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Paciente, 30 anos, G2C1 (cesárea há quatro anos por apresentação pélvica), IG 40 semanas, IMC 36 Kg/m², com diagnóstico de diabete gestacional controlada com dieta, sem outras intercorrências no pré-natal, interna para indução do trabalho de parto com ocitocina endovenosa. Evolui para parto vaginal com episiotomia após 10 horas de indução, com nascimento de feto masculino, pesando 3595 g, Apgar 8/9. Após a dequitação, paciente evolui com sangramento aumentado, mal-estar e sudorese. Aferidos os sinais vitais: PA 90/50 mmHg, FC 110 bpm, Tax 36,3º C. Faz parte do manejo dessa paciente:
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Paciente, 19 anos, secundigesta, IG 22 semanas, com diagnóstico de gestação gemelar monocoriônica e diamniótica, chega para realização de exame ecográfico de rotina no seu pré-natal. Durante o exame, é evidenciado maior bolsão vertical de 10 cm em um dos fetos e maior bolsão vertical de 1 cm no outro, não sendo visualizada a bexiga nesse último. Qual o diagnóstico mais provável e o tratamento mais eficaz para este caso?
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Primigesta, 28 anos, IG 32 semanas, TS O+, pré-natal risco habitual, chega à emergência obstétrica referindo perda de líquido vaginal há três horas. Nega contrações e sangramento vaginal. Sem rastreamento para estreptococo do grupo B no pré-natal. Ao exame físico: PA 110x60 mmHg, FC 85 bpm, Tax 36,7º C, dinâmica uterina ausente, BCF 145 bpm, movimentação fetal presente, exame especular evidenciando presença de líquido amniótico claro fluindo pelo OCE. Ecografia na chegada com ILA 3,6 cm e perfil biofísico fetal 6/8 (ausência de bolsão), apresentação cefálica. Qual a conduta imediata mais adequada para este caso?
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Paciente, 22 anos, consulta na emergência com as seguintes queixas: refere sete semanas de gestação pela DUM, perda sanguínea vaginal em borra de café há 4h. Nega relações sexuais recentes. Não usa ACO há um ano. G2 P0 A1. Ao exame físico: BEG, PA 80/50 mmHg. FC 108 bpm, Tax 37,1º C. Mucosas hipocoradas. Toque vaginal: colo fechado, útero pequeno doloroso à mobilização, sem massas anexiais palpáveis. HCG sanguíneo: 2300 mUI. Ecografia transvaginal: útero AVF 8,1x6,3x4,1 cm, endométrio com 1,3 cm de espessura, ausência de gestação intrauterina, anexos não individualizados, presença de pequena quantidade de líquido livre em fundo de saco vaginal.
Qual a hipótese diagnóstica e a conduta mais adequada para este caso?
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Paciente, 28 anos, em atendimento em Emergência Ginecológica, relata que iniciou com dor em baixo ventre há três dias, localizando-se com maior intensidade na fossa ilíaca direita, temperatura axilar 37,8º C e sangramento vaginal intermitente em pequena quantidade. Demais dados da história clínica: desconforto ao urinar, uso de anticoncepcional hormonal injetável, Gesta 2 Para 2.
Ao exame físico: abdômen doloroso em região hipogástrica e fossas ilíacas, ausência de distensão abdominal e sem irritação peritoneal. Especular: secreção vaginal sanguinolenta. Toque vaginal: dor à mobilização do colo do útero, anexos dolorosos. Qual o diagnóstico mais provável, exames laboratoriais iniciais e conduta mais adequada no primeiro atendimento a esta paciente?
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LPS, 25 anos, em consulta ginecológica, refere secreção vaginal e aumento de volume, descrita como “uma bola” na região inguinal direita há alguns dias. Ao exame físico: abdômen sem alterações. Na região inguinal direita, palpa-se aumento de volume de aproximadamente 2,5 cm, sem sinais flogísticos. Especular: leve hiperemia vulvar. Toque vaginal: colo do útero sem dor à mobilização, anexos não dolorosos. Qual a patologia mais provável deste paciente?
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Paciente do sexo feminino, com 24 anos de idade, foi encaminhada pelo Posto de Saúde para atendimento em Emergência Ginecológica por apresentar episódio de lipotímia e sangramento vaginal no momento da consulta. HCG urinário, teste rápido, positivo para gravidez realizado pela enfermeira. Já no atendimento hospitalar, relata sangramento vaginal há três dias com piora do fluxo, tonturas e cólicas intensas desde a última noite. Traz ecografia transvaginal realizada há 30 dias com presença de saco gestacional com 24mm e ausência de embrião. Ao exame observam-se sinais vitais: Tax 37,2º C, PA 90/60 mmHg, FC 100 bpm. Especular: sangramento vaginal ativo com coágulos. Toque vaginal: útero discretamente aumentado, orifício do colo uterino permeável. Exames laboratoriais: Ht 30%, Hb 7,8 g/dL, Leucócitos 13100 bast 0% seg 62%, sorologias negativas e tipagem sanguínea A+. Ecografia transvaginal: presença de conteúdo amorfo e heterogêneo em cavidade uterina, endométrio com espessura de 1,5 cm. No caso clínico relatado acima, qual o provável diagnóstico médico e a conduta mais adequada a ser tomada?
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Adolescente com 17 anos de idade procura atendimento em hospital referenciado para atendimento de vítimas de abuso sexual, acompanhada de sua mãe. Ela relata que, em determinada data, foi a uma festa em uma casa noturna com uma amiga. Durante a festa, ingeriu bebidas alcóolicas e não lembra mais o que ocorreu. Lembra de ter recebido uma carona e ter sido deixada em uma lanchonete de atendimento 24 horas no início da manhã. De lá, foi para casa e não contou nada aos seus pais, pois havia mentido que ia dormir na casa de uma amiga. Após dois meses, percebeu que não havia menstruado. Realizou teste de gestação comprado na farmácia, com resultado positivo para gestação. Contou à mãe, e vieram buscar atendimento. Com base no caso clínico acima relatado, qual das alternativas abaixo está INCORRETA?
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Secundigesta, 38 anos, inicia pré-natal trazendo ultrassom compatível com 13 semanas sem alterações. Na primeira gestação, realizou parto normal eutócico, com 39 semanas, sem intercorrências. Não há história materna de intercorrências na gestação. Na história, relata fratura de coluna há dois anos, quando apresentou tromboembolia venosa no pós-operatório, fazendo uso de heparina de baixo peso molecular por seis meses. Para a prevenção do tromboembolismo, a indicação é
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Gestante com 32 semanas, 20 anos, primigesta, pré-natal sem intercorrências, chega à emergência obstétrica com pressão arterial de 146/94 mmHg, cefaleia, sentindo-se com um mal-estar geral. O exame não apresenta contrações, e o colo uterino é fechado. AU de 28 cm, feto no percentil 20, com um bolsão de líquido amniótico de 2,5 cm. O exame de Doppler das artérias uterinas apresenta incisura protodiastólica, da artéria umbilical e da artéria cerebral média com fluxos normais. A RPC (relação proteinúria/creatininúria) estava em 0,9 mg/dL//mg/dL, e o fullPIERS, em 0,9. Após duas horas de repouso, a pressão normalizou e a cefaleia passou sem medicamentos. A conduta, para este caso, deverá ser:
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