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Agora, já, imediatamente
Ao contrário daqueles que deixam tudo para depois, o precrastinador quer resolver tudo antes da hora, o que pode trazer vantagens, mas também alguns transtornos.
Existem pessoas que deixam tudo para depois, também chamadas de procrastinadoras, e há aquelas que querem resolver tudo de imediato. Deveriam ser chamadas de precrastinadoras, mas não são, pois o termo ainda não foi incluso nos dicionários de língua portuguesa. No entanto, já consta em vários artigos científicos e em discursos acadêmicos.
Identificado por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, o precrastinador tem um comportamento considerado normal e até positivo, em princípio, mas com alguns senões. Adiantar tarefas pode levar à perda de prazos e compromissos, ou seja, à medida que ele realiza trabalhos menores, os mais complexos são colocados de lado.
[...]
Para o psicólogo e psicoterapeuta Antonio Carlos Amador Pereira, professor no curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o comportamento dos precrastinadores e procrastinadores se caracteriza pela presença da ansiedade, o que difere é a maneira de como eles reagem a ela. Enquanto os primeiros querem resolver tudo o mais rápido possível, os últimos postergam.
“O procrastinador pode ser cuca-fresca, uma pessoa que não se preocupa com prazos e deixa para fazer as tarefas próximo do prazo de entrega, ou essa pode ser uma forma de não lidar com o estresse, o que é desagradável. Mas à medida que o prazo final se aproxima, ele conclui o trabalho ou entra em pânico, pois o desconforto aumenta brutalmente”, explica Pereira.
De acordo com o psicólogo, toda tarefa tem um nível de ansiedade. Ela só se configura em um problema quando é muito intensa. Nesse caso, pode bloquear, paralisar o indivíduo. Caso a pessoa não sinta um mínimo de ansiedade, ela não sai da cama de manhã para trabalhar.
Independentemente da situação, a resolução das pendências elimina o estresse. O sintoma muitas vezes é caracterizado por sensações de desconforto, preocupação, irritação, frustração, entre outras; envolve a necessidade de adaptação a uma nova situação. “Quando a pessoa tem uma tarefa ou prazo a cumprir, de alguma forma essa condição gera ansiedade. Há pessoas aparentemente disciplinadas que vivem no controle das situações. Ficam ansiosas quando não conseguem resolvê-las rapidamente. São ultrametódicas, aparentemente disciplinadas, e até controladoras, porque para elas baixar a ansiedade implica entrar no campo dos outros”, relata Pereira.
Há quem acredite que dar conta de pequenas tarefas seja dispersão e pode ainda desfocar a atenção de objetivos maiores. Como esse estudo visa à compreensão do comportamento dos precrastinadores, em comparação com o procrastinador, os primeiros saem à frente, pois não concluem coisa alguma.
Cumprir check-list pode ser uma metodologia que alguns desenvolvem para evitar que as suas vidas se transformem em um caos. “Os disciplinados precisam dessa organização, caso contrário, também se confundem. Eles resolvem tudo o que vem pela frente a ponto de isso se tornar um hábito. Esse tipo de comportamento pode inclusive ser útil em algumas funções que exigem rigor”, observa o psicólogo.
No dia a dia, quando a pessoa é pressionada por resultados que visam sempre à produtividade, a quantidade nem sempre é sinônimo de eficiência e pontualidade. Na ânsia de se ver livre das tarefinhas, é necessário cuidado para concluir o que realmente necessita ser feito. Por exemplo, se um relatório precisa ser entregue hoje, é importante concentrar toda atenção nele; as tarefas que chegaram depois não podem virar prioridade. Tentar reproduzir um comportamento ágil com o uso de ferramentas tecnológicas também não é adequado. Apesar disso, há quem goste da agilidade delas e de estar “conectado” 24 horas, a ponto de manter os seus celulares ligados mesmo enquanto dorme.
Quer ver o precrastinador em ação? Ele não hesita em interromper um encontro social para atender prontamente a uma demanda de trabalho, que poderia ser resolvida depois, sem prejuízos. “É saudável ter repouso. Alguns parecem gostar dessa procura fora do ambiente e hora de trabalho; acreditam que isso dá status; se sentem importantes vivendo assim. Isso tem um custo alto”, finaliza Pereira.
Revista Kalunga - 18/2/2015 – Disponível em: <http://www.revistakalunga.com.br/page/4/ >Acesso em 20 mai. 2015. (adaptado)
No texto, há uma série de palavras escritas com Ç, dentre elas, resolução, irritação e adaptação.
Em qual das alternativas todas as palavras devem ser corretamente grafadas com Ç?
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Agora, já, imediatamente
Ao contrário daqueles que deixam tudo para depois, o precrastinador quer resolver tudo antes da hora, o que pode trazer vantagens, mas também alguns transtornos.
Existem pessoas que deixam tudo para depois, também chamadas de procrastinadoras, e há aquelas que querem resolver tudo de imediato. Deveriam ser chamadas de precrastinadoras, mas não são, pois o termo ainda não foi incluso nos dicionários de língua portuguesa. No entanto, já consta em vários artigos científicos e em discursos acadêmicos.
Identificado por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, o precrastinador tem um comportamento considerado normal e até positivo, em princípio, mas com alguns senões. Adiantar tarefas pode levar à perda de prazos e compromissos, ou seja, à medida que ele realiza trabalhos menores, os mais complexos são colocados de lado.
[...]
Para o psicólogo e psicoterapeuta Antonio Carlos Amador Pereira, professor no curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o comportamento dos precrastinadores e procrastinadores se caracteriza pela presença da ansiedade, o que difere é a maneira de como eles reagem a ela. Enquanto os primeiros querem resolver tudo o mais rápido possível, os últimos postergam.
“O procrastinador pode ser cuca-fresca, uma pessoa que não se preocupa com prazos e deixa para fazer as tarefas próximo do prazo de entrega, ou essa pode ser uma forma de não lidar com o estresse, o que é desagradável. Mas à medida que o prazo final se aproxima, ele conclui o trabalho ou entra em pânico, pois o desconforto aumenta brutalmente”, explica Pereira.
De acordo com o psicólogo, toda tarefa tem um nível de ansiedade. Ela só se configura em um problema quando é muito intensa. Nesse caso, pode bloquear, paralisar o indivíduo. Caso a pessoa não sinta um mínimo de ansiedade, ela não sai da cama de manhã para trabalhar.
Independentemente da situação, a resolução das pendências elimina o estresse. O sintoma muitas vezes é caracterizado por sensações de desconforto, preocupação, irritação, frustração, entre outras; envolve a necessidade de adaptação a uma nova situação. “Quando a pessoa tem uma tarefa ou prazo a cumprir, de alguma forma essa condição gera ansiedade. Há pessoas aparentemente disciplinadas que vivem no controle das situações. Ficam ansiosas quando não conseguem resolvê-las rapidamente. São ultrametódicas, aparentemente disciplinadas, e até controladoras, porque para elas baixar a ansiedade implica entrar no campo dos outros”, relata Pereira.
Há quem acredite que dar conta de pequenas tarefas seja dispersão e pode ainda desfocar a atenção de objetivos maiores. Como esse estudo visa à compreensão do comportamento dos precrastinadores, em comparação com o procrastinador, os primeiros saem à frente, pois não concluem coisa alguma.
Cumprir check-list pode ser uma metodologia que alguns desenvolvem para evitar que as suas vidas se transformem em um caos. “Os disciplinados precisam dessa organização, caso contrário, também se confundem. Eles resolvem tudo o que vem pela frente a ponto de isso se tornar um hábito. Esse tipo de comportamento pode inclusive ser útil em algumas funções que exigem rigor”, observa o psicólogo.
No dia a dia, quando a pessoa é pressionada por resultados que visam sempre à produtividade, a quantidade nem sempre é sinônimo de eficiência e pontualidade. Na ânsia de se ver livre das tarefinhas, é necessário cuidado para concluir o que realmente necessita ser feito. Por exemplo, se um relatório precisa ser entregue hoje, é importante concentrar toda atenção nele; as tarefas que chegaram depois não podem virar prioridade. Tentar reproduzir um comportamento ágil com o uso de ferramentas tecnológicas também não é adequado. Apesar disso, há quem goste da agilidade delas e de estar “conectado” 24 horas, a ponto de manter os seus celulares ligados mesmo enquanto dorme.
Quer ver o precrastinador em ação? Ele não hesita em interromper um encontro social para atender prontamente a uma demanda de trabalho, que poderia ser resolvida depois, sem prejuízos. “É saudável ter repouso. Alguns parecem gostar dessa procura fora do ambiente e hora de trabalho; acreditam que isso dá status; se sentem importantes vivendo assim. Isso tem um custo alto”, finaliza Pereira.
Revista Kalunga - 18/2/2015 – Disponível em: <http://www.revistakalunga.com.br/page/4/ >Acesso em 20 mai. 2015. (adaptado)
No 4° parágrafo, há o seguinte trecho:
“...o comportamento dos precrastinadores e procrastinadores se caracteriza pela presença da ansiedade, o que difere é a maneira de como eles reagem a ela. Enquanto os primeiros querem resolver tudo o mais rápido possível, os últimos postergam.”
Se resumíssemos esse trecho e trocássemos as expressões sublinhadas por pronomes demonstrativos, o trecho ficaria
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Observada a Lei n.º 8.112, de 1990, o servidor público federal pode perceber, além do vencimento e das vantagens, retribuições, gratificações e adicionais, dentre os quais destacam-se:
I. O adicional noturno.
II. O auxílio-moradia.
III. A gratificação por encargo de curso ou concurso.
IV. A ajuda de custo.
V. A retribuição pelo exercício de função de direção, chefia e assessoramento.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Ao contrário daqueles que deixam tudo para depois, o precrastinador quer resolver tudo antes da hora, o que pode trazer vantagens, mas também alguns transtornos.
Existem pessoas que deixam tudo para depois, também chamadas de procrastinadoras, e há aquelas que querem resolver tudo de imediato. Deveriam ser chamadas de precrastinadoras, mas não são, pois o termo ainda não foi incluso nos dicionários de língua portuguesa. No entanto, já consta em vários artigos científicos e em discursos acadêmicos.
Identificado por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, o precrastinador tem um comportamento considerado normal e até positivo, em princípio, mas com alguns senões. Adiantar tarefas pode levar à perda de prazos e compromissos, ou seja, à medida que ele realiza trabalhos menores, os mais complexos são colocados de lado.
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Para o psicólogo e psicoterapeuta Antonio Carlos Amador Pereira, professor no curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o comportamento dos precrastinadores e procrastinadores se caracteriza pela presença da ansiedade, o que difere é a maneira de como eles reagem a ela. Enquanto os primeiros querem resolver tudo o mais rápido possível, os últimos postergam.
“O procrastinador pode ser cuca-fresca, uma pessoa que não se preocupa com prazos e deixa para fazer as tarefas próximo do prazo de entrega, ou essa pode ser uma forma de não lidar com o estresse, o que é desagradável. Mas à medida que o prazo final se aproxima, ele conclui o trabalho ou entra em pânico, pois o desconforto aumenta brutalmente”, explica Pereira.
De acordo com o psicólogo, toda tarefa tem um nível de ansiedade. Ela só se configura em um problema quando é muito intensa. Nesse caso, pode bloquear, paralisar o indivíduo. Caso a pessoa não sinta um mínimo de ansiedade, ela não sai da cama de manhã para trabalhar.
Independentemente da situação, a resolução das pendências elimina o estresse. O sintoma muitas vezes é caracterizado por sensações de desconforto, preocupação, irritação, frustração, entre outras; envolve a necessidade de adaptação a uma nova situação. “Quando a pessoa tem uma tarefa ou prazo a cumprir, de alguma forma essa condição gera ansiedade. Há pessoas aparentemente disciplinadas que vivem no controle das situações. Ficam ansiosas quando não conseguem resolvê-las rapidamente. São ultrametódicas, aparentemente disciplinadas, e até controladoras, porque para elas baixar a ansiedade implica entrar no campo dos outros”, relata Pereira.
Há quem acredite que dar conta de pequenas tarefas seja dispersão e pode ainda desfocar a atenção de objetivos maiores. Como esse estudo visa à compreensão do comportamento dos precrastinadores, em comparação com o procrastinador, os primeiros saem à frente, pois não concluem coisa alguma.
Cumprir check-list pode ser uma metodologia que alguns desenvolvem para evitar que as suas vidas se transformem em um caos. “Os disciplinados precisam dessa organização, caso contrário, também se confundem. Eles resolvem tudo o que vem pela frente a ponto de isso se tornar um hábito. Esse tipo de comportamento pode inclusive ser útil em algumas funções que exigem rigor”, observa o psicólogo.
No dia a dia, quando a pessoa é pressionada por resultados que visam sempre à produtividade, a quantidade nem sempre é sinônimo de eficiência e pontualidade. Na ânsia de se ver livre das tarefinhas, é necessário cuidado para concluir o que realmente necessita ser feito. Por exemplo, se um relatório precisa ser entregue hoje, é importante concentrar toda atenção nele; as tarefas que chegaram depois não podem virar prioridade. Tentar reproduzir um comportamento ágil com o uso de ferramentas tecnológicas também não é adequado. Apesar disso, há quem goste da agilidade delas e de estar “conectado” 24 horas, a ponto de manter os seus celulares ligados mesmo enquanto dorme.
Quer ver o precrastinador em ação? Ele não hesita em interromper um encontro social para atender prontamente a uma demanda de trabalho, que poderia ser resolvida depois, sem prejuízos. “É saudável ter repouso. Alguns parecem gostar dessa procura fora do ambiente e hora de trabalho; acreditam que isso dá status; se sentem importantes vivendo assim. Isso tem um custo alto”, finaliza Pereira.
Revista Kalunga - 18/2/2015 – Disponível em: <http://www.revistakalunga.com.br/page/4/ >Acesso em 20 mai. 2015. (adaptado)
Analise as expressões destacadas a seguir.
I. No entanto, já consta em vários artigos...
II. ...manter os seus celulares ligados mesmo enquanto dorme.
III. Mas à medida que o prazo final se aproxima,...
IV. Apesar disso, há quem goste...
Essas expressões exprimem, respectivamente, ideia de
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A palavra é “procrastinar”
Por Jeferson Tadeu
Um homem, sentado em sua varanda, olhava atentamente para o grande pátio que estava a sua frente. Nele, brotavam lindas e coloridas flores nativas, o gramado produzia um cheiro suave e atraente, já nos primeiros sinais de chuva, e os pássaros e as borboletas pairavam sob o brilho do sol. Nos dias de calor intenso, grilos saltavam entre as folhas, e caracóis deslizavam sobre a relva quente. O homem observava seu terreno, atento a movimentos, hipnotizado pela sensação confortável de sua velha cadeira de balanço.
Os dias passavam, e ele seguia em seu ritmo, reativo, sonolento e letárgico. Em alguns momentos, pensava em plantar frutíferas ou um perfumado pé de jasmim, mas logo desistia da ideia quando, mentalmente, anotava os passos necessários para concretizar o feito. Cavar, adubar, regar, esperar, e só três anos depois de todo o trabalho é que os primeiros frutos viriam. Melhor deixar assim, não quero estragar meu jardim.
O homem seguia observando, e a vida seguia avançando. A grama e as flores cresciam de forma lenta, porém, inevitavelmente constante. Um belo dia, o homem percebeu que a grama estava alta demais. Levantou-se e decidiu cortá-la. – Amanhã, hoje não!
No próximo dia, acordou cedo, vestiu uma roupa surrada, armou-se com cortador de grama, tesoura, rastilho, luvas e botas. Colocou tudo na varanda e retornou para o interior da casa, a fim de fazer seu café da manhã. Enquanto saciava sua fome, olhava pela janela e observava o jardim. Ligou a TV, assistiu ao telejornal matutino e, quando olhou o relógio, já eram 8h30min. Estava na hora!
Foi para a rua e iniciou sua jornada, que era rápida e prazerosa. Ao constatar o término do trabalho, olhou para o rastilho e pensou: depois eu recolho, vou tomar mais um café. Chuva que iniciava, grama que ficava onde estava. Ele sentou-se em sua varanda e seguiu olhando para o jardim, pensando em frutas, árvores e jasmim.
Potencialize-se – 19/05/2015 – Disponível em: <http://potencialize-se.com.br/a-palavra-e-procrastinar/> Acesso em: 8 jun. 2015. (adaptado)
Observe que, no trecho a seguir, a crase é facultativa: “...olhava atentamente para o grande pátio que estava a sua frente.”
Em qual das frases a seguir o emprego do acento indicativo de crase também é facultativo?
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Um navegador, também conhecido pela terminologia inglesa web browser ou simplesmente browser, é um programa de computador que habilita usuários a interagirem com documentos virtuais na internet, também conhecidos como páginas web.
São exemplos de navegadores:
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A imagem a seguir apresenta uma planilha do programa LibreOffice Calc com resultado de um teste de tempo da execução de um programa, em segundos:

Qual fórmula deve ser inserida na célula D2 para calcular qual teste apresentou menor valor no intervalo entre as células B2 e B6?
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No programa LibreOffice Writer, qual é a função do ícone Pincel de estilo, representado pelo ícone ao lado?

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Existem pessoas que deixam tudo para depois, também chamadas de procrastinadoras, e há aquelas que querem resolver tudo de imediato. Deveriam ser chamadas de precrastinadoras, mas não são, pois o termo ainda não foi incluso nos dicionários de língua portuguesa. No entanto, já consta em vários artigos científicos e em discursos acadêmicos.
Identificado por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, o precrastinador tem um comportamento considerado normal e até positivo, em princípio, mas com alguns senões. Adiantar tarefas pode levar à perda de prazos e compromissos, ou seja, à medida que ele realiza trabalhos menores, os mais complexos são colocados de lado.
[...]
Para o psicólogo e psicoterapeuta Antonio Carlos Amador Pereira, professor no curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o comportamento dos precrastinadores e procrastinadores se caracteriza pela presença da ansiedade, o que difere é a maneira de como eles reagem a ela. Enquanto os primeiros querem resolver tudo o mais rápido possível, os últimos postergam.
“O procrastinador pode ser cuca-fresca, uma pessoa que não se preocupa com prazos e deixa para fazer as tarefas próximo do prazo de entrega, ou essa pode ser uma forma de não lidar com o estresse, o que é desagradável. Mas à medida que o prazo final se aproxima, ele conclui o trabalho ou entra em pânico, pois o desconforto aumenta brutalmente”, explica Pereira.
De acordo com o psicólogo, toda tarefa tem um nível de ansiedade. Ela só se configura em um problema quando é muito intensa. Nesse caso, pode bloquear, paralisar o indivíduo. Caso a pessoa não sinta um mínimo de ansiedade, ela não sai da cama de manhã para trabalhar.
Independentemente da situação, a resolução das pendências elimina o estresse. O sintoma muitas vezes é caracterizado por sensações de desconforto, preocupação, irritação, frustração, entre outras; envolve a necessidade de adaptação a uma nova situação. “Quando a pessoa tem uma tarefa ou prazo a cumprir, de alguma forma essa condição gera ansiedade. Há pessoas aparentemente disciplinadas que vivem no controle das situações. Ficam ansiosas quando não conseguem resolvê-las rapidamente. São ultrametódicas, aparentemente disciplinadas, e até controladoras, porque para elas baixar a ansiedade implica entrar no campo dos outros”, relata Pereira.
Há quem acredite que dar conta de pequenas tarefas seja dispersão e pode ainda desfocar a atenção de objetivos maiores. Como esse estudo visa à compreensão do comportamento dos precrastinadores, em comparação com o procrastinador, os primeiros saem à frente, pois não concluem coisa alguma.
Cumprir check-list pode ser uma metodologia que alguns desenvolvem para evitar que as suas vidas se transformem em um caos. “Os disciplinados precisam dessa organização, caso contrário, também se confundem. Eles resolvem tudo o que vem pela frente a ponto de isso se tornar um hábito. Esse tipo de comportamento pode inclusive ser útil em algumas funções que exigem rigor”, observa o psicólogo.
No dia a dia, quando a pessoa é pressionada por resultados que visam sempre à produtividade, a quantidade nem sempre é sinônimo de eficiência e pontualidade. Na ânsia de se ver livre das tarefinhas, é necessário cuidado para concluir o que realmente necessita ser feito. Por exemplo, se um relatório precisa ser entregue hoje, é importante concentrar toda atenção nele; as tarefas que chegaram depois não podem virar prioridade. Tentar reproduzir um comportamento ágil com o uso de ferramentas tecnológicas também não é adequado. Apesar disso, há quem goste da agilidade delas e de estar “conectado” 24 horas, a ponto de manter os seus celulares ligados mesmo enquanto dorme.
Quer ver o precrastinador em ação? Ele não hesita em interromper um encontro social para atender prontamente a uma demanda de trabalho, que poderia ser resolvida depois, sem prejuízos. “É saudável ter repouso. Alguns parecem gostar dessa procura fora do ambiente e hora de trabalho; acreditam que isso dá status; se sentem importantes vivendo assim. Isso tem um custo alto”, finaliza Pereira.
Revista Kalunga - 18/2/2015 – Disponível em: <http://www.revistakalunga.com.br/page/4/ >Acesso em 20 mai. 2015. (adaptado)
Observe os seguintes trechos:
“Agora, já, imediatamente”
“No entanto, já consta em...”
Nos dois casos, o termo em destaque indica circunstância de tempo. A palavra destacada, nas alternativas a seguir, só NÃO indica circunstância de tempo em:
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Com relação aos vencimentos e à remuneração dos servidores regidos pela Lei n.º 8.112, de 1990, é correto afirmar que
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