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Foram encontradas 240 questões.

4261876 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Para organizar a distribuição de presentes, Papai Noel colocou, em um saco, 15 pacotes de mesmo formato e tamanho, distinguíveis apenas pela cor do embrulho. Entre eles, 6 tinham embrulho vermelho, 5 tinham embrulho verde e 4 tinham embrulho amarelo. Dois pacotes seriam retirados simultaneamente e ao acaso do saco.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A probabilidade de, pelo menos, um dos pacotes retirados ter embrulho vermelho é igual a .
 

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4261875 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Para organizar a distribuição de presentes, Papai Noel colocou, em um saco, 15 pacotes de mesmo formato e tamanho, distinguíveis apenas pela cor do embrulho. Entre eles, 6 tinham embrulho vermelho, 5 tinham embrulho verde e 4 tinham embrulho amarelo. Dois pacotes seriam retirados simultaneamente e ao acaso do saco.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A probabilidade de os dois pacotes retirados terem embrulhos da mesma cor é igual a .
 

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4261874 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Para organizar a distribuição de presentes, Papai Noel colocou, em um saco, 15 pacotes de mesmo formato e tamanho, distinguíveis apenas pela cor do embrulho. Entre eles, 6 tinham embrulho vermelho, 5 tinham embrulho verde e 4 tinham embrulho amarelo. Dois pacotes seriam retirados simultaneamente e ao acaso do saco.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A probabilidade de um dos pacotes retirados ter embrulho verde e o outro ter embrulho amarelo é igual a .

 

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4261873 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Para organizar a distribuição de presentes, Papai Noel colocou, em um saco, 15 pacotes de mesmo formato e tamanho, distinguíveis apenas pela cor do embrulho. Entre eles, 6 tinham embrulho vermelho, 5 tinham embrulho verde e 4 tinham embrulho amarelo. Dois pacotes seriam retirados simultaneamente e ao acaso do saco.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

A probabilidade de os dois pacotes retirados terem embrulho vermelho é igual a .
 

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4261872 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Texto para o item.



Cultura da leitura em declínio e o avanço

do analfabetismo funcional no Brasil




    O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.


A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.


Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.


Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.


Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.


Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.


Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).




Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.”, a substituição da conjunção “Entretanto” pelo conectivo Todavia, mantendo-se a inicial maiúscula e a vírgula imediatamente posterior, preservaria a coerência, as relações de oposição e a correção gramatical do texto.
 

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4261871 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Texto para o item.



Cultura da leitura em declínio e o avanço

do analfabetismo funcional no Brasil




    O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.


A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.


Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.


Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.


Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.


Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.


Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).




Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Na construção “A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano”, a Unesco define analfabetismo funcional como a incapacidade total de reconhecer letras e números, condição que impede qualquer interação do indivíduo com textos escritos.
 

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4261870 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Texto para o item.



Cultura da leitura em declínio e o avanço

do analfabetismo funcional no Brasil




    O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.


A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.


Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.


Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.


Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.


Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.


Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).




Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No fragmento “já que apenas 5% dos entrevistados afirmaram ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros.”, a locução conjuntiva explicativa “já que”, que introduz a justificativa para a fragilização do papel das bibliotecas, poderia ser corretamente substituída pelo vocábulo por que, preservando-se a correção gramatical do período.
 

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4261869 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Texto para o item.



Cultura da leitura em declínio e o avanço

do analfabetismo funcional no Brasil




    O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.


A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.


Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.


Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.


Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.


Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.


Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).




Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Em “Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência.”, caso o fragmento “usados com responsabilidade” fosse isolado por vírgulas, seria mantida a correção gramatical, mas seria alterado o sentido original do período.
 

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4261868 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Texto para o item.



Cultura da leitura em declínio e o avanço

do analfabetismo funcional no Brasil




    O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.


A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.


Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.


Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.


Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.


Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.


Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).




Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “houve declínio na compreensão do que se lê.”, caso o substantivo “declínio” fosse flexionado no plural, a forma verbal “houve” deveria ser, obrigatoriamente, flexionada no plural, para fins de concordância verbal.
 

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4261867 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-15
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Texto para o item.



Cultura da leitura em declínio e o avanço

do analfabetismo funcional no Brasil




    O hábito da leitura entre os brasileiros está em queda. Em um território com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil tem cerca de 93,4 milhões de leitores (quem leu ao menos um livro nos três meses anteriores), o que corresponde a 47%. Entretanto, o número de não leitores representa 53% da população.


A queda, no entanto, não é apenas percentual. O resultado representa uma diminuição da capacidade de concentração e compreensão, acendendo um alerta sobre o avanço do chamado analfabetismo funcional. A condição, segundo a Unesco, abrange pessoas que até reconhecem letras e números, mas não conseguem interpretar textos simples e usar a leitura e a escrita no cotidiano, o que afeta o desenvolvimento pessoal e a plena cidadania.


Os dados da pesquisa indicam que, além da redução do hábito da leitura, houve declínio na compreensão do que se lê. Uma das explicações para essa diminuição é reflexo do acesso instantâneo a informações, por meio da internet e, em especial, das redes sociais.


Nesse sentido, recentemente, o distanciamento das telas, proporcionado pela proibição do uso de tablets e celulares por alunos em escolas, já mostra efeitos positivos. Após a implementação da norma, as escolas já relataram aumento considerável de empréstimos de livros em bibliotecas.


Plataformas interativas, jogos narrativos e projetos digitais usados com responsabilidade também podem ser aliados para despertar o interesse e ampliar a compreensão por meio da experiência. Paralelamente, uma junção de livros e recursos digitais já vem ganhando espaço na rotina dos brasileiros: os audiolivros. O formato levanta debates, mas especialistas o veem como uma ferramenta complementar e alternativa em meio a rotinas sobrecarregadas.


Se a formação de leitores é um desafio, o papel das bibliotecas públicas nesse processo parece cada vez mais fragilizado, já que apenas 5% dos entrevistados afirmam ter nesses espaços sua principal forma de acesso a livros. Portanto, é essencial um reforço com investimento público na modernização desses ambientes em todo o país. Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional, garantindo que o acesso à leitura se converta em real compreensão textual e cidadania para os brasileiros.


Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).




Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “Assim, transformadas em centros dinâmicos de aprendizagem, as bibliotecas poderão responder à revolução digital e atuar na raiz do analfabetismo funcional.”, a forma verbal “poderão” está flexionada no futuro do presente do indicativo, indicando um fato dado como certo ou de realização provável no momento posterior ao da fala, desde que as condições apresentadas na oração anterior se realizem.
 

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