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Foram encontradas 169 questões.

1357079 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Utilizando velocidade de corte 35 m/min. e força de corte 9728 N, qual a potência de corte necessária para usinar um aço ABNT 1035?
 

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1356989 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com Minicucci, as relações humanas devem ser entendidas como comunicações
 

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1356666 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Observe os seguintes nomes:
1. Régis Castanheira Júnior
2. Mauro Dalpuzo Castañeira
3. Roger Dal Ponte Prietto
4. Victor Dallmolin
5. Endrigo Daluzo Neto
Que sequência de alfabetação, pelo sobrenome, está correta?
 

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1356173 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Mudar o mundo
Por Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor!$ ^{A)} !$. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei, mas basta pensarmos nos antigos povos escravizados!$ ^{B)} !$, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é velho um ideal ultrapassado e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade!$ ^{A)} !$ e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado!$ ^{C)} !$ por mais harmonia, mudar o conceito do que é “moderno”, que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou “sou feliz porque sou prostituta”. O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes!$ ^{D)} !$, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira!$ ^{C)} !$, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos!$ ^{D)} !$, submetidos à violência por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons!$ ^{B)} !$ engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Fonte: Veja, 19 de julho de 2003.
Conforme refere Sacconi (1999), adjetivo é toda e qualquer palavra que, junto de um substantivo, indica qualidade, defeito, estado ou condição.
Considerando essa definição e o fato de os adjetivos poderem funcionar em um texto como um recurso estilístico por meio do qual também se observa o ponto de vista do autor, em que alternativa as palavras, além de funcionarem como adjetivos no texto, expressam posicionamento positivo e negativo, respectivamente, por parte da autora?
 

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1353273 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Mudar o mundo
Por Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei, mas basta pensarmos nos antigos povos escravizados, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é velho um ideal ultrapassado e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado por mais harmonia, mudar o conceito do que é “moderno”, que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou “sou feliz porque sou prostituta”. O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Fonte: Veja, 19 de julho de 2003.
Sobre o emprego da pontuação no texto, analise as assertivas seguintes colocando C, para as corretas, e E, para as erradas.
( ) O emprego da vírgula antes de “ou melhor” é obrigatório.
( ) A vírgula, em “em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor.”, poderia ser suprimida, sem que isso provocasse alteração no sentido.
( ) O uso das vírgulas, em “... conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo ...”, é facultativo.
( ) A inserção de uma vírgula depois de “O ideal”, em “O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ...”, não provocaria alteração de sentido nem infringiria as regras gramaticais.
( ) As vírgulas, em “...compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade.”, justificam-se por separar palavras de mesma função sintática.
A ordem correta, de cima para baixo, é
 

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1347745 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Mudar o mundo
Por Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei, mas basta pensarmos nos antigos povos escravizados, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é velho um ideal ultrapassado e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado por mais harmonia, mudar o conceito do que é “moderno”, que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou “sou feliz porque sou prostituta”. O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Fonte: Veja, 19 de julho de 2003.
A conjunção “mas” foi usada para
 

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1343899 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O relacionamento nas redes sociais
Por Lady Bárbara
A chegada das redes sociais fez com que os indivíduos, principalmente os jovens, se conectassem a centenas de pessoas pelo mundo, formando redes de relacionamento. Esse processo se deu rapidamente, e hoje ninguém consegue viver sem postar algo em sua rede social.
Por terem caído no gosto dos internautas, as redes sociais prendem os jovens, fazendo com que estes passem horas em frente ao computador, afetando outros tipos de atividades da vida real. Para que haja uma melhor utilização da web pelos jovens, é preciso que os pais desde cedo ensinem as formas de uso correto e que as escolas ajudem no processo de educação, para que eles saibam como utilizar o tempo que passam conectados sem prejudicar-se. Acredito que, quanto mais considerarmos esse fenômeno, mais respostas encontraremos para diminuir algumas falhas existentes na internet, mostrando suas duas faces e a forma como esses usuários poderão fazer o melhor uso dela.
O mundo passou e passa por transformações que nos fazem pensar em como podemos acompanhar as informações jorradas em nossas vidas, nas 24 horas que nos são permitidas por dia. A internet causou um impacto na sociedade, a partir do momento em que quebrou a distância!$ ^{A)} !$ entre os indivíduos e fez com que estes se revelassem para o mundo, mostrando suas particularidades e curiosidades, a fim de desbravar esse mundo tão grandioso em informação, o virtual.
As mídias digitais vieram com uma explosão de novidades que a cada dia nos fascina e ao mesmo tempo nos apavora, pois, enquanto recebemos tais novidades, nos perguntamos: até onde vai parar isso? Será que tanta tecnologia terá seu fim logo ou irá durar por muito tempo? Bem, como a internet faz parte do nosso cotidiano e trouxe inovação no sentido da informação, não há previsão de como será seu futuro e também não há como colocar um freio nessas mídias que envolvem as pessoas e fazem com que elas as adotem em seu dia-a-dia.
A nossa realidade é simplesmente esta: vivemos em uma rede em que somos conectados e compartilhamos tudo o que existe, levando-nos para o real e vice-versa. As mídias digitais se transformaram em mídias de relacionamento, pois a crescente utilização destas fez com que os usuários compartilhassem informações e pudessem se relacionar, mantendo sempre contato. Mesmo que o relacionamento não seja baseado em laços fortes, conta como uma rede que cresce a cada instante.
Celulares, ipods, iphone, smartphones, notebooks são provas reais do que estamos vivenciando. As mídias digitais revolucionaram a comunicação e tornaram as fronteiras invisíveis, deixando-nos próximos de todo o restante do mundo. Ou seja, comunicar-se com alguém do outro lado do mundo não é mais uma tarefa difícil e demorada e, além do mais, existem várias opções de se conectar, é só escolher o meio mais acessível.
Conexão é uma palavra adorada pelos jovens, por estarem em constante contato com amigos virtuais e por compartilharem atividades que os fazem se sentir uma parte importante do mundo virtual. Muitas pessoas veem a internet como uma destruidora de relacionamentos, que afasta os indivíduos da sociabilidade do dia-a-dia. É o tipo de relacionamento que temos com nossos colegas, vizinhos, família, etc. É o contato pessoal, face a face.
Ficar sem falar com amigos, jogar, escutar músicas, sem bater papo em sites preferidos e não usar as redes sociais é um martírio para esses jovens que praticam diariamente essas atividades. Por essas razões, é que os pais devem conversar e mostrar!$ ^{B)} !$ que a internet é boa quando é bem utilizada!$ ^{C)} !$, no tempo certo e sem exageros, e educar seus filhos da melhor maneira possível, desde a infância. A internet, quando é utilizada em excesso pelo jovem!$ ^{D)} !$, acaba afetando sua vida social e fazendo dele uma pessoa isolada fisicamente, pois virtualmente ele estará conectado a várias pessoas, em várias redes.
Manter laços fortes é fundamental para termos uma vida social e até para sermos felizes. Amigos são pessoas importantes que fazem bem a qualquer um. O que será da nossa vida sem um amigo? Ninguém é feliz com essa ausência, por isso devemos compreender que a internet nos ajuda muito, mas não podemos ficar presos em suas redes. Os jovens devem aproveitar essa fase, descobrindo novos caminhos e aprendendo a conviver com as tentações da web, para que não se tornem bitolados nesse sistema.
Disponível em: <http://administradores.com.br/artigos/cotidiano/o-relacionamento-nas-redes-
sociais/55419/?desktop=true> Acesso em: 11 jul. 2013
Em que alternativa a retirada da palavra ou expressão sublinhada provoca erro gramatical?
 

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1325013 Ano: 2013
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Sobre a construção e documentação de sistemas, utilizando-se a modelagem com UML, afirmam-se:
I. Em um pacote, “nome simples” apresenta como prefixo o nome do pacote que o contém.
II. Pacote é um mecanismo de propósito geral para organização do próprio modelo em uma hierarquia.
III. Um pacote é representado graficamente como uma pasta com uma guia.
Está (ão) INCORRETA (s) a (s) afirmativa (s)
 

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1324989 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Na instalação padrão do Windows XP, o Outlook Express é um programa utilizado para enviar e receber e-mails. Considerando que o programa está configurado para uso em língua portuguesa, na janela ‘Nova mensagem’ do Outlook Express, quando a opção ‘Todos os cabeçalhos’ do menu Exibir está marcada, o campo CCO é exibido.
Este campo serve para incluir
 

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1324931 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Falência Múltipla
Por Lya Luft
Um jornalista comentou recentemente num programa de televisão que pediu a um médico seu amigo um diagnóstico do que está ocorrendo no Brasil: infecção, virose? A resposta foi perfeita: “Falência múltipla dos órgãos”. Nada mais acertado. Há quase dez anos realizo aqui na coluna minhas passeatas: estas páginas são minha avenida!$ ^{I)} !$, as palavras são cartazes. Falo em relações humanas e seus dramas, porém mais frequentemente nas coisas inaceitáveis na nossa vida pública. Esgotei a paciência dos leitores reclamando da péssima educação – milhares de alunos sem escola ou abrigados em galpões e salinhas de fundo de igrejas, para chegarem aos 9, 10 anos sem saber ler nem escrever. Professores desesperados tentando ensinar sem material básico, sem estrutura, salários vergonhosos, estímulo nenhum. Universidades cujo nível é seguidamente baixado: em lugar de darem boas escolas a todas as crianças e jovens para que possam entrar em excelentes universidades por mérito e esforço, oferecem-lhes favorecimentos prejudiciais.
Tenho clamado contra o horror da saúde pública, mulheres parindo e velhos morrendo em colchonetes no corredor, consultas para doenças graves marcadas para vários meses depois, médicos exaustos trabalhando além dos seus limites, tentando salvar vidas e confortar os pacientes, sem condições mínimas de higiene, sem aparelhamento e com salário humilhante. Em lugar de importarmos não sei quantos mil médicos estrangeiros!$ ^{III)} !$, quem sabe vamos ser sensatos e oferecer condições e salários decentes aos médicos brasileiros que querem cuidar de nós?
Tenho reclamado das condições de transporte, como no recente artigo “Três senhoras sentadas”: transporte caro para o calamitoso serviço oferecido. “Nos tratam como animais”, reclamou um usuário já idoso. A segurança inexiste, somos mortos ao acaso em nossas ruas, e se procuramos não sair de casa à noite somos fuzilados por um bando na frente de casa às 10 da manhã.
E, quando nossa tolerância ou resignação chegou ao limite, brota essa onda humana de busca de dignidade para todos. Não se trata apenas de centavos em passagens, mas de respeito.
As vozes dizem NÃO!$ ^{IV)} !$: não aos ônibus sujos e estragados, impontuais, motoristas sobrecarregados; não às escolas fechadas ou em ruínas; não aos professores e médicos impotentes, estradas intransitáveis, medo dentro e fora de casa!$ ^{II)} !$. Não a um ensino em que a palavra “excelência” chega a parecer abuso ou ironia. Não ao mercado persa de favores e cargos em que transformam nossa política, não aos corruptos às vezes condenados ocupando altos cargos, não ao absurdo número de partidos confusos.
As reclamações da multidão nas ruas são tão variadas quanto nossas mazelas: por onde começar? Talvez pelo prático, e imediato, sem planos mirabolantes. Algo há de se poder fazer: não creio que políticos e governo tenham sido apanhados desprevenidos, por mais que estivessem alienados em torres de marfim.
Infelizmente todo movimento de massas provoca e abriga sem querer grupos violentos e anárquicos: que isso não nos prejudique nem invalide nossas reivindicações.
Não sei como isso vai acabar: espero que transformando o Brasil num lugar melhor para viver. Quase com atraso, a voz das ruas quer lisura, ética, ações, cumprimento de deveres, realização dos mais básicos conceitos de decência e responsabilidade cívica, que andavam trocados por ganância monetária ou ânsia eleitoreira. Que sobrevenham ordem e paz.
Que depois desse chamado à consciência de quem lidera e governa não se absolvam os mensaleiros, não se deixem pessoas medíocres ou de ética duvidosa em altos cargos, acabem as gigantescas negociatas meio secretas, e se apliquem decentemente somas que poderão salvar vidas, educar jovens, abrir horizontes.
Sou totalmente contrária a qualquer violência, mas este povo chegou ao extremo de sua tolerância, percebeu que tem poder, não quer mais ser enganado e explorado: que não se destrua nada, mas se abram horizontes reais de melhoria e contentamento.
Fonte: Revista Veja, 3 de julho de 2013.
Analise a ocorrência de figuras de linguagem nos trechos a seguir:
I. “... estas páginas são minha avenida...” – metáfora
II. “... medo dentro e fora de casa.” – paradoxo
III. “... não sei quantos mil médicos estrangeiros...” – hipérbole
IV. “As vozes dizem NÃO...” – metonímia
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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