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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Bactéria da hanseníase pode ser chave para regeneração de órgãos humanos
Experimentos com animais revelaram uma notável capacidade da bactéria de estimular o crescimento saudável de tecidos do corpo - uma "alquimia biológica" que levou, por exemplo, o tamanho do fígado a quase dobrar. Pesquisadores também já observaram que este micróbio consegue converter um tipo de tecido em outro.
São capacidades com motivações egoístas, já que dão à bactéria mais material para infectar. Entretanto, descobrir exatamente como elas fazem isso pode ajudar os humanos a chegar a novos tratamentos - como reconstituir o fígado de pessoas que esperam por um transplante e até reverter os danos decorrentes do envelhecimento em outras partes do corpo.
A hanseníase pode comprometer várias funções quando infecta os nervos, a pele e os olhos. Ao longo da história, os infectados por essa doença milenar foram marginalizados.
Buscando conhecer os potenciais da bactéria que causa essa enfermidade, cientistas se voltaram para outro animal afetado pela doença: os tatus.
Os experimentos, realizados nos Estados Unidos, mostraram que a infecção se dirigia para o fígado dos animais, onde a bactéria fazia um sequestro controlado do órgão - reprogramando-o para interesse próprio.
"Foi totalmente inesperado", disse-me o professor Anura Rambukkana, do Centro de Medicina Regenerativa da Universidade de Edimburgo.
Os resultados, publicados na revista científica Cell Reports Medicine, mostraram que o fígado dos tatus quase dobrou de tamanho.
Era esperado que o crescimento pudesse ser defeituoso ou até canceroso, mas uma análise detalhada mostrou que foi um processo saudável e funcional, incluindo um conjunto normal de vasos sanguíneos e dutos biliares.
"É meio espantoso", diz Rambukkana. "Como eles fazem isso? Não há terapia celular que consiga fazer isso."
https://www.bbc.com/portuguese/geral-63656704. Adaptado.
'Não há terapia celular' que consiga fazer isso.
Em relação à oração destacada, o sujeito é:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Bactéria da hanseníase pode ser chave para regeneração de órgãos humanos
Experimentos com animais revelaram uma notável capacidade da bactéria de estimular o crescimento saudável de tecidos do corpo - uma "alquimia biológica" que levou, por exemplo, o tamanho do fígado a quase dobrar. Pesquisadores também já observaram que este micróbio consegue converter um tipo de tecido em outro.
São capacidades com motivações egoístas, já que dão à bactéria mais material para infectar. Entretanto, descobrir exatamente como elas fazem isso pode ajudar os humanos a chegar a novos tratamentos - como reconstituir o fígado de pessoas que esperam por um transplante e até reverter os danos decorrentes do envelhecimento em outras partes do corpo.
A hanseníase pode comprometer várias funções quando infecta os nervos, a pele e os olhos. Ao longo da história, os infectados por essa doença milenar foram marginalizados.
Buscando conhecer os potenciais da bactéria que causa essa enfermidade, cientistas se voltaram para outro animal afetado pela doença: os tatus.
Os experimentos, realizados nos Estados Unidos, mostraram que a infecção se dirigia para o fígado dos animais, onde a bactéria fazia um sequestro controlado do órgão - reprogramando-o para interesse próprio.
"Foi totalmente inesperado", disse-me o professor Anura Rambukkana, do Centro de Medicina Regenerativa da Universidade de Edimburgo.
Os resultados, publicados na revista científica Cell Reports Medicine, mostraram que o fígado dos tatus quase dobrou de tamanho.
Era esperado que o crescimento pudesse ser defeituoso ou até canceroso, mas uma análise detalhada mostrou que foi um processo saudável e funcional, incluindo um conjunto normal de vasos sanguíneos e dutos biliares.
"É meio espantoso", diz Rambukkana. "Como eles fazem isso? Não há terapia celular que consiga fazer isso."
https://www.bbc.com/portuguese/geral-63656704. Adaptado.
Como reconstituir o fígado de pessoas que esperam por um transplante 'e reverter os danos decorrentes do envelhecimento em outras partes do corpo'.
A oração destacada é uma oração:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Bactéria da hanseníase pode ser chave para regeneração de órgãos humanos
Experimentos com animais revelaram uma notável capacidade da bactéria de estimular o crescimento saudável de tecidos do corpo - uma "alquimia biológica" que levou, por exemplo, o tamanho do fígado a quase dobrar. Pesquisadores também já observaram que este micróbio consegue converter um tipo de tecido em outro.
São capacidades com motivações egoístas, já que dão à bactéria mais material para infectar. Entretanto, descobrir exatamente como elas fazem isso pode ajudar os humanos a chegar a novos tratamentos - como reconstituir o fígado de pessoas que esperam por um transplante e até reverter os danos decorrentes do envelhecimento em outras partes do corpo.
A hanseníase pode comprometer várias funções quando infecta os nervos, a pele e os olhos. Ao longo da história, os infectados por essa doença milenar foram marginalizados.
Buscando conhecer os potenciais da bactéria que causa essa enfermidade, cientistas se voltaram para outro animal afetado pela doença: os tatus.
Os experimentos, realizados nos Estados Unidos, mostraram que a infecção se dirigia para o fígado dos animais, onde a bactéria fazia um sequestro controlado do órgão - reprogramando-o para interesse próprio.
"Foi totalmente inesperado", disse-me o professor Anura Rambukkana, do Centro de Medicina Regenerativa da Universidade de Edimburgo.
Os resultados, publicados na revista científica Cell Reports Medicine, mostraram que o fígado dos tatus quase dobrou de tamanho.
Era esperado que o crescimento pudesse ser defeituoso ou até canceroso, mas uma análise detalhada mostrou que foi um processo saudável e funcional, incluindo um conjunto normal de vasos sanguíneos e dutos biliares.
"É meio espantoso", diz Rambukkana. "Como eles fazem isso? Não há terapia celular que consiga fazer isso."
https://www.bbc.com/portuguese/geral-63656704. Adaptado.
Os experimentos, realizados nos Estados Unidos, mostraram que a infecção se dirigia para o fígado dos animais.
Assinale a opção que contenha a nova pontuação sem alterar o sentido original da frase.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Bactéria da hanseníase pode ser chave para regeneração de órgãos humanos
Experimentos com animais revelaram uma notável capacidade da bactéria de estimular o crescimento saudável de tecidos do corpo - uma "alquimia biológica" que levou, por exemplo, o tamanho do fígado a quase dobrar. Pesquisadores também já observaram que este micróbio consegue converter um tipo de tecido em outro.
São capacidades com motivações egoístas, já que dão à bactéria mais material para infectar. Entretanto, descobrir exatamente como elas fazem isso pode ajudar os humanos a chegar a novos tratamentos - como reconstituir o fígado de pessoas que esperam por um transplante e até reverter os danos decorrentes do envelhecimento em outras partes do corpo.
A hanseníase pode comprometer várias funções quando infecta os nervos, a pele e os olhos. Ao longo da história, os infectados por essa doença milenar foram marginalizados.
Buscando conhecer os potenciais da bactéria que causa essa enfermidade, cientistas se voltaram para outro animal afetado pela doença: os tatus.
Os experimentos, realizados nos Estados Unidos, mostraram que a infecção se dirigia para o fígado dos animais, onde a bactéria fazia um sequestro controlado do órgão - reprogramando-o para interesse próprio.
"Foi totalmente inesperado", disse-me o professor Anura Rambukkana, do Centro de Medicina Regenerativa da Universidade de Edimburgo.
Os resultados, publicados na revista científica Cell Reports Medicine, mostraram que o fígado dos tatus quase dobrou de tamanho.
Era esperado que o crescimento pudesse ser defeituoso ou até canceroso, mas uma análise detalhada mostrou que foi um processo saudável e funcional, incluindo um conjunto normal de vasos sanguíneos e dutos biliares.
"É meio espantoso", diz Rambukkana. "Como eles fazem isso? Não há terapia celular que consiga fazer isso."
https://www.bbc.com/portuguese/geral-63656704. Adaptado.
Pesquisadores também já observaram este micróbio.
O sujeito da oração é:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Bactéria da hanseníase pode ser chave para regeneração de órgãos humanos
Experimentos com animais revelaram uma notável capacidade da bactéria de estimular o crescimento saudável de tecidos do corpo - uma "alquimia biológica" que levou, por exemplo, o tamanho do fígado a quase dobrar. Pesquisadores também já observaram que este micróbio consegue converter um tipo de tecido em outro.
São capacidades com motivações egoístas, já que dão à bactéria mais material para infectar. Entretanto, descobrir exatamente como elas fazem isso pode ajudar os humanos a chegar a novos tratamentos - como reconstituir o fígado de pessoas que esperam por um transplante e até reverter os danos decorrentes do envelhecimento em outras partes do corpo.
A hanseníase pode comprometer várias funções quando infecta os nervos, a pele e os olhos. Ao longo da história, os infectados por essa doença milenar foram marginalizados.
Buscando conhecer os potenciais da bactéria que causa essa enfermidade, cientistas se voltaram para outro animal afetado pela doença: os tatus.
Os experimentos, realizados nos Estados Unidos, mostraram que a infecção se dirigia para o fígado dos animais, onde a bactéria fazia um sequestro controlado do órgão - reprogramando-o para interesse próprio.
"Foi totalmente inesperado", disse-me o professor Anura Rambukkana, do Centro de Medicina Regenerativa da Universidade de Edimburgo.
Os resultados, publicados na revista científica Cell Reports Medicine, mostraram que o fígado dos tatus quase dobrou de tamanho.
Era esperado que o crescimento pudesse ser defeituoso ou até canceroso, mas uma análise detalhada mostrou que foi um processo saudável e funcional, incluindo um conjunto normal de vasos sanguíneos e dutos biliares.
"É meio espantoso", diz Rambukkana. "Como eles fazem isso? Não há terapia celular que consiga fazer isso."
https://www.bbc.com/portuguese/geral-63656704. Adaptado.
Experimentos com animais revelaram uma notável capacidade da bactéria de 'estimular o crescimento saudável de tecidos do corpo'.
A oração destacada é uma oração:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Bactéria da hanseníase pode ser chave para regeneração de órgãos humanos
Experimentos com animais revelaram uma notável capacidade da bactéria de estimular o crescimento saudável de tecidos do corpo - uma "alquimia biológica" que levou, por exemplo, o tamanho do fígado a quase dobrar. Pesquisadores também já observaram que este micróbio consegue converter um tipo de tecido em outro.
São capacidades com motivações egoístas, já que dão à bactéria mais material para infectar. Entretanto, descobrir exatamente como elas fazem isso pode ajudar os humanos a chegar a novos tratamentos - como reconstituir o fígado de pessoas que esperam por um transplante e até reverter os danos decorrentes do envelhecimento em outras partes do corpo.
A hanseníase pode comprometer várias funções quando infecta os nervos, a pele e os olhos. Ao longo da história, os infectados por essa doença milenar foram marginalizados.
Buscando conhecer os potenciais da bactéria que causa essa enfermidade, cientistas se voltaram para outro animal afetado pela doença: os tatus.
Os experimentos, realizados nos Estados Unidos, mostraram que a infecção se dirigia para o fígado dos animais, onde a bactéria fazia um sequestro controlado do órgão - reprogramando-o para interesse próprio.
"Foi totalmente inesperado", disse-me o professor Anura Rambukkana, do Centro de Medicina Regenerativa da Universidade de Edimburgo.
Os resultados, publicados na revista científica Cell Reports Medicine, mostraram que o fígado dos tatus quase dobrou de tamanho.
Era esperado que o crescimento pudesse ser defeituoso ou até canceroso, mas uma análise detalhada mostrou que foi um processo saudável e funcional, incluindo um conjunto normal de vasos sanguíneos e dutos biliares.
"É meio espantoso", diz Rambukkana. "Como eles fazem isso? Não há terapia celular que consiga fazer isso."
https://www.bbc.com/portuguese/geral-63656704. Adaptado.
Pesquisadores também já observaram que este micróbio consegue converter um tipo de tecido em outro.
Assinale a expressão que contenha, pelo menos, um pronome.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
O mamífero que não envelhece e pode ser a chave para humanos vencerem o câncer
Não é segredo para ninguém que o rato-toupeira-pelado - aquele roedor enrugado e quase sem pelos, com longos dentes salientes - não é o animal mais atraente do planeta.
Mas essas criaturas compensam sua pouca beleza com uma série de características extraordinárias que vêm chamando a atenção de zoólogos e pesquisadores da medicina em todo o mundo.
Apesar do seu pequeno tamanho que varia de 7,6 a 33 cm, o rato-toupeira-pelado vive, em média, 30 anos. O roedor é resistente a doenças crônicas, incluindo diabetes, e tem um notável sistema reprodutor.
Eles também beneficiam o meio ambiente, agindo como engenheiros do ecossistema e aumentando a biodiversidade do solo ao cavar as tocas onde fazem seus ninhos.
Imunes às dores e ao envelhecimento, essas criaturas de aparência estranha fascinam os cientistas há muito tempo. Agora, as pesquisas revelam que eles podem deter a chave para entender uma série de condições humanas, como o câncer e o envelhecimento.
Historicamente, estudamos ratos e camundongos para entender os segredos da biologia humana. Mas os cientistas acreditam que o rato-toupeira-pelado tem vantagens especiais para a pesquisa médica.
Ele é nativo dos ambientes quentes e tropicais do nordeste da África. No seu ambiente natural, eles vivem em grandes colônias subterrâneas, formando um labirinto de túneis e câmaras que se estende por uma área correspondente a diversos campos de futebol.
As rígidas condições onde vivem, com baixos níveis de oxigênio, podem ser uma indicação de algumas das características incomuns da sua espécie.
A maior parte da vida aeróbica enfrentaria dificuldades para sobreviver nesses ambientes com pouco oxigênio, mas o rato-toupeira-pelado é o animal que tem a vida mais longa entre os roedores.
Enquanto um camundongo de porte similar pode viver por dois anos, o rato-toupeira-pelado atinge 30 anos de vida ou mais. Se calcularmos em proporção ao tamanho dos seres humanos, aproximadamente, seria como se nós tivéssemos um primo enrugado capaz de viver até 450 anos.
https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-64143834. Adaptado.
Eles também beneficiam o meio ambiente, 'agindo como engenheiros do ecossistema'.
A expressão destacada é uma oração:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
O mamífero que não envelhece e pode ser a chave para humanos vencerem o câncer
Não é segredo para ninguém que o rato-toupeira-pelado - aquele roedor enrugado e quase sem pelos, com longos dentes salientes - não é o animal mais atraente do planeta.
Mas essas criaturas compensam sua pouca beleza com uma série de características extraordinárias que vêm chamando a atenção de zoólogos e pesquisadores da medicina em todo o mundo.
Apesar do seu pequeno tamanho que varia de 7,6 a 33 cm, o rato-toupeira-pelado vive, em média, 30 anos. O roedor é resistente a doenças crônicas, incluindo diabetes, e tem um notável sistema reprodutor.
Eles também beneficiam o meio ambiente, agindo como engenheiros do ecossistema e aumentando a biodiversidade do solo ao cavar as tocas onde fazem seus ninhos.
Imunes às dores e ao envelhecimento, essas criaturas de aparência estranha fascinam os cientistas há muito tempo. Agora, as pesquisas revelam que eles podem deter a chave para entender uma série de condições humanas, como o câncer e o envelhecimento.
Historicamente, estudamos ratos e camundongos para entender os segredos da biologia humana. Mas os cientistas acreditam que o rato-toupeira-pelado tem vantagens especiais para a pesquisa médica.
Ele é nativo dos ambientes quentes e tropicais do nordeste da África. No seu ambiente natural, eles vivem em grandes colônias subterrâneas, formando um labirinto de túneis e câmaras que se estende por uma área correspondente a diversos campos de futebol.
As rígidas condições onde vivem, com baixos níveis de oxigênio, podem ser uma indicação de algumas das características incomuns da sua espécie.
A maior parte da vida aeróbica enfrentaria dificuldades para sobreviver nesses ambientes com pouco oxigênio, mas o rato-toupeira-pelado é o animal que tem a vida mais longa entre os roedores.
Enquanto um camundongo de porte similar pode viver por dois anos, o rato-toupeira-pelado atinge 30 anos de vida ou mais. Se calcularmos em proporção ao tamanho dos seres humanos, aproximadamente, seria como se nós tivéssemos um primo enrugado capaz de viver até 450 anos.
https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-64143834. Adaptado.
O mamífero que não envelhece e pode ser a chave para humanos vencerem o câncer.
Assinale a opção CORRETA quanto ao substantivo.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
O mamífero que não envelhece e pode ser a chave para humanos vencerem o câncer
Não é segredo para ninguém que o rato-toupeira-pelado - aquele roedor enrugado e quase sem pelos, com longos dentes salientes - não é o animal mais atraente do planeta.
Mas essas criaturas compensam sua pouca beleza com uma série de características extraordinárias que vêm chamando a atenção de zoólogos e pesquisadores da medicina em todo o mundo.
Apesar do seu pequeno tamanho que varia de 7,6 a 33 cm, o rato-toupeira-pelado vive, em média, 30 anos. O roedor é resistente a doenças crônicas, incluindo diabetes, e tem um notável sistema reprodutor.
Eles também beneficiam o meio ambiente, agindo como engenheiros do ecossistema e aumentando a biodiversidade do solo ao cavar as tocas onde fazem seus ninhos.
Imunes às dores e ao envelhecimento, essas criaturas de aparência estranha fascinam os cientistas há muito tempo. Agora, as pesquisas revelam que eles podem deter a chave para entender uma série de condições humanas, como o câncer e o envelhecimento.
Historicamente, estudamos ratos e camundongos para entender os segredos da biologia humana. Mas os cientistas acreditam que o rato-toupeira-pelado tem vantagens especiais para a pesquisa médica.
Ele é nativo dos ambientes quentes e tropicais do nordeste da África. No seu ambiente natural, eles vivem em grandes colônias subterrâneas, formando um labirinto de túneis e câmaras que se estende por uma área correspondente a diversos campos de futebol.
As rígidas condições onde vivem, com baixos níveis de oxigênio, podem ser uma indicação de algumas das características incomuns da sua espécie.
A maior parte da vida aeróbica enfrentaria dificuldades para sobreviver nesses ambientes com pouco oxigênio, mas o rato-toupeira-pelado é o animal que tem a vida mais longa entre os roedores.
Enquanto um camundongo de porte similar pode viver por dois anos, o rato-toupeira-pelado atinge 30 anos de vida ou mais. Se calcularmos em proporção ao tamanho dos seres humanos, aproximadamente, seria como se nós tivéssemos um primo enrugado capaz de viver até 450 anos.
https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-64143834. Adaptado.
Os ratos-toupeiras-pelados vivem por 30 anos, são resistentes a doenças crônicas e têm um notável sistema reprodutor.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
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Sobre a Seguridade Social, assinale a alternativa INCORRETA:
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