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Um paciente de 72 anos, com peso predito de 65 quilos, portador
de DPOC agudizada por causa de infecção respiratória, está
intubado e ventilado mecanicamente há 10 dias por pneumonia.
Apresenta boa evolução com melhora do quadro infeccioso e no
momento está sendo ventilado com PSV = 15 cmH2O, volume
corrente = 350 ml, FR = 25 ipm; gasometria arterial mostra
pH = 7,35, paO2 = 60 mmHg, paCO2 = 50 cmH2O.
Bicarbonato = 28 com FiO2 0,40. Quando se tenta diminuir a
pressão de suporte para 8 cmH2O e se mantém a PEEP em
5 cmH2O, a FR aumenta para 32 ipm e o volume corrente cai para
200 ml com o paciente bastante desconfortável.
Diante do quadro acima citado, a explicação mais provável para essa situação é:
Diante do quadro acima citado, a explicação mais provável para essa situação é:
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Uma mulher de 56 anos, com história prévia de DPOC, deu
entrada na emergência com febre, dispneia progressiva e tosse
produtiva. Fazia uso regular de broncodilatadores,
aproximadamente 4 vezes ao dia. Na última semana, ela refere
piora da tolerância ao exercício, evoluindo para dispneia em
repouso apesar do uso frequente da medicação. No exame físico,
ela apresentava-se taquipneica, mas alerta e responsiva. A
temperatura axilar era 38°C, FC=110 bpm, f- 28 ipm, pressão
arterial 110 x 70mmHg. Havia uso de musculatura acessória,
porém a paciente conseguia completar pequenas sentenças. A
ausculta respiratória mostrava diminuição do murmúrio vesicular
bilateralmente e um padrão de respiração com expiração
prolongada era percebida. A radiografia de tórax revelava
hiperinsuflação. Gasometria arterial com O2 a 2L/min por catéter
nasal: pH = 7.30, pO2 = 58 mmHg, pCO2 = 60 mmHg, HCO3- 21
mmHg e SatO2= 88%.
Além de monitorização intensiva na UTI, a conduta mais apropriada para a paciente nesse momento é:
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Paciente de 55 anos, obesa (IMC 34) e portadora de hipertensão
arterial sistêmica, é submetida a colecistectomia por via
laparoscópica. No decorrer do procedimento anestésico, observa-se, durante a capnografia, queda progressiva do CO2 expirado. O
aspecto da onda de capnografia é normal.
O diagnóstico mais provável dessa situação e a melhor conduta a ser traçada são:
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Um paciente do sexo masculino de 70 anos foi encaminhado para
investigação diagnóstica de dispneia progressiva. Após exame
físico detalhado e anamnese cuidadosa, referia ser ex-tabagista
(carga tabágica de 20 anos-maço), portador de hipertensão
arterial sistêmica em uso de losartana. Paciente relatava dispneia
progressiva com início há dois anos e piora significativa nos
últimos oito meses. Negou febre, dor torácica, poliartralgia,
poliartrite e sudorese noturna. Sempre trabalhou em escritório,
sem qualquer tipo de exposição ambiental no trabalho ou na
residência. O paciente trouxe diversos exames, como
espirometria, que sugeria distúrbio ventilatório restritivo grave. A
tomografia computadorizada de tórax, realizada recentemente,
evidenciou infiltrado intersticial reticular bilateral, simétrico,
predominando na periferia do parênquima pulmonar com
diversas áreas de faveolamento na periferia do parênquima. O
padrão radiológico era típico de pneumonia intersticial usual
(PIU). Além disso, o paciente trouxe diversos marcadores de
autoimunidade, todos não reagentes.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
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Um paciente do sexo masculino de 63 anos foi encaminhando
para investigação diagnóstica de pneumopatia intersticial,
queixando-se de tosse seca e dispneia. Após detalhado exame
físico e cuidadosa anamnese, referiu ser portador de dislipidemia
com relato de dispneia progressiva de início há 03 anos, além de
tosse seca. Negou febre, sibilos, dor torácica, sudorese noturna e
hemoptise. Negou ainda artralgia ou artrite. Trabalhava em
aviário há aproximadamente quatro anos. Ao exame físico,
observaram-se discretos estertores crepitantes nas bases
pulmonares. Havia ausência de cianose, porém com discreto
baqueteamento digital. O paciente trouxe diversos exames
complementares solicitados em outras consultas médicas em
outras unidades assistenciais. Painel com marcadores de
autoimunidade não reagentes. Espirometria evidenciava CVF%
68%, VEF1/CVF: 90 e VEF1: 72%. Ausência de resposta
broncodilatadora. A tomografia computadorizada do tórax
evidenciou áreas com aprisionamento aéreo, opacidades em
vidro fosco e discretas opacidades nodulares em vidro fosco
centrolobulares, todas as imagens predominando nas bases
pulmonares. Além disso, observou-se discreto infiltrado
intersticial reticular nas bases pulmonares, associado a
bronquiectasias de tração.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
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Paciente do sexo feminino de 28 anos foi encaminhada para um
hospital universitário para investigação diagnóstica de doença
intersticial pulmonar associada ao quadro de poliartralgia. Após
minuciosa anamnese e exame físico detalhado, verificou-se que a
paciente, secretária em escritório de advocacia, apresentava
quadro de adinamia intensa, com início há um ano, seguido de
poliartralgia, dispneia aos esforços, emagrecimento de 6 kg em
um ano e febre baixa não aferida. Negava hemoptise ou dor
torácica. Ao exame, apresentava pápulas e placas eritematosas
predominando em cicatrizes prévias e em duas tatuagens.
Relatou, ainda, ardência ocular. A paciente já trazia alguns
exames complementares, como espirometria, cujo resultado era
normal, e uma tomografia computadorizada do tórax que
evidenciou infiltrado intersticial nodular bilateral, simétrico com
predomínio nos lobos superiores e com distribuição perilinfática.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a principal suspeita diagnóstica seria de:
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Um paciente de 52 anos foi encaminhando para o ambulatório de
pneumologia com o diagnóstico de asma grave. Após anamnese
detalhada, verificou-se que se tratava de um paciente com início
dos sintomas de asma na idade adulta, negando, desta forma,
asma na infância. Negou rinite alérgica e tabagismo. Trabalhava
com isocianato há 30 anos em uma fábrica de plástico, com início
dos sintomas nos últimos 10 anos. Ao exame, apresentava sibilos
difusos. Tem feito uso apenas de salbutamol spray 8 vezes ao dia.
Paciente já trouxe diversos exames na consulta, como tomografia
computadorizada do tórax sem alterações e espirometria com
CVF% 84%, VEF1/CVF: 58 e VEF1% 60%. Resposta
broncodilatadora presente.
Considerando-se a história laboral associada aos achados clínicos, radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
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A equipe do parecer clínico do hospital é acionada para avaliar
paciente internado de 58 anos. Paciente portador de hipertensão
arterial sistêmica, não tabagista, com relato de imagem em
tomografia computadorizada do tórax e hemoptise. Após
cuidadosa anamnese e exame físico completo, trata-se de
paciente com história patológica pregressa de tuberculose
pulmonar adequadamente tratado há 10 anos. Paciente relata
episódios frequentes de hemoptise. Por diversas vezes, o
paciente negou tosse, febre, sudorese noturna, sibilos ou
emagrecimento. Neste momento, paciente com bom estado
geral e sem hemoptise há 24 horas. Exame físico sem achados
significativos. A tomografia computadorizada de tórax
evidenciava escavação de paredes finas em lobo superior direito
com conteúdo em seu interior, achado radiológico denominado
“sinal da crescente”.
Diante da história clínica e dos achados radiológicos, é correto afirmar que:
Diante da história clínica e dos achados radiológicos, é correto afirmar que:
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Paciente do sexo masculino, 57 anos, é encaminhado do posto de
saúde do interior do estado para o hospital universitário com
quadro de tosse e dispneia há seis meses e piora significativa
deste quadro nos últimos dois meses. Refere ser portador de
hipertensão arterial sistêmica e hipotireoidismo, ambos em
tratamento. Há emagrecimento de 10 kg em 5 meses. Negou dor
torácica e hemoptise. Exame físico evidenciava lesões ulceradas
em face e em cavidade oral em progressão com início há 2 meses.
Paciente relatava que trabalhava em lavoura desde os 15 anos de
idade. Tomografia computadorizada do tórax evidenciou
infiltrado intersticial reticulonodular bilateral, difuso, poupando
bases pulmonares. Considerando-se a história laboral associada
aos achados clínicos e radiológicos, a suspeita diagnóstica de
paracoccidioidomicose foi aventada. Diante disso, é correto
afirmar que:
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Um paciente do sexo masculino, de 23 anos, foi encaminhado
com a suspeita diagnóstica de fibrose cística devido ao relato de
pneumonias desde a infância, rinossinusite crônica, diarreia
crônica, dificuldade de ganho de peso. Na história familiar há a
informação de primo falecido jovem por pneumonias de
repetição aos 5 anos de idade. Pais consanguíneos. O paciente
traz, na consulta, diversos exames complementares já realizados.
Considerando-se a suspeita clínica de fibrose cística, o(s) achado(s) do(s) resultado(s) do(s) exame(s) complementar(es) que corroboraria(m) esse diagnóstico seria(m):
Considerando-se a suspeita clínica de fibrose cística, o(s) achado(s) do(s) resultado(s) do(s) exame(s) complementar(es) que corroboraria(m) esse diagnóstico seria(m):
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