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Paciente de 67 anos, admitido na emergência por edema agudo de pulmão (EAP) cardiogênico, apresentava-se dispneico, tosse úmida com secreção rosácea em pequena quantidade. O fisioterapeuta foi chamado para avaliar este paciente, onde institui a VNI. Após 30 min de sua instalação, paciente apresentou melhora do quadro de dispneia, SpO2, teve tolerância à máscara facial, PA: 85/50 mmHg, FC: 60 a 65 bpm, e no ECG pode ser evidenciado supradesnivelamento do segmento ST. Na tomada de decisão o fisioterapeuta resolve retirar a VNI do paciente. A justificativa para esta tomada de decisão do fisioterapeuta seria
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Com base no caso clínico a seguir, responda a questão.
“Paciente de 18 anos, com diagnóstico de diabetes tipo 1, internado com rebaixamento do nível de consciência, teve períodos de vômitos durante todo o dia. Pelo exame complementar, apresenta: gasometria arterial: pH: 6,9; PCO2: 37 mmHg; PO2: 80 mmHg; HCO3: 12 mEq/L; Eletrólitos: Na: 128; K: 2,2. Na avaliação, apresentava-se com uma respiração rápida e profunda, pele ressecada, emagrecido. Após duas horas da admissão, foi necessária a intubação orotraqueal e assistência ventilatória.
No exame de eletrólitos, esse paciente apresenta
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Paciente em TOT n° 9,0, admitido na UTI por IRA e apresenta quadro de hipersecreção e necessidade de aspiração constante. O fisioterapeuta do período fez a avaliação e cálculo para a determinação da sonda ideal, para a realização do procedimento. Assim, pode-se afirmar que o número da sonda ideal para este paciente é
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A mensuração sistemática das pressões de cuff pelo fisioterapeuta e equipe de saúde deve ser realizada em todos os pacientes com via aérea artificial, com o intuito de prevenir graves complicações, EXCETO
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Com base no caso clínico a seguir, responda a questão.
“Paciente de 58 anos, psiquiátrico, etilista de longa data, deu entrada na emergência do hospital com quadro de embriaguez. Na escala de Glasgow, apresentou pontuação 2 na abertura ocular, 4 na resposta motora e 2 na resposta verbal. Após alguns minutos iniciou com quadro de vômitos no qual broncoaspirou e foi necessária a intubação emergencial. Após o segundo dia, o paciente apresenta piora do quadro pulmonar, evoluindo para SARA e estando ventilado em PCV, VC: 380 ml, PEEP: 8 cmH2O, FR: 12 rpm, Tinsp: 1,3 seg, Pplatô: 40 cmH2O, FiO2: 85%, Pressão de pico: 42 cmH2O. Gasometria arterial: pH: 7,1; PCO2: 82 mmHg; PO2: 65 mmHg; HCO3: 24 mEq/L.”
Pelo diagnóstico de SARA neste paciente, a doença pode ser classificada em
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Assinale a alternativa INCORRETA.
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Com base no caso clínico a seguir, responda à questão.
“Paciente de 42 anos está em VMI há 6 dias e o fisioterapeuta ajustou seus parâmetros em: PSV, PS: 20 cmH2O, PEEP: 8 cmH2O, FiO2: 65% e mantendo PaO2: 81 mmHg. Pelo ventilômetro, verificou um VC: 310 ml, Pimáx: -23 cmH2O, FR:48 rpm.”
Analisando os parâmetros apresentados, e pensando no processo de desmame, pode-seafirmar que
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Embora o fracasso no desmame do ventilador possa ser devido a vários fatores, a fraqueza respiratória induzida pela VM parece desempenhar um papel crucial na determinação da capacidade dos doentes terem sucesso. No que diz respeito à disfunção diafragmática induzida pelo ventilador, assinale a alternativa INCORRETA.
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Quando a ciência supera a ficção
Marcelo Gleiser
Semana passada, algo de extraordinário ocorreu (B). Após passar 31 meses hibernado, enquanto cruzava o espaço a uma distância de 800 milhões de quilômetros do Sol, a sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia, enviou uma mensagem para a central de controle vinculada à missão: “Olá, mundo!”
Rosetta acordou e agora se aproxima do Sol (E) e de seu alvo, o cometa 67P/Churyamov-Gerasimenko. Se tudo correr bem, no dia 11 de Novembro, Rosetta enviará a sonda Philae, que pesa apenas 100 kg, para pousar na superfície do cometa. Será o primeiro pouso de um objeto criado por humanos num cometa.
O pouso em si será incrivelmente difícil, já que a gravidade do cometa, que tem apenas quatro quilômetros de diâmetro, é praticamente nula. Philae terá que usar uma combinação de arpões e garras capazes de se fixar no gelo para se agarrar ao cometa. Será mais como laçar um touro do que pousar na Lua.
Antes disso, Rosetta acompanhará o cometa enquanto ele vai se aproximando do Sol. E aqui a coisa fica interessante, como os leitores que viram o filme Armageddon devem se lembrar: à medida que o cometa vai se aproximando do Sol, sua superfície vai esquentando e seu material começa a sublimar. Com isso, vemos daqui a cauda do cometa, que, como os cabelos de uma pessoa, sempre aponta na direção do vento. Neste caso, no da radiação proveniente do Sol.
Cometas são bolas de gelo e poeira, restos do material que formou o Sol e os planetas, 4,6 bilhões de anos atrás. Encontram-se na periferia do Sistema Solar, com tamanhos variando de alguns metros a aproximadamente 10 km de diâmetro. Por estarem longe e isolados, guardam a memória da origem do Sistema Solar: estudá-los significa também estudar a nossa origem.
A sonda Philae, armada de uma série de instrumentos científicos, mandará imagens da superfície do cometa e de sua vizinhança. Estudará, também, a composição química da superfície do cometa, buscando, em particular, por material orgânico. Usando uma broca, chegará 23 cm abaixo da superfície para coletar amostras do solo.
Isso tudo será feito remotamente, quando a sonda estiver a centenas de milhões de quilômetros da Terra. Imagine pilotar um robô a essa distância...
Existem dois mistérios profundamente interligados com cometas: a origem da água na Terra e a própria origem da vida. Segundo algumas teorias, uma fração significativa da água na Terra veio de cometas e protoplanetas que caíram aqui durante os primeiros 500 milhões de existência do Sistema Solar. Ninguém sabe de onde veio a água aqui (C), e esses estudos serão úteis para elucidar a questão.
Também sabemos que cometas têm matéria orgânica, isso é, relacionada com a vida, incluindo vários aminoácidos. Será interessante verificar se o cometa 67P/Churyamov- Gerasimenko tem aminoácidos e se suas propriedades são como as dos aminoácidos terrestres. Se cometas caíram aqui no passado remoto, é possível que tenham inseminado a Terra com os materiais que geraram a vida. Vivemos numa época em que uma sonda criada por nós pode pousar nesse objeto tão distante(A) e inóspito. É nessas horas que a ciência supera a ficção(D).
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1402687- quando-a-ciencia-supera-a-ficcao.shtml o.
A expressão destacada que NÃO funciona sintaticamente como adjunto adverbial é
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Quando a ciência supera a ficção
Marcelo Gleiser
Semana passada, algo de extraordinário ocorreu. Após passar 31 meses hibernado, enquanto cruzava o espaço a uma distância de 800 milhões de quilômetros do Sol, a sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia, enviou uma mensagem para a central de controle vinculada à missão: “Olá, mundo!”
Rosetta acordou e agora se aproxima do Sol e de seu alvo, o cometa 67P/Churyamov-Gerasimenko. Se tudo correr bem, no dia 11 de Novembro, Rosetta enviará a sonda Philae, que pesa apenas 100 kg, para pousar na superfície do cometa. Será o primeiro pouso de um objeto criado por humanos num cometa.
O pouso em si será incrivelmente difícil, já que a gravidade do cometa, que tem apenas quatro quilômetros de diâmetro, é praticamente nula. Philae terá que usar uma combinação de arpões e garras capazes de se fixar no gelo para se agarrar ao cometa. Será mais como laçar um touro do que pousar na Lua.
Antes disso, Rosetta acompanhará o cometa enquanto ele vai se aproximando do Sol. E aqui a coisa fica interessante, como os leitores que viram o filme Armageddon devem se lembrar: à medida que o cometa vai se aproximando do Sol, sua superfície vai esquentando e seu material começa a sublimar. Com isso, vemos daqui a cauda do cometa, que, como os cabelos de uma pessoa, sempre aponta na direção do vento. Neste caso, no da radiação proveniente do Sol.
Cometas são bolas de gelo e poeira, restos do material que formou o Sol e os planetas, 4,6 bilhões de anos atrás. Encontram-se na periferia do Sistema Solar, com tamanhos variando de alguns metros a aproximadamente 10 km de diâmetro. Por estarem longe e isolados, guardam a memória da origem do Sistema Solar: estudá-los significa também estudar a nossa origem.
A sonda Philae, armada de uma série de instrumentos científicos, mandará imagens da superfície do cometa e de sua vizinhança. Estudará, também, a composição química da superfície do cometa, buscando, em particular, por material orgânico. Usando uma broca, chegará 23 cm abaixo da superfície para coletar amostras do solo.
Isso tudo será feito remotamente, quando a sonda estiver a centenas de milhões de quilômetros da Terra. Imagine pilotar um robô a essa distância...
Existem dois mistérios profundamente interligados com cometas: a origem da água na Terra e a própria origem da vida. Segundo algumas teorias, uma fração significativa da água na Terra veio de cometas e protoplanetas que caíram aqui durante os primeiros 500 milhões de existência do Sistema Solar. Ninguém sabe de onde veio a água aqui, e esses estudos serão úteis para elucidar a questão.
Também sabemos que cometas têm matéria orgânica, isso é, relacionada com a vida, incluindo vários aminoácidos. Será interessante verificar se o cometa 67P/Churyamov- Gerasimenko tem aminoácidos e se suas propriedades são como as dos aminoácidos terrestres. Se cometas caíram aqui no passado remoto, é possível que tenham inseminado a Terra com os materiais que geraram a vida. Vivemos numa época em que uma sonda criada por nós pode pousar nesse objeto tão distante e inóspito. É nessas horas que a ciência supera a ficção.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1402687- quando-a-ciencia-supera-a-ficcao.shtml o.
“O pouso em si será incrivelmente difícil, já que a gravidade do cometa [...] é praticamente nula.”
Todas as expressões a seguir podem ocupar o espaço da expressão em destaque, EXCETO
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