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2602594 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-18

Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

O termo “Já”, expressa um valor temporal, referindo-se ao tempo passado, e pode, por essa razão, ser substituído por Então, sem prejuízo da coerência e dos sentidos do texto.

 

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2602593 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-18

Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

Depreende-se do texto que o sistema citado no parágrafo ainda não foi disponibilizado pelos cientistas ao público na forma de aplicativo de celular.

 

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2602592 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-18

Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

Os pesquisadores mencionados no texto reconhecem que o algoritmo usado para encontrar padrões em sonhos ainda não é capaz de fazer, sozinho, diagnósticos da condição psíquica de pacientes a partir de seus relatos, mas têm a expectativa de que, algum dia, essa ferramenta dispense a atuação de profissionais como terapeutas e psicólogos.

 

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2602591 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-18

Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

Infere-se do texto que os sonhos podem variar conforme certas características biológicas e psiquiátricas dos indivíduos.

 

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2602590 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-18

Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

De acordo com o texto, o sistema a que se refere o quinto parágrafo foi desenvolvido pelos estudiosos que publicaram seu trabalho na revista Royal Society Open Science, com a finalidade única de facilitar o cálculo de pontuações para os sonhos e da proporção de pontos positivos e negativos.

 

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2602589 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-18

Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

Ao transformar textos do banco de dados DreamBank.net em segmentos menores, dividir as palavras em categorias e vinculá-las a emoções positivas ou negativas, entre outras ações, a ferramenta referida no quarto parágrafo pode auxiliar os profissionais na identificação de sonhos incomuns.

 

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2602588 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-18

Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

O parágrafo descreve o funcionamento do algoritmo referido no texto, o qual analisa os sonhos conforme as seguintes etapas: identificação dos personagens; descrição do enredo; e análise do processo e do que ele ocasiona.

 

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2602587 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-18

Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

No parágrafo do texto, a hipótese da continuidade é contraposta à tese defendida por Sigmund Freud e Carl Jung, psiquiatras que sustentavam a ideia de que os sonhos seriam uma espécie de produto psíquico que se comunica com o “eu” de forma inconsciente.

 

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2602586 Ano: 2022
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Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

Depreende-se do texto que os sonhos já foram objeto de estudo de diferentes especialistas ao longo da história, e não somente de psicólogos da atualidade.

 

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2602585 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-18

Não é de hoje que as pessoas tentam desvendar os mistérios dos sonhos. O psiquiatra Sigmund Freud, por exemplo, ligava-os aos desejos reprimidos pela consciência. Já o psiquiatra e psicoterapeuta Carl Jung acreditava que eles eram apenas um produto psíquico, uma forma de comunicação do inconsciente com o “eu”. Hoje, muitos psicólogos sustentam a hipótese da continuidade, segundo a qual os sonhos seriam um reflexo das atividades cotidianas, capazes de ajudar as pessoas a processarem suas experiências durante o sono.

Hoje, há mais de 150 escalas de classificação e análise dos sonhos usadas por psicólogos, sendo a de Hall e Van de Castle uma das mais aplicadas. Ela funciona assim: primeiro, deve-se elencar os personagens, como um homem triste e um gato carinhoso. Então, vê-se o enredo: como os personagens interagem entre si? O homem acaricia o animal? Por fim, ocorre a análise do processo e do que ele ocasiona. Por exemplo: o homem ficou feliz e calmo ou seguiu chateado?

O problema é que os psicólogos decodificam os sonhos manualmente, o que pode constituir uma dificuldade na hora de encontrar os padrões. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Roma Tre, na Itália, e da filial inglesa da Nokia Bell Labs desenvolveram um algoritmo capaz de traçar esses padrões automaticamente. O estudo foi publicado na revista Royal Society Open Science.

O algoritmo analisou mais de 24 mil relatórios de sonhos coletados do DreamBank.net, um banco de dados público montado a partir de estudos sobre o tema. A ferramenta transforma os textos em pequenos segmentos, transformando parágrafos em frases e frases em palavras. Ela, então, divide as palavras em categorias, como nomes de pessoas e animais, vinculando-as a emoções positivas ou negativas. Além disso, ela define se as palavras são amigáveis, agressivas ou sexuais.

Por fim, o algoritmo usa um sistema já aplicado por psicólogos para calcular pontuações para os sonhos e a proporção de pontos positivos e negativos. Os cientistas compararam os resultados do algoritmo com outros obtidos pelos terapeutas e observaram que as pontuações batiam em 76% dos casos. Os pesquisadores explicam que o algoritmo pode ajudar os profissionais a identificarem sonhos fora do comum, que podem estar relacionados a possíveis problemas de saúde mental.

O algoritmo também analisa como os sonhos se diferenciam de acordo com sexo, idade e condições psiquiátricas.

Um adolescente pode, por exemplo, ter emoções mais negativas ligadas à ansiedade social, enquanto um veterano de guerra com estresse pós-traumático apresenta maior agressividade.

O algoritmo não deve substituir o terapeuta, apenas servir como ferramenta para ajudar no diagnóstico.

Os pesquisadores alertam que o sistema pode se confundir com alguns relatos, já que algumas pessoas descrevem seus sonhos de modo mais detalhado e com mais emoção do que outras.

A expectativa dos cientistas é que o sistema, um dia, possa ser adaptado para um aplicativo de celular. Dessa forma, haveria uma base de dados mais ampla — e as pessoas poderiam entender sua própria psique de forma simplificada.

Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos.

In: Superinteressante, 27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

O principal objetivo do texto é argumentar a favor do uso de um algoritmo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Roma Tre, o qual é capaz de interpretar automaticamente os sonhos, atribuindo-lhes um significado específico.

 

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