Foram encontradas 50 questões.
A sutura lambdoide está localizada entre os seguintes ossos
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A realização da incidência ápico-lordótica para estudo do tórax deve ser
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As Angiografias têm como preferência o local de punção preferido na(s)
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O art.21, § 1º determina que “Será de responsabilidade do Técnico que está operando o equipamento, a isolação do local, a proteção das pessoas nas áreas irradiadas e a utilização de equipamentos de segurança.”, que faz parte do
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A sela turca faz parte de qual osso?
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Aves canoras são os animais mais traficados na Paraíba,
diz veterinário
Animais são procurados devido ao canto harmônico e à
beleza.
Raposas e saguis são criados como animais de estimação. As aves canoras, ou seja, as que possuem um canto harmonioso, são os animais que mais são alvo de tráfico na Paraíba, segundo informou o veterinário chefe do Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), Roberto Citelli. De acordo com ele, esses animais são mais procurados devido ao canto e à beleza deles ou para serem usados em rinhas, como é o caso dos canários. Também são muito traficados raposas e saguis, que são criados como animais de estimação.
As aves silvestres são um dos destaques na série de vídeos feitos pela Rede Paraíba para a Semana do Meio Ambiente, comemorada de 1º a 8 de junho, diante do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho. As TVs Cabo Branco e Paraíba realizam atividades como feiras de adoção, exposições, distribuição de ecobags e coleta de lixo eletrônico.
Com o tráfico, a população desses animais tende a diminuir. Conforme o veterinário explicou, a maioria morre durante o transporte.
Roberto explicou que é difícil controlar esse tráfico porque aves são animais pequenos e de fácil transporte. Por isso, a colaboração da população é importante para recuperar esses animais. Quem souber onde existem animais silvestres sendo criados ou comercializados ilegalmente pode ligar para o 190 e a informação será encaminhada para a Polícia Ambiental.
Roberto deu algumas recomendações para preservar a natureza no meio urbano. “Pode existir harmonia entre homens e animais. Temos que evitar o contato o máximo possível, não sujar os rios, não jogar lixo em qualquer lugar, porque esse lixo acaba indo para os afluentes e cria um processo maléfico para os animais”, disse.
Ele ainda explicou que a Bica trabalha com conscientização. “Existem muitos mitos em relação a animais e aves e a gente tenta quebrar esses mitos. A coruja, por exemplo, muitos acham que ela é um mau agouro e matam. Em uma criação de galinha, o gavião ataca os pintinhos. Mas esse é o papel dele. Existem formas de espantá-lo, como fazendo barulho ou colocando uma proteção. O animal está apenas tentando sobreviver, se adaptar ao meio urbano”, explicou Roberto.
Foi criado na Bica o Centro de Reabilitação de Aves Silvestres (Ceras). O local recebe os animais que são apreendidos pela Polícia Ambiental ou que passaram pelo Centro de Triagem de Animais Selvagens (Cetas) do Ibama.
As aves que apresentam quadro de debilitação ou mutilação passam por um tratamento, com exames clínicos, laboratoriais e testes de condicionamento físico. Em seguida, o animal passa por uma avaliação para verificar se existe a possibilidade de soltura, ou não, na natureza.
“As que não têm chance de soltura, porque vieram de cativeiro muito mansas ou com alguma deficiência que não permite a ave ser solta, elas são utilizadas para a realização de educação ambiental com alunos de escolas e universidades”, explicou Roberto Citelli. Além de promover uma vida mais saudável aos animais, com a prática dos exercícios de voos livres e de caça, são realizadas exibições com o intuito de explicar o trabalho realizado pela equipe, proporcionando para os visitantes noções de cuidados e respeito com o meio ambiente. O foco inicial do Ceras é as aves de rapina. As aves de pequeno porte, como colerinha, sanhaçu e sabiá, que geralmente são presas em gaiolas, precisam ficar isoladas, afastadas da interação humana, sendo dado a elas o alimento que elas teriam na natureza, para condicioná-las e, após testes de avaliação, serem soltas em grupos.
Texto adaptado - Fonte: http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2014/06/
aves-canoras-sao-os-animais-mais-traficados-na-paraiba-diz-veterinario.
html
Na expressão “As aves que apresentam quadro de debilitação ou mutilação passam por um tratamento, com exames clínicos, laboratoriais e testes de condicionamento físico”, o excerto em destaque tem a função de
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O Código de Ética Profissional dos Técnicos em Radiologia, capítulo III – art.8 - Relação com o paciente, determina que
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s) . Nos termos do Decreto nº 7.661, de 28 de dezembro de 2011, o prazo de duração da EBSERH é
I. certo e determinado.
II. indeterminado.
III. indeterminado, mas fixado provisoriamente em 5 (cinco) anos.
IV. certo e determinado em no máximo de 10 anos.
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Na Ressonância Magnética, um resumo das imagens ponderadas nos diz que, embora as relaxações T1 e T2 ocorram simultaneamente, elas são independentes entre si. A relaxação T2 da maioria dos tecidos cai no intervalo que se estende de 20 a 300ms, apesar de a água ter uma T2 de cerca de 2.000ms e a relaxação T1, da maior parte do tecido biológico, estar no intervalo de
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Aves canoras são os animais mais traficados na Paraíba,
diz veterinário
Animais são procurados devido ao canto harmônico e à
beleza.
Raposas e saguis são criados como animais de estimação. As aves canoras, ou seja, as que possuem um canto harmonioso, são os animais que mais são alvo de tráfico na Paraíba, segundo informou o veterinário chefe do Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), Roberto Citelli. De acordo com ele, esses animais são mais procurados devido ao canto e à beleza deles ou para serem usados em rinhas, como é o caso dos canários. Também são muito traficados raposas e saguis, que são criados como animais de estimação.
As aves silvestres são um dos destaques na série de vídeos feitos pela Rede Paraíba para a Semana do Meio Ambiente, comemorada de 1º a 8 de junho, diante do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho. As TVs Cabo Branco e Paraíba realizam atividades como feiras de adoção, exposições, distribuição de ecobags e coleta de lixo eletrônico.
Com o tráfico, a população desses animais tende a diminuir. Conforme o veterinário explicou, a maioria morre durante o transporte.
Roberto explicou que é difícil controlar esse tráfico porque aves são animais pequenos e de fácil transporte. Por isso, a colaboração da população é importante para recuperar esses animais. Quem souber onde existem animais silvestres sendo criados ou comercializados ilegalmente pode ligar para o 190 e a informação será encaminhada para a Polícia Ambiental.
Roberto deu algumas recomendações para preservar a natureza no meio urbano. “Pode existir harmonia entre homens e animais. Temos que evitar o contato o máximo possível, não sujar os rios, não jogar lixo em qualquer lugar, porque esse lixo acaba indo para os afluentes e cria um processo maléfico para os animais”, disse.
Ele ainda explicou que a Bica trabalha com conscientização. “Existem muitos mitos em relação a animais e aves e a gente tenta quebrar esses mitos. A coruja, por exemplo, muitos acham que ela é um mau agouro e matam. Em uma criação de galinha, o gavião ataca os pintinhos. Mas esse é o papel dele. Existem formas de espantá-lo, como fazendo barulho ou colocando uma proteção. O animal está apenas tentando sobreviver, se adaptar ao meio urbano”, explicou Roberto.
Foi criado na Bica o Centro de Reabilitação de Aves Silvestres (Ceras). O local recebe os animais que são apreendidos pela Polícia Ambiental ou que passaram pelo Centro de Triagem de Animais Selvagens (Cetas) do Ibama.
As aves que apresentam quadro de debilitação ou mutilação passam por um tratamento, com exames clínicos, laboratoriais e testes de condicionamento físico. Em seguida, o animal passa por uma avaliação para verificar se existe a possibilidade de soltura, ou não, na natureza.
“As que não têm chance de soltura, porque vieram de cativeiro muito mansas ou com alguma deficiência que não permite a ave ser solta, elas são utilizadas para a realização de educação ambiental com alunos de escolas e universidades”, explicou Roberto Citelli. Além de promover uma vida mais saudável aos animais, com a prática dos exercícios de voos livres e de caça, são realizadas exibições com o intuito de explicar o trabalho realizado pela equipe, proporcionando para os visitantes noções de cuidados e respeito com o meio ambiente. O foco inicial do Ceras é as aves de rapina. As aves de pequeno porte, como colerinha, sanhaçu e sabiá, que geralmente são presas em gaiolas, precisam ficar isoladas, afastadas da interação humana, sendo dado a elas o alimento que elas teriam na natureza, para condicioná-las e, após testes de avaliação, serem soltas em grupos.
Texto adaptado - Fonte: http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2014/06/
aves-canoras-sao-os-animais-mais-traficados-na-paraiba-diz-veterinario.
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Em “Foi criado na Bica o Centro de Reabilitação de Aves Silvestres (Ceras)”, a expressão em destaque exerce função sintática de
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