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Leia o texto para responder à questão.
Ritmo da evolução
A evolução humana está em processo de aceleração ou de desaceleração? A pergunta, que pode parecer de um academicismo meio bizantino, na verdade encerra uma ácida polêmica que cinde em dois o habitat dos biólogos.
O trabalho da brasileira Carolina Marchetto, que usou células embrionárias reprogramadas para mostrar que o homem está evoluindo de forma mais lenta do que chimpanzés, dá algum suporte para a hipótese da desaceleração, mas a questão está longe de resolvida.
Para os cientistas que se perfilam nesse grupo, o advento da cultura, com seus desenvolvimentos sociais e tecnológicos, nos tornou menos dependentes da genética. O paleontologista Stephen Jay Gould era um campeão dessa teoria. Para ele, não houve mudança biológica significativa nos últimos 40 mil anos.
Na outra ponta, pesquisadores como os antropólogos Henry Harpending e John Hawks sustentam não só que a evolução genética continua viva e atuante na humanidade como se acelerou nos últimos 40 milênios, especialmente desde o surgimento da agricultura, dez mil anos atrás. Essa teoria, embora longe de consensual, tem ganhado a simpatia de pesquisadores de várias áreas.
As conclusões desse grupo se baseiam principalmente em análises estatísticas de mutações observadas no genoma de diferentes populações humanas. Em suas contas, 23% de nossos genes estiveram sob pressão seletiva recente. No plano teórico, a ideia é que a concentração demográfica e a exposição a ambientes mais diversos favorecem a evolução.
É cedo para cravar quem está certo. Mais trabalhos deverão ser produzidos e, pelo menos em princípio, as evidências podem resolver a questão. O complicador aqui é político. Evolução recente pode ser interpretada como sinônimo de raça, e este é um assunto que tende a ser especialmente explosivo na academia.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 26.10.2013. Adaptado)
Assinale a alternativa cujo termo em destaque expressa finalidade.
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Leia o texto para responder à questão.
Arte sobre a pobreza tem mais impacto que pesquisas
A forma como livros e filmes mostram populações pobres ou países em desenvolvimento influencia mais as organizações multilaterais do que pesquisas econômicas.
Pelo menos é o que afirmam três pesquisadores que publicaram um estudo pelo Banco Mundial em junho e que, recentemente, lançaram um livro sobre esse tema. O raciocínio dos autores é que as instituições multilaterais são compostas por governos, que, por sua vez, são influenciados pelas opiniões do público de seus países.
E pouca gente lê artigos. O que se sabe sobre um país pobre é, geralmente, descoberto em livros e filmes.
Dennis Rodgers, um dos autores e professor de sociologia da Universidade de Glasgow, diz que isso pode ser positivo: um relatório nunca fará alguém ser voluntário por uma causa, mas um filme teria esse poder.
O estudo, no entanto, diz que pode haver falhas nos retratos de pobreza. Rodgers lista dois: a simplificação excessiva e a figura do europeu ou do americano “herói”.
“Na maioria dos filmes, o conhecimento, a tecnologia e a bondade vão do Norte para o Sul. E, se olharmos para como o desenvolvimento funciona, muitas inovações vieram do Sul para o Norte”.
O filme Cidade de Deus é citado como “um dos primeiros a chamar a atenção, no circuito de cinema dos países ricos, para o tema da violência urbana, crítico para o desenvolvimento econômico”. No texto, os autores lamentam que ele seja exibido em universidades como um “quase documentário”, algo que ele não se propõe a ser.
(Felipe Gutierrez. Folha de S.Paulo, 15.12.2013. Adaptado)
Sem que haja alteração de sentido, a frase – O que se sabe sobre um país pobre é, geralmente, descoberto em livros e filmes. – está corretamente reescrita em:
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Leia o texto para responder à questão.
Arte sobre a pobreza tem mais impacto que pesquisas
A forma como livros e filmes mostram populações pobres ou países em desenvolvimento influencia mais as organizações multilaterais do que pesquisas econômicas.
Pelo menos é o que afirmam três pesquisadores que publicaram um estudo pelo Banco Mundial em junho e que, recentemente, lançaram um livro sobre esse tema. O raciocínio dos autores é que as instituições multilaterais são compostas por governos, que, por sua vez, são influenciados pelas opiniões do público de seus países.
E pouca gente lê artigos. O que se sabe sobre um país pobre é, geralmente, descoberto em livros e filmes.
Dennis Rodgers, um dos autores e professor de sociologia da Universidade de Glasgow, diz que isso pode ser positivo: um relatório nunca fará alguém ser voluntário por uma causa, mas um filme teria esse poder.
O estudo, no entanto, diz que pode haver falhas nos retratos de pobreza. Rodgers lista dois: a simplificação excessiva e a figura do europeu ou do americano “herói”.
“Na maioria dos filmes, o conhecimento, a tecnologia e a bondade vão do Norte para o Sul. E, se olharmos para como o desenvolvimento funciona, muitas inovações vieram do Sul para o Norte”.
O filme Cidade de Deus é citado como “um dos primeiros a chamar a atenção, no circuito de cinema dos países ricos, para o tema da violência urbana, crítico para o desenvolvimento econômico”. No texto, os autores lamentam que ele seja exibido em universidades como um “quase documentário”, algo que ele não se propõe a ser.
(Felipe Gutierrez. Folha de S.Paulo, 15.12.2013. Adaptado)
Releia o trecho a seguir:
No texto, os autores lamentam que ele seja exibido em universidades como um “quase documentário”, algo que ele não se propõe a ser.
O pronome em destaque se refere a:
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Leia o texto para responder à questão.
Ritmo da evolução
A evolução humana está em processo de aceleração ou de desaceleração? A pergunta, que pode parecer de um academicismo meio bizantino, na verdade encerra uma ácida polêmica que cinde em dois o habitat dos biólogos.
O trabalho da brasileira Carolina Marchetto, que usou células embrionárias reprogramadas para mostrar que o homem está evoluindo de forma mais lenta do que chimpanzés, dá algum suporte para a hipótese da desaceleração, mas a questão está longe de resolvida.
Para os cientistas que se perfilam nesse grupo, o advento da cultura, com seus desenvolvimentos sociais e tecnológicos, nos tornou menos dependentes da genética. O paleontologista Stephen Jay Gould era um campeão dessa teoria. Para ele, não houve mudança biológica significativa nos últimos 40 mil anos.
Na outra ponta, pesquisadores como os antropólogos Henry Harpending e John Hawks sustentam não só que a evolução genética continua viva e atuante na humanidade como se acelerou nos últimos 40 milênios, especialmente desde o surgimento da agricultura, dez mil anos atrás. Essa teoria, embora longe de consensual, tem ganhado a simpatia de pesquisadores de várias áreas.
As conclusões desse grupo se baseiam principalmente em análises estatísticas de mutações observadas no genoma de diferentes populações humanas. Em suas contas, 23% de nossos genes estiveram sob pressão seletiva recente. No plano teórico, a ideia é que a concentração demográfica e a exposição a ambientes mais diversos favorecem a evolução.
É cedo para cravar quem está certo. Mais trabalhos deverão ser produzidos e, pelo menos em princípio, as evidências podem resolver a questão. O complicador aqui é político. Evolução recente pode ser interpretada como sinônimo de raça, e este é um assunto que tende a ser especialmente explosivo na academia.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 26.10.2013. Adaptado)
Releia o seguinte trecho do texto:
A pergunta, que pode parecer de um academicismo meio bizantino, na verdade encerra uma ácida polêmica que cinde em dois o habitat dos biólogos.
No contexto, sem que haja prejuízo de sentido ao texto, o termo destacado pode ser corretamente substituído pela seguinte expressão:
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Leia o texto para responder à questão.
Arte sobre a pobreza tem mais impacto que pesquisas
A forma como livros e filmes mostram populações pobres ou países em desenvolvimento influencia mais as organizações multilaterais do que pesquisas econômicas.
Pelo menos é o que afirmam três pesquisadores que publicaram um estudo pelo Banco Mundial em junho e que, recentemente, lançaram um livro sobre esse tema. O raciocínio dos autores é que as instituições multilaterais são compostas por governos, que, por sua vez, são influenciados pelas opiniões do público de seus países.
E pouca gente lê artigos. O que se sabe sobre um país pobre é, geralmente, descoberto em livros e filmes.
Dennis Rodgers, um dos autores e professor de sociologia da Universidade de Glasgow, diz que isso pode ser positivo: um relatório nunca fará alguém ser voluntário por uma causa, mas um filme teria esse poder.
O estudo, no entanto, diz que pode haver falhas nos retratos de pobreza. Rodgers lista dois: a simplificação excessiva e a figura do europeu ou do americano “herói”.
“Na maioria dos filmes, o conhecimento, a tecnologia e a bondade vão do Norte para o Sul. E, se olharmos para como o desenvolvimento funciona, muitas inovações vieram do Sul para o Norte”.
O filme Cidade de Deus é citado como “um dos primeiros a chamar a atenção, no circuito de cinema dos países ricos, para o tema da violência urbana, crítico para o desenvolvimento econômico”. No texto, os autores lamentam que ele seja exibido em universidades como um “quase documentário”, algo que ele não se propõe a ser.
(Felipe Gutierrez. Folha de S.Paulo, 15.12.2013. Adaptado)
Releia a seguinte passagem do texto:
O estudo, no entanto, diz que pode haver falhas nos retratos de pobreza. Rodgers lista dois: a simplificação excessiva e a figura do europeu ou do americano “herói”.
É correto concluir que a simplificação excessiva a que Dennis Rodgers, um dos autores do estudo, refere-se encontra correspondência no fato de o filme Cidade de Deus
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Leia o texto para responder à questão.
Ritmo da evolução
A evolução humana está em processo de aceleração ou de desaceleração? A pergunta, que pode parecer de um academicismo meio bizantino, na verdade encerra uma ácida polêmica que cinde em dois o habitat dos biólogos.
O trabalho da brasileira Carolina Marchetto, que usou células embrionárias reprogramadas para mostrar que o homem está evoluindo de forma mais lenta do que chimpanzés, dá algum suporte para a hipótese da desaceleração, mas a questão está longe de resolvida.
Para os cientistas que se perfilam nesse grupo, o advento da cultura, com seus desenvolvimentos sociais e tecnológicos, nos tornou menos dependentes da genética. O paleontologista Stephen Jay Gould era um campeão dessa teoria. Para ele, não houve mudança biológica significativa nos últimos 40 mil anos.
Na outra ponta, pesquisadores como os antropólogos Henry Harpending e John Hawks sustentam não só que a evolução genética continua viva e atuante na humanidade como se acelerou nos últimos 40 milênios, especialmente desde o surgimento da agricultura, dez mil anos atrás. Essa teoria, embora longe de consensual, tem ganhado a simpatia de pesquisadores de várias áreas.
As conclusões desse grupo se baseiam principalmente em análises estatísticas de mutações observadas no genoma de diferentes populações humanas. Em suas contas, 23% de nossos genes estiveram sob pressão seletiva recente. No plano teórico, a ideia é que a concentração demográfica e a exposição a ambientes mais diversos favorecem a evolução.
É cedo para cravar quem está certo. Mais trabalhos deverão ser produzidos e, pelo menos em princípio, as evidências podem resolver a questão. O complicador aqui é político. Evolução recente pode ser interpretada como sinônimo de raça, e este é um assunto que tende a ser especialmente explosivo na academia.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 26.10.2013. Adaptado)
Segundo as informações do primeiro parágrafo do texto,
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Leia o texto para responder à questão.
Ritmo da evolução
A evolução humana está em processo de aceleração ou de desaceleração? A pergunta, que pode parecer de um academicismo meio bizantino, na verdade encerra uma ácida polêmica que cinde em dois o habitat dos biólogos.
O trabalho da brasileira Carolina Marchetto, que usou células embrionárias reprogramadas para mostrar que o homem está evoluindo de forma mais lenta do que chimpanzés, dá algum suporte para a hipótese da desaceleração, mas a questão está longe de resolvida.
Para os cientistas que se perfilam nesse grupo, o advento da cultura, com seus desenvolvimentos sociais e tecnológicos, nos tornou menos dependentes da genética. O paleontologista Stephen Jay Gould era um campeão dessa teoria. Para ele, não houve mudança biológica significativa nos últimos 40 mil anos.
Na outra ponta, pesquisadores como os antropólogos Henry Harpending e John Hawks sustentam não só que a evolução genética continua viva e atuante na humanidade como se acelerou nos últimos 40 milênios, especialmente desde o surgimento da agricultura, dez mil anos atrás. Essa teoria, embora longe de consensual, tem ganhado a simpatia de pesquisadores de várias áreas.
As conclusões desse grupo se baseiam principalmente em análises estatísticas de mutações observadas no genoma de diferentes populações humanas. Em suas contas, 23% de nossos genes estiveram sob pressão seletiva recente. No plano teórico, a ideia é que a concentração demográfica e a exposição a ambientes mais diversos favorecem a evolução.
É cedo para cravar quem está certo. Mais trabalhos deverão ser produzidos e, pelo menos em princípio, as evidências podem resolver a questão. O complicador aqui é político. Evolução recente pode ser interpretada como sinônimo de raça, e este é um assunto que tende a ser especialmente explosivo na academia.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 26.10.2013. Adaptado)
O termo em destaque na frase – especialmente desde o surgimento da agricultura, dez mil anos atrás. – expressa circunstância de
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Ritmo da evolução
A evolução humana está em processo de aceleração ou de desaceleração? A pergunta, que pode parecer de um academicismo meio bizantino, na verdade encerra uma ácida polêmica que cinde em dois o habitat dos biólogos.
O trabalho da brasileira Carolina Marchetto, que usou células embrionárias reprogramadas para mostrar que o homem está evoluindo de forma mais lenta do que chimpanzés, dá algum suporte para a hipótese da desaceleração, mas a questão está longe de resolvida.
Para os cientistas que se perfilam nesse grupo, o advento da cultura, com seus desenvolvimentos sociais e tecnológicos, nos tornou menos dependentes da genética. O paleontologista Stephen Jay Gould era um campeão dessa teoria. Para ele, não houve mudança biológica significativa nos últimos 40 mil anos.
Na outra ponta, pesquisadores como os antropólogos Henry Harpending e John Hawks sustentam não só que a evolução genética continua viva e atuante na humanidade como se acelerou nos últimos 40 milênios, especialmente desde o surgimento da agricultura, dez mil anos atrás. Essa teoria, embora longe de consensual, tem ganhado a simpatia de pesquisadores de várias áreas.
As conclusões desse grupo se baseiam principalmente em análises estatísticas de mutações observadas no genoma de diferentes populações humanas. Em suas contas, 23% de nossos genes estiveram sob pressão seletiva recente. No plano teórico, a ideia é que a concentração demográfica e a exposição a ambientes mais diversos favorecem a evolução.
É cedo para cravar quem está certo. Mais trabalhos deverão ser produzidos e, pelo menos em princípio, as evidências podem resolver a questão. O complicador aqui é político. Evolução recente pode ser interpretada como sinônimo de raça, e este é um assunto que tende a ser especialmente explosivo na academia.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 26.10.2013. Adaptado)
A expressão explosivo, em destaque no último parágrafo do texto, foi utilizada pelo autor para enfatizar a ideia de que os debates acadêmicos que envolvem o conceito de raça tendem a ser
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A evolução humana está em processo de aceleração ou de desaceleração? A pergunta, que pode parecer de um academicismo meio bizantino, na verdade encerra uma ácida polêmica que cinde em dois o habitat dos biólogos.
O trabalho da brasileira Carolina Marchetto, que usou células embrionárias reprogramadas para mostrar que o homem está evoluindo de forma mais lenta do que chimpanzés, dá algum suporte para a hipótese da desaceleração, mas a questão está longe de resolvida.
Para os cientistas que se perfilam nesse grupo, o advento da cultura, com seus desenvolvimentos sociais e tecnológicos, nos tornou menos dependentes da genética. O paleontologista Stephen Jay Gould era um campeão dessa teoria. Para ele, não houve mudança biológica significativa nos últimos 40 mil anos.
Na outra ponta, pesquisadores como os antropólogos Henry Harpending e John Hawks sustentam não só que a evolução genética continua viva e atuante na humanidade como se acelerou nos últimos 40 milênios, especialmente desde o surgimento da agricultura, dez mil anos atrás. Essa teoria, embora longe de consensual, tem ganhado a simpatia de pesquisadores de várias áreas.
As conclusões desse grupo se baseiam principalmente em análises estatísticas de mutações observadas no genoma de diferentes populações humanas. Em suas contas, 23% de nossos genes estiveram sob pressão seletiva recente. No plano teórico, a ideia é que a concentração demográfica e a exposição a ambientes mais diversos favorecem a evolução.
É cedo para cravar quem está certo. Mais trabalhos deverão ser produzidos e, pelo menos em princípio, as evidências podem resolver a questão. O complicador aqui é político. Evolução recente pode ser interpretada como sinônimo de raça, e este é um assunto que tende a ser especialmente explosivo na academia.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 26.10.2013. Adaptado)
De acordo com o texto, os pesquisadores que sustentam que os seres humanos estão se desenvolvendo de maneira mais acelerada defendem, entre outras, a teoria de que
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O trabalho da brasileira Carolina Marchetto, que usou células embrionárias reprogramadas para mostrar que o homem está evoluindo de forma mais lenta do que chimpanzés, dá algum suporte para a hipótese da desaceleração, mas a questão está longe de resolvida.
Para os cientistas que se perfilam nesse grupo, o advento da cultura, com seus desenvolvimentos sociais e tecnológicos, nos tornou menos dependentes da genética. O paleontologista Stephen Jay Gould era um campeão dessa teoria. Para ele, não houve mudança biológica significativa nos últimos 40 mil anos.
Na outra ponta, pesquisadores como os antropólogos Henry Harpending e John Hawks sustentam não só que a evolução genética continua viva e atuante na humanidade como se acelerou nos últimos 40 milênios, especialmente desde o surgimento da agricultura, dez mil anos atrás. Essa teoria, embora longe de consensual, tem ganhado a simpatia de pesquisadores de várias áreas.
As conclusões desse grupo se baseiam principalmente em análises estatísticas de mutações observadas no genoma de diferentes populações humanas. Em suas contas, 23% de nossos genes estiveram sob pressão seletiva recente. No plano teórico, a ideia é que a concentração demográfica e a exposição a ambientes mais diversos favorecem a evolução.
É cedo para cravar quem está certo. Mais trabalhos deverão ser produzidos e, pelo menos em princípio, as evidências podem resolver a questão. O complicador aqui é político. Evolução recente pode ser interpretada como sinônimo de raça, e este é um assunto que tende a ser especialmente explosivo na academia.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 26.10.2013. Adaptado)
No texto, tanto os pesquisadores que defendem que os seres humanos estão se desenvolvendo de forma mais lenta quanto os que consideram que os humanos continuam em franca evolução citam, para corroborar suas teses,
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