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Em relação ao papel do psicólogo junto às equipes da Oncologia, julgue os itens a seguir.
A psicoeducação é uma técnica que agrega contribuições psicológicas e educacionais, numa visão integrada, com objetivos específicos, focados nas necessidades do público-alvo, que pode ser paciente, acompanhantes, familiares, equipes de saúde e de gestão hospitalar.
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Em relação ao papel do psicólogo junto às equipes da Oncologia, julgue os itens a seguir.
Ter postura profissional é fundamental para a efetivação da atuação da Psicologia em contexto hospitalar e da saúde. Postura e assertividade são necessárias para a consolidação do espaço profissional e do fazer psicológico, principalmente quando, em nome de uma visão integrada, exige-se do(a) psicólogo(a) um conhecimento biomédico aprofundado em determinada área de atuação, mesmo que, com o cotidiano, com as discussões de caso, tais conhecimentos passem a fazer parte do repertório do(a) psicólogo(a).
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Em relação ao papel do psicólogo junto às equipes da Oncologia, julgue os itens a seguir.
O investimento mundial em pesquisas ligadas aos diversos tipos de câncer, a alta tecnologia e os avanços da indústria farmacêutica mudaram o cenário de boa parte das doenças oncológicas, que passaram de quase um sinônimo de morte iminente para um adoecimento cronificado e mantença de qualidade de vida em níveis aceitáveis. Essas mudanças exigiram ajustes importantes nas técnicas de abordagem psicológica na oncologia, que, com uma visão integrada, acompanha a evolução e participa das decisões clínicas dos pacientes.
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Em relação ao papel do psicólogo junto às equipes da Oncologia, julgue os itens a seguir.
A busca do significado do adoecer junto ao paciente e aos familiares é tarefa do(a) psicólogo(a), uma vez que, a partir desses significados, influenciados por experiências anteriores, expectativas e severidade dos sintomas, as intervenções psicológicas deverão ser planejadas.
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L.F.S.S., de 45 anos de idade, está internado na Enfermaria da Oncologia há 16 dias. Há um ano, passou por prostatectomia (retirada da próstata) e orquidectomia (retirada dos testículos) por quadro oncológico avançado, seguidas de tratamento radioterápico específico. Na anamnese, consta que o paciente, na ocasião residente em região rural, estava sendo tratado como se tivesse infecção urinária. Procurou hospital de alta complexidade com a ajuda de alguns familiares quando as dores tornaram-se excruciantes e a urina escureceu significativamente. Na internação atual, foi confirmada metástase óssea, razão das queixas álgicas do paciente. L.F.S.S. relatou não estar se sentindo bem, com dores incapacitantes, sono comprometido e sem conseguir alimentar-se. Conta que, no primeiro ciclo de tratamento, teve forças e enfrentou, mas agora é diferente, porque, se foi possível retirar a próstata, não será possível retirar todos os ossos. Está sem forças, porque não adianta. Sabe que não vai escapar, porque a dor tem piorado a cada dia. Chegou a pedir para as equipes uma injeção que o matasse logo de vez, porque ninguém merece ou consegue viver com a dor que ele sente continuamente, descrita como dolorida, latejante, com pontadas, fisgadas, e que se esparrama.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir
A dor descrita pelo paciente responde bem a técnicas de relaxamento.
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L.F.S.S., de 45 anos de idade, está internado na Enfermaria da Oncologia há 16 dias. Há um ano, passou por prostatectomia (retirada da próstata) e orquidectomia (retirada dos testículos) por quadro oncológico avançado, seguidas de tratamento radioterápico específico. Na anamnese, consta que o paciente, na ocasião residente em região rural, estava sendo tratado como se tivesse infecção urinária. Procurou hospital de alta complexidade com a ajuda de alguns familiares quando as dores tornaram-se excruciantes e a urina escureceu significativamente. Na internação atual, foi confirmada metástase óssea, razão das queixas álgicas do paciente. L.F.S.S. relatou não estar se sentindo bem, com dores incapacitantes, sono comprometido e sem conseguir alimentar-se. Conta que, no primeiro ciclo de tratamento, teve forças e enfrentou, mas agora é diferente, porque, se foi possível retirar a próstata, não será possível retirar todos os ossos. Está sem forças, porque não adianta. Sabe que não vai escapar, porque a dor tem piorado a cada dia. Chegou a pedir para as equipes uma injeção que o matasse logo de vez, porque ninguém merece ou consegue viver com a dor que ele sente continuamente, descrita como dolorida, latejante, com pontadas, fisgadas, e que se esparrama.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir
Observa-se, na internação do paciente, manejo álgico inadequado, insuficiente, deletério, ansiogênico, estressante, devastador e depressogênico.
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L.F.S.S., de 45 anos de idade, está internado na Enfermaria da Oncologia há 16 dias. Há um ano, passou por prostatectomia (retirada da próstata) e orquidectomia (retirada dos testículos) por quadro oncológico avançado, seguidas de tratamento radioterápico específico. Na anamnese, consta que o paciente, na ocasião residente em região rural, estava sendo tratado como se tivesse infecção urinária. Procurou hospital de alta complexidade com a ajuda de alguns familiares quando as dores tornaram-se excruciantes e a urina escureceu significativamente. Na internação atual, foi confirmada metástase óssea, razão das queixas álgicas do paciente. L.F.S.S. relatou não estar se sentindo bem, com dores incapacitantes, sono comprometido e sem conseguir alimentar-se. Conta que, no primeiro ciclo de tratamento, teve forças e enfrentou, mas agora é diferente, porque, se foi possível retirar a próstata, não será possível retirar todos os ossos. Está sem forças, porque não adianta. Sabe que não vai escapar, porque a dor tem piorado a cada dia. Chegou a pedir para as equipes uma injeção que o matasse logo de vez, porque ninguém merece ou consegue viver com a dor que ele sente continuamente, descrita como dolorida, latejante, com pontadas, fisgadas, e que se esparrama.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir
Nas intervenções do(a) psicólogo(a), é necessário abordar o tema do autoextermínio, significado pelo paciente como forma de manejo álgico.
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L.F.S.S., de 45 anos de idade, está internado na Enfermaria da Oncologia há 16 dias. Há um ano, passou por prostatectomia (retirada da próstata) e orquidectomia (retirada dos testículos) por quadro oncológico avançado, seguidas de tratamento radioterápico específico. Na anamnese, consta que o paciente, na ocasião residente em região rural, estava sendo tratado como se tivesse infecção urinária. Procurou hospital de alta complexidade com a ajuda de alguns familiares quando as dores tornaram-se excruciantes e a urina escureceu significativamente. Na internação atual, foi confirmada metástase óssea, razão das queixas álgicas do paciente. L.F.S.S. relatou não estar se sentindo bem, com dores incapacitantes, sono comprometido e sem conseguir alimentar-se. Conta que, no primeiro ciclo de tratamento, teve forças e enfrentou, mas agora é diferente, porque, se foi possível retirar a próstata, não será possível retirar todos os ossos. Está sem forças, porque não adianta. Sabe que não vai escapar, porque a dor tem piorado a cada dia. Chegou a pedir para as equipes uma injeção que o matasse logo de vez, porque ninguém merece ou consegue viver com a dor que ele sente continuamente, descrita como dolorida, latejante, com pontadas, fisgadas, e que se esparrama.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir
Observam-se no paciente dores cronificadas típicas do quadros oncológicos que ele apresenta.
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D.F.M., de 25 anos de idade, foi acometido por uma forma de câncer de pele (melanoma maligno, com ulceração) na região malar (bochecha) direita o qual foi cirurgicamente retirado. Alguns meses depois, surgiu tumoração agressiva manifestada na região da parótida direita (abaixo das bochechas), que exige cirurgia maior de exérese de todo o pavilhão auricular, globo ocular e reconstrução de parte da face. Pela profundidade da tumoração e pelas precárias condições gerais de saúde do paciente, há risco significativo de óbito durante a cirurgia. Ao perguntar se essa cirurgia resolveria o problema definitivamente, as equipes informaram que não, posto que exames indicavam metástases em linfonodos, com prognóstico reservado. D.F.M. está internado há 26 dias, com restrição de contato, e está empregado como jardineiro em empresa de terceirização de serviços. Tem esposa e um filho de 2 anos de idade e é responsável pelo sustento da casa. Solicitou ajuda da Psicologia para tentar obter transporte para a esposa poder visitá-lo mais vezes durante a semana.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As equipes envolvidas nos cuidados do paciente precisam ser poupadas do prognóstico reservado, para não ser um fator estressante no cotidiano dos procedimentos.
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D.F.M., de 25 anos de idade, foi acometido por uma forma de câncer de pele (melanoma maligno, com ulceração) na região malar (bochecha) direita o qual foi cirurgicamente retirado. Alguns meses depois, surgiu tumoração agressiva manifestada na região da parótida direita (abaixo das bochechas), que exige cirurgia maior de exérese de todo o pavilhão auricular, globo ocular e reconstrução de parte da face. Pela profundidade da tumoração e pelas precárias condições gerais de saúde do paciente, há risco significativo de óbito durante a cirurgia. Ao perguntar se essa cirurgia resolveria o problema definitivamente, as equipes informaram que não, posto que exames indicavam metástases em linfonodos, com prognóstico reservado. D.F.M. está internado há 26 dias, com restrição de contato, e está empregado como jardineiro em empresa de terceirização de serviços. Tem esposa e um filho de 2 anos de idade e é responsável pelo sustento da casa. Solicitou ajuda da Psicologia para tentar obter transporte para a esposa poder visitá-lo mais vezes durante a semana.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Embora o filho tenha apenas 2 anos de idade, é necessário que ele seja envolvido nas ações de cuidados paliativos.
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