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Foram encontradas 50 questões.

1976163 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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Uma das novidades do Windows 10 é a Central de Notificações. Nela podemos configurar alguns recursos do sistema operacional. Assinale a alternativa que indica corretamente o nome de uma das opções apresentadas pelo Windows 10 quando selecionarmos o ícone “Projetar”, presente na Central de Notificações.
 

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1976162 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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O Excel é o editor de planilhas do pacote de aplicativos Office, da Microsoft. Ele possui um grande conjunto de funções matemáticas, financeiras e estatísticas que podem ser utilizadas na construção das fórmulas de uma planilha. A respeito da versão 2013 do Excel, assinale a alternativa que indica corretamente o nome da função matemática capaz de retornar o resto da divisão entre dois números.
 

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1976161 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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Ao utilizarmos a Internet através de um navegador é muito comum que visitemos diversas páginas e nelas informemos dados pessoais, como, por exemplo, nome, endereço e informações para contato. Os navegadores podem acessar um tipo de recurso que nada mais é do que um pequeno arquivo armazenado localmente no computador do usuário. Isso permite que as informações anteriormente digitadas possam ser recuperadas com facilidade, agilizando assim a vida do usuário. Assinale a alternativa que indica corretamente o nome deste recurso acessado pelos navegadores.
 

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1976160 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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O correio eletrônico é bastante popular e representa uma das muitas comodidades que surgiram com a chegada da Internet. Um dos serviços de correio eletrônico mais conhecidos é o Gmail, um serviço de webmail pertencente à empresa Google. A respeito do envio de e-mails através do serviço do Gmail, analise as afirmativas a seguir:

I. O endereço de e-mail do destinatário pode ser o mesmo do remetente do e-mail.

II. É possível adicionarmos múltiplos arquivos, de diferentes tipos de extensão, aos anexos de um e-mail.

III. Um mesmo contato de e-mail pode ser informado tanto no campo CC quanto no campo CCo.

É correto o que se afirma

 

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1976051 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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Assinale a alternativa que indica corretamente o valor de “?” na sequência lógica a seguir:

(A, D, H, M, ?)

 

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1976049 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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Assinale a alternativa correta a respeito da Teoria de Conjuntos.
 

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1976046 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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Seja a progressão geométrica definida pela sucessão de termos infinitos do somatório \(\sum^\infty_{i = 0} \dfrac{4}{5^i}\). Assinale a alternativa que indica corretamente o valor para o qual essa série converge.

 

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1976036 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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enunciado 1161207-1

LEGENDA:

PRIMEIRO BALÃO: ESSA NOVA GERAÇÃO ME PREOCUPA.

SEGUNDO BALÃO: SEI NÃO...

TERCEIRO BALÃO: ACHO QUE, NO FUNDO, ELA NÃO É MUITO DIFERENTE DA NOSSA.

QUARTO BALÃO: ISSO É O QUE ME PREOCUPA.

Na frase final Isso é o que preocupa”, o pronome “isso” se refere
 

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1976035 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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TEXTO I

Educação e desigualdade

Escrito por Redação

No Brasil, os alunos com melhores condições financeiras concluem o ensino médio na escola pública tendo aprendido o adequado em língua portuguesa, mas entre os mais pobres o mesmo não se registra. A proporção é de 83% para o primeiro grupo e de 17% para o segundo. Os números são da organização não-governamental Todos pela Educação e dão concretude a uma desigualdade antes apenas intuída.

A análise foi realizada a partir de informações do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), mecanismo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Quando se avaliam os dados sobre matemática, chega-se a um cenário mais desnivelado e preocupante: 63,6% dos estudantes mais ricos aprenderam o adequado ao encerrar a temporada de ensino médio e nada mais do que 3,1% dos alunos mais pobres concluem o nível médio sabendo o mínimo suficiente na disciplina. Impõe-se, portanto, o desafio de alterar essa realidade adversa para, conforme os preceitos constitucionais, equilibrar o quadro e oferecer as mesmas condições e as mesmas possibilidades de resultados para todos.

Estabelece a Carta Magna no artigo 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. E, entre muitas citações relativas à educação, determina que “é competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios” (...) “proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação”.

Já no artigo 205, preconiza a Constituição que “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

O artigo 206, dispositivo seguinte, pois trata dos princípios sobre os quais o ensino será ministrado – com “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”.

Seria possível, e legítimo, afirmar que referências como essas não são apenas um atestado de que se falha muito no sistema educacional, mas são também um guia confiável sobre o que é necessário modificar e o quão urgentes são essas mudanças. São uma incômoda, mas importante e reveladora pressão.

Afinal, tem-se de um lado os problemas e, no oposto, os instrumentos necessários à resolução. No polo negativo, está o desacerto que revela os baixos níveis de aprendizado, já históricos, enquanto destacam-se como polo positivo uma Constituição moderna, sintonizada com demandas do cidadão, embora carecendo ser mais aplicada do que usada como componente retórico, e o engajamento de diferentes segmentos sociais – com as devidas responsabilidades – e profissionais na busca de meios de reformular o panorama.

É preciso, então, que cada um assuma seu papel e contribua com o cumprimento do interesse comum.

Num contexto menos condescendente com as desigualdades e menos tolerante com as injustiças, no qual o que está escrito é o que vale e o que deve ser cumprido, seria possível e indispensável agregar esforços e reservar investimentos no sentido de correção das deformidades.

Disponível em https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniaoold/...-educacao-e-desigualdade-1.2078423. Acesso em 09/09/2020

Na oração “Quando se avaliam os dados sobre matemática, chega-se a um cenário mais desnivelado e preocupante:...”, a vírgula foi empregada para separar
 

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1976027 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: CRM-MT
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TEXTO I

Educação e desigualdade

Escrito por Redação

No Brasil, os alunos com melhores condições financeiras concluem o ensino médio na escola pública tendo aprendido o adequado em língua portuguesa, mas entre os mais pobres o mesmo não se registra. A proporção é de 83% para o primeiro grupo e de 17% para o segundo. Os números são da organização não-governamental Todos pela Educação e dão concretude a uma desigualdade antes apenas intuída.

A análise foi realizada a partir de informações do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), mecanismo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Quando se avaliam os dados sobre matemática, chega-se a um cenário mais desnivelado e preocupante: 63,6% dos estudantes mais ricos aprenderam o adequado ao encerrar a temporada de ensino médio e nada mais do que 3,1% dos alunos mais pobres concluem o nível médio sabendo o mínimo suficiente na disciplina. Impõe-se, portanto, o desafio de alterar essa realidade adversa para, conforme os preceitos constitucionais, equilibrar o quadro e oferecer as mesmas condições e as mesmas possibilidades de resultados para todos.

Estabelece a Carta Magna no artigo 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. E, entre muitas citações relativas à educação, determina que “é competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios” (...) “proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação”.

Já no artigo 205, preconiza a Constituição que “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

O artigo 206, dispositivo seguinte, pois trata dos princípios sobre os quais o ensino será ministrado – com “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”.

Seria possível, e legítimo, afirmar que referências como essas não são apenas um atestado de que se falha muito no sistema educacional, mas são também um guia confiável sobre o que é necessário modificar e o quão urgentes são essas mudanças. São uma incômoda, mas importante e reveladora pressão.

Afinal, tem-se de um lado os problemas e, no oposto, os instrumentos necessários à resolução. No polo negativo, está o desacerto que revela os baixos níveis de aprendizado, já históricos, enquanto destacam-se como polo positivo uma Constituição moderna, sintonizada com demandas do cidadão, embora carecendo ser mais aplicada do que usada como componente retórico, e o engajamento de diferentes segmentos sociais – com as devidas responsabilidades – e profissionais na busca de meios de reformular o panorama.

É preciso, então, que cada um assuma seu papel e contribua com o cumprimento do interesse comum.

Num contexto menos condescendente com as desigualdades e menos tolerante com as injustiças, no qual o que está escrito é o que vale e o que deve ser cumprido, seria possível e indispensável agregar esforços e reservar investimentos no sentido de correção das deformidades.

Disponível em https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniaoold/...-educacao-e-desigualdade-1.2078423. Acesso em 09/09/2020

Em “...enquanto destacam-se como polo positivo uma Constituição moderna, sintonizada com demandas do cidadão, embora carecendo ser mais aplicada do que usada como componente retórico,...” a oração iniciada pela conjunção “embora” é classificada como
 

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