Foram encontradas 55 questões.
Texto para responder à questão.
O açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor que se dissolve na boca. Mas este açúcar,
não foi feito por mim.
Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,
dono da mercearia.
Este açúcar veio de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não crescem por acaso
no regaço do vale.
Em lugares distantes, onde não há hospital
nem escola,
homens que não sabem ler e morrem de fome
aos vinte e sete anos
plantaram e colheram a cana
que viraria açúcar.
Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.
(GULLAR, F. Toda poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 227-228.)
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Texto para responder à questão.
O açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor que se dissolve na boca. Mas este açúcar,
não foi feito por mim.
Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,
dono da mercearia.
Este açúcar veio de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não crescem por acaso
no regaço do vale.
Em lugares distantes, onde não há hospital
nem escola,
homens que não sabem ler e morrem de fome
aos vinte e sete anos
plantaram e colheram a cana
que viraria açúcar.
Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.
(GULLAR, F. Toda poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 227-228.)
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O açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor que se dissolve na boca. Mas este açúcar,
não foi feito por mim.
Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,
dono da mercearia.
Este açúcar veio de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não crescem por acaso
no regaço do vale.
Em lugares distantes, onde não há hospital
nem escola,
homens que não sabem ler e morrem de fome
aos vinte e sete anos
plantaram e colheram a cana
que viraria açúcar.
Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.
(GULLAR, F. Toda poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 227-228.)
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O açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor que se dissolve na boca. Mas este açúcar,
não foi feito por mim.
Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,
dono da mercearia.
Este açúcar veio de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não crescem por acaso
no regaço do vale.
Em lugares distantes, onde não há hospital
nem escola,
homens que não sabem ler e morrem de fome
aos vinte e sete anos
plantaram e colheram a cana
que viraria açúcar.
Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.
(GULLAR, F. Toda poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 227-228.)
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O açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor que se dissolve na boca. Mas este açúcar,
não foi feito por mim.
Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,
dono da mercearia.
Este açúcar veio de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não crescem por acaso
no regaço do vale.
Em lugares distantes, onde não há hospital
nem escola,
homens que não sabem ler e morrem de fome
aos vinte e sete anos
plantaram e colheram a cana
que viraria açúcar.
Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.
(GULLAR, F. Toda poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 227-228.)
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Para elaboração de correspondências, protocolos circulares e ofícios é necessária a observação de alguns aspectos como o
emprego da linguagem formal a que se relacionam linguisticamente:
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Texto para responder à questão.
Geração Z está perdendo uma habilidade que temos há 5,5 mil anos: 40% estão perdendo a fluência na comunicação
As inovações digitais estão fazendo com que a Geração Z abandone não apenas a capacidade de escrever, mas também o
conhecimento básico para se expressar com maior clareza. A dúvida se faz parte da transformação que a sociedade vive ou se
é um problema da Geração Z que deve ser enfrentado preocupa os especialistas. O fato é que a Gen Z está perdendo o que a
humanidade veio desenvolvendo há 5.500 anos.
De acordo com diversos estudos e depoimentos de professores de diversas universidades coletados pelo jornal turco
Türkiye Today, os jovens da Geração Z ficaram tão acostumados a usar teclados que acabaram “entrando em choque” ao saltar
da escrita digital para a tradicional. Como qualquer habilidade que é lentamente perdida pelo não uso, os alunos agora
demonstram uma perda considerável na caligrafia, muitas vezes torta na página e exibindo uma letra inelegível.
Um estudo realizado na Universidade de Stavanger, na Noruega, mostrou que, em apenas um ano focando exclusivamente na
escrita digital, 40% dos alunos perderam fluência na escrita manual. Porém, os responsáveis pelo estudo garantem que ter uma “caligrafia
ruim” ou ficar mais cansado do que o necessário ao escrever no papel não é o pior que pode acontecer por conta da digitalização.
Motivados pelo uso das redes sociais como meio de comunicação, os alunos, muitas vezes, evitam frases longas ou não
conseguem construir parágrafos significativos. A Gen Z não só tem mais dificuldade em escrever e se comunicar de forma eficaz,
mas independentemente de fazê-lo manualmente ou com teclado, não consegue criar parágrafos com frases independentes, o
que torna mais caótico e difícil a tentativa de compreensão de seus textos.
A boa notícia é que a capacidade de síntese para tentar explicar qualquer conceito em menos de dez palavras melhorou
significativamente, mas a longo prazo torna o aprofundamento em tópicos mais complexos especialmente difícil para eles. Entre
a perda de certas normas ortográficas e a capacidade de estruturar corretamente o que pretendem transmitir, a preocupação
com o caminho que a escrita tomará à medida que a tecnologia continua a crescer é, cada vez mais, uma realidade tangível.
(Viny Mathias. IGN Brasil. Disponível em: https://www.msn.com. Acesso em: dezembro de 2024.)
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Geração Z está perdendo uma habilidade que temos há 5,5 mil anos: 40% estão perdendo a fluência na comunicação
As inovações digitais estão fazendo com que a Geração Z abandone não apenas a capacidade de escrever, mas também o
conhecimento básico para se expressar com maior clareza. A dúvida se faz parte da transformação que a sociedade vive ou se
é um problema da Geração Z que deve ser enfrentado preocupa os especialistas. O fato é que a Gen Z está perdendo o que a
humanidade veio desenvolvendo há 5.500 anos.
De acordo com diversos estudos e depoimentos de professores de diversas universidades coletados pelo jornal turco
Türkiye Today, os jovens da Geração Z ficaram tão acostumados a usar teclados que acabaram “entrando em choque” ao saltar
da escrita digital para a tradicional. Como qualquer habilidade que é lentamente perdida pelo não uso, os alunos agora
demonstram uma perda considerável na caligrafia, muitas vezes torta na página e exibindo uma letra inelegível.
Um estudo realizado na Universidade de Stavanger, na Noruega, mostrou que, em apenas um ano focando exclusivamente na
escrita digital, 40% dos alunos perderam fluência na escrita manual. Porém, os responsáveis pelo estudo garantem que ter uma “caligrafia
ruim” ou ficar mais cansado do que o necessário ao escrever no papel não é o pior que pode acontecer por conta da digitalização.
Motivados pelo uso das redes sociais como meio de comunicação, os alunos, muitas vezes, evitam frases longas ou não
conseguem construir parágrafos significativos. A Gen Z não só tem mais dificuldade em escrever e se comunicar de forma eficaz,
mas independentemente de fazê-lo manualmente ou com teclado, não consegue criar parágrafos com frases independentes, o
que torna mais caótico e difícil a tentativa de compreensão de seus textos.
A boa notícia é que a capacidade de síntese para tentar explicar qualquer conceito em menos de dez palavras melhorou
significativamente, mas a longo prazo torna o aprofundamento em tópicos mais complexos especialmente difícil para eles. Entre
a perda de certas normas ortográficas e a capacidade de estruturar corretamente o que pretendem transmitir, a preocupação
com o caminho que a escrita tomará à medida que a tecnologia continua a crescer é, cada vez mais, uma realidade tangível.
(Viny Mathias. IGN Brasil. Disponível em: https://www.msn.com. Acesso em: dezembro de 2024.)
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Geração Z está perdendo uma habilidade que temos há 5,5 mil anos: 40% estão perdendo a fluência na comunicação
As inovações digitais estão fazendo com que a Geração Z abandone não apenas a capacidade de escrever, mas também o
conhecimento básico para se expressar com maior clareza. A dúvida se faz parte da transformação que a sociedade vive ou se
é um problema da Geração Z que deve ser enfrentado preocupa os especialistas. O fato é que a Gen Z está perdendo o que a
humanidade veio desenvolvendo há 5.500 anos.
De acordo com diversos estudos e depoimentos de professores de diversas universidades coletados pelo jornal turco
Türkiye Today, os jovens da Geração Z ficaram tão acostumados a usar teclados que acabaram “entrando em choque” ao saltar
da escrita digital para a tradicional. Como qualquer habilidade que é lentamente perdida pelo não uso, os alunos agora
demonstram uma perda considerável na caligrafia, muitas vezes torta na página e exibindo uma letra inelegível.
Um estudo realizado na Universidade de Stavanger, na Noruega, mostrou que, em apenas um ano focando exclusivamente na
escrita digital, 40% dos alunos perderam fluência na escrita manual. Porém, os responsáveis pelo estudo garantem que ter uma “caligrafia
ruim” ou ficar mais cansado do que o necessário ao escrever no papel não é o pior que pode acontecer por conta da digitalização.
Motivados pelo uso das redes sociais como meio de comunicação, os alunos, muitas vezes, evitam frases longas ou não
conseguem construir parágrafos significativos. A Gen Z não só tem mais dificuldade em escrever e se comunicar de forma eficaz,
mas independentemente de fazê-lo manualmente ou com teclado, não consegue criar parágrafos com frases independentes, o
que torna mais caótico e difícil a tentativa de compreensão de seus textos.
A boa notícia é que a capacidade de síntese para tentar explicar qualquer conceito em menos de dez palavras melhorou
significativamente, mas a longo prazo torna o aprofundamento em tópicos mais complexos especialmente difícil para eles. Entre
a perda de certas normas ortográficas e a capacidade de estruturar corretamente o que pretendem transmitir, a preocupação
com o caminho que a escrita tomará à medida que a tecnologia continua a crescer é, cada vez mais, uma realidade tangível.
(Viny Mathias. IGN Brasil. Disponível em: https://www.msn.com. Acesso em: dezembro de 2024.)
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Geração Z está perdendo uma habilidade que temos há 5,5 mil anos: 40% estão perdendo a fluência na comunicação
As inovações digitais estão fazendo com que a Geração Z abandone não apenas a capacidade de escrever, mas também o
conhecimento básico para se expressar com maior clareza. A dúvida se faz parte da transformação que a sociedade vive ou se
é um problema da Geração Z que deve ser enfrentado preocupa os especialistas. O fato é que a Gen Z está perdendo o que a
humanidade veio desenvolvendo há 5.500 anos.
De acordo com diversos estudos e depoimentos de professores de diversas universidades coletados pelo jornal turco
Türkiye Today, os jovens da Geração Z ficaram tão acostumados a usar teclados que acabaram “entrando em choque” ao saltar
da escrita digital para a tradicional. Como qualquer habilidade que é lentamente perdida pelo não uso, os alunos agora
demonstram uma perda considerável na caligrafia, muitas vezes torta na página e exibindo uma letra inelegível.
Um estudo realizado na Universidade de Stavanger, na Noruega, mostrou que, em apenas um ano focando exclusivamente na
escrita digital, 40% dos alunos perderam fluência na escrita manual. Porém, os responsáveis pelo estudo garantem que ter uma “caligrafia
ruim” ou ficar mais cansado do que o necessário ao escrever no papel não é o pior que pode acontecer por conta da digitalização.
Motivados pelo uso das redes sociais como meio de comunicação, os alunos, muitas vezes, evitam frases longas ou não
conseguem construir parágrafos significativos. A Gen Z não só tem mais dificuldade em escrever e se comunicar de forma eficaz,
mas independentemente de fazê-lo manualmente ou com teclado, não consegue criar parágrafos com frases independentes, o
que torna mais caótico e difícil a tentativa de compreensão de seus textos.
A boa notícia é que a capacidade de síntese para tentar explicar qualquer conceito em menos de dez palavras melhorou
significativamente, mas a longo prazo torna o aprofundamento em tópicos mais complexos especialmente difícil para eles. Entre
a perda de certas normas ortográficas e a capacidade de estruturar corretamente o que pretendem transmitir, a preocupação
com o caminho que a escrita tomará à medida que a tecnologia continua a crescer é, cada vez mais, uma realidade tangível.
(Viny Mathias. IGN Brasil. Disponível em: https://www.msn.com. Acesso em: dezembro de 2024.)
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