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Foram encontradas 287 questões.

366530 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

As questões de 01 a 04 se referem ao texto a seguir.


Afinal, o que é a cultura do estupro e o que ela tem a ver com você


São 500 mil casos de estupro por ano no Brasil, segundo estimativas do governo, e apenas 10% deles são registrados

A expressão cultura do estupro viralizou nos últimos dias, a reboque da imensa repercussão de mais um caso de estupro coletivo. Um ano depois da violência sofrida por uma menina de 16 anos, no Rio de Janeiro, outra adolescente, desta vez de 12 anos, foi abusada por um grupo de garotos também na capital carioca.

Cultura do estupro, segundo a ONU Mulheres, é "o termo usado para abordar as maneiras em que a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro".

Argumentos sobre a conduta, comportamento, forma de se vestir da mulher que foi violentada tiram o foco do fato de que há um agressor, que agiu contra a vontade dela, que se aproveitou de uma situação de fragilidade, que fez com ela atos não consentidos. [...]

A moral da mulher não tem nenhuma relação com o comportamento agressivo e abusivo de um homem.

"Ela bebeu até cair e depois reclama" [...]. Se um homem está bêbado, é espancado e tem sua carteira roubada, por exemplo, ele é culpado pelo crime? Abusar de uma mulher desacordada, não importa a razão, além de ser uma covardia, é crime.

A cultura do estupro é justamente a aceitação e a proliferação do comportamento machista, sexista e misógino. Os homens não precisam responder por seus atos violentos (sexuais ou não) e cabe apenas a mulher o bom comportamento (o "se dar ao respeito") como forma de proteção.

"Nenhum argumento deve, em nenhuma instância, normalizar ou justificar atos bárbaros e criminosos como o estupro. Por tudo isso que é tão importante que todas as pessoas, homens e mulheres, entrem para esse movimento pelo fim da cultura do estupro", escreve a ONU Mulheres.

São 500 mil casos de estupro no Brasil por ano, segundo estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão vinculado ao Governo Federal. Apenas 50 mil são denunciados, desses 70% das vítimas são crianças e adolescentes; 24% dos agressores são pais ou padrastos; 32%, amigos ou conhecidos. [...]


(Disponível em https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/ 06/afinal-o-que-e-cultura-do-estupro-e-o-que-ela-tem-vercom-voce.html)

Segundo o texto:

 

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366529 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

As questões de 01 a 04 se referem ao texto a seguir.


Afinal, o que é a cultura do estupro e o que ela tem a ver com você


São 500 mil casos de estupro por ano no Brasil, segundo estimativas do governo, e apenas 10% deles são registrados

A expressão cultura do estupro viralizou nos últimos dias, a reboque da imensa repercussão de mais um caso de estupro coletivo. Um ano depois da violência sofrida por uma menina de 16 anos, no Rio de Janeiro, outra adolescente, desta vez de 12 anos, foi abusada por um grupo de garotos também na capital carioca.

Cultura do estupro, segundo a ONU Mulheres, é "o termo usado para abordar as maneiras em que a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro".

Argumentos sobre a conduta, comportamento, forma de se vestir da mulher que foi violentada tiram o foco do fato de que há um agressor, que agiu contra a vontade dela, que se aproveitou de uma situação de fragilidade, que fez com ela atos não consentidos. [...]

A moral da mulher não tem nenhuma relação com o comportamento agressivo e abusivo de um homem.

"Ela bebeu até cair e depois reclama" [...]. Se um homem está bêbado, é espancado e tem sua carteira roubada, por exemplo, ele é culpado pelo crime? Abusar de uma mulher desacordada, não importa a razão, além de ser uma covardia, é crime.

A cultura do estupro é justamente a aceitação e a proliferação do comportamento machista, sexista e misógino. Os homens não precisam responder por seus atos violentos (sexuais ou não) e cabe apenas a mulher o bom comportamento (o "se dar ao respeito") como forma de proteção.

"Nenhum argumento deve, em nenhuma instância, normalizar ou justificar atos bárbaros e criminosos como o estupro. Por tudo isso que é tão importante que todas as pessoas, homens e mulheres, entrem para esse movimento pelo fim da cultura do estupro", escreve a ONU Mulheres.

São 500 mil casos de estupro no Brasil por ano, segundo estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão vinculado ao Governo Federal. Apenas 50 mil são denunciados, desses 70% das vítimas são crianças e adolescentes; 24% dos agressores são pais ou padrastos; 32%, amigos ou conhecidos. [...]


(Disponível em https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/ 06/afinal-o-que-e-cultura-do-estupro-e-o-que-ela-tem-vercom-voce.html)

Pode-se depreender do texto que um dos argumentos que sustentam a cultura do estupro é:

 

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366528 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

As questões de 01 a 04 se referem ao texto a seguir.


Afinal, o que é a cultura do estupro e o que ela tem a ver com você


São 500 mil casos de estupro por ano no Brasil, segundo estimativas do governo, e apenas 10% deles são registrados

A expressão cultura do estupro viralizou nos últimos dias, a reboque da imensa repercussão de mais um caso de estupro coletivo. Um ano depois da violência sofrida por uma menina de 16 anos, no Rio de Janeiro, outra adolescente, desta vez de 12 anos, foi abusada por um grupo de garotos também na capital carioca.

Cultura do estupro, segundo a ONU Mulheres, é "o termo usado para abordar as maneiras em que a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro".

Argumentos sobre a conduta, comportamento, forma de se vestir da mulher que foi violentada tiram o foco do fato de que há um agressor, que agiu contra a vontade dela, que se aproveitou de uma situação de fragilidade, que fez com ela atos não consentidos. [...]

A moral da mulher não tem nenhuma relação com o comportamento agressivo e abusivo de um homem.

"Ela bebeu até cair e depois reclama" [...]. Se um homem está bêbado, é espancado e tem sua carteira roubada, por exemplo, ele é culpado pelo crime? Abusar de uma mulher desacordada, não importa a razão, além de ser uma covardia, é crime.

A cultura do estupro é justamente a aceitação e a proliferação do comportamento machista, sexista e misógino. Os homens não precisam responder por seus atos violentos (sexuais ou não) e cabe apenas a mulher o bom comportamento (o "se dar ao respeito") como forma de proteção.

"Nenhum argumento deve, em nenhuma instância, normalizar ou justificar atos bárbaros e criminosos como o estupro. Por tudo isso que é tão importante que todas as pessoas, homens e mulheres, entrem para esse movimento pelo fim da cultura do estupro", escreve a ONU Mulheres.

São 500 mil casos de estupro no Brasil por ano, segundo estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão vinculado ao Governo Federal. Apenas 50 mil são denunciados, desses 70% das vítimas são crianças e adolescentes; 24% dos agressores são pais ou padrastos; 32%, amigos ou conhecidos. [...]


(Disponível em https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/ 06/afinal-o-que-e-cultura-do-estupro-e-o-que-ela-tem-vercom-voce.html)

A palavra “misógino” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:

 

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366527 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

As questões de 01 a 04 se referem ao texto a seguir.


Afinal, o que é a cultura do estupro e o que ela tem a ver com você


São 500 mil casos de estupro por ano no Brasil, segundo estimativas do governo, e apenas 10% deles são registrados

A expressão cultura do estupro viralizou nos últimos dias, a reboque da imensa repercussão de mais um caso de estupro coletivo. Um ano depois da violência sofrida por uma menina de 16 anos, no Rio de Janeiro, outra adolescente, desta vez de 12 anos, foi abusada por um grupo de garotos também na capital carioca.

Cultura do estupro, segundo a ONU Mulheres, é "o termo usado para abordar as maneiras em que a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro".

Argumentos sobre a conduta, comportamento, forma de se vestir da mulher que foi violentada tiram o foco do fato de que há um agressor, que agiu contra a vontade dela, que se aproveitou de uma situação de fragilidade, que fez com ela atos não consentidos. [...]

A moral da mulher não tem nenhuma relação com o comportamento agressivo e abusivo de um homem.

"Ela bebeu até cair e depois reclama" [...]. Se um homem está bêbado, é espancado e tem sua carteira roubada, por exemplo, ele é culpado pelo crime? Abusar de uma mulher desacordada, não importa a razão, além de ser uma covardia, é crime.

A cultura do estupro é justamente a aceitação e a proliferação do comportamento machista, sexista e misógino. Os homens não precisam responder por seus atos violentos (sexuais ou não) e cabe apenas a mulher o bom comportamento (o "se dar ao respeito") como forma de proteção.

"Nenhum argumento deve, em nenhuma instância, normalizar ou justificar atos bárbaros e criminosos como o estupro. Por tudo isso que é tão importante que todas as pessoas, homens e mulheres, entrem para esse movimento pelo fim da cultura do estupro", escreve a ONU Mulheres.

São 500 mil casos de estupro no Brasil por ano, segundo estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão vinculado ao Governo Federal. Apenas 50 mil são denunciados, desses 70% das vítimas são crianças e adolescentes; 24% dos agressores são pais ou padrastos; 32%, amigos ou conhecidos. [...]


(Disponível em https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/ 06/afinal-o-que-e-cultura-do-estupro-e-o-que-ela-tem-vercom-voce.html)

De acordo com o texto, a cultura do estupro é:

 

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366526 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

Observe:

( ) O pensamento e a palavra estão ligados entre si por um vínculo primário.

( ) O significado é um traço constitutivo indispensável da palavra.

( ) Generalização e significado da palavra não são sinônimos.

Com base no livro A construção do pensamento e da Linguagem, indique respectivamente se as afirmativas acima são verdadeiras (V) ou falsas (F).

 

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366525 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

“Bem recentemente ele (Eugen Bleuler) mostrou que o próprio termo “pensamento autístico” deu margem a muitos equívocos. Passou-se a inserir nesse conceito um conteúdo que aproximava o pensamento autístico do autismo esquizofrênico, a identificá-lo com o pensamento egoísta, etc. Por isso Bleuler propôs chamar o pensamento autístico de pensamento _____________ [...]”. (VYGOTSKY. A construção do pensamento e da Linguagem, p. 37, adaptado).

Assinale a alternativa que indica a forma como Bleuler propôs chamar o “pensamento autístico”:

 

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366524 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

“[...] da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais”. (Diretrizes curriculares nacionais para educação infantil, p. 16).

As propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar alguns princípios. A definição acima se trata de qual deles?

 

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366523 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

Segundo as Diretrizes curriculares nacionais para educação infantil, é considerada Educação Infantil em tempo parcial, a jornada de, no mínimo, quantas horas diárias?

 

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366522 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

“Proust, Gandhi, Freud, Anne Sullivan, Adler, Joana D’Arc, Martin Luther King”. De acordo com o livro As inteligências múltiplas e seus estímulos, de Celso Antunes, os nomes mencionados são exemplos de qual tipo de Inteligência?

 

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366521 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, é um direito de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil:

 

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