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Foram encontradas 49 questões.

1366259 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
A questão refere-se ao texto a seguir.
Metamorfose amorosa
Uma vez, li num texto de Clarice Lispector esta frase: "Toda mãe de filha feia deveria prometer-lhe que ela seria bonita quando a sabedoria do amor esclarecesse um homem."
Sublinhei a frase instintivamente. Isto foi há muito tempo. Agora fui lá em A maçã no escuro procurar a frase, e lá estava ela, intacta e forte.
Recolho-a quando a questão da beleza, uma vez mais, vem habitar ostensivamente nosso verão. É que existem vários tipos de beleza. E a mais óbvia é a que todos vêem. Por exemplo, a beleza arrebatadora, avassaladora, que surge imperiosa e exige logo adoração.
É assim com certas mulheres e homens. Entram numa sala e passam a ser o centro de gravidade dos olhares. Aparecem nas telas e capas de revistas e nos hipnotizam. É assim também não apenas com pessoas, mas com certos objetos na vitrina e museus: ficamos medusados diante deles, em pura contemplação. É assim, ainda, com certas músicas que, ouvidas, passam a fazer parte de nosso repertório existencial e nos harmonizam nos desvãos do dia.
Mas a esse tipo de beleza se opõe um outro. O da beleza que se esvazia, que vai se esmaecendo e se distanciando de si mesma até ficar feia. É como se ocorresse uma metamorfose qualquer. E não estou falando de velhice e desgaste físico, mas da beleza que se esgota e se exaure. Pessoas que perdem o brilho sem que se saiba por que e em que instante exato.
O fato é que a gente olha, de repente, uma pessoa e repara que ela não apenas não está bela, mas já não é mais bela. É como se a harmonia se interrompesse inesperadamente. Um modo de olhar, a curva do nariz, uma expressão de mau gosto e a beleza se esvai. Se esvai onde? Nela? Em nós? Sabe-se apenas que o que era vidro se quebrou e o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou...
Diferente desses tipos um outro aparece e me intriga: o da beleza envergonhada. A beleza acabrunhada de ser bela.
Existe? Existe.
Exemplo? Ei-lo.
Ela me confessou: quando menina era tão bonita que já não suportava mais. A todo lugar que ia repetiam-se as louvações carinhosas. Todos que vinham visitar a família desfilavam incontidos elogios. Ao ser apresentada, lá vinha o galanteio. Saindo com amigas, logo se diferenciava. No baile, a mais solicitada. Enfim, dizia ela, um porre! um saco! Parecia que as pessoas queriam tirar pedaço de mim. Outros elogiavam de uma maneira tal como se eu tivesse que fazer alguma coisa para merecer ser bela.
Nesse caso, a beleza passou a ser um ônus, uma cobrança, uma chateação. Daí que ela começou a enfear sua beleza para ser comum como os outros. A tal ponto que hoje o marido de vez em quando lhe diz: – Vê se te arruma um pouco, mulher...
Há, no entanto, uma beleza que não entra com clarins em nossa vida, nem se estampa em silhuetas perfeitas nas páginas do dia. Não é a obra sedutora, arrebatadora, exigindo imediatos adoradores.
Ela é percebida aos poucos. Não se constrói linearmente. Um dia você observa que o olhar dela não é tão banal. Que o sorriso irradiou uma mensagem qualquer. Está pronto para descobrir que a pele tem a temperatura do seu desejo. Um corpo que parecia tão igual-a-qualquer-um, súbito, ganha uma delicada aura. A voz, que antes não tinha qualquer traço especial, agora fica registrada na memória através de expressões banais, mas gostosas de serem lembradas.
Você está começando a olhá-la e a pensar: se ela não é tão deslumbrante como as outras, por que telefono, por que facilito encontros e por que seu corpo extrai do meu surpresas e maravilhas?
Como quem concede ou entrega um prêmio, como quem deposita a alma no destino do outro, você está pronto a se dizer: é bela, em mim, por mim, para mim. E isto basta. Eu te inventei na tua beleza, que construímos.
Sim, a beleza (descobre-se) também se constrói. Não exatamente (ou apenas) nas mesas de cirurgia plástica. Como as casas se constroem, como as flores, que passam a existir, se olhadas, a beleza se constrói. De nossas carências, de nossas premências ela se constrói, e é um imponderável arco sobre a íris de quem ama.
É assim, meu amigo. E se isto está acontecendo com você, você há muito começou a amá-la. E entre vocês dois está se operando mais que uma profecia de mãe, uma metamorfose rara, que você deve curtir e prolongar.
Affonso Romano de Sant'Anna
Texto disponível em: <http://www.riototal.com.br/coojornal/affonso016.htm>.
A alternativa na qual as palavras NÃO são acentuadas pelo mesmo motivo:
 

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1365812 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
A seguir estão descritos alguns procedimentos utilizados para a análise de acidentes de trabalho:
I - Identificar os fatos ou fatores de acidente – variações e elementos habituais.
II - Construir a árvore, a partir da lesão, utilizando as ligações lógicas existentes entre esses.
III - Construir a árvore, a partir da lesão, utilizando as ligações cronológicas existentes entre esses.
IV - Determinar os fatores potenciais de acidente.
V - Determinar precisamente o ato ou a condição insegura.
VI - Agir preventivamente sobre os fatores potenciais de acidente.
O Método Árvore de Causas - ADC - para a análise de causalidade de acidentes de trabalho baseia-se na chamada Teoria dos Sistemas. Sua aplicação exige uma construção detalhada e precisa da história do acidente. A sequência de adoção de procedimentos estabelecida pelo MÉTODO ADC é:
 

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1365778 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
O denominado Método Árvore de Causas - ADC - para a análise de causalidade de acidentes de trabalho utiliza o conceito de atividade, sendo esta constituída por quatro componentes:
 

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1365144 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Na organização do trabalho deve-se envolver os trabalhadores na planificação de seu trabalho diário. Sabe-se que pessoas obtêm maior prazer no trabalho quando elas podem controlar como fazê-lo. Há muitas maneiras de melhorar o trabalho numa empresa ou instituição. As pessoas que fazem o trabalho sabem mais sobre essas melhorias. Envolvê-las desde o estágio de planejamento pode revelar inovações úteis que de outra forma poderiam permanecer desconhecidas de todos. O trabalho monótono ou repetitivo é realizado com maior dificuldade quando as pessoas não têm permissão para decidir como o trabalho deve ser feito. O planejamento em conjunto pode melhorar essa situação.
Considerando a premissa anterior, verifique as assertivas que seguem e marque V (verdadeiro) ou F (falso) no que pertine ao “COMO FAZER” e, a seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Devem ser examinadas como as tarefas do trabalho diário são designadas e em que medida os próprios trabalhadores estão envolvidos no planejamento, organizando-se discussões de grupo sobre o modo como os trabalhadores podem se envolver mais ativamente no processo de planificação numa base rotineira.
( ) Para uma correta organização e segurança do trabalho não deve ser permitido aos trabalhadores determinar qual a rapidez em que é feito o trabalho (velocidade, período do ciclo); em que ordem o trabalho é feito (timing, seqüenciamento); onde o trabalho é realizado e quem faz o trabalho.
( ) Não devem ser estabelecidos grupos autônomos de trabalhadores para o desenvolvimento de planos de trabalhos pois o trabalho coletivo é fundamental para a organização do trabalho.
( ) Um grupo que seja coletivamente responsável pela quantidade e qualidade do trabalho é mais produtivo e mais disciplinado que o mesmo número de trabalhadores agindo completamente separados uns dos outros.
( ) As pessoas devem ser encorajadas a apresentar suas idéias acerca dos modos de melhoria para cada área de trabalho. Isso pode ser feito em breves sessões de sugestão ou mediante a organização de pequenos grupos de discussão.
 

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1364940 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
A questão refere-se ao texto a seguir.
Metamorfose amorosa
Uma vez, li num texto de Clarice Lispector esta frase: "Toda mãe de filha feia deveria prometer-lhe que ela seria bonita quando a sabedoria do amor esclarecesse um homem."
Sublinhei a frase instintivamente. Isto foi há muito tempo. Agora fui lá em A maçã no escuro procurar a frase, e lá estava ela, intacta e forte.
Recolho-a quando a questão da beleza, uma vez mais, vem habitar ostensivamente nosso verão. É que existem vários tipos de beleza. E a mais óbvia é a que todos vêem. Por exemplo, a beleza arrebatadora, avassaladora, que surge imperiosa e exige logo adoração.
É assim com certas mulheres e homens. Entram numa sala e passam a ser o centro de gravidade dos olhares. Aparecem nas telas e capas de revistas e nos hipnotizam. É assim também não apenas com pessoas, mas com certos objetos na vitrina e museus: ficamos medusados diante deles, em pura contemplação. É assim, ainda, com certas músicas que, ouvidas, passam a fazer parte de nosso repertório existencial e nos harmonizam nos desvãos do dia.
Mas a esse tipo de beleza se opõe um outro. O da beleza que se esvazia, que vai se esmaecendo e se distanciando de si mesma até ficar feia. É como se ocorresse uma metamorfose qualquer. E não estou falando de velhice e desgaste físico, mas da beleza que se esgota e se exaure. Pessoas que perdem o brilho sem que se saiba por que e em que instante exato.
O fato é que a gente olha, de repente, uma pessoa e repara que ela não apenas não está bela, mas já não é mais bela. É como se a harmonia se interrompesse inesperadamente. Um modo de olhar, a curva do nariz, uma expressão de mau gosto e a beleza se esvai. Se esvai onde? Nela? Em nós? Sabe-se apenas que o que era vidro se quebrou e o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou...
Diferente desses tipos um outro aparece e me intriga: o da beleza envergonhada. A beleza acabrunhada de ser bela.
Existe? Existe.
Exemplo? Ei-lo.
Ela me confessou: quando menina era tão bonita que já não suportava mais. A todo lugar que ia repetiam-se as louvações carinhosas. Todos que vinham visitar a família desfilavam incontidos elogios. Ao ser apresentada, lá vinha o galanteio. Saindo com amigas, logo se diferenciava. No baile, a mais solicitada. Enfim, dizia ela, um porre! um saco! Parecia que as pessoas queriam tirar pedaço de mim. Outros elogiavam de uma maneira tal como se eu tivesse que fazer alguma coisa para merecer ser bela.
Nesse caso, a beleza passou a ser um ônus, uma cobrança, uma chateação. Daí que ela começou a enfear sua beleza para ser comum como os outros. A tal ponto que hoje o marido de vez em quando lhe diz: – Vê se te arruma um pouco, mulher...
Há, no entanto, uma beleza que não entra com clarins em nossa vida, nem se estampa em silhuetas perfeitas nas páginas do dia. Não é a obra sedutora, arrebatadora, exigindo imediatos adoradores.
Ela é percebida aos poucos. Não se constrói linearmente. Um dia você observa que o olhar dela não é tão banal. Que o sorriso irradiou uma mensagem qualquer. Está pronto para descobrir que a pele tem a temperatura do seu desejo. Um corpo que parecia tão igual-a-qualquer-um, súbito, ganha uma delicada aura. A voz, que antes não tinha qualquer traço especial, agora fica registrada na memória através de expressões banais, mas gostosas de serem lembradas.
Você está começando a olhá-la e a pensar: se ela não é tão deslumbrante como as outras, por que telefono, por que facilito encontros e por que seu corpo extrai do meu surpresas e maravilhas?
Como quem concede ou entrega um prêmio, como quem deposita a alma no destino do outro, você está pronto a se dizer: é bela, em mim, por mim, para mim. E isto basta. Eu te inventei na tua beleza, que construímos.
Sim, a beleza (descobre-se) também se constrói. Não exatamente (ou apenas) nas mesas de cirurgia plástica. Como as casas se constroem, como as flores, que passam a existir, se olhadas, a beleza se constrói. De nossas carências, de nossas premências ela se constrói, e é um imponderável arco sobre a íris de quem ama.
É assim, meu amigo. E se isto está acontecendo com você, você há muito começou a amá-la. E entre vocês dois está se operando mais que uma profecia de mãe, uma metamorfose rara, que você deve curtir e prolongar.
Affonso Romano de Sant'Anna
Texto disponível em: <http://www.riototal.com.br/coojornal/affonso016.htm>.
A virgula da frase “É assim, meu amigo.” justifica-se por:
 

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1364851 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
O controle do ruído ocupacional é importante para a garantia da saúde e da integridade física dos trabalhadores. Considere as assertivas a seguir acerca do tema:
I ) A grandeza definida como a energia acústica total emitida por uma fonte por unidade de tempo, cuja unidade de medida é o Watt, é denominada potência sonora.
II ) Se dobrarmos a energia acústica incidente sobre determinado ponto, teremos um acréscimo de 05 (cinco) decibéis nos níveis estimados por um sonômetro.
III ) A intensidade sonora é inversamente proporcional ao quadrado da distância entre uma fonte e o ponto de observação.
IV ) Nos termos do Anexo 2 da Norma Regulamentadora nº 15 do Ministério do Trabalho - Limites de Tolerância para Ruídos de Impacto, o número máximo tolerável de impactos é de 140 por hora.
Estão corretas as assertivas:
 

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1364537 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
Complemente corretamente a assertiva a seguir:
são partículas sólidas formadas pela condensação de vapores, após volatilização de substâncias que, em condições normais de temperatura e pressão, são sólidas ou líquidas, em operações como .
 

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1364229 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
No que se refere à melhoria do design do posto de trabalho deve-se ajustar a altura de operação para cada trabalhador, situando-a no nível dos cotovelos ou um pouco mais abaixo. Isso por que uma altura correta nas regiões onde as mãos operam facilita a eficiência do trabalho e reduz a fadiga. A maioria das operações de trabalho são mais bem realizadas no nível dos cotovelos. Se a superfície de trabalho estiver alta demais, o pescoço e os ombros se enrijecem e ficam doloridos, pois os braços têm de se manter no alto. Isso ocorre tanto numa posição de pé como sentada. Se a superfície de trabalho estiver muito baixa, é fácil surgirem dores na região inferior das costas, pois o trabalho é realizado com o corpo inclinado para a frente. Isso é grave na posição de pé. Estando sentado muito tempo, uma altura de trabalho muito baixa provoca doenças nos ombros e nas costas.
Considerando a afirmativa anterior, relacione as figuras 1, 2, 3, 4, 5 com as assertivas I, II, III, IV, V e, a seguir, assinale a alternativa que apresenta a correta correlação entre as figuras e as assertivas.
Enunciado 1364229-1
Enunciado 1364229-2
Enunciado 1364229-3
I - Dimensões recomendáveis para a maioria dos trabalhos em pé.
II - A maioria das operações de trabalho são mais bem realizadas próximo ao nível dos cotovelos.
III - Dimensões recomendáveis para a maioria das tarefas sentadas.
IV - Para os trabalhadores mais baixos devem ser utilizadas plataformas sob os pés com o objetivo de assegurar uma altura de trabalho apropriada.
V - Para os trabalhadores que operam sentados, a altura da superfície de trabalho deve estar perto do nível dos cotovelos.
 

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1356260 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS

O Texto a seguir apresenta aspectos históricos e de evolução das teorias de análise de acidentes de trabalho. Dentre as alternativas, assinale a que corretamente corresponde às lacunas do texto.

“Desde os primórdios do mundo do trabalho o acidente fez parte do cotidiano dos trabalhadores ganhando visibilidade a partir do século XIX com o avanço do processo de industrialização e das lutas operárias dele decorrentes (Machado, 1991). Enquanto fenômeno que rompe com a lógica do trabalho, o acidente sempre existiu. Mais do que isso podemos afirmar que, ligados à dinâmica da sociedade, que está sempre em movimento, acidentes sempre farão parte do cenário social (Freitas,1996). Até meados do século XVIII, a compreensão do evento-acidente esteve atrelada às manifestações dos deuses. Incêndios, inundações, furacões, maremotos, fome e epidemias eram compreendidos como manifestações da providência divina (Theys, 1987). A relação do acidente com o trabalho era apenas superficial, ou seja, a fenomenologia do acidente encontrava-se limitada pois respaldava-se apenas em modelos descritivos que não abordavam a totalidade do processo produtivo. Com a Revolução Industrial, o desenvolvimento científico e tecnológico e as transformações na sociedade e na natureza, o homem passa a ser o responsável pela geração e pela remediação de seus males”. A concepção anterior de acidente torna-se insuficiente porque assim como não existe trabalho em geral, não existe acidente em geral (Oliveira,1989) faz-se necessário contextualizar o acidente historicamente”.

Na discussão da concepção do acidente de trabalho, destacam-se basicamente duas vertentes diferenciadas sobre esta temática: a primeira, de caráter jurídico-institucional, sustentada pela , que propõe que a sociedade é quem deve arcar com o ônus dos infortúnios ocorridos no trabalho, se ela é a consumidora de bens e serviços, deve ser responsabilizada também pelos efeitos negativos do processo de trabalho (Rodrigues, 1986); a segunda, desenvolvida pela engenharia de segurança voltada para o controle dos acidentes, constituindo a , segundo a qual, através da identificação dos fatores de risco, pode-se estabelecer um controle sobre os trabalhadores por meio de técnicas de prevenção da SST, desenvolvido pelos serviços da empresa (SESMT e CIPA). Quanto à evolução conceitual do acidente do trabalho, encontramos primeiramente a , pela qual se considera apenas o aspecto localizado do acidente, que é explicado como resultado de uma falha gerada e efetivada onde se deu a ocorrência. A responsabilidade recai sobre os ombros do faltoso, ou seja, ocorre uma falha profissional proveniente da má realização de um ofício. Essa corrente teórica enfoca a segurança como parte da responsabilidade do trabalhador não como inerente ao processo produtivo. Já a explica o acidente a partir da inadaptação do perfil do posto de trabalho às características dos indivíduos que o ocupassem seguindo uma premissa Taylorista: “O HOMEM CERTO PARA O LUGAR CERTO”. Teoria essa, inadequada como prática de prevenção de acidentes, pois a questão central deve ser EVITAR e ELIMINAR os riscos do processo de trabalho. Pela teoria da dicotomia entre fatores técnicos e fatores humanos, admite-se a existência de fatores causais sem ligação direta com a vítima. O modelo teórico do acidente é reformulado com a substituição da noção de responsabilidade pela noção de fenômeno complexo como resultado do efeito conjugado de uma série de fatores causais. A noção consiste na hipótese de que um único evento (acidente) pode ter várias causas, originar acidentes distintos. A preocupação volta-se à classificação de fatores causais: os fatores humanos e os fatores técnicos. O acidente é considerado como um elemento exógeno ao processo de trabalho e não como um de seus resultados. Com a , avança-se sobre o problema teórico-metodológico de dissociação entre o acidente e o processo de trabalho, ou seja, as observações das atividades laborais passam a ser comparadas às situações de trabalho similares com e sem ocorrência de acidentes. Busca-se a compreensão de uma dada situação de trabalho não resumindo à descrição em termos situacionais de normalidade, mas também associando-a às situações correntes de trabalho. Por fim pela o acidente é correlacionado ao processo de trabalho, revelando a existência de problemas de adaptação do sistema às suas finalidades. Por essa teoria o acidente é tido como resultado da combinação de um conjunto de fatores situados em distâncias funcionais distintas com relação ao evento terminal e com influências variáveis para o mesmo acidente típico a chamada Análise de Árvore de Falhas (Árvores de Causas), em que o enfoque priorizado é a análise da situação de trabalho: o acidente é o resultado terminal de um mecanismo originário do próprio processo de trabalho.

 

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Utilizando o software Microsoft Excel na versão 2003 ou superior, tem-se um arquivo com quatro planilhas nomeadas nesta ordem: “resumo”, “mes01”, “mes02” e “mes03. A primeira planilha contém um resumo das vendas efetuadas ao longo dos meses, as demais planilhas contem histórico de vendas diárias de um determinado mês. O total das vendas mensais das planilhas “mes01”, “mes02” e “mes03”, encontram-se na linha 1 coluna D de cada planilha. Assinale a alternativa que indica qual dever ser a fórmula contida na célula D15 da planilha “resumo”, com o valor médio do total de vendas mensais das planilhas “mes01”, “mes02” e “mes03.
 

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