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Determinado paciente de 76 anos de idade, diabético, com DPOC, em uso de corticoide diário, está apresentando quadro de edema articular com derrame. Realizou-se punção articular para alívio e análise, sem achados prévios. O paciente, então retornou, após quatro dias, com febre de 39,4 ºC (VR = 35,8 ºC – 37,5 ºC), FC = 118 bpm, PA = 98 mmHg x 53 mmHg, toxemiado, com mal-estar generalizado, dificuldade para deambular com marcha antálgica ao joelho puncionado, edema, calor local e limitação de movimentos articulares. Raios X de joelho evidenciaram aumento do espaço articular. Constataram-se leucograma com 26.000 leucócitos (VR = 4.000 – 10.800), bastões = 12 (VR = 0-4) e metamielócitos = 2 (VR = 0).
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Se ocorrer comprometimento por Staphylococcus aureus, haverá boa resposta ao tratamento, com pouca capacidade de aderência e destruição da cartilagem articular.
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Durante consulta com uma paciente de 48 anos de idade, ela queixa-se de queilite angular, apresentando doença periodontal, que o dentista dela informou estar associado a boca seca. Ela costuma beber água durante as refeições. Queixa-se também de mialgias, fadiga, astenia e rash malar. Vem referindo estar com “caxumba” sempre, o que relacionou à imunidade baixa, e começou a tomar vitaminas. Atualmente, após várias consultas e prescrições sintomáticas, está usando colírio, pois sente os olhos arranhando como se tivessem “pedrinhas” neles.
No que se refere a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Solicitar fator antinuclear (FAN), anti-SSA/Ro e anti-SSB/La e fator reumatoide auxilia no diagnóstico.
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Durante consulta com uma paciente de 48 anos de idade, ela queixa-se de queilite angular, apresentando doença periodontal, que o dentista dela informou estar associado a boca seca. Ela costuma beber água durante as refeições. Queixa-se também de mialgias, fadiga, astenia e rash malar. Vem referindo estar com “caxumba” sempre, o que relacionou à imunidade baixa, e começou a tomar vitaminas. Atualmente, após várias consultas e prescrições sintomáticas, está usando colírio, pois sente os olhos arranhando como se tivessem “pedrinhas” neles.
No que se refere a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma hipótese para esse caso é a síndrome de Sjögren.
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Um paciente de 72 anos de idade, com histórico de atleta, que nega tabagismo e é portador de hipertensão arterial, está internado em unidade de terapia intensiva há 38 dias, com uso de vários esquemas antibióticos, desde a admissão sob ventilação mecânica protetora. O paciente apresentou piora clínica e laboratorial. Realizaram-se, então, culturas, evidenciando o crescimento de um agente na secreção traqueal de aspirado com escova protegida e na hemocultura, em ambos para Stenotrophomonas maltophilia.
Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Um tratamento que contempla esse agente poderia envolver sulfametoxazol/trimetoprim ou levofloxacino.
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Uma paciente de 52 anos de idade comparece ao consultório com queixa de cefaleia diária e relata que já fez várias consultas por causa desse problema. A dor caracterizada em segmento cefálico fronto-occipital dura mais de 15 dias por mês, há mais de três meses. Faz uso quase diário de medicações como codeína, paracetamol, tramadol, ergotamina e triptanos, algumas vezes associando esses medicamentos. Informa que exames descartaram alterações da pressão intracraniana, lesões expansivas encefálicas, doenças inflamatórias, trauma e infecções nesses últimos meses.
No que concerne a esse caso clínico e de acordo com os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
É preciso avaliar disfunções da articulação temporomandibular nesse caso.
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Uma paciente de 52 anos de idade comparece ao consultório com queixa de cefaleia diária e relata que já fez várias consultas por causa desse problema. A dor caracterizada em segmento cefálico fronto-occipital dura mais de 15 dias por mês, há mais de três meses. Faz uso quase diário de medicações como codeína, paracetamol, tramadol, ergotamina e triptanos, algumas vezes associando esses medicamentos. Informa que exames descartaram alterações da pressão intracraniana, lesões expansivas encefálicas, doenças inflamatórias, trauma e infecções nesses últimos meses.
No que concerne a esse caso clínico e de acordo com os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nesse caso, um bom diagnóstico é cefaleia crônica diária por abuso de analgésicos.
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Uma paciente de 52 anos de idade comparece ao consultório com queixa de cefaleia diária e relata que já fez várias consultas por causa desse problema. A dor caracterizada em segmento cefálico fronto-occipital dura mais de 15 dias por mês, há mais de três meses. Faz uso quase diário de medicações como codeína, paracetamol, tramadol, ergotamina e triptanos, algumas vezes associando esses medicamentos. Informa que exames descartaram alterações da pressão intracraniana, lesões expansivas encefálicas, doenças inflamatórias, trauma e infecções nesses últimos meses.
No que concerne a esse caso clínico e de acordo com os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
É correto recomendar medicação profilática para cefaleia primária e suporte psicológico.
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Certa paciente diabética tipo 1, em uso de insulinoterapia e inibidor do cotransportador glicose-sódio (SGLT 2), comparece ao hospital, em acompanhamento ambulatorial infeccioso por estar contaminada pelo novo Coronavírus (Covid-19). A queixa é de descontrole glicêmico importante.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Essa paciente beneficia-se da suspensão do inibidor SGLT 2 e do ajuste da insulinoterapia.
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Uma paciente de 80 anos de idade, com suspeita de hipertensão arterial, antecedente de diabetes mellitus tipo 2, comparece à consulta com o cardiologista para controle pressórico e elucidação clínica.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso de medicação, com várias tomadas diárias, pode facilitar a adesão ao tratamento, observando-se que pacientes com polifarmácia têm menor chance de eventos adversos.
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Uma paciente de 80 anos de idade, com suspeita de hipertensão arterial, antecedente de diabetes mellitus tipo 2, comparece à consulta com o cardiologista para controle pressórico e elucidação clínica.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nessa paciente, é necessário aplicar a escala clínica de fragilidade, estando associada a maior risco de hipertensão arterial, doença subclínica, eventos cardiovasculares e mortalidade.
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