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Em relação à imigração italiana e alemã no sul do Brasil, afirma-se que
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No final do século XVIII, com a decadência da mineração, retraiu-se a demanda de gado, o que, contudo, não afetou a economia sulina, uma vez que nesse momento despontavam na região dois outros produtos que passaram a ser comercializados.”
PESAVENTO, S. J. A revolução farroupilha. São Paulo, SP: Ed. Brasiliense, 1985. p.8
A autora faz referência ao charque, trazido pelo português José Pinto Martins, após uma grave crise de seca no Ceará e à (ao)
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No que diz respeito à organização política da Cidade-Estado de Esparta, afirma-se que
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“A monarquia portuguesa consolidou-se através de uma história que teve um dos seus pontos mais significativos na revolução de 1383-1385. A partir de uma disputa em torno da sucessão ao trono português, a burguesia comercial de Lisboa se revoltou. Seguiu-se uma grande sublevação popular, a ‘revolta do povo miúdo’, no dizer do cronista Fernão Lopes. A revolução era semelhante a outros acontecimentos que agitaram o ocidente europeu na mesma época, mas teve um desfecho diferente das revoltas camponesas, esmagadas em outros países pelos grandes senhores. O problema da sucessão dinástica confundiu-se com uma guerra de independência quando o rei de Castela, apoiado pela grande nobreza lusa, entrou em Portugal para assumir a regência do trono.”
FAUSTO, B. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009.p. 10.
De acordo com o texto acima, o autor menciona a
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As teorias raciais do século XIX aglutinaram os mitos raciais da ciência positivista. Dessa forma, foi possível a criação de uma tipologia racial metódica, supostamente objetiva, aliada aos critérios evolucionistas e progressos positivistas que permitiram fazer considerações sobre a “qualidade” de determinado grupo humano, com status de embasamento científico no século XX.
PADRÓS, E. S.; RIBEIRO, L. T.; GERTZ, R. E. (Orgs). Segunda Guerra Mundial: Da crise dos anos 30 ao Armagedón. Porto Alegre, RS: Folha da História, 2000.
Considerando a política racial nazista da Segunda Guerra Mundial, afirma-se, EXCETO que
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Leia o excerto a seguir.
“Também entre as elites políticas, sobretudo no Brasil, não escondiam a contrariedade com o fato de os EUA, depois da Segunda Guerra Mundial, destinarem milhares de dólares para a Europa e esquecerem a América Latina, para a qual só se voltavam, como no caso da Guatemala, com a preocupação de reprimir o comunismo, sem se cuidar de suprimir as causas – o atraso econômico e a pobreza – que permitiam seu aparecimento. O comportamento do governo Truman gerou, realmente, essa insatisfação. Ele se recusou a estender o Plano Marshall à América Latina, sob a alegação de que a sua execução, por si só, traria benefícios imediatos e diretos a todos os países south of border, mediante a intensificação do intercâmbio, dando a entender ou prometendo que compraria diretamente da América Latina os produtos primários a serem doados à Europa. Não cumpriu a promessa. Apenas uma percentagem ínfima foi adquirida na América Latina.”
BANDEIRA, L. A. M. De Martí a Fidel: a Revolução Cubana e a América Latina. 2.ed. Rio de Janeiro,
RJ: Civilização Brasileira, 2009. P.128.
Essa postura do governo estadunidense, mencionada no texto acima, alterou-se com a/o
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“[...] é preciso refutar a compreensão que se tem sobre os indígenas no Brasil, fugindo do ‘índio genérico’ para reconhecer que são grupos sociais muito diversos os que assim são rotulados, cada um deles com suas particularidades culturais que precisam ser identificadas e respeitadas. O conceito jurídico de ‘direitos originários’ define que os índios são coletivos (famílias, parentelas, aldeias, comunidades, acampamentos) e que sua existência é anterior à origem do Brasil.”
FERNANDES, E.; CINEL, N.C.L.B; LOPES, V.L. Da África aos indígenas do Brasil. Porto Alegre: UFRGS, 2016. p.45.
Sobre os grupos humanos indígenas do Rio Grande do Sul, afirma-se:
I. Os antigos caçadores e coletores sul-rio-grandenses receberam influências de grupos amazônicos e andinos, adotando o incipiente cultivo de plantas e a produção de cerâmica, como as Tradições Vieira e Taquara.
II. Os Guaranis eram índios guerreiros e canibais, originários do Paraguai, que ocuparam, com suas aldeias, o alto Uruguai, o alto rio Jacuí e as regiões do entorno do Lago Guaíba.
III. Os Caçadores e coletores praticantes da Tradição Umbu viviam nos pinheirais do planalto, fabricavam cerâmica, construíam habitações subterrâneas e aterros mortuários.
IV. Os Caçadores e coletores praticantes da Tradição Humaitá, adaptados ao ambiente lacustre e fluvial, viviam nos campos, habitavam aterros artificiais e produziam cerâmica.
Estão corretas apenas as afirmativas
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“Em Pernambuco, em 2 de julho, estoura a Confederação do Equador, que representava uma primeira reação das províncias do Nordeste: Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Pará. A execução dos líderes do movimento gerou descontentamento e um novo nacionalismo, cada vez mais misturado com evidentes manifestações de antilusitanismo.”
SCHWARCZ, L. M. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. 2. ed. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 1999. p. 48
A historiadora Lilian Schwarcz contextualiza uma passagem importante da política brasileira do século 19 e faz menção à (ao)
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“Mulatos, cabras e crioulos forneciam o grosso dos homens empregados no controle e repressão aos africanos. Eram eles que faziam o trabalho sujo dos brancos de manter a ordem nas fontes, praças e ruas de Salvador, invadir e destruir terreiros religiosos nos subúrbios, perseguir escravos fugitivos através da província e debelar rebeliões escravas onde quer que aparecessem.”
REIS, J. J. Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos Malês em 1835. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2004. p. 322.
Ao analisar o excerto e a citação acima do historiador João José Reis, conclui-se que, para o autor,
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De 1835 a 1839, registrou-se um avanço das forças farroupilhas sobre as legalistas, marcado pela tomada de Rio Pardo, Piratini e Pelotas. Em 11 de setembro de 1836, os farrapos obtiveram uma grande vitória na zona da campanha, em Seival. Ainda no campo de batalha, o general farrapo Antônio de Souza Netto proclamou a república, ato este que foi reconhecido por uma série de Conselhos Municipais da região da Campanha.”
PESAVENTO, S. J. A revolução farroupilha. São Paulo, SP: Ed. Brasiliense, 1985. p.21.
Os acontecimentos mencionados pela autora foram contrapostos pela (o):
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