoas morreram no mundo inteiro; 620 mil morreram em razão da violência humana (guerras mataram 120 mil pessoas, o crime matou outras 500 mil). Em contrapartida, 800 mil cometeram suicídio, e 1,5 milhão morreram de diabetes. O açúcar é mais perigoso que a pólvora.
(HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve história do amanhã. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 24)
No texto acima, o autor utiliza a expressão Lei da Selva para falar de momentos da história da humanidade quando as guerras eram constantes e desprovidas de qualquer justificativa para que ocorressem ou de qualquer tratado entre os povos que as regulasse ou as condenasse. Da Idade da Pedra à era do vapor, cada pessoa na Terra sabia que a qualquer momento os vizinhos poderiam invadir seu território, derrotar seu exército, chacinar seu povo e ocupar sua terra. A figura de linguagem empregada para expressar o sentido da expressão Lei da Selva, um estado das coisas em que tudo é válido, é:
 

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O texto a seguir servirá de base para a questão.
Quebrando a Lei da Selva
Durante a segunda metade do século XX, a Lei da Selva finalmente foi quebrada, se é que foi suspensa. Na maior parte das regiões, as guerras eram raras. Enquanto nas antigas sociedades agrícolas a violência humana foi a causa de 15% de todas as mortes, durante o século XX a violência provocou apenas 5% dos óbitos, e no início do século XXI foi responsável por cerca de 1% da mortalidade global. Em 2012, aproximadamente 56 milhões de pessoas morreram no mundo inteiro; 620 mil morreram em razão da violência humana (guerras mataram 120 mil pessoas, o crime matou outras 500 mil). Em contrapartida, 800 mil cometeram suicídio, e 1,5 milhão morreram de diabetes. O açúcar é mais perigoso que a pólvora.
(HARARI, Yuval Noah. Homo Deus: uma breve história do amanhã. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 24)
Com base no texto acima, escolha a única alternativa falsa.
 

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Analise os itens a seguir sobre concordância verbal e preencha os parênteses com o verbo flexionado de acordo com a sintaxe de concordância adequada à norma-padrão.
I. A flexibilidade e a versatilidade das línguas humanas ( ) de várias propriedades. (resultar)
II. Boa parte das pesquisas desenvolvidas recentemente ( ) que bebês com quatro dias podem distinguir sua língua materna de uma língua estrangeira. (mostrar)
III. Nas últimas décadas, ( ) diferentes hipóteses sobre como as crianças adquirem a linguagem. (aparecer)
IV. A convivência de duas ou mais línguas no mesmo território ( ) sempre objeto de muitas controvérsias na história da humanidade. (ser)
V. ( ) de nota os diferentes registros de provérbios populares feitos na Inglaterra do século 18. (ser digno)
A sequência correta dos verbos flexionados de I a V é:
 

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Em relação ao uso do acento indicativo da crase, analise os itens a seguir.
I. A ciência permite à humanidade combater a desinformação diante da natural apreensão provocada por uma pandemia.
II. No Brasil, o sanitarista Oswaldo Cruz adotou medidas impopulares no combate à febre amarela.
III. O tratamento dado a pandemia no Brasil tem sido especialmente catastrófico para nós.
Escolha a única alternativa correta.
 

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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Em termos gerais, parece haver dois métodos para reunir forças de combate – para convencer ou obrigar com sucesso coleções de homens a se envolverem no empreendimento violento, profano, sacrificial, incerto, masoquista e essencialmente absurdo conhecido como guerra. Os dois métodos levam a modos de guerrear distintos, e a distinção pode ser importante.
Intuitivamente, poderia parecer que o método mais fácil (e mais barato) para recrutar combatentes é alistar indivíduos que se deleitam com violência e a adotam rotineiramente, ou que a empregam para se enriquecerem ou as duas coisas. Na vida civil, temos um nome para essas pessoas – criminosos... Os conflitos violentos em que pessoas desse tipo são maioria podem ser chamados de guerras criminais, uma forma em que os combatentes são induzidos a causar violência primeiramente pelo divertimento e pelo proveito material que tiram da experiência.
Os exércitos de criminosos parecem surgir por dois processos. Às vezes, os criminosos – assaltantes, bandidos, aventureiros, sequestradores de cargas, vândalos, arruaceiros, salteadores, piratas, gangsters, indivíduos fora da lei – se organizam ou se juntam em gangues, bando ou máfias. Quando essas organizações se tornam suficientemente grandes, podem ficar parecidas com verdadeiros exércitos e agir praticamente da mesma forma como estes o fariam.
Alternativamente, os exércitos criminosos podem ser formados quando um governante precisa de combatentes para levar a termo uma guerra e conclui que empregar ou recrutar criminosos e bandidos é o método mais eficaz para conseguir isso. Neste caso, os criminosos e bandidos agem essencialmente como mercenários.
Acontece, porém, que criminosos e bandidos tendem a ser guerreiros indesejáveis. Para começar, são frequentemente difíceis de controlar. São desordeiros, indisciplinados, desobedientes e rebeldes, cometendo frequentemente, em serviço ou fora dele, crimes não autorizados que podem ser prejudiciais ou mesmo deletérios para a ação militar.
O mais importante é que criminosos tendem a ser pouco dispostos a resistir e combater quando as situações se tornam perigosas, e muitas vezes simplesmente desertam, quando há uma oportunidade que coincide com seus caprichos. O crime comum, afinal de contas, faz vítimas entre os fracos – velhinhas e não atletas sarados – e criminosos com frequência mostram ser executores prontos e eficientes de pessoas indefesas. Mas quando aparecem os guardas, estão sempre prontos para fugir. O lema para o criminoso, afinal, não é uma variante de “Sempre fiéis”, “Um por todos e todos por um”, “Dever, honra, pátria”, “Banzai” ou “Lembrem-se de Pearl Harbour”, mas “Pega a grana e dá no pé” ...
Esses problemas com o emprego de criminosos como combatentes levaram a esforços para recrutar pessoas comuns – pessoas que, à diferença dos criminosos e bandidos, não cometem violências em nenhum outro momento da vida.
O resultado tem sido o desenvolvimento de um guerrear disciplinado, no qual os homens se infligem a violência em geral não por diversão e interesse, mas porque seu treinamento e doutrinação incutiram neles a necessidade de obedecer ordens; de observar um código de honra coerentemente orientado e cuidadosamente restritivo; de buscar a glória e a reputação em combate; de amar, honrar ou temer seus oficiais; de acreditar numa causa; de temer a vergonha, humilhação e custos da rendição; ou, em particular, de ser leal a e merecer a lealdade de seus companheiros de armas.
(MUELLER, John. Os remanescentes da guerra. In: PINKER, Steven. Guia de escrita: como conceber um texto com clareza, precisão e elegância. São Paulo: Contexto, 2018, p. 233-234).
No último parágrafo do texto, o autor, ao elencar uma série de ações que complementam o sentido do substantivo necessidade (necessidade de obedecer ordens), deixa de repeti-lo diante das demais construções que o complementam, como em (de observar um código de honra; de buscar a glória; de amar, honrar ou temer seus oficiais; de acreditar numa causa; etc.). A figura de linguagem de que o autor faz uso para omitir esse termo, que é facilmente subentendido no enunciado, se chama:
 

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