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Em uma turma de veterinária com 100 alunos, distribuídos entre os turnos matutino e vespertino, cada estudante estava matriculado em apenas um dos turnos. Sabe-se que 36 alunos são homens e que, no turno matutino, o número de mulheres é o triplo do número de homens. Já no turno vespertino, há a mesma quantidade de mulheres e de homens.
Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.
Se os alunos do turno matutino forem divididos em duplas, então, independentemente da forma como essas duplas sejam formadas, pelo menos 14 delas serão compostas de 2 mulheres.
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Em uma turma de veterinária com 100 alunos, distribuídos entre os turnos matutino e vespertino, cada estudante estava matriculado em apenas um dos turnos. Sabe-se que 36 alunos são homens e que, no turno matutino, o número de mulheres é o triplo do número de homens. Já no turno vespertino, há a mesma quantidade de mulheres e de homens.
Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.
No turno vespertino, o número de matriculados é de 44 alunos.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
A respeito da estruturação linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue os itens seguintes.
As palavras “profunda” e “antiga”, presentes na oração “É muito profunda e muito antiga”, concordam em gênero e número com a palavra “conexão”, presente na frase que a antecede, “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação.”.
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
A respeito da estruturação linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue os itens seguintes.
Na frase “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação.”, a correção gramatical do texto seria mantida caso se substituísse a vírgula por ponto e se empregasse inicial maiúscula na palavra que se segue, da seguinte forma: A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos. Incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
A respeito da estruturação linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue os itens seguintes.
No trecho “Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite”, o emprego do sinal indicativo de crase no “a” que antecede os verbos “criar” e “beber” prejudicaria a correção gramatical do texto.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
A respeito da estruturação linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue os itens seguintes.
No trecho “as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam”, a correção gramatical seria mantida caso se empregasse a preposição “em” após a palavra “medida”.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
A respeito da estruturação linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue os itens seguintes.
No trecho “Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite”, a palavra “Talvez” indica dúvida.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
A respeito da estruturação linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue os itens seguintes.
Na oração “Essa, no entanto, é uma via de mão dupla.”, a locução “no entanto” expressa ideia de adversidade.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
A respeito da estruturação linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue os itens seguintes.
Na frase “Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.”, a palavra “significativamente” tem o sentido “de modo substancial”.
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Homens e animais compartilham um longo relacionamento. Os animais tiveram um grande papel na vida dos seres humanos, tornando-se parte integrante de nossa sobrevivência, nossa história e nossa própria identidade. Ana Lucia Camphora, professora de direito animal, explica que a presença do animal doméstico como ser integrante da vida familiar não é uma novidade nem uma marca da sociedade contemporânea.
Os animais domesticados, em comparação com os animais selvagens, sofreram inúmeras mudanças no comportamento, na fisiologia e na morfologia. Isso explicaria por que os cães domésticos de hoje são muito diferentes de seu ancestral, o lobo-cinzento. Essas mudanças incluem, além de maior docilidade, alterações genéticas no tamanho, na cor e nas características faciais.
Recentemente, um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostrou que essas alterações podem ter sido bastante profundas. Em uma análise baseada em ressonância magnética, a neurocientista Erin Hecht demonstrou que a convivência com humanos alterou a estrutura cerebral dos cães. Sabe-se que as raças variam em cognição, temperamento e comportamento, mas as origens neurais dessa variação são desconhecidas. Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.
Essa, no entanto, é uma via de mão dupla. A convivência com os animais também mudou os seres humanos. Talvez o exemplo mais popular seja o de consumo de leite: antes da domesticação animal, as pessoas naturalmente desenvolviam intolerância à lactose à medida que cresciam e não precisavam mais do leite materno. Quando os seres humanos começaram a criar gado e começaram a beber mais leite, houve uma alteração no sistema digestivo para se adaptar ao leite de vaca.
De acordo com Pat Shipman, paleoantropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a domesticação contribuiu, ainda, para que o homem desenvolvesse ferramentas e até mesmo a linguagem. “A conexão com os animais percorre toda a história humana e conecta os outros grandes saltos evolutivos, incluindo ferramentas de pedra, linguagem e domesticação. É muito profunda e muito antiga”, afirma a pesquisadora.
Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações).
A respeito da estruturação linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue os itens seguintes.
Na frase “Os resultados da pesquisa apontaram que, através da criação seletiva, os seres humanos alteraram significativamente os cérebros de diferentes linhagens de cães domésticos, de diversas maneiras.”, é facultativo o emprego da vírgula após “que”.
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