Foram encontradas 150 questões.
Analise as palavras a seguir e assinale a
alternativa em que a palavra dada resulta de
derivação imprópria.
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Analise as palavras a seguir e assinale a
alternativa em que se verifica o emprego
incorreto do hífen.
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Analise as sentenças a seguir e assinale a
alternativa em que ocorre desvio de concordância
verbal ou nominal.
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Considere as sentenças a seguir:
I. Vamos assistir ao primeiro ato da peça.
II. Primeiro, não me dirija a palavra dessa maneira. Segundo, não tenho nada com isso.
III. Ele foi o meu primeiro amor.
A palavra em destaque atua como advérbio apenas em:
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas
atrás do volante de um carro o homem se
comporta como se ainda estivesse nas cavernas.
Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo
espaço na rua como se este fosse o último
mamute. Usando as mesmas táticas de
intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar
ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do
mundo é uma metáfora para a vida competitiva
que a gente leva, cada um dentro do seu próprio
pequeno mundo de metal tentando levar
vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando
não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há
uma exceção. Uma pequena clareira de
solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando
o carro ao seu lado emparelha com o seu e
alguém põe a cabeça para fora, você se prepara
para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas
pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem
ninguém da sua família está sendo xingado. Mas
não, o inimigo está sinceramente preocupado
com a possibilidade da porta se abrir e você cair
do carro.
A porta aberta determina uma espécie de
trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não
ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é
como um código de honra, um intervalo nas
hostilidades. Se a porta se abrir e você cair
mesmo na rua, aí passam por cima. Mas
avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao
estado animal.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas
atrás do volante de um carro o homem se
comporta como se ainda estivesse nas cavernas.
Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo
espaço na rua como se este fosse o último
mamute. Usando as mesmas táticas de
intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar
ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do
mundo é uma metáfora para a vida competitiva
que a gente leva, cada um dentro do seu próprio
pequeno mundo de metal tentando levar
vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando
não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há
uma exceção. Uma pequena clareira de
solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando
o carro ao seu lado emparelha com o seu e
alguém põe a cabeça para fora, você se prepara
para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas
pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem
ninguém da sua família está sendo xingado. Mas
não, o inimigo está sinceramente preocupado
com a possibilidade da porta se abrir e você cair
do carro.
A porta aberta determina uma espécie de
trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não
ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é
como um código de honra, um intervalo nas
hostilidades. Se a porta se abrir e você cair
mesmo na rua, aí passam por cima. Mas
avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao
estado animal.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas
atrás do volante de um carro o homem se
comporta como se ainda estivesse nas cavernas.
Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo
espaço na rua como se este fosse o último
mamute. Usando as mesmas táticas de
intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar
ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do
mundo é uma metáfora para a vida competitiva
que a gente leva, cada um dentro do seu próprio
pequeno mundo de metal tentando levar
vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando
não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há
uma exceção. Uma pequena clareira de
solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando
o carro ao seu lado emparelha com o seu e
alguém põe a cabeça para fora, você se prepara
para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas
pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem
ninguém da sua família está sendo xingado. Mas
não, o inimigo está sinceramente preocupado
com a possibilidade da porta se abrir e você cair
do carro.
A porta aberta determina uma espécie de
trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não
ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é
como um código de honra, um intervalo nas
hostilidades. Se a porta se abrir e você cair
mesmo na rua, aí passam por cima. Mas
avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao
estado animal.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
O elemento mencionado no excerto a que se refere o pronome “este” é:
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas
atrás do volante de um carro o homem se
comporta como se ainda estivesse nas cavernas.
Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo
espaço na rua como se este fosse o último
mamute. Usando as mesmas táticas de
intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar
ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do
mundo é uma metáfora para a vida competitiva
que a gente leva, cada um dentro do seu próprio
pequeno mundo de metal tentando levar
vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando
não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há
uma exceção. Uma pequena clareira de
solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando
o carro ao seu lado emparelha com o seu e
alguém põe a cabeça para fora, você se prepara
para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas
pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem
ninguém da sua família está sendo xingado. Mas
não, o inimigo está sinceramente preocupado
com a possibilidade da porta se abrir e você cair
do carro.
A porta aberta determina uma espécie de
trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não
ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é
como um código de honra, um intervalo nas
hostilidades. Se a porta se abrir e você cair
mesmo na rua, aí passam por cima. Mas
avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao
estado animal.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
Na primeira sentença do excerto, a conjunção “mas” desempenha um papel relacionado à coesão textual. Trata-se de um recurso coesivo:
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Solidários na porta
Vivemos a civilização do automóvel, mas
atrás do volante de um carro o homem se
comporta como se ainda estivesse nas cavernas.
Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo
espaço na rua como se este fosse o último
mamute. Usando as mesmas táticas de
intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar
ou rosnando em vez de morder.
O trânsito em qualquer grande cidade do
mundo é uma metáfora para a vida competitiva
que a gente leva, cada um dentro do seu próprio
pequeno mundo de metal tentando levar
vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando
não se deixar intimidar. E provando que não há
nada menos civilizado que a civilização. Mas há
uma exceção. Uma pequena clareira de
solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando
o carro ao seu lado emparelha com o seu e
alguém põe a cabeça para fora, você se prepara
para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas
pode ter uma surpresa.
— Porta aberta!
— O quê?
Você custa a acreditar que nem você nem
ninguém da sua família está sendo xingado. Mas
não, o inimigo está sinceramente preocupado
com a possibilidade da porta se abrir e você cair
do carro.
A porta aberta determina uma espécie de
trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás,
buzinando freneticamente, se por acaso você não
ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é
como um código de honra, um intervalo nas
hostilidades. Se a porta se abrir e você cair
mesmo na rua, aí passam por cima. Mas
avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao
estado animal.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
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Vinte vezes a idade de Tiago mais dez,
corresponde a idade de seu avô paterno.
Sabendo que seu avô paterno tem 70 anos, pode-se afirmar que Tiago tem:
Sabendo que seu avô paterno tem 70 anos, pode-se afirmar que Tiago tem:
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