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Foram encontradas 50 questões.

277685 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUNSERV Sorocaba
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Leia o texto para responder à questão.
Solteiro, 38 anos, bom emprego, Jorge não podia, contudo, considerar-se bem sucedido com as mulheres, talvez por causa da timidez. O certo é que sair de casa para frequentar(A) os lugares habituais não lhe proporcionava resultados entusiasmantes. Tinha um ou outro caso, mas nada de paixão arrebatadora. Assim, chegou à conclusão de que as mulheres não se interessavam por ele. Qual o motivo? Não conseguia encontrar uma resposta satisfatória até que alguns amigos tiveram uma iniciativa: a de visitar um vizinho, velho conhecido. Foi com eles, e lá, sentado numa escada de granito(B), num desconfortável degrau verde- mar, ouviu, pela televisão, a notícia sobre uma pesquisa(D) americana que chegava a uma conclusão surpreendente: as mulheres estavam mais interessadas em homens comprometidos.
Ora, ele sempre pensara o contrário. Tanto que, logo no primeiro encontro, declarava-se desimpedido. Imaginava que isso servisse como atrativo, mas estava equivocado. De modo que tratou de mudar de estratégia. E, para isso, bolou uma esposa imaginária, da qual passava a falar tão logo marcava encontro com uma nova mulher. Júlia Maria, dizia, essa mítica esposa, era uma mulher de 32 anos, linda, inteligente, a companheira ideal. Isso, afirmava ele, se fosse companheira. Não o era. Pessoa egoísta, não dava bola para o marido. Ele só não se divorciava porque a mãe pedira-lhe que não o fizesse. E assim, dizia, ia levando sua penosa existência, buscando outras mulheres que pudessem amenizar a sua desgraça.
Essa história que contava fazia enorme sucesso e mudou sua vida. Agora, frequentemente, choviam mulheres. E foi aí que assumiu um compromisso consigo mesmo: o de não se apaixonar por nenhuma delas. Entretanto, ocorreu um inesperado encontro. Era uma mulher que ele encontrou por acaso, quando chegou de carro a um bar(C). Olharam-se, uma imediata afinidade surgiu entre eles, começaram a conversar. Ficou, então, imobilizado de tamanha surpresa(E). Primeiro, porque sentia-se irremediavelmente apaixonado. Depois, porque a moça chamava-se Júlia, tinha 32 anos, era linda, inteligente e, pior que tudo, considerava-se uma companheira ideal.
(Moacyr Scliar. Folha de S.Paulo, 25.10.10. Adaptado)
A preposição de, destacada, estabelece uma relação de causa entre as palavras na frase:
 

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270649 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUNSERV Sorocaba
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O relatório confiamos foi elaborado por Júlia, que hoje está indisposta e gripada.
 

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263943 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FUNSERV Sorocaba
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Um motoboy é entregador de pizza. Ele recebe como salário uma parte fixa que corresponde a 300 reais, mais 2 reais por entrega. O salário do motoboy no mês passado foi 2 000 reais. Se considerarmos x como o número de entregas de pizza efetuadas pelo motoboy, podemos afirmar que a equação que melhor representa o salário que ele recebeu no final do mês em relação ao número de entregas foi
 

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263282 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: FUNSERV Sorocaba
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Assinale a alternativa que descreve a função do ícone da figura a seguir, sabendo que ele pertence à barra de ferramentas Padrão do programa Microsoft PowerPoint XP, em sua configuração padrão.
Enunciado 263282-1
 

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261571 Ano: 2010
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: FUNSERV Sorocaba
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A população de uma pequena cidade do interior de São Paulo variou entre 2007 e 2010, segundo o gráfico.
Enunciado 261571-1
A população dessa cidade era de 19 000 habitantes
 

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259122 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUNSERV Sorocaba
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Leia o texto para responder à questão.
Solteiro, 38 anos, bom emprego, Jorge não podia, contudo, considerar-se bem sucedido com as mulheres, talvez por causa da timidez. O certo é que sair de casa para frequentar os lugares habituais não lhe proporcionava resultados entusiasmantes. Tinha um ou outro caso, mas nada de paixão arrebatadora. Assim, chegou à conclusão de que as mulheres não se interessavam por ele. Qual o motivo? Não conseguia encontrar uma resposta satisfatória até que alguns amigos tiveram uma iniciativa: a de visitar um vizinho, velho conhecido. Foi com eles, e lá, sentado numa escada de granito, num desconfortável degrau verde- mar, ouviu, pela televisão, a notícia sobre uma pesquisa americana que chegava a uma conclusão surpreendente: as mulheres estavam mais interessadas em homens comprometidos.
Ora, ele sempre pensara o contrário. Tanto que, logo no primeiro encontro, declarava-se desimpedido. Imaginava que isso servisse como atrativo, mas estava equivocado. De modo que tratou de mudar de estratégia. E, para isso, bolou uma esposa imaginária, da qual passava a falar tão logo marcava encontro com uma nova mulher. Júlia Maria, dizia, essa mítica esposa, era uma mulher de 32 anos, linda, inteligente, a companheira ideal. Isso, afirmava ele, se fosse companheira. Não o era. Pessoa egoísta, não dava bola para o marido. Ele só não se divorciava porque a mãe pedira-lhe que não o fizesse. E assim, dizia, ia levando sua penosa existência, buscando outras mulheres que pudessem amenizar a sua desgraça.
Essa história que contava fazia enorme sucesso e mudou sua vida. Agora, frequentemente, choviam mulheres. E foi aí que assumiu um compromisso consigo mesmo: o de não se apaixonar por nenhuma delas. Entretanto, ocorreu um inesperado encontro. Era uma mulher que ele encontrou por acaso, quando chegou de carro a um bar. Olharam-se, uma imediata afinidade surgiu entre eles, começaram a conversar. Ficou, então, imobilizado de tamanha surpresa. Primeiro, porque sentia-se irremediavelmente apaixonado. Depois, porque a moça chamava-se Júlia, tinha 32 anos, era linda, inteligente e, pior que tudo, considerava-se uma companheira ideal.
(Moacyr Scliar. Folha de S.Paulo, 25.10.10. Adaptado)
Em – ... alguns amigos tiveram uma iniciativa... – substituindo- se a parte destacada por um pronome, obtém-se, de acordo com a norma culta,
 

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259088 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUNSERV Sorocaba
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Leia o texto para responder à questão.
Solteiro, 38 anos, bom emprego, Jorge não podia, contudo, considerar-se bem sucedido com as mulheres, talvez por causa da timidez. O certo é que sair de casa para frequentar os lugares habituais não lhe proporcionava resultados entusiasmantes. Tinha um ou outro caso, mas nada de paixão arrebatadora. Assim, chegou à conclusão de que as mulheres não se interessavam por ele. Qual o motivo? Não conseguia encontrar uma resposta satisfatória até que alguns amigos tiveram uma iniciativa: a de visitar um vizinho, velho conhecido. Foi com eles, e lá, sentado numa escada de granito, num desconfortável degrau verde- mar, ouviu, pela televisão, a notícia sobre uma pesquisa americana que chegava a uma conclusão surpreendente: as mulheres estavam mais interessadas em homens comprometidos.
Ora, ele sempre pensara o contrário. Tanto que, logo no primeiro encontro, declarava-se desimpedido. Imaginava que isso servisse como atrativo, mas estava equivocado. De modo que tratou de mudar de estratégia. E, para isso, bolou uma esposa imaginária, da qual passava a falar tão logo marcava encontro com uma nova mulher. Júlia Maria, dizia, essa mítica esposa, era uma mulher de 32 anos, linda, inteligente, a companheira ideal. Isso, afirmava ele, se fosse companheira. Não o era. Pessoa egoísta, não dava bola para o marido. Ele só não se divorciava porque a mãe pedira-lhe que não o fizesse. E assim, dizia, ia levando sua penosa existência, buscando outras mulheres que pudessem amenizar a sua desgraça.
Essa história que contava fazia enorme sucesso e mudou sua vida. Agora, frequentemente, choviam mulheres. E foi aí que assumiu um compromisso consigo mesmo: o de não se apaixonar por nenhuma delas. Entretanto, ocorreu um inesperado encontro. Era uma mulher que ele encontrou por acaso, quando chegou de carro a um bar. Olharam-se, uma imediata afinidade surgiu entre eles, começaram a conversar. Ficou, então, imobilizado de tamanha surpresa. Primeiro, porque sentia-se irremediavelmente apaixonado. Depois, porque a moça chamava-se Júlia, tinha 32 anos, era linda, inteligente e, pior que tudo, considerava-se uma companheira ideal.
(Moacyr Scliar. Folha de S.Paulo, 25.10.10. Adaptado)
Leia as afirmações:
I. Após passar a prometer casamento, Jorge conseguiu se relacionar bem com inúmeras mulheres.
II. Ao mencionar Júlia Maria, Jorge mentia para as mulheres.
III. A vida de Jorge era realmente surpreendida por seguidas desgraças.
De acordo com o texto, está correto apenas o que se afirma em
 

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259080 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUNSERV Sorocaba
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Leia o texto para responder à questão.
Solteiro, 38 anos, bom emprego, Jorge não podia, contudo, considerar-se bem sucedido com as mulheres, talvez por causa da timidez. O certo é que sair de casa para frequentar os lugares habituais não lhe proporcionava resultados entusiasmantes. Tinha um ou outro caso, mas nada de paixão arrebatadora. Assim, chegou à conclusão de que as mulheres não se interessavam por ele. Qual o motivo? Não conseguia encontrar uma resposta satisfatória até que alguns amigos tiveram uma iniciativa: a de visitar um vizinho, velho conhecido. Foi com eles, e lá, sentado numa escada de granito, num desconfortável degrau verde- mar, ouviu, pela televisão, a notícia sobre uma pesquisa americana que chegava a uma conclusão surpreendente: as mulheres estavam mais interessadas em homens comprometidos.
Ora, ele sempre pensara o contrário. Tanto que, logo no primeiro encontro, declarava-se desimpedido. Imaginava que isso servisse como atrativo, mas estava equivocado. De modo que tratou de mudar de estratégia. E, para isso, bolou uma esposa imaginária, da qual passava a falar tão logo marcava encontro com uma nova mulher. Júlia Maria, dizia, essa mítica esposa, era uma mulher de 32 anos, linda, inteligente, a companheira ideal. Isso, afirmava ele, se fosse companheira. Não o era. Pessoa egoísta, não dava bola para o marido. Ele só não se divorciava porque a mãe pedira-lhe que não o fizesse. E assim, dizia, ia levando sua penosa existência, buscando outras mulheres que pudessem amenizar a sua desgraça.
Essa história que contava fazia enorme sucesso e mudou sua vida. Agora, frequentemente, choviam mulheres. E foi aí que assumiu um compromisso consigo mesmo: o de não se apaixonar por nenhuma delas. Entretanto, ocorreu um inesperado encontro. Era uma mulher que ele encontrou por acaso, quando chegou de carro a um bar. Olharam-se, uma imediata afinidade surgiu entre eles, começaram a conversar. Ficou, então, imobilizado de tamanha surpresa. Primeiro, porque sentia-se irremediavelmente apaixonado. Depois, porque a moça chamava-se Júlia, tinha 32 anos, era linda, inteligente e, pior que tudo, considerava-se uma companheira ideal.
(Moacyr Scliar. Folha de S.Paulo, 25.10.10. Adaptado)
Em – ... ele encontrou por acaso... – passando a expressão em destaque para o plural, com o verbo no tempo futuro, obtém-se:
 

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245222 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUNSERV Sorocaba
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Leia o texto para responder à questão.
Solteiro, 38 anos, bom emprego, Jorge não podia, contudo, considerar-se bem sucedido com as mulheres, talvez por causa da timidez. O certo é que sair de casa para frequentar os lugares habituais não lhe proporcionava resultados entusiasmantes. Tinha um ou outro caso, mas nada de paixão arrebatadora. Assim, chegou à conclusão de que as mulheres não se interessavam por ele. Qual o motivo? Não conseguia encontrar uma resposta satisfatória até que alguns amigos tiveram uma iniciativa: a de visitar um vizinho, velho conhecido. Foi com eles, e lá, sentado numa escada de granito, num desconfortável degrau verde- mar, ouviu, pela televisão, a notícia sobre uma pesquisa americana que chegava a uma conclusão surpreendente: as mulheres estavam mais interessadas em homens comprometidos.
Ora, ele sempre pensara o contrário. Tanto que, logo no primeiro encontro, declarava-se desimpedido. Imaginava que isso servisse como atrativo, mas estava equivocado. De modo que tratou de mudar de estratégia. E, para isso, bolou uma esposa imaginária, da qual passava a falar tão logo marcava encontro com uma nova mulher. Júlia Maria, dizia, essa mítica esposa, era uma mulher de 32 anos, linda, inteligente, a companheira ideal. Isso, afirmava ele, se fosse companheira. Não o era. Pessoa egoísta, não dava bola para o marido. Ele só não se divorciava porque a mãe pedira-lhe que não o fizesse. E assim, dizia, ia levando sua penosa existência, buscando outras mulheres que pudessem amenizar a sua desgraça.
Essa história que contava fazia enorme sucesso e mudou sua vida. Agora, frequentemente, choviam mulheres. E foi aí que assumiu um compromisso consigo mesmo: o de não se apaixonar por nenhuma delas. Entretanto, ocorreu um inesperado encontro. Era uma mulher que ele encontrou por acaso, quando chegou de carro a um bar. Olharam-se, uma imediata afinidade surgiu entre eles, começaram a conversar. Ficou, então, imobilizado de tamanha surpresa. Primeiro, porque sentia-se irremediavelmente apaixonado. Depois, porque a moça chamava-se Júlia, tinha 32 anos, era linda, inteligente e, pior que tudo, considerava-se uma companheira ideal.
(Moacyr Scliar. Folha de S.Paulo, 25.10.10. Adaptado)
O antônimo da palavra destacada no trecho – ... mulheres que talvez pudessem amenizar a sua desgraça. – é
 

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243998 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
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Um atleta percorre 30 quilômetros em 2 horas. Mantendo o mesmo ritmo, ele percorrerá, em 300 minutos,
 

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