Uma paciente de 18 anos de idade apresenta quadro de epistaxe
súbita, 1 semana após quadro viral. Seu hemograma de urgência
mostra uma contagem de plaquetas de 5.000/µL, sem anemia e
sem alteração nos leucócitos. O clínico levanta a suspeita de
púrpura trombocitopênica imunológica (P.T.I.) e encaminha a
paciente para o hematologista, solicitando que este realize um
mielograma.
A alteração do mielograma que confirma o diagnóstico de P.T.I. é:
Um paciente de 60 anos de idade, com queixa de cefaleia
constante e mal-estar indefinido, iniciados cerca de dois meses
antes, faz exames de rotina. O hemograma mostra uma intensa
leucocitose (250.000 leucócitos/µL), com desvio escalonado da
série granulocítica. As séries vermelha e plaquetária estão
normais. O paciente foi encaminhado para o hematologista. Este
solicitou cariótipo, que mostrou positividade para o cromossomo
Philadelphia, e pesquisa de BCR-ABL, que também foi positiva.
A conduta imediata a ser tomada com esse paciente é:
Uma paciente portadora de beta-talassemia major cujo
tratamento consiste em transfusões regulares, a cada 3 a
4 semanas, visando a manter a dosagem de hemoglobina acima
de 10 g/dL, apresenta sobrecarga de ferro e aloimunização
antieritrocitária.
Para a prevenção dessas complicações, é obrigatória a utilização
das seguintes estratégias:
Uma paciente de 13 anos de idade comparece a uma unidade de
emergência relatando que teve sua menarca 3 dias antes, e
desde então apresenta perda menstrual de grande volume, e
praticamente contínua, chegando a ter que trocar 15 absorventes
por dia. Tem história de sangramento excessivo quando da queda
dos dentes provisórios, de surgimento frequente de manchas
roxas nas pernas, sem que tenha ocorrido trauma, e de
hematoma bucal, sempre que morde a bochecha. O exame físico
era normal, exceto pela presença de palidez cutâneo-mucosa
(+/4+). O teste de gravidez foi negativo e o hemograma mostrou
anemia leve (hemoglobina: 11 g/dL), leucometria normal e
contagem de plaquetas de 20.000/µL. O coagulograma revelou
um tempo de protrombina de 14 segundos, com RNI de 1,15, e
PTTa de 52 segundos, com padrão de 36 segundos.
Para a confirmação diagnóstica, deve-se solicitar:
Uma criança de 2 anos, com febre alta (39 °C) há 3 dias e
irritabilidade, se recusa a se alimentar, tem dor abdominal
intensa e a mãe relata 3 episódios de vômitos nas últimas
12 horas. A mãe procurou a emergência, onde foram realizados
exames, e foi dado o diagnóstico de dengue. O tratamento deve ser:
Um paciente de 1 ano e 3 meses, com síndrome gripal, realizou
teste rápido para SARS-CoV-2, que foi positivo. O exame físico
identificou estertores subcrepitantes difusos, e a radiografia de
tórax revelou infiltrado intersticial peri-hilar, bilateralmente.
Um escolar de 7 anos apresenta, há 3 dias, cefaleia, edema de
membros inferiores, sem sinais flogísticos, e urina escura. Ao
exame, foram constatadas hipertensão arterial e hematúria no
exame de urina. Está em uso de polivitamínicos e dipirona.
A principal hipótese diagnóstica, nesse caso, é de:
Um lactente de 7 meses, com salivação excessiva, coceira nas
gengivas e irritabilidade, ao exame, apresenta erupção parcial do
dente incisivo central inferior esquerdo.
Sobre a saúde oral dessa criança, devem ser dadas as seguintes
orientações:
Durante consulta de puericultura, a mãe de um lactente de 8
meses demonstra preocupação com o desenvolvimento
psicomotor de sua filha, que é bem diferente do de outras
crianças da mesma idade. Ela não responde ao olhar ou sons, faz
movimentos repetitivos, tem dificuldade em aceitar novos
alimentos e comportamento agitado.