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Foram encontradas 40 questões.

4060444 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA

Leia o texto 2 para responder às questões 09 e 10.

Texto 2

Enunciado 4683908-1

Disponível em: https://prevenindobullyingnaescola.blogspot.com/2014/05/charge-virus-e-bullying.html. Acesso em: 06 fev. 2026

Considerando o texto 2, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) O sujeito da oração: “que existem pessoas que agem como eles” é indeterminado.

( ) No primeiro quadrinho da tirinha, o sujeito da oração principal é simples e determinado, porque possui um só núcleo.

( ) a oração “quando nos atingem”, extraído do primeiro quadrinho da tirinha, é uma oração subordinada adverbial, pois veio introduzida pelo conectivo “quando” que indica tempo.

( ) No fragmento: “E o pior é saber que existem pessoas que agem como eles”, o trecho destacado é uma oração subordinada adjetiva restritiva.

( ) O vocábulo “coisas” tem como papel morfossintático ser um advérbio com função sintática de complemento nominal.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é

 

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4060443 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA

Leia o texto 2 para responder às questões 09 e 10.

Texto 2

Enunciado 4683907-1

Disponível em: https://prevenindobullyingnaescola.blogspot.com/2014/05/charge-virus-e-bullying.html. Acesso em: 06 fev. 2026

Sobre o fragmento do texto 2, extraído do terceiro quadrinho da tirinha: "[...] existem pessoas que agem como eles”, é correto afirmar que

 

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4060442 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA

Leia o texto 1 para responder às questões de 01 a 08.

Texto 1

Nipah: vírus volta a preocupar a saúde global após casos na Índia, mas sem cenário de novo surto.

Organização Mundial de Saúde classifica o risco de disseminação do Nipah como moderado no âmbito subnacional, e baixo nos níveis nacional, regional e global. Não há indicação de surto fora da Índia, mas fiscalização foi reforçada.

Sempre que surge a notícia de uma onda de casos envolvendo um vírus pouco conhecido, a pergunta que

surge quase automaticamente é: estamos diante de uma nova ameaça pandêmica? Neste caso, o vírus

Nipah costuma ocupar esse lugar no debate público. Associado a quadros clínicos graves e a altas taxas de

letalidade, ele é frequentemente citado como um dos patógenos mais preocupantes do ponto de vista

5 científico. Mas preocupação não é sinônimo de pânico — e entender essa diferença é essencial.

Em janeiro de 2026, as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS)

dois casos laboratoriais confirmados de infecção pelo Nipah no estado de Bengala Ocidental. Os casos

ocorreram em profissionais de saúde do mesmo hospital em Barasat, com sintomas iniciados no fim de

dezembro de 2025 e confirmados em 13 de janeiro — um dos pacientes melhorou, o outro permanece sob

10 cuidados críticos. Desde então, mais de 190 contatos foram rastreados e testados negativamente até o

momento, sem detecção de transmissão comunitária.

A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e

global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento. Em resposta,

países vizinhos e alguns aeroportos asiáticos reforçaram medidas de triagem e vigilância sanitária —

15 reforçando, assim, a capacidade de resposta, mas sem sinais de propagação sustentada do vírus fora do

quadro isolado em Bengala Ocidental.

O caso do vírus Nipah ilustra um princípio fundamental da saúde pública: vigilância não é alarme, e gravidade

não é sinônimo de pandemia. Identificado pela primeira vez em 1998, durante um surto na Malásia, o vírus

Nipah é um vírus zoonótico do gênero Henipavirus, da família Paramyxoviridae. Seu reservatório natural são

20 morcegos frugívoros do gênero Pteropus, amplamente distribuídos no sul e sudeste da Ásia. [...]. Do ponto

de vista clínico, trata-se de um vírus capaz de produzir sintomas graves. A infecção pode causar encefalite

aguda, insuficiência respiratória e rápida evolução para óbito, com taxas de letalidade que variam entre 40%

e 75%, dependendo do surto e do acesso aos serviços de saúde.

Informar com precisão, contextualizar riscos e comunicar incertezas de forma honesta são tão importantes

25 quanto detectar novos patógenos. A ciência não existe para produzir medo, mas para reduzir incertezas: e

isso nunca foi tão necessário.

Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/02/02/nipah-virus-volta-a-preocupar-saude-global-apos-casos-na-india-massem-cenario-de-novo-surto.ghtml Acesso em: 05 fev. 2026. (Adaptado).

O texto 1 finaliza com a seguinte reflexão: “A ciência não existe para produzir medo, mas para reduzir incertezas: e isso nunca foi tão necessário” (linhas 25-26).

As conjunções “mas” e “e”, presentes no fragmento do texto 1, são exemplos de conjunções interoracionais. Ao analisar a função delas no texto, é correto afirmar que “mas” indica _______________, e “e” indica _________________________________________.

A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é

 

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4060441 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA

Leia o texto 1 para responder às questões de 01 a 08.

Texto 1

Nipah: vírus volta a preocupar a saúde global após casos na Índia, mas sem cenário de novo surto.

Organização Mundial de Saúde classifica o risco de disseminação do Nipah como moderado no âmbito subnacional, e baixo nos níveis nacional, regional e global. Não há indicação de surto fora da Índia, mas fiscalização foi reforçada.

Sempre que surge a notícia de uma onda de casos envolvendo um vírus pouco conhecido, a pergunta que

surge quase automaticamente é: estamos diante de uma nova ameaça pandêmica? Neste caso, o vírus

Nipah costuma ocupar esse lugar no debate público. Associado a quadros clínicos graves e a altas taxas de

letalidade, ele é frequentemente citado como um dos patógenos mais preocupantes do ponto de vista

5 científico. Mas preocupação não é sinônimo de pânico — e entender essa diferença é essencial.

Em janeiro de 2026, as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS)

dois casos laboratoriais confirmados de infecção pelo Nipah no estado de Bengala Ocidental. Os casos

ocorreram em profissionais de saúde do mesmo hospital em Barasat, com sintomas iniciados no fim de

dezembro de 2025 e confirmados em 13 de janeiro — um dos pacientes melhorou, o outro permanece sob

10 cuidados críticos. Desde então, mais de 190 contatos foram rastreados e testados negativamente até o

momento, sem detecção de transmissão comunitária.

A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e

global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento. Em resposta,

países vizinhos e alguns aeroportos asiáticos reforçaram medidas de triagem e vigilância sanitária —

15 reforçando, assim, a capacidade de resposta, mas sem sinais de propagação sustentada do vírus fora do

quadro isolado em Bengala Ocidental.

O caso do vírus Nipah ilustra um princípio fundamental da saúde pública: vigilância não é alarme, e gravidade

não é sinônimo de pandemia. Identificado pela primeira vez em 1998, durante um surto na Malásia, o vírus

Nipah é um vírus zoonótico do gênero Henipavirus, da família Paramyxoviridae. Seu reservatório natural são

20 morcegos frugívoros do gênero Pteropus, amplamente distribuídos no sul e sudeste da Ásia. [...]. Do ponto

de vista clínico, trata-se de um vírus capaz de produzir sintomas graves. A infecção pode causar encefalite

aguda, insuficiência respiratória e rápida evolução para óbito, com taxas de letalidade que variam entre 40%

e 75%, dependendo do surto e do acesso aos serviços de saúde.

Informar com precisão, contextualizar riscos e comunicar incertezas de forma honesta são tão importantes

25 quanto detectar novos patógenos. A ciência não existe para produzir medo, mas para reduzir incertezas: e

isso nunca foi tão necessário.

Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/02/02/nipah-virus-volta-a-preocupar-saude-global-apos-casos-na-india-massem-cenario-de-novo-surto.ghtml Acesso em: 05 fev. 2026. (Adaptado).

Analise o fragmento: “A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento” (linhas 12-13).

Considerando o fragmento acima, extraído do texto 1, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) No fragmento analisado, tem-se um exemplo de frase nominal e verbal.

( ) No fragmento, é possível encontrar uma relação de parataxe na construção oracional.

( ) O trecho “[...] baixo nos níveis nacional, regional e global [...]” apresenta paralelismo de construção.

( ) O vocábulo “indiano”, em sua morfossintaxe, é classificado como um adjetivo com função sintática de adjunto adnominal.

( ) Na oração: “A disseminação do vírus parecia sussurrar alerta em cada região do país”, criada com base no fragmento do texto, tem-se um exemplo de figura de linguagem denominada catacrese.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é

 

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4060440 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA

Leia o texto 1 para responder às questões de 01 a 08.

Texto 1

Nipah: vírus volta a preocupar a saúde global após casos na Índia, mas sem cenário de novo surto.

Organização Mundial de Saúde classifica o risco de disseminação do Nipah como moderado no âmbito subnacional, e baixo nos níveis nacional, regional e global. Não há indicação de surto fora da Índia, mas fiscalização foi reforçada.

Sempre que surge a notícia de uma onda de casos envolvendo um vírus pouco conhecido, a pergunta que

surge quase automaticamente é: estamos diante de uma nova ameaça pandêmica? Neste caso, o vírus

Nipah costuma ocupar esse lugar no debate público. Associado a quadros clínicos graves e a altas taxas de

letalidade, ele é frequentemente citado como um dos patógenos mais preocupantes do ponto de vista

5 científico. Mas preocupação não é sinônimo de pânico — e entender essa diferença é essencial.

Em janeiro de 2026, as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS)

dois casos laboratoriais confirmados de infecção pelo Nipah no estado de Bengala Ocidental. Os casos

ocorreram em profissionais de saúde do mesmo hospital em Barasat, com sintomas iniciados no fim de

dezembro de 2025 e confirmados em 13 de janeiro — um dos pacientes melhorou, o outro permanece sob

10 cuidados críticos. Desde então, mais de 190 contatos foram rastreados e testados negativamente até o

momento, sem detecção de transmissão comunitária.

A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e

global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento. Em resposta,

países vizinhos e alguns aeroportos asiáticos reforçaram medidas de triagem e vigilância sanitária —

15 reforçando, assim, a capacidade de resposta, mas sem sinais de propagação sustentada do vírus fora do

quadro isolado em Bengala Ocidental.

O caso do vírus Nipah ilustra um princípio fundamental da saúde pública: vigilância não é alarme, e gravidade

não é sinônimo de pandemia. Identificado pela primeira vez em 1998, durante um surto na Malásia, o vírus

Nipah é um vírus zoonótico do gênero Henipavirus, da família Paramyxoviridae. Seu reservatório natural são

20 morcegos frugívoros do gênero Pteropus, amplamente distribuídos no sul e sudeste da Ásia. [...]. Do ponto

de vista clínico, trata-se de um vírus capaz de produzir sintomas graves. A infecção pode causar encefalite

aguda, insuficiência respiratória e rápida evolução para óbito, com taxas de letalidade que variam entre 40%

e 75%, dependendo do surto e do acesso aos serviços de saúde.

Informar com precisão, contextualizar riscos e comunicar incertezas de forma honesta são tão importantes

25 quanto detectar novos patógenos. A ciência não existe para produzir medo, mas para reduzir incertezas: e

isso nunca foi tão necessário.

Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/02/02/nipah-virus-volta-a-preocupar-saude-global-apos-casos-na-india-massem-cenario-de-novo-surto.ghtml Acesso em: 05 fev. 2026. (Adaptado).

No excerto, extraído do texto 1: “A infecção pode causar encefalite aguda, insuficiência respiratória e rápida evolução para óbito, com taxas de letalidade que variam entre 40% e 75%, dependendo do surto e do acesso aos serviços de saúde” (linhas 21-23), o trecho destacado é uma oração

 

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4060439 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA

Leia o texto 1 para responder às questões de 01 a 08.

Texto 1

Nipah: vírus volta a preocupar a saúde global após casos na Índia, mas sem cenário de novo surto.

Organização Mundial de Saúde classifica o risco de disseminação do Nipah como moderado no âmbito subnacional, e baixo nos níveis nacional, regional e global. Não há indicação de surto fora da Índia, mas fiscalização foi reforçada.

Sempre que surge a notícia de uma onda de casos envolvendo um vírus pouco conhecido, a pergunta que

surge quase automaticamente é: estamos diante de uma nova ameaça pandêmica? Neste caso, o vírus

Nipah costuma ocupar esse lugar no debate público. Associado a quadros clínicos graves e a altas taxas de

letalidade, ele é frequentemente citado como um dos patógenos mais preocupantes do ponto de vista

5 científico. Mas preocupação não é sinônimo de pânico — e entender essa diferença é essencial.

Em janeiro de 2026, as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS)

dois casos laboratoriais confirmados de infecção pelo Nipah no estado de Bengala Ocidental. Os casos

ocorreram em profissionais de saúde do mesmo hospital em Barasat, com sintomas iniciados no fim de

dezembro de 2025 e confirmados em 13 de janeiro — um dos pacientes melhorou, o outro permanece sob

10 cuidados críticos. Desde então, mais de 190 contatos foram rastreados e testados negativamente até o

momento, sem detecção de transmissão comunitária.

A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e

global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento. Em resposta,

países vizinhos e alguns aeroportos asiáticos reforçaram medidas de triagem e vigilância sanitária —

15 reforçando, assim, a capacidade de resposta, mas sem sinais de propagação sustentada do vírus fora do

quadro isolado em Bengala Ocidental.

O caso do vírus Nipah ilustra um princípio fundamental da saúde pública: vigilância não é alarme, e gravidade

não é sinônimo de pandemia. Identificado pela primeira vez em 1998, durante um surto na Malásia, o vírus

Nipah é um vírus zoonótico do gênero Henipavirus, da família Paramyxoviridae. Seu reservatório natural são

20 morcegos frugívoros do gênero Pteropus, amplamente distribuídos no sul e sudeste da Ásia. [...]. Do ponto

de vista clínico, trata-se de um vírus capaz de produzir sintomas graves. A infecção pode causar encefalite

aguda, insuficiência respiratória e rápida evolução para óbito, com taxas de letalidade que variam entre 40%

e 75%, dependendo do surto e do acesso aos serviços de saúde.

Informar com precisão, contextualizar riscos e comunicar incertezas de forma honesta são tão importantes

25 quanto detectar novos patógenos. A ciência não existe para produzir medo, mas para reduzir incertezas: e

isso nunca foi tão necessário.

Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/02/02/nipah-virus-volta-a-preocupar-saude-global-apos-casos-na-india-massem-cenario-de-novo-surto.ghtml Acesso em: 05 fev. 2026. (Adaptado).

Ao construir uma oração ou período, deve-se organizar os termos de forma ordenada e clara a fim de possibilitar a compreensão.

No excerto: “A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento” (linhas 12-13), o trecho grifado é classificado como:

 

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4060438 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA

Leia o texto 1 para responder às questões de 01 a 08.

Texto 1

Nipah: vírus volta a preocupar a saúde global após casos na Índia, mas sem cenário de novo surto.

Organização Mundial de Saúde classifica o risco de disseminação do Nipah como moderado no âmbito subnacional, e baixo nos níveis nacional, regional e global. Não há indicação de surto fora da Índia, mas fiscalização foi reforçada.

Sempre que surge a notícia de uma onda de casos envolvendo um vírus pouco conhecido, a pergunta que

surge quase automaticamente é: estamos diante de uma nova ameaça pandêmica? Neste caso, o vírus

Nipah costuma ocupar esse lugar no debate público. Associado a quadros clínicos graves e a altas taxas de

letalidade, ele é frequentemente citado como um dos patógenos mais preocupantes do ponto de vista

5 científico. Mas preocupação não é sinônimo de pânico — e entender essa diferença é essencial.

Em janeiro de 2026, as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS)

dois casos laboratoriais confirmados de infecção pelo Nipah no estado de Bengala Ocidental. Os casos

ocorreram em profissionais de saúde do mesmo hospital em Barasat, com sintomas iniciados no fim de

dezembro de 2025 e confirmados em 13 de janeiro — um dos pacientes melhorou, o outro permanece sob

10 cuidados críticos. Desde então, mais de 190 contatos foram rastreados e testados negativamente até o

momento, sem detecção de transmissão comunitária.

A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e

global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento. Em resposta,

países vizinhos e alguns aeroportos asiáticos reforçaram medidas de triagem e vigilância sanitária —

15 reforçando, assim, a capacidade de resposta, mas sem sinais de propagação sustentada do vírus fora do

quadro isolado em Bengala Ocidental.

O caso do vírus Nipah ilustra um princípio fundamental da saúde pública: vigilância não é alarme, e gravidade

não é sinônimo de pandemia. Identificado pela primeira vez em 1998, durante um surto na Malásia, o vírus

Nipah é um vírus zoonótico do gênero Henipavirus, da família Paramyxoviridae. Seu reservatório natural são

20 morcegos frugívoros do gênero Pteropus, amplamente distribuídos no sul e sudeste da Ásia. [...]. Do ponto

de vista clínico, trata-se de um vírus capaz de produzir sintomas graves. A infecção pode causar encefalite

aguda, insuficiência respiratória e rápida evolução para óbito, com taxas de letalidade que variam entre 40%

e 75%, dependendo do surto e do acesso aos serviços de saúde.

Informar com precisão, contextualizar riscos e comunicar incertezas de forma honesta são tão importantes

25 quanto detectar novos patógenos. A ciência não existe para produzir medo, mas para reduzir incertezas: e

isso nunca foi tão necessário.

Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/02/02/nipah-virus-volta-a-preocupar-saude-global-apos-casos-na-india-massem-cenario-de-novo-surto.ghtml Acesso em: 05 fev. 2026. (Adaptado).

No trecho, extraído do texto 1, “[...] as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS) dois casos laboratoriais confirmados [...]” (linhas 6-7), o verbo destacado está conjugado no _______________ do modo ______________ e expressa uma ____________________________.

A alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é

 

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4060437 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: DPE-BA

Leia o texto 1 para responder às questões de 01 a 08.

Texto 1

Nipah: vírus volta a preocupar a saúde global após casos na Índia, mas sem cenário de novo surto.

Organização Mundial de Saúde classifica o risco de disseminação do Nipah como moderado no âmbito subnacional, e baixo nos níveis nacional, regional e global. Não há indicação de surto fora da Índia, mas fiscalização foi reforçada.

Sempre que surge a notícia de uma onda de casos envolvendo um vírus pouco conhecido, a pergunta que

surge quase automaticamente é: estamos diante de uma nova ameaça pandêmica? Neste caso, o vírus

Nipah costuma ocupar esse lugar no debate público. Associado a quadros clínicos graves e a altas taxas de

letalidade, ele é frequentemente citado como um dos patógenos mais preocupantes do ponto de vista

5 científico. Mas preocupação não é sinônimo de pânico — e entender essa diferença é essencial.

Em janeiro de 2026, as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS)

dois casos laboratoriais confirmados de infecção pelo Nipah no estado de Bengala Ocidental. Os casos

ocorreram em profissionais de saúde do mesmo hospital em Barasat, com sintomas iniciados no fim de

dezembro de 2025 e confirmados em 13 de janeiro — um dos pacientes melhorou, o outro permanece sob

10 cuidados críticos. Desde então, mais de 190 contatos foram rastreados e testados negativamente até o

momento, sem detecção de transmissão comunitária.

A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e

global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento. Em resposta,

países vizinhos e alguns aeroportos asiáticos reforçaram medidas de triagem e vigilância sanitária —

15 reforçando, assim, a capacidade de resposta, mas sem sinais de propagação sustentada do vírus fora do

quadro isolado em Bengala Ocidental.

O caso do vírus Nipah ilustra um princípio fundamental da saúde pública: vigilância não é alarme, e gravidade

não é sinônimo de pandemia. Identificado pela primeira vez em 1998, durante um surto na Malásia, o vírus

Nipah é um vírus zoonótico do gênero Henipavirus, da família Paramyxoviridae. Seu reservatório natural são

20 morcegos frugívoros do gênero Pteropus, amplamente distribuídos no sul e sudeste da Ásia. [...]. Do ponto

de vista clínico, trata-se de um vírus capaz de produzir sintomas graves. A infecção pode causar encefalite

aguda, insuficiência respiratória e rápida evolução para óbito, com taxas de letalidade que variam entre 40%

e 75%, dependendo do surto e do acesso aos serviços de saúde.

Informar com precisão, contextualizar riscos e comunicar incertezas de forma honesta são tão importantes

25 quanto detectar novos patógenos. A ciência não existe para produzir medo, mas para reduzir incertezas: e

isso nunca foi tão necessário.

Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/02/02/nipah-virus-volta-a-preocupar-saude-global-apos-casos-na-india-massem-cenario-de-novo-surto.ghtml Acesso em: 05 fev. 2026. (Adaptado).

No excerto, extraído do texto 1: “Em janeiro de 2026, as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS) dois casos laboratoriais confirmados de infecção pelo Nipah no estado de Bengala Ocidental” (linhas 6-7).

A pontuação presente no trecho grifado é justificada porque_________________________________.

A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima é

 

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4060436 Ano: 2026
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Leia o texto 1 para responder às questões de 01 a 08.

Texto 1

Nipah: vírus volta a preocupar a saúde global após casos na Índia, mas sem cenário de novo surto.

Organização Mundial de Saúde classifica o risco de disseminação do Nipah como moderado no âmbito subnacional, e baixo nos níveis nacional, regional e global. Não há indicação de surto fora da Índia, mas fiscalização foi reforçada.

Sempre que surge a notícia de uma onda de casos envolvendo um vírus pouco conhecido, a pergunta que

surge quase automaticamente é: estamos diante de uma nova ameaça pandêmica? Neste caso, o vírus

Nipah costuma ocupar esse lugar no debate público. Associado a quadros clínicos graves e a altas taxas de

letalidade, ele é frequentemente citado como um dos patógenos mais preocupantes do ponto de vista

5 científico. Mas preocupação não é sinônimo de pânico — e entender essa diferença é essencial.

Em janeiro de 2026, as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS)

dois casos laboratoriais confirmados de infecção pelo Nipah no estado de Bengala Ocidental. Os casos

ocorreram em profissionais de saúde do mesmo hospital em Barasat, com sintomas iniciados no fim de

dezembro de 2025 e confirmados em 13 de janeiro — um dos pacientes melhorou, o outro permanece sob

10 cuidados críticos. Desde então, mais de 190 contatos foram rastreados e testados negativamente até o

momento, sem detecção de transmissão comunitária.

A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e

global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento. Em resposta,

países vizinhos e alguns aeroportos asiáticos reforçaram medidas de triagem e vigilância sanitária —

15 reforçando, assim, a capacidade de resposta, mas sem sinais de propagação sustentada do vírus fora do

quadro isolado em Bengala Ocidental.

O caso do vírus Nipah ilustra um princípio fundamental da saúde pública: vigilância não é alarme, e gravidade

não é sinônimo de pandemia. Identificado pela primeira vez em 1998, durante um surto na Malásia, o vírus

Nipah é um vírus zoonótico do gênero Henipavirus, da família Paramyxoviridae. Seu reservatório natural são

20 morcegos frugívoros do gênero Pteropus, amplamente distribuídos no sul e sudeste da Ásia. [...]. Do ponto

de vista clínico, trata-se de um vírus capaz de produzir sintomas graves. A infecção pode causar encefalite

aguda, insuficiência respiratória e rápida evolução para óbito, com taxas de letalidade que variam entre 40%

e 75%, dependendo do surto e do acesso aos serviços de saúde.

Informar com precisão, contextualizar riscos e comunicar incertezas de forma honesta são tão importantes

25 quanto detectar novos patógenos. A ciência não existe para produzir medo, mas para reduzir incertezas: e

isso nunca foi tão necessário.

Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/02/02/nipah-virus-volta-a-preocupar-saude-global-apos-casos-na-india-massem-cenario-de-novo-surto.ghtml Acesso em: 05 fev. 2026. (Adaptado).

Ainda sobre a incidência do vírus e sua contaminação, o texto 1 leva a considerar como princípio fundamental da saúde:

 

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4060435 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Leia o texto 1 para responder às questões de 01 a 08.

Texto 1

Nipah: vírus volta a preocupar a saúde global após casos na Índia, mas sem cenário de novo surto.

Organização Mundial de Saúde classifica o risco de disseminação do Nipah como moderado no âmbito subnacional, e baixo nos níveis nacional, regional e global. Não há indicação de surto fora da Índia, mas fiscalização foi reforçada.

Sempre que surge a notícia de uma onda de casos envolvendo um vírus pouco conhecido, a pergunta que

surge quase automaticamente é: estamos diante de uma nova ameaça pandêmica? Neste caso, o vírus

Nipah costuma ocupar esse lugar no debate público. Associado a quadros clínicos graves e a altas taxas de

letalidade, ele é frequentemente citado como um dos patógenos mais preocupantes do ponto de vista

5 científico. Mas preocupação não é sinônimo de pânico — e entender essa diferença é essencial.

Em janeiro de 2026, as autoridades de saúde da Índia notificaram à Organização Mundial da Saúde (OMS)

dois casos laboratoriais confirmados de infecção pelo Nipah no estado de Bengala Ocidental. Os casos

ocorreram em profissionais de saúde do mesmo hospital em Barasat, com sintomas iniciados no fim de

dezembro de 2025 e confirmados em 13 de janeiro — um dos pacientes melhorou, o outro permanece sob

10 cuidados críticos. Desde então, mais de 190 contatos foram rastreados e testados negativamente até o

momento, sem detecção de transmissão comunitária.

A OMS classifica o risco como moderado no âmbito subnacional e baixo nos níveis nacional, regional e

global, e não há indicação de disseminação fora de território indiano associada a esse evento. Em resposta,

países vizinhos e alguns aeroportos asiáticos reforçaram medidas de triagem e vigilância sanitária —

15 reforçando, assim, a capacidade de resposta, mas sem sinais de propagação sustentada do vírus fora do

quadro isolado em Bengala Ocidental.

O caso do vírus Nipah ilustra um princípio fundamental da saúde pública: vigilância não é alarme, e gravidade

não é sinônimo de pandemia. Identificado pela primeira vez em 1998, durante um surto na Malásia, o vírus

Nipah é um vírus zoonótico do gênero Henipavirus, da família Paramyxoviridae. Seu reservatório natural são

20 morcegos frugívoros do gênero Pteropus, amplamente distribuídos no sul e sudeste da Ásia. [...]. Do ponto

de vista clínico, trata-se de um vírus capaz de produzir sintomas graves. A infecção pode causar encefalite

aguda, insuficiência respiratória e rápida evolução para óbito, com taxas de letalidade que variam entre 40%

e 75%, dependendo do surto e do acesso aos serviços de saúde.

Informar com precisão, contextualizar riscos e comunicar incertezas de forma honesta são tão importantes

25 quanto detectar novos patógenos. A ciência não existe para produzir medo, mas para reduzir incertezas: e

isso nunca foi tão necessário.

Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/02/02/nipah-virus-volta-a-preocupar-saude-global-apos-casos-na-india-massem-cenario-de-novo-surto.ghtml Acesso em: 05 fev. 2026. (Adaptado).

O texto inicia com uma ponderação de caráter questionador: “estamos diante de uma nova ameaça pandêmica?” (linha 2). Essa abordagem ocorre porque _______________________________________.

A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do trecho acima é

 

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