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O Ministério da Saúde consolidará e publicará as atualizações da Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde – RENASES a cada
 

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2271925 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Um bloco de lente oftálmica com a curvatura externa acabada de +6.25, e para obter uma força dióptrica final de +2.50 depois de surfaçado, é correto dizer que a curvatura interna que deverei tomar é
 

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2271895 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Uma pessoa que se submeteu a uma cirurgia de catarata, onde foi colocada uma lente intraocular, teve extraído
 

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Comida crua é mais saudável
Flávio Dieguez e Marcelo Affini
Como essa história começou, ninguém sabe ao certo. Mas reza a lenda que um médico alemão fez a seguinte descoberta: após consumirem alimentos crus, pacientes com leucocitose, um distúrbio que leva ao aumento dos leucócitos (as células de defesa do organismo), apresentaram uma diminuição no seu contingente. Ora, a diminuição dos leucócitos só acontece quando o corpo está com seu sistema imunológico fortalecido, a ponto de dispensar parte dos seus protetores naturais. Daí que o tal médico alemão chegou à conclusão de que a comida crua fortaleceria o sistema imunológico. Detalhe: nada disso jamais foi comprovado cientificamente. Mas o mito pegou.
Em 1984, a mania da comida crua - ou crudivorismo - se popularizou graças à escritora Leslie Kenton, que lançou o best seller Raw Energy. Segundo a autora, uma dieta baseada em alimentos crus serviria para prevenir doenças degenerativas, retardar os efeitos do tempo, conferir
energia e equilíbrio ao corpo(B). De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
Que o crudivorismo tem lá suas virtudes, isso tem. Afinal, submeter vegetais ao calor do cozimento rouba até 60% de suas substâncias benéficas. A questão é que os macronutrientes, como proteínas, gorduras e carboidratos, essenciais à saúde, ficam de fora dessa dieta. Tudo o que o crudivorismo tem a oferecer são os micronutrientes, caso de vitaminas e sais minerais que, sim, contam (e muito) para a boa nutrição. Só eles, porém, não bastam. “Os crus tanto podem pavimentar o caminho para a boa saúde como levar a um quadro de desnutrição”, resume o nutrólogo Eric Slywitch, de São Paulo. “Para alcançar um equilíbrio, deve-se consumir também feijões, ervilha, lentilha e grãode- bico, que fornecem proteínas e calorias.”
Nem sempre o calor é responsável por eliminar nutrientes dos alimentos. No caso do betacaroteno (cenoura, abóbora, batata-doce, couve, mamão e caqui) e do licopeno (tomate em forma de molho, e goiaba vermelha e melancia preparadas como geleias), os alimentos ganham mais nutrientes quando submetidos a determinadas temperaturas. “O mesmo acontece com os fitoquímicos presentes nas folhas escuras e amargas, como almeirão e chicória, que devem ser refogados rapidamente(D)”, diz o nutricionista Vanderlí Marchiori. A temperatura máxima permitida fica em torno de 42° C. “Os brócolis, como qualquer vegetal, devem ser cozidos com um mínimo de água, que, depois, pode ser aproveitada em outras preparações. Mas o ideal mesmo é consumi-los crus, bem picadinhos, em vinagretes, ou sobre pratos quentes, como macarrão e arroz. Uma boa dica é abafá-los um pouco com uma tampa(E) para reter o calor e deixá-los mais macios.”
Acredite se quiser: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e trigo podem ser consumidos crus. Para experimentar, é só deixar leguminosas e cereais imersos em água(A), por horas ou mesmo dias a fio, dependendo do grão, em processo de germinação. Quando adquirirem consistência macia, nem precisa aquecer para consumir. “Em geral, esses alimentos apresentam uma pequena redução dos seus nutrientes”, avisa o nutrólogo Eric Slywitch. Embora até a batata possa ser consumida crua, o melhor é cozinhá-la. “Isso atenua seus fatores antinutricionais, aquelas substâncias que interferem na absorção dos nutrientes”, diz Marchiori.
http://super.abril.com.br/alimentacao/comida-crua-mais-saudavel- 622326.shtml
Assinale a alternativa cuja expressão destacada NÃO funciona como adjunto adverbial.
 

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Comida crua é mais saudável
Flávio Dieguez e Marcelo Affini
Como essa história começou, ninguém sabe(B) ao certo. Mas reza a lenda que um médico alemão fez a seguinte descoberta: após consumirem alimentos crus, pacientes com leucocitose, um distúrbio que leva ao aumento dos leucócitos (as células de defesa do organismo), apresentaram uma diminuição no seu contingente. Ora, a diminuição dos leucócitos só acontece quando o corpo está com seu sistema imunológico fortalecido, a ponto de dispensar parte dos seus protetores naturais. Daí que o tal médico alemão chegou à conclusão de que a comida crua fortaleceria o sistema imunológico. Detalhe: nada disso jamais foi comprovado cientificamente. Mas o mito pegou.
Em 1984, a mania da comida crua - ou crudivorismo - se popularizou graças à escritora Leslie Kenton, que lançou o best seller Raw Energy. Segundo a autora, uma dieta baseada em alimentos crus serviria para prevenir doenças degenerativas, retardar os efeitos do tempo, conferir
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
Que o crudivorismo tem lá suas virtudes, isso tem(A). Afinal, submeter vegetais ao calor do cozimento rouba até 60% de suas substâncias benéficas. A questão é que os macronutrientes, como proteínas, gorduras e carboidratos, essenciais à saúde, ficam de fora dessa dieta (C). Tudo o que o crudivorismo tem a oferecer são os micronutrientes, caso de vitaminas e sais minerais que, sim, contam (e muito) para a boa nutrição. Só eles, porém, não bastam. “Os crus tanto podem pavimentar o caminho para a boa saúde como levar a um quadro de desnutrição”, resume o nutrólogo Eric Slywitch, de São Paulo. “Para alcançar um equilíbrio, deve-se consumir também feijões, ervilha, lentilha e grãode- bico, que fornecem proteínas e calorias.”
Nem sempre o calor é responsável por eliminar nutrientes dos alimentos. No caso do betacaroteno (cenoura, abóbora, batata-doce, couve, mamão e caqui) e do licopeno (tomate em forma de molho, e goiaba vermelha e melancia preparadas como geleias), os alimentos ganham mais nutrientes quando submetidos a determinadas temperaturas. “O mesmo acontece com os fitoquímicos presentes nas folhas escuras e amargas, como almeirão e chicória, que devem ser refogados rapidamente”, diz o nutricionista Vanderlí Marchiori. A temperatura máxima permitida fica em torno de 42° C. “Os brócolis, como qualquer vegetal, devem ser cozidos com um mínimo de água, que, depois, pode ser aproveitada em outras preparações. Mas o ideal mesmo é consumi-los crus(E), bem picadinhos, em vinagretes, ou sobre pratos quentes, como macarrão e arroz. Uma boa dica é abafá-los um pouco com uma tampa para reter o calor e deixá-los mais macios.”
Acredite se quiser: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e trigo podem ser consumidos crus. Para experimentar, é só deixar leguminosas e cereais imersos em água, por horas ou mesmo dias a fio, dependendo do grão, em processo de germinação. Quando adquirirem consistência macia, nem precisa aquecer para consumir. “Em geral, esses alimentos apresentam uma pequena redução dos seus nutrientes”, avisa o nutrólogo Eric Slywitch. Embora até a batata possa ser consumida crua, o melhor é cozinhá-la. “ Isso atenua seus fatores antinutricionais (D), aquelas substâncias que interferem na absorção dos nutrientes”, diz Marchiori.
http://super.abril.com.br/alimentacao/comida-crua-mais-saudavel- 622326.shtml
Um exemplo de pronome indefinido se encontra na alternativa
 

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Observe a tabela a seguir, a segunda coluna obedece um padrão em relação à primeira.
1 3
2 5
4 9
15 31
20 A
Qual é o valor de A?
 

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De acordo com o Regimento Interno da ESBSERH, além dos casos de morte, renúncia, destituição e outros previstos em lei, considerar-se-á vaga a função de membro do Conselho de Administração que, sem causa formalmente justificada,
 

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2271653 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Assinale a alternativa que apresenta uma patologia ocular progressiva onde a córnea do paciente fica com um formato cônico.
 

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Comida crua é mais saudável
Flávio Dieguez e Marcelo Affini
Como essa história começou, ninguém sabe ao certo. Mas reza a lenda que um médico alemão fez a seguinte descoberta: após consumirem alimentos crus, pacientes com leucocitose, um distúrbio que leva ao aumento dos leucócitos (as células de defesa do organismo), apresentaram uma diminuição no seu contingente. Ora, a diminuição dos leucócitos só acontece quando o corpo está com seu sistema imunológico fortalecido, a ponto de dispensar parte dos seus protetores naturais. Daí que o tal médico alemão chegou à conclusão de que a comida crua fortaleceria o sistema imunológico. Detalhe: nada disso jamais foi comprovado cientificamente. Mas o mito pegou.
Em 1984, a mania da comida crua - ou crudivorismo - se popularizou graças à escritora Leslie Kenton, que lançou o best seller Raw Energy. Segundo a autora, uma dieta baseada em alimentos crus serviria para prevenir doenças degenerativas, retardar os efeitos do tempo, conferir
energia e equilíbrio ao corpo. De lá pra cá, a raw food entrou e saiu de moda várias vezes, sempre com a promessa de melhorar a saúde e desintoxicar o corpo.
Que o crudivorismo tem lá suas virtudes, isso tem. Afinal, submeter vegetais ao calor do cozimento rouba até 60% de suas substâncias benéficas. A questão é que os macronutrientes, como proteínas, gorduras e carboidratos, essenciais à saúde, ficam de fora dessa dieta. Tudo o que o crudivorismo tem a oferecer são os micronutrientes, caso de vitaminas e sais minerais que, sim, contam (e muito) para a boa nutrição. Só eles, porém, não bastam. “Os crus tanto podem pavimentar o caminho para a boa saúde como levar a um quadro de desnutrição”, resume o nutrólogo Eric Slywitch, de São Paulo. “Para alcançar um equilíbrio, deve-se consumir também feijões, ervilha, lentilha e grãode- bico, que fornecem proteínas e calorias.”
Nem sempre o calor é responsável por eliminar nutrientes dos alimentos. No caso do betacaroteno (cenoura, abóbora, batata-doce, couve, mamão e caqui) e do licopeno (tomate em forma de molho, e goiaba vermelha e melancia preparadas como geleias), os alimentos ganham mais nutrientes quando submetidos a determinadas temperaturas. “O mesmo acontece com os fitoquímicos presentes nas folhas escuras e amargas, como almeirão e chicória, que devem ser refogados rapidamente”, diz o nutricionista Vanderlí Marchiori. A temperatura máxima permitida fica em torno de 42° C. “Os brócolis, como qualquer vegetal, devem ser cozidos com um mínimo de água, que, depois, pode ser aproveitada em outras preparações. Mas o ideal mesmo é consumi-los crus, bem picadinhos, em vinagretes, ou sobre pratos quentes, como macarrão e arroz. Uma boa dica é abafá-los um pouco com uma tampa para reter o calor e deixá-los mais macios.”
Acredite se quiser: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e trigo podem ser consumidos crus. Para experimentar, é só deixar leguminosas e cereais imersos em água, por horas ou mesmo dias a fio, dependendo do grão, em processo de germinação. Quando adquirirem consistência macia, nem precisa aquecer para consumir. “Em geral, esses alimentos apresentam uma pequena redução dos seus nutrientes”, avisa o nutrólogo Eric Slywitch. Embora até a batata possa ser consumida crua, o melhor é cozinhá-la. “Isso atenua seus fatores antinutricionais, aquelas substâncias que interferem na absorção dos nutrientes”, diz Marchiori.
http://super.abril.com.br/alimentacao/comida-crua-mais-saudavel- 622326.shtml
De acordo com o texto,
 

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2271581 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Para uma pessoa que pratica esporte e precisa de lentes bem resistentes à quebra, é correto indicar lentes em
 

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