Foram encontradas 25 questões.
Um estudo de coorte mostra risco relativo (RR) de 1,8 (95% IC 1,4-2,2) para consumo de álcool e câncer de mama, e outro estudo de coorte mostra RR de 1,8 (95% IC 0,6- 13,5) para tabagismo e câncer de mama. Levando em conta esses dados, considere as afirmações abaixo.
I - Ambas as associações são provavelmente devidas ao acaso.
II - Álcool pode causar câncer de mama.
III - O estudo sobre tabagismo, provavelmente, envolve população menor que o estudo sobre álcool.
Quais estão corretas?
Provas
Paciente, 38 anos, G2 C1 há oito anos, por condição fetal não tranquilizadora, tem diagnóstico de HAS pré-gestacional e suspendeu uso de anti-hipertensivo na gestação. Vem para consulta de rotina pré-natal com 37 semanas + 2 dias. Gestação bem datada, paciente sem outras morbidades. US obstétrica há quatro semanas mostrava peso fetal estimado no percentil 30 para idade gestacional e líquido normal. Pré-natal sem intercorrências até então. PA: 136/84 mmHg; FC: 100 bpm; AU: 36 cm; BCF:128 bpm. Colo conservado ao toque vaginal. A conduta nesse momento é:
Provas
Gestante, 35 anos, G3 A1 P1 (RN de 5 kg há sete anos). Apresenta diabetes gestacional com bom controle em terapia nutricional. Interna por trabalho de parto pré-termo de gestação gemelar dicoriônica/diamniótica de 34 semanas + 3 dias. US obstétrica mostra G1 com peso fetal estimado (PFE) no percentil 70 e G2 com PFE no percentil 5, ambos cefálicos e com bolsão de líquido amniótico ≥ 2 cm e eco-Doppler normal. Ao exame, apresenta sinais vitais estáveis, dinâmica uterina de 2/10 min, toque vaginal sem evolução há 2h: cefálico em -2 de DeLee, dilatação cervical de 7 cm com membranas íntegras. CTG contínua categoria 1. A conduta imediata mais adequada nesse momento é
Provas
Paciente, 25 anos, menarca aos 10 anos, nuligesta, relata ciclos menstruais irregulares longos (chega a fazer períodos de amenorreias) e hirsutismo desde a adolescência. A avaliação laboratorial evidencia prolactina, cortisol urinário e TSH normais, 17-OH-progesterona elevada. IMC = 34 Kg/m2. O provável diagnóstico para este caso é
Provas
Paciente, 67 anos, vem à consulta de revisão. Refere ter feito uso de TH, interrompido há vários anos. Nega fogachos. Nega fraturas prévias ou história familiar de fraturas. Ingere cerca de um litro de leite ao dia e expõe-se regularmente ao sol, sem uso de protetor solar (membros inferiores e superiores). Realiza pilates duas vezes por semana e faz esteira outras duas vezes. Uso crônico de pantoprazol há quatro anos. Ao exame físico: PA 125/80 mmHg, IMC 24 Kg/m2, mamas, abdômen e especular sem alterações. Traz exames recentes: mamografia normal e densitometria óssea com escore T na coluna = -3,1; escore T no colo = -2,3 e escore T do fêmur total = -2,9. Qual a indicação mais adequada para este caso?
Provas
Paciente, 18 anos, refere que nunca menstruou. Traz os seguintes resultados de exames: FSH de 42 UI/L, estradiol de 21 pg/dL e LH de 47 UI/L. Qual o exame complementar a ser solicitado?
Provas
Paciente, 36 anos, relata ocorrência de sangramento aumentado nos últimos dois anos, desde a LT. Tem apresentado coágulos, cólicas e duração de 10 dias do sangramento. Nuligesta. É hipertensa, obesa e tem DM tipo I. Consultou um médico que indicou histerectomia, mas deseja uma segunda opinião, pois não deseja realizar cirurgia. Traz hemograma, mamografia e citopatológico cervical com ASCUS, e ultrassom com a imagem abaixo.

Qual a conduta mais adequada para este caso?
Provas
Paciente, 30 anos, G2P1, IG 28 semanas, é internada na enfermaria obstétrica com diagnóstico de restrição de crescimento fetal. Entre os exames para avaliação, foi realizada ecografia obstétrica com Doppler que evidenciou feto único, cefálico, líquido amniótico em quantidade reduzida, peso fetal estimado de 890 g (P2), artérias umbilicais com fluxo diastólico retrógrado (diástole reversa) e Doppler venoso conforme figura abaixo.

A conduta mais adequada para este caso é
Provas
Primigesta, 23 anos, IG 33 semanas, sem comorbidades e com adequado acompanhamento pré-natal, sem alergias, chega à emergência obstétrica referindo contrações uterinas regulares iniciadas há aproximadamente quatro horas. Nega perda de líquido e sangramento vaginal e refere boa movimentação fetal. Ao exame físico da chegada, há sinais vitais dentro da normalidade, dinâmica uterina de três contrações em 10 minutos, BCF 145 bpm e toque vaginal evidenciando colo médio, 80% apagado e dilatação de 4 cm. Quanto ao manejo dessa paciente, podemos afirmar que:
Provas
Puérpera, 36 horas após cesariana por desproporção cefalopélvica, apresenta pico febril de 39°C, associado a tremores e dor em baixo ventre. Internada com recém-nascido em alojamento conjunto, sem intercorrências em relação ao aleitamento. Ao exame, refere dor à mobilização do colo uterino durante o toque vaginal e hemograma com 19.000 leucócitos sem desvio à esquerda. Qual a conduta mais adequada para este caso?
Provas
Caderno Container