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Foram encontradas 40 questões.

2586147 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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Leia a tirinha abaixo para responder à questão.

Enunciado 3339696-1

Analise as frases abaixo para responder à questão.

“Aprender ‘a’ escrever ‘isso’”.

“O que adianta saber escrever que ‘alguém’ fuma cachimbo ...”

É correto afirmar que os termos destacados desempenham, respectivamente, as funções de

 

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2586146 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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Leia a tirinha abaixo para responder à questão.

Enunciado 3339694-1

De acordo com a tirinha, é correto afirmar que

 

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2586145 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.

Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.

Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.

Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.

“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.

Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.

(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).

Assinale a alternativa cuja regência está de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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2586144 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.

Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.

Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.

Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.

“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.

Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.

(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).

Assinale a alternativa cuja reescrita do texto emprega a crase de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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2586143 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.

Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.

Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.

Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.

“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.

Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.

(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).

Assinale a alternativa cuja colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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2586142 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.

Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.

Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.

Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.

“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.

Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.

(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).

Analise a frase abaixo para responder à questão.

“Tudo sem custo nenhum para o estado, ‘nem’ para as escolas”.

É correto afirmar que o termo destacado desempenha a função de

 

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2586141 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.

Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.

Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.

Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.

“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.

Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.

(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).

Analise as frases abaixo para responder à questão.

“... graças a ações ‘preventivas’ desenvolvidas no ‘âmbito’ do programa ...”

“E a partir desses números continuamos ‘implementando’ parcerias”.

Assinale a alternativa cujas palavras substituem, respectivamente, os termos destacados mantendo o mesmo sentido.

 

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2586140 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.

Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.

Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.

Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.

“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.

Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.

(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).

Analise a frase abaixo para responder à questão.

“Desde ‘então’, várias escolas têm conseguido obter resultados”.

É correto afirmar que o termo destacado desempenha a função de

 

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Questão presente nas seguintes provas
2586139 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.

Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.

Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.

Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.

“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.

Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.

(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).

Com relação aos jogos desenvolvidos ao longo do projeto, é correto afirmar que sua finalidade é

 

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2586138 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.

Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.

Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.

Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.

“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.

Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.

(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).

O texto retrata a redução da violência escolar. É correto afirmar que isto só foi possível devido

 

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