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Big U.S. tobacco companies are all developing e-cigarettes. The battery-powered gadgets feature a glowing tip and a heating element that turns liquid nicotine and flavorings into a cloud of vapor that users inhale. Some past research has suggested that using e-cigarettes may help smokers cut down on use of traditional tobacco products, or even transition entirely away from tobacco – an idea aggressively marketed by e-cigarette and tobacco companies.
But a recent European study says that smokers who also use e-cigarettes may be half as likely to give up tobacco as smokers who never vape at all.
Researchers analyzed data from a 2014 survey of more than 13,000 current or former smokers in the European Union. About 2,500 had tried vaping at least once; 46% of the participants were former smokers and 19% currently or previously used e-cigarettes. The study revealed that people smoked an average of about 14 cigarettes a day when they didn’t vape, and around 16 cigarettes a day when they did.
“This is important because e-cigarettes are widely promoted as a smoking cessation tool”, said senior author Stanton Glantz of California, San Francisco. “And, while there is no question that some smokers do successfully quit with e-cigarettes, they keep many more people smoking”, he added.
“Most adult smokers express a desire to quit, and many try and fail”, said Samir Soneji, a health policy researcher in New Hampshire. “E-cigarettes might seem like an appealing cessation tool because the devices in some ways mimic the smoking, but nicotine gum or patches may be more effective.”
RAPAPORT, Lisa. Disponível em: <www.foxnews.com>.
Acesso em: abr. 2018. Adaptado.
Considering the recent European study about e-cigarettes, fill in the parentheses with T (True) or F (False).
( ) Over thirteen thousand people took part in the survey.
( ) All the participants had been cigarette smokers at some point.
( ) The smokers in the study used more cigarettes a day when they vaped.
( ) None of the participants had tried e-cigarettes before the survey.
The correct sequence, from top to bottom, is
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Big U.S. tobacco companies are all developing e-cigarettes. The battery-powered gadgets feature a glowing tip and a heating element that turns liquid nicotine and flavorings into a cloud of vapor that users inhale. Some past research has suggested that using e-cigarettes may help smokers cut down on use of traditional tobacco products, or even transition entirely away from tobacco – an idea aggressively marketed by e-cigarette and tobacco companies.
But a recent European study says that smokers who also use e-cigarettes may be half as likely to give up tobacco as smokers who never vape at all.
Researchers analyzed data from a 2014 survey of more than 13,000 current or former smokers in the European Union. About 2,500 had tried vaping at least once; 46% of the participants were former smokers and 19% currently or previously used e-cigarettes. The study revealed that people smoked an average of about 14 cigarettes a day when they didn’t vape, and around 16 cigarettes a day when they did.
“This is important because e-cigarettes are widely promoted as a smoking cessation tool”, said senior author Stanton Glantz of California, San Francisco. “And, while there is no question that some smokers do successfully quit with e-cigarettes, they keep many more people smoking”, he added.
“Most adult smokers express a desire to quit, and many try and fail”, said Samir Soneji, a health policy researcher in New Hampshire. “E-cigarettes might seem like an appealing cessation tool because the devices in some ways mimic the smoking, but nicotine gum or patches may be more effective.”
RAPAPORT, Lisa. Disponível em: <www.foxnews.com>.
Acesso em: abr. 2018. Adaptado.
About e-cigarettes, it’s correct to say that they
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LAVADO, Joaquín Salvador (QUINO). Toda Mafalda. São Paulo:
Martins Fontes, 2000. p. 75.
Na tira apresentada, o autor explora alguns recursos da língua portuguesa, a fim de conseguir efeitos estéticos ou de sentido.
No primeiro balão, o autor utiliza uma figura de sintaxe, a fim de atribuir maior expressividade ao significado da fala de Filipe, personagem que dialoga com Mafalda, que é denominada de
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Quando você for se embora,
moça branca como a neve,
me leve.
Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.
Se no coração não possa
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar.
E se aí também não possa
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento.
GULLAR, Ferreira. Cantiga para não morrer. Disponível em: <http://www. revistabula.com/12068-os-
10-melhores-poemas-de-ferreira-gullar/>. Acesso em: abr. 2018.
A metáfora é a figura de linguagem identificada pela comparação subjetiva, pela semelhança ou analogia entre elementos.
Esse recurso estilístico utilizado pelo eu lírico está presente no verso transcrito em
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Os avanços científico-tecnológicos na Medicina são responsáveis pelo florescimento de três grandes utopias humanas, que são a utopia da eternidade (pelo aumento da longevidade), a utopia da beleza (pelas mudanças de padrões cosméticos) e a utopia do prazer (pelo aparecimento de novas drogas que suprimem a dor e promovem o prazer físico e psíquico). A nova obsessão humana é a utopia da saúde e do corpo perfeitos.
A perplexidade ética provocada pela "tecnociência" contemporânea é consequente ao fato de que o mundo, não obstante o tamanho do progresso experimentado, se encontra na fronteira de graves responsabilidades morais, determinadas pelo processo de intervenção cada vez mais agressivo do homem na biosfera, acelerando sua deterioração, e a intervenção na própria essência do ser humano, principalmente através da manipulação de sua identidade genética.
Destarte, as inovações tecnológicas podem não só beneficiar a humanidade, mas também serem utilizadas contra ela, já se tornando uma certeza que a última batalha em defesa da dignidade humana está sendo travada nos laboratórios de genética molecular, onde é manipulado o DNA humano.
DRUMOND, José Geraldo de Freitas. Ética e inovação tecnológica na medicina. Disponível em:
<https://www.saocamilo-sp.br>. Acesso em: abr. 2018.
A análise dos aspectos coesivos do texto está correta em
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Os avanços científico-tecnológicos na Medicina são responsáveis pelo florescimento de três grandes utopias humanas, que são a utopia da eternidade (pelo aumento da longevidade), a utopia da beleza (pelas mudanças de padrões cosméticos) e a utopia do prazer (pelo aparecimento de novas drogas que suprimem a dor e promovem o prazer físico e psíquico). A nova obsessão humana é a utopia da saúde e do corpo perfeitos.
A perplexidade ética provocada pela "tecnociência" contemporânea é consequente ao fato de que o mundo, não obstante o tamanho do progresso experimentado, se encontra na fronteira de graves responsabilidades morais, determinadas pelo processo de intervenção cada vez mais agressivo do homem na biosfera, acelerando sua deterioração, e a intervenção na própria essência do ser humano, principalmente através da manipulação de sua identidade genética.
Destarte, as inovações tecnológicas podem não só beneficiar a humanidade, mas também serem utilizadas contra ela, já se tornando uma certeza que a última batalha em defesa da dignidade humana está sendo travada nos laboratórios de genética molecular, onde é manipulado o DNA humano.
DRUMOND, José Geraldo de Freitas. Ética e inovação tecnológica na medicina. Disponível em:
<https://www.saocamilo-sp.br>. Acesso em: abr. 2018.
A perplexidade ética mencionada no texto sobre a "teconociência" se refere
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JUNIÃO. Charge. Disponível em: <http://blogdamartabellini.blogspot.com.br>.
Acesso em: abr. 2018.
A charge é um gênero textual que tem por finalidade emitir uma opinião crítica ou satírica sobre algum aspecto da sociedade.
Assumindo um posicionamento crítico-irônico diante da possibilidade de reincidência de epidemias, o chargista chama a atenção para
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O tempo da história e o da vida. Distintos, completamente, deveria ter cada qual um nome.
Não se confundiriam. Seriam independentes e livres.
Cada um na sua. O da vida dependeria do humano.
Teria seus limites impostos por ele. O da história existiria sem um fim necessário. Nomes diferentes dariam a eles independência para ter relação com os valores, a moral, as virtudes, a ética, o equilíbrio das diferenças em cada momento.
O tempo da vida do humano. O tempo da história. Debates não seriam sufocados, circunstâncias não silenciariam projetos, aspectos morais teriam seus espaços e preservar-se-ia a verdadeira ética que não guarda relação alguma com picuinhas ou cerimonialismos.
A ética que tem como valor o humano. Não o individual, o uno, mas o coletivo. O humano que não pode ser desgraçado por interesses comerciais, mesquinhez de costumes ou sentimentos preconceituosos. O humano que se defronta com problemas de cada tempo e aceita superá-los. Sem vícios.
O FIM do tempo único. Disponível em: <https://www.revistaforum.com.br/ digital/12/o-fim-do-tempo-unico/>.
Acesso em: abr. 2018. Editorial.
Segundo o editorial da Revista Fórum, o tempo
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A importância da educação em ética médica na formação do profissional de Medicina, no Brasil, é reconhecida há muito tempo. As transformações tecnológicas, sociais, legais, econômicas e morais ocorridas de forma acelerada, nas últimas décadas, incentivaram o surgimento de uma comunidade global mais integrada e esclarecida, com impacto no exercício das profissões de saúde. Na Medicina, novas questões éticas são constantemente incorporadas à reflexão, levando a uma contínua necessidade de renovação e atualização de seu ensino.
O surgimento da bioética, em 1971, despertou a atenção para a necessidade de uma abordagem transdisciplinar e holística sobre os aspectos éticos em saúde, ampliando o escopo das disciplinas de deontologia e ética médica para a consideração de outras questões que extrapolam simples aplicações práticas de conceitos éticos no campo profissional, além de abrir pontes para a reflexão sobre o futuro da humanidade.
DANTAS, Flávio; SOUSA, Evandro Guimarães de. Ensino da Deontologia, Ética Médica e Bioética nas
Escolas Médicas Brasileiras: uma Revisão Sistemática. Disponível em: <http://www.scielo.br>. Acesso em: abr. 2018.
Considerando-se o gênero discursivo do texto, é correto afirmar que se trata de
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A importância da educação em ética médica na formação do profissional de Medicina, no Brasil, é reconhecida há muito tempo. As transformações tecnológicas, sociais, legais, econômicas e morais ocorridas de forma acelerada, nas últimas décadas, incentivaram o surgimento de uma comunidade global mais integrada e esclarecida, com impacto no exercício das profissões de saúde. Na Medicina, novas questões éticas são constantemente incorporadas à reflexão, levando a uma contínua necessidade de renovação e atualização de seu ensino.
O surgimento da bioética, em 1971, despertou a atenção para a necessidade de uma abordagem transdisciplinar e holística sobre os aspectos éticos em saúde, ampliando o escopo das disciplinas de deontologia e ética médica para a consideração de outras questões que extrapolam simples aplicações práticas de conceitos éticos no campo profissional, além de abrir pontes para a reflexão sobre o futuro da humanidade.
DANTAS, Flávio; SOUSA, Evandro Guimarães de. Ensino da Deontologia, Ética Médica e Bioética nas
Escolas Médicas Brasileiras: uma Revisão Sistemática. Disponível em: <http://www.scielo.br>. Acesso em: abr. 2018.
Sobre os recursos linguísticos que compõem o texto, está correto o que se afirma em
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