O biomarcador ideal para injúria renal aguda é aquele cuja
concentração se eleve minutos após a lesão renal, que permaneça
elevado por vários dias, que indique o prognóstico do paciente e
que se eleve se houver lesão tubular. Com relação aos
biomarcadores, julgue o item a seguir.
A interleucina 18 (IL-18) participa da inflamação e da injúria
tubular isquêmica, podendo sua concentração na urina
alterar-se até 72 horas antes do diagnóstico de lesão renal
aguda por creatinina ou diurese.
O biomarcador ideal para injúria renal aguda é aquele cuja
concentração se eleve minutos após a lesão renal, que permaneça
elevado por vários dias, que indique o prognóstico do paciente e
que se eleve se houver lesão tubular. Com relação aos
biomarcadores, julgue o item a seguir.
A proteína ligadora de ácidos graxos tipo L (L-FABP) aumenta
após as primeiras 4 horas da isquemia ou reperfusão, sendo
eliminada nos glomérulos para o lúmen.
O biomarcador ideal para injúria renal aguda é aquele cuja
concentração se eleve minutos após a lesão renal, que permaneça
elevado por vários dias, que indique o prognóstico do paciente e
que se eleve se houver lesão tubular. Com relação aos
biomarcadores, julgue o item a seguir.
A cistatina C é uma proteína produzida por células nucleadas,
excretada por filtração glomerular e, posteriormente, quase
totalmente reabsorvida nos túbulos proximais,
independentemente de massa muscular. A dosagem de
cistatina C na urina 6 horas após admissão em UTI possui
correlação com a predição de injúria renal aguda
O biomarcador ideal para injúria renal aguda é aquele cuja
concentração se eleve minutos após a lesão renal, que permaneça
elevado por vários dias, que indique o prognóstico do paciente e
que se eleve se houver lesão tubular. Com relação aos
biomarcadores, julgue o item a seguir.
A dosagem sérica de NGAL (neutrophil gelatinase-associated
lipocalin) é superior à dosagem urinária para predizer injuria
renal aguda. Essa proteína possui excelente sensibilidade e
especificidade, alterando-se nas horas iniciais após a injúria
renal.
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue o item subsequente.
O tratamento paliativo para a síndrome hepatorrenal consiste
na administração de albumina e terlipressina, e o tratamento
definitivo consiste na MARS (molecular adsorbent
recirculating system), que possibilita, em um mesmo
procedimento, a substituição renal e hepática.