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Foram encontradas 49 questões.

Considerando-se o disposto na Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa errada:

 

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Acerca dos direitos e deveres individuais e coletivos, previstos na Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa incorreta:

 

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Após passar alguns dias de férias na casa dos avós, Pedro notou que:

  1. choveu doze vezes, de manhã ou à tarde;
  2. houve dez tardes sem chuva;
  3. houve oito manhãs sem chuva;
  4. quando chove de manhã, não chove à tarde.

Quantos dias Pedro passou na casa dos avós?

 

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Em uma academia com 100 alunos, 70 alunos praticam musculação, 45 judô e 20 realizam outras atividades esportivas. O número total de alunos que praticam musculação e judô é:

 

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Leia a frase com atenção: “Essa afirmação, uma vez compreendidos os símbolos, é tida como falsa”.

Assinale a palavra que substitui adequadamente a expressão grifada na frase:

 

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Leia o texto VI para responder às questões 11 a 14.


Texto VI

ANTIGAMENTE – Carlos Drummond de Andrade


1 Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e

2 eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam

3 anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os

4 janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé

5 de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses

6 debaixo do balaio. E se levantam tábua, o remédio era

7 tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.

8 As pessoas, quando corriam, antigamente, era para

9 tirar o pai da forca. Algumas jogavam verde para colher

10 maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa.

11 O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou

12 aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam

13 alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às

14 de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o

15 quilo, saindo para tomar a fresca; e também tomava

16 cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens iam ao

17 animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo,

18 chupando balas de alteia. Ou sonhavam em andar de

19 aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em

20 camisas de onze varas; não admira que dessem com os

21 burros n’água. (...)

Glossário:

Janotas = elegantes, bem vestidos

Pé-de-alferes = namorador

Debaixo do balaio = esconder

Levantam tábua = levar um fora

Ao apresentar a linguagem de antigamente, enfatizando suas características, podemos dizer que a tipologia predominante é:

 

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Leia o texto VI para responder às questões 11 a 14.


Texto VI

ANTIGAMENTE – Carlos Drummond de Andrade


1 Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e

2 eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam

3 anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os

4 janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé

5 de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses

6 debaixo do balaio. E se levantam tábua, o remédio era

7 tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.

8 As pessoas, quando corriam, antigamente, era para

9 tirar o pai da forca. Algumas jogavam verde para colher

10 maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa.

11 O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou

12 aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam

13 alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às

14 de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o

15 quilo, saindo para tomar a fresca; e também tomava

16 cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens iam ao

17 animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo,

18 chupando balas de alteia. Ou sonhavam em andar de

19 aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em

20 camisas de onze varas; não admira que dessem com os

21 burros n’água. (...)

Glossário:

Janotas = elegantes, bem vestidos

Pé-de-alferes = namorador

Debaixo do balaio = esconder

Levantam tábua = levar um fora

Para evitar repetições, o pronome “Algumas” (na linha 9) substituiu o substantivo:

 

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Leia o texto VI para responder às questões 11 a 14.


Texto VI

ANTIGAMENTE – Carlos Drummond de Andrade


1 Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e

2 eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam

3 anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os

4 janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé

5 de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses

6 debaixo do balaio. E se levantam tábua, o remédio era

7 tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.

8 As pessoas, quando corriam, antigamente, era para

9 tirar o pai da forca. Algumas jogavam verde para colher

10 maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa.

11 O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou

12 aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam

13 alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às

14 de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o

15 quilo, saindo para tomar a fresca; e também tomava

16 cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens iam ao

17 animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo,

18 chupando balas de alteia. Ou sonhavam em andar de

19 aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em

20 camisas de onze varas; não admira que dessem com os

21 burros n’água. (...)

Glossário:

Janotas = elegantes, bem vestidos

Pé-de-alferes = namorador

Debaixo do balaio = esconder

Levantam tábua = levar um fora

Algumas palavras e expressões antigas ou em desuso são facilmente encontradas no texto VI. No entanto, outras ainda são utilizadas nos dias de hoje. Por exemplo, pode-se trocar a expressão “Jogavam verde para colher maduro” (sublinhado nas linhas 9 e 10), por:

 

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Leia o texto VI para responder às questões 11 a 14.


Texto VI

ANTIGAMENTE – Carlos Drummond de Andrade


1 Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e

2 eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam

3 anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os

4 janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé

5 de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses

6 debaixo do balaio. E se levantam tábua, o remédio era

7 tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia.

8 As pessoas, quando corriam, antigamente, era para

9 tirar o pai da forca. Algumas jogavam verde para colher

10 maduro, e sabiam com quantos paus se faz uma canoa.

11 O que não impedia que, nesse entrementes, esse ou

12 aquele embarcasse em canoa furada. Encontravam

13 alguém que lhes passasse a manta e azulava, dando às

14 de vila-diogo. Os mais idosos, depois da janta, faziam o

15 quilo, saindo para tomar a fresca; e também tomava

16 cautela de não apanhar sereno. Os mais jovens iam ao

17 animatógrafo, e mais tarde ao cinematógrafo,

18 chupando balas de alteia. Ou sonhavam em andar de

19 aeroplano; os quais, de pouco siso, se metiam em

20 camisas de onze varas; não admira que dessem com os

21 burros n’água. (...)

Glossário:

Janotas = elegantes, bem vestidos

Pé-de-alferes = namorador

Debaixo do balaio = esconder

Levantam tábua = levar um fora

Qual a melhor alternativa para análise do texto VI?

 

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Leia o texto V para responder às questões 06 a 10


Texto V

A borboleta e a chama

Uma borboleta multicor voava na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz. Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama pôs-se a rodeá-la, olhando-a maravilhada. Como era bonita!

Não satisfeita em admirá-la, a borboleta resolveu aproximar-se mais da chama. Afastou-se e em seguida voou em direção à chama passando rente a ela. Viu-se subitamente caída, estonteada pela luz e muito surpresa por verificar que as pontas de suas asas estavam chamuscadas.

— Que aconteceu comigo? - pensou ela.

Mas não conseguiu entender. Era impossível crer que uma coisa tão bonita quanto à chama pudesse causar-lhe algum mal. E assim, depois de juntar um pouco de forças, sacudiu as asas e levantou voo novamente.

Rodou em círculo e mais uma vez dirigiu-se para a chama, pretendendo pousar sobre ela. E imediatamente caiu queimada, no óleo que alimentava a brilhante e pequenina chama.

— Maldita luz - murmurou a borboleta agonizante

- pensei que ia encontrar em você a felicidade e em vez disso encontrei a morte. Arrependo-me desse tolo desejo, pois compreendi, tarde demais, para minha infelicidade, o quanto você é perigosa.

— Pobre borboleta - respondeu a chama - eu não sou o Sol, como você tolamente pensou. Sou apenas uma luz. E aqueles que não conseguem aproximar-se de mim com cautela são queimados.

Leonardo Da Vinci

“ (...) A borboleta resolveu aproximar-se mais da chama”. Nessa frase o “ SE “:

 

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