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A proposição p → q é equivalente a
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Minha mãe fez uma jarra de suco de laranja.
Eu tomei 2/5 da quantidade de suco que
havia na jarra e, em seguida, meu irmão bebeu 1/3 do restante. Qual é a fração da quantidade
inicial de suco que meu irmão bebeu?
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A lista de desejos Rosely Sayao
Acabou a graça de dar presentes em situações de
comemoração e celebração, não é? Hoje, temos listas
para quase todas as ocasiões: casamento, chá de
cozinha e seus similares – e há similares espantosos,
como chá de lingerie –, nascimento de filho e chá de
bebê, e agora até para aniversário.
Presente para os filhos? Tudo eles já pediram e apenas mudam, de vez em quando ou frequentemente, a ordem das suas prioridades. Quem tem filho tem sempre à sua disposição uma lista de pedidos de presentes feita por ele, que pode crescer diariamente, e que tanto pode ser informal quanto formal.
A filha de uma amiga, por exemplo, tem uma lista na bolsa escrita à mão pelo filho, que tem a liberdade de sacá-la a qualquer momento para fazer as mudanças que ele julgar necessárias. Ah! E ela funciona tanto como lista de pedidos como também de “checklist" porque, dessa maneira, o garoto controla o que já recebeu e o que ainda está por vir. Sim: essas listas são quase uma garantia de conseguir ter o pedido atendido.
Ninguém mais precisa ter trabalho ao comprar um presente para um conhecido, para um colega de trabalho, para alguma criança e até amigo. Sabe aquele esforço de pensar na pessoa que vai receber o presente e de imaginar o que ela gostaria de ganhar, o que tem relação com ela e seu modo de ser e de viver? Pois é: agora, basta um telefonema ou uma passada rápida nas lojas físicas ou virtuais em que as listas estão, ou até mesmo pedir para uma outra pessoa realizar tal tarefa, e pronto! Problema resolvido!
Não é preciso mais o investimento pessoal do pensar em algo, de procurar até encontrar, de bater perna e cabeça até sentir-se satisfeito com a escolha feita que, além de tudo, precisaria estar dentro do orçamento disponível para tal. Hoje, o presente custa só o gasto financeiro e nem precisa estar dentro do orçamento porque, para não transgredir a lista, às vezes é preciso parcelar o presente em diversas prestações...
E, assim que os convites chegam, acompanhados sem discrição alguma das listas, é uma correria dos convidados para efetuar sem demora sua compra. É que os presentes menos custosos são os primeiros a serem ticados nas listas, e quem demora para cumprir seu compromisso acaba gastando um pouco mais do que gostaria.
Se, por um lado, dar presentes deixou de dar trabalho, por outro deixou também totalmente excluído do ato de presentear o relacionamento entre as pessoas envolvidas. Ganho para o mercado de consumo, perda para as relações humanas afetivas.
Os presentes se tornaram impessoais, objetos de utilidade ou de luxo desejados. Acabou-se o que era doce no que já foi, num passado recente, uma demonstração pessoal de carinho.
Sabe, caro leitor, aquela expressão de surpresa gostosa, ou de um pequeno susto que insiste em se expressar, apesar da vontade de querer que ele passe despercebido, quando recebíamos um mimo? Ou aquela frase transparente de criança, que nunca deixa por menos: “Eu não quero isso!"? Tudo isso acabou. Hoje, tudo o que ocorre é uma operação mental dupla. Quem recebe apenas tica algum item da lista elaborada, e quem presenteia dá-se por satisfeito por ter cumprido seu compromisso.
Que tempos mais chatos. Resta, a quem tiver coragem, a possibilidade de transgredir essas tais listas. Assim, é possível tornar a vida mais saborosa.
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
roselysayao/2014/07/1489356-a-lista-de-desejos.shtml
Presente para os filhos? Tudo eles já pediram e apenas mudam, de vez em quando ou frequentemente, a ordem das suas prioridades. Quem tem filho tem sempre à sua disposição uma lista de pedidos de presentes feita por ele, que pode crescer diariamente, e que tanto pode ser informal quanto formal.
A filha de uma amiga, por exemplo, tem uma lista na bolsa escrita à mão pelo filho, que tem a liberdade de sacá-la a qualquer momento para fazer as mudanças que ele julgar necessárias. Ah! E ela funciona tanto como lista de pedidos como também de “checklist" porque, dessa maneira, o garoto controla o que já recebeu e o que ainda está por vir. Sim: essas listas são quase uma garantia de conseguir ter o pedido atendido.
Ninguém mais precisa ter trabalho ao comprar um presente para um conhecido, para um colega de trabalho, para alguma criança e até amigo. Sabe aquele esforço de pensar na pessoa que vai receber o presente e de imaginar o que ela gostaria de ganhar, o que tem relação com ela e seu modo de ser e de viver? Pois é: agora, basta um telefonema ou uma passada rápida nas lojas físicas ou virtuais em que as listas estão, ou até mesmo pedir para uma outra pessoa realizar tal tarefa, e pronto! Problema resolvido!
Não é preciso mais o investimento pessoal do pensar em algo, de procurar até encontrar, de bater perna e cabeça até sentir-se satisfeito com a escolha feita que, além de tudo, precisaria estar dentro do orçamento disponível para tal. Hoje, o presente custa só o gasto financeiro e nem precisa estar dentro do orçamento porque, para não transgredir a lista, às vezes é preciso parcelar o presente em diversas prestações...
E, assim que os convites chegam, acompanhados sem discrição alguma das listas, é uma correria dos convidados para efetuar sem demora sua compra. É que os presentes menos custosos são os primeiros a serem ticados nas listas, e quem demora para cumprir seu compromisso acaba gastando um pouco mais do que gostaria.
Se, por um lado, dar presentes deixou de dar trabalho, por outro deixou também totalmente excluído do ato de presentear o relacionamento entre as pessoas envolvidas. Ganho para o mercado de consumo, perda para as relações humanas afetivas.
Os presentes se tornaram impessoais, objetos de utilidade ou de luxo desejados. Acabou-se o que era doce no que já foi, num passado recente, uma demonstração pessoal de carinho.
Sabe, caro leitor, aquela expressão de surpresa gostosa, ou de um pequeno susto que insiste em se expressar, apesar da vontade de querer que ele passe despercebido, quando recebíamos um mimo? Ou aquela frase transparente de criança, que nunca deixa por menos: “Eu não quero isso!"? Tudo isso acabou. Hoje, tudo o que ocorre é uma operação mental dupla. Quem recebe apenas tica algum item da lista elaborada, e quem presenteia dá-se por satisfeito por ter cumprido seu compromisso.
Que tempos mais chatos. Resta, a quem tiver coragem, a possibilidade de transgredir essas tais listas. Assim, é possível tornar a vida mais saborosa.
Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
roselysayao/2014/07/1489356-a-lista-de-desejos.shtml
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O Conselho de Administração da EBSERH,
segundo seu regimento, tem sua competência
previamente determinada. Assim, com relação
a essa competência, assinale a alternativa
INCORRETA.
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A autora Elisabeth Kübler-Ross propôs uma
descrição de cinco estágios pelos quais as
pessoas passam ao lidar com o luto. Qual das
opções a seguir expõe corretamente esses
Cinco Estágios do Luto do Modelo de KüblerRoss?
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Júlio, de 16 anos, foi levado de madrugada
por seus amigos a uma emergência médica,
pois começou a apresentar atitudes “muito
estranhas”, nas últimas horas. Júlio começou
a apresentar acentuada ansiedade, labilidade
emocional e delírios persecutórios (dizia que
a polícia estava vindo à casa para prendê-los e
que não teriam saída). Seus amigos disseram
que isso ocorreu após o rapaz usar uma
dose alta de maconha, em uma reunião de
amigos. Falaram, também, que Júlio já tinha
usado algumas vezes a droga, mas em doses
menores e em ocasiões esporádicas (não
costuma usar frequentemente). Sabendo-se
que Júlio não tinha apresentado quaisquer
outros sintomas psicóticos previamente e
que o quadro teve remissão em um dia, após
ficar em observação no hospital e não usar
mais a droga em questão, o diagnóstico mais
provável é de transtorno
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Assinale a alternativa que apresenta dois
fatores de risco para desenvolver Delirium.
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Paciente feminina, 65 anos, estava internada,
há cerca de 3 meses, para a investigação
de sangramento intestinal baixo. Depois
de inúmeros exames e avaliações
inconclusivos, realizados pela proctologia e
pela gastroenterologia, e várias discussões
clínicas multidisciplinares, as equipes
estavam frustradas, pois ainda não haviam
descoberto a causa do sangramento, o
qual continuava a ocorrer com frequência,
principalmente no turno da noite, quando as
equipes não costumavam visitar a paciente.
Em um dia esporádico, o chefe da equipe de
proctologia surpreendeu a paciente, em uma
visita à noite, e a flagrou se automutilando,
nas regiões anal e perianal. Após esse fato,
as equipes fizeram uma extensa pesquisa
e descobriram que a paciente já havia sido
internada em outras vezes, com sintomas
estranhos e diagnósticos inconclusivos.
Também descobriram que ela não tinha
motivação financeira para ficar no hospital,
pois ganhava uma boa aposentadoria, mas
poderia ter uma motivação emocional, pois
era viúva, sem filhos, e não tinha um bom
suporte familiar. As equipes achavam, então,
que essa paciente “precisava fazer esse
papel de doente” para ter atenção. Diante
desse quadro, o diagnóstico mais provável
dessa paciente é de Transtorno
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Qual das alternativas a seguir apresenta
apenas psicofármacos antidepressivos
tricíclicos?
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Qual das opções a seguir expressa
corretamente um critério diagnóstico do
Transtorno de Tourette?
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