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Foram encontradas 119 questões.

1678902 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.

Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Não é indicado o uso de terapias orais para hepatite C pelo risco de descompensar a cirrose hepática.
 

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1678901 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.

Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

O transplante hepático para esse paciente é contraindicado devido a idade maior de 70 anos.
 

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1678900 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.

Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Para indicação terapêutica desse caso, é indicada a realização de biópsia hepática.
 

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1678899 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.

Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Pelos critérios de imagem da lesão hepática, trata-se de uma neoplasia em estágio avançado com possível trombose de veia porta paraneoplásica.
 

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1678898 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.

Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Esse paciente tem dois fatores predisponentes para hepatocarcinoma: hepatite por vírus C e cirrose hepática.
 

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1678897 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.

Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

A geração de indivíduos nascidos antes de 1989, como esse paciente, são hoje o grupo de maior risco de infectados por vírus C.
 

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1678896 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.

Acerca desse caso clínico, julgue os itens a seguir.

A alfafetoproteína nesse caso associada a lesão hepática suspeita corrobora para o diagnóstico de hepatocarcinoma.
 

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1678895 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 52 anos de idade é portador de cirrose hepática por álcool há mais de 10 anos, abstêmio e compensado há 10 anos, em uso de aldactone 25 mg. Já apresentou hemorragia digestiva alta (HDA) por úlcera péptica gástrica e fez ligaduras elásticas. Hoje apresenta-se com dor contínua em hérnia umbilical e alternância de hábito intestinal. Tomografia computadorizada de abdome: hepatopatia crônica com sinais de hipertensão portal e ascite – não foi visto nódulo de USG de abdome. Volumosa hérnia umbilical. Exames 26/4: Hb/HTO = 13/37; leuco = 3.100; plaq = 35.000; TGO = 57 U/L; TGP = 31 U/L; FA = 160 U/L; GGT = 68 U/L; BT = 2 mg/dL; alfafeto = 69 IU/mL; albumina = 3,0 g/dL; INR = 1,3; creatinina = 1,0. RNM abdominal – moderada ascite, sinais de hepatopatia crônica – nódulo SIII 31 mm x 27 mm com washout compatível com hepatocarcinoma – hérnia umbilical contendo omento e líquido ascítico, espessamento de vesícula biliar. Fez uso de cefalexina e vimovo, com melhora clínica. Fez transplante hepático há seis meses pelo protocolo de hepatocarcinoma após TACE (quimioembolização) e operou hérnia umbilical encarcerada 15 dias após o transplante.

Em relação a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Durante o período preparatório de transplante hepático por hepatocarcinoma desse caso, optou-se por um procedimento de quimioembolização do tumor hepático.
 

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1678894 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 52 anos de idade é portador de cirrose hepática por álcool há mais de 10 anos, abstêmio e compensado há 10 anos, em uso de aldactone 25 mg. Já apresentou hemorragia digestiva alta (HDA) por úlcera péptica gástrica e fez ligaduras elásticas. Hoje apresenta-se com dor contínua em hérnia umbilical e alternância de hábito intestinal. Tomografia computadorizada de abdome: hepatopatia crônica com sinais de hipertensão portal e ascite – não foi visto nódulo de USG de abdome. Volumosa hérnia umbilical. Exames 26/4: Hb/HTO = 13/37; leuco = 3.100; plaq = 35.000; TGO = 57 U/L; TGP = 31 U/L; FA = 160 U/L; GGT = 68 U/L; BT = 2 mg/dL; alfafeto = 69 IU/mL; albumina = 3,0 g/dL; INR = 1,3; creatinina = 1,0. RNM abdominal – moderada ascite, sinais de hepatopatia crônica – nódulo SIII 31 mm x 27 mm com washout compatível com hepatocarcinoma – hérnia umbilical contendo omento e líquido ascítico, espessamento de vesícula biliar. Fez uso de cefalexina e vimovo, com melhora clínica. Fez transplante hepático há seis meses pelo protocolo de hepatocarcinoma após TACE (quimioembolização) e operou hérnia umbilical encarcerada 15 dias após o transplante.

Em relação a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Esse paciente apresentou quadro prévio de hemorragia digestiva baixa por varizes de esôfago.
 

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1678893 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 52 anos de idade é portador de cirrose hepática por álcool há mais de 10 anos, abstêmio e compensado há 10 anos, em uso de aldactone 25 mg. Já apresentou hemorragia digestiva alta (HDA) por úlcera péptica gástrica e fez ligaduras elásticas. Hoje apresenta-se com dor contínua em hérnia umbilical e alternância de hábito intestinal. Tomografia computadorizada de abdome: hepatopatia crônica com sinais de hipertensão portal e ascite – não foi visto nódulo de USG de abdome. Volumosa hérnia umbilical. Exames 26/4: Hb/HTO = 13/37; leuco = 3.100; plaq = 35.000; TGO = 57 U/L; TGP = 31 U/L; FA = 160 U/L; GGT = 68 U/L; BT = 2 mg/dL; alfafeto = 69 IU/mL; albumina = 3,0 g/dL; INR = 1,3; creatinina = 1,0. RNM abdominal – moderada ascite, sinais de hepatopatia crônica – nódulo SIII 31 mm x 27 mm com washout compatível com hepatocarcinoma – hérnia umbilical contendo omento e líquido ascítico, espessamento de vesícula biliar. Fez uso de cefalexina e vimovo, com melhora clínica. Fez transplante hepático há seis meses pelo protocolo de hepatocarcinoma após TACE (quimioembolização) e operou hérnia umbilical encarcerada 15 dias após o transplante.

Em relação a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.

O critério de entrada para lista de transplante hepático desse paciente não foi o MELD (Model for End-Stage Liver Disease) mas o hepatocarcinoma.
 

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