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A nefrotoxicidade associada aos exames complementares pode piorar o estado de lesão renal prévio. Com relação à nefropatia associada aos contrastes e ao gadolíneo, julgue o item que se segue.
Deve-se administrar, por via oral, duas vezes ao dia, no dia do procedimento e até 24 horas após o exame, uma dose de 1.200 mg de acetilcisteína a pacientes com risco aumentado para nefropatia por contraste.
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A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
O diagnóstico de peritonite associada ao cateter de diálise peritoneal deve ser suspeitado se houver dor abdominal, dialisato turvo, contagem de leucócitos acima de 100 µL ou células polimorfonucleares maiores que 50%, sendo necessário que haja fluido na cavidade abdominal por 4 horas.
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A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
Pode ocorrer perda de proteína para o peritônio durante a diálise peritoneal, de modo que se recomenda, para pacientes que a utilizam como terapia substitutiva, a ingesta de, no mínimo, 1,5 gramas/kg de proteína em 24 horas.
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A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
Na vigência de peritonite infecciosa associada ao cateter de Tenckhoff, está indicada a remoção do cateter em casos de peritonite refratária (sem resposta ao antibiótico após 5 dias de tratamento), peritonite refratária (no orifício de saída e do túnel) e peritonite fúngica.
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A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue os próximos itens.
Em caso de peritonite causada por Pseudomonas, recomenda-se retirada do cateter com urgência.
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A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
O teste de equilíbrio peritoneal (PET) para a avaliação da taxa de transferência de solutos e água através da membrana peritoneal em pacientes em diálise peritoneal baseia-se em três parâmetros: relação da creatinina no dialisato e plasmática em 4 horas (creatinina D/P); relação de glicose no dialisato em 4 horas e 0 hora (glicose D/D0); volume de ultrafiltração em 4 horas (VUF).
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A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
As complicações da diálise peritoneal no caso de lesão renal aguda incluem peritonites, complicações mecânicas, perda de proteína e hiperglicemia.
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No caso de doença renal crônica, os rins podem adaptar-se na busca da manutenção da homeostase do organismo. A esse respeito, julgue o próximo item.
O equilíbrio ácido básico é afetado nas fases iniciais da insuficiência renal crônica. A excreção de amônio não se sustenta devido à incapacidade das células do túbulo proximal de aumentar a síntese de amônia, o que resulta em acidose metabólica.
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No caso de doença renal crônica, os rins podem adaptar-se na busca da manutenção da homeostase do organismo. A esse respeito, julgue o próximo item.
Os rins mantêm quase intacto o balanço de sódio até próximo às fases terminais da doença renal crônica, e a fração de excreção de sódio aumenta em proporção inversa à queda do ritmo de filtração glomerular.
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No caso de doença renal crônica, os rins podem adaptar-se na busca da manutenção da homeostase do organismo. A esse respeito, julgue o próximo item.
Nos pacientes com doença renal crônica, a dificuldade em concentrar a urina os predispõe à desidratação hipertônica.
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