Foram encontradas 50 questões.
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- SemânticaPolissemia
- SemânticaParônimos e HomônimosHiperônimos e Hipônimos
Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Oito em cada 10 brasileiros vivem em casas, aponta IBGE
1 O número de pessoas que moram em casas é
2 superior aos moradores de apartamento, totalizando
3 171,3 milhões residentes em 59,6 milhões do imóvel,
4 segundo dados do censo de 2022 divulgado pelo
5 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6 Isso representa oito em cada 10 brasileiros nesse
7 tipo de moradia, uma porcentagem de 83% ante um
8 número menor daqueles localizados em prédios.
9 Essa tendência já era visível em censos anteriores,
10 assim como o crescimento da proporção de pessoas
11 morando em apartamentos, passando de 8,5% em
12 2010 para 12,5% em 2022.
13 A verticalização, como é chamado o movimento de
14 aumento dos domicílios de tipo apartamento, foi
15 registrado em todas as regiões do país.
16 Bruno Perez, analista da pesquisa, afirma que
17 “essa verticalização é uma resposta ao adensamento
18 da população dos municípios, principalmente nas
19 áreas de região metropolitana e nos centros das
20 cidades maiores”.
21 A maior porcentagem se encontra no sudeste,
22 região que alcançou 16,7% ante 11,9% mais de uma
23 década atrás. A lista segue com as regiões do sul e
24 centro-oeste, com 14,45 e 10,7%, respectivamente.
25 A fatia em que essa modalidade predomina é de
26 apenas três dos 5.570 municípios brasileiros, sendo
27 Santos e São Caetano do Sul, em São Paulo, além de
28 Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
29 “É uma tendência de áreas litorâneas valorizadas
30 economicamente: um adensamento que gera
31 verticalização para atrair mais pessoas que querem
32 estar próximas às praias”, justifica o pesquisador.
33 Já quanto à área muito inserida na Região
34 Metropolitana de São Paulo, suas características se
35 assemelham à área do chamado Centro Expandido de
36 São Paulo, bastante adensado.
37 O maior número dos residentes de casa está
38 presente no Piauí, com 95,6% da sua população,
39 seguido de perto pelo Tocantins (95,3%) e Maranhão
40 (95,1%).
41 Esse setor imobiliário também cresceu localizado
42 nas vilas e condomínio, principalmente no Rio de
43 Janeiro, abrigando 2,4% das pessoas residentes no
44 Brasil em 2022 em comparação com 1,6% em 2010.
45 Um ponto de destaque é que, no último censo,
46 novas categorias foram adicionadas para “melhor
47 captar a população em situação de exclusão
48 habitacional extrema, que incluiu também uma revisão
49 da tipologia dos domicílios particulares improvisados e
50 dos domicílios coletivos”, informa o IBGE.
51 São 0,2% da população, pouco mais de 490 mil
52 pessoas, habitadas em casa de cômodos ou cortiço —
53 uma diminuição representativa de 42.09% em relação
54 ao ano de 2010, quando esse tipo de habitação
55 apresentou 852.975 pessoas.
56 Já em habitação indígena sem paredes ou maloca
57 são 01% e 81 mil pessoas com uma estrutura
58 residencial permanente degradada ou inacabada,
59 segundo a pesquisa.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/oito-em-cada-10-brasileiros-vivem-em-casas-aponta-ibge/ (adaptado).
No texto, o vocabulário técnico e estatístico é utilizado com precisão, favorecendo a clareza das informações.
A esse respeito, analise as assertivas a seguir sobre as relações semânticas presentes ou possíveis entre termos do texto:
I. A palavra apartamento (l.2), no contexto urbano, é hipônimo de moradia, pois representa uma forma específica de habitação.
II. O termo residência pode ser considerado sinônimo contextual de domicílios (l.14), embora com nuances técnicas distintas em registros censitários.
III. As palavras apartamento (l.2) e casa (l.37) estabelecem relação de antonímia, já que ocupam posições opostas no processo de moradia verticalizada.
IV. A expressão tipologia dos domicílios (l.49) é um exemplo de polissemia, pois tipologia pode significar tanto classificação de formas quanto estilo arquitetônico.
Está(ão) CORRETA(S):
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- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto Adnominal
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAposto
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesVocativo
Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Oito em cada 10 brasileiros vivem em casas, aponta IBGE
1 O número de pessoas que moram em casas é
2 superior aos moradores de apartamento, totalizando
3 171,3 milhões residentes em 59,6 milhões do imóvel,
4 segundo dados do censo de 2022 divulgado pelo
5 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6 Isso representa oito em cada 10 brasileiros nesse
7 tipo de moradia, uma porcentagem de 83% ante um
8 número menor daqueles localizados em prédios.
9 Essa tendência já era visível em censos anteriores,
10 assim como o crescimento da proporção de pessoas
11 morando em apartamentos, passando de 8,5% em
12 2010 para 12,5% em 2022.
13 A verticalização, como é chamado o movimento de
14 aumento dos domicílios de tipo apartamento, foi
15 registrado em todas as regiões do país.
16 Bruno Perez, analista da pesquisa, afirma que
17 “essa verticalização é uma resposta ao adensamento
18 da população dos municípios, principalmente nas
19 áreas de região metropolitana e nos centros das
20 cidades maiores”.
21 A maior porcentagem se encontra no sudeste,
22 região que alcançou 16,7% ante 11,9% mais de uma
23 década atrás. A lista segue com as regiões do sul e
24 centro-oeste, com 14,45 e 10,7%, respectivamente.
25 A fatia em que essa modalidade predomina é de
26 apenas três dos 5.570 municípios brasileiros, sendo
27 Santos e São Caetano do Sul, em São Paulo, além de
28 Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
29 “É uma tendência de áreas litorâneas valorizadas
30 economicamente: um adensamento que gera
31 verticalização para atrair mais pessoas que querem
32 estar próximas às praias”, justifica o pesquisador.
33 Já quanto à área muito inserida na Região
34 Metropolitana de São Paulo, suas características se
35 assemelham à área do chamado Centro Expandido de
36 São Paulo, bastante adensado.
37 O maior número dos residentes de casa está
38 presente no Piauí, com 95,6% da sua população,
39 seguido de perto pelo Tocantins (95,3%) e Maranhão
40 (95,1%).
41 Esse setor imobiliário também cresceu localizado
42 nas vilas e condomínio, principalmente no Rio de
43 Janeiro, abrigando 2,4% das pessoas residentes no
44 Brasil em 2022 em comparação com 1,6% em 2010.
45 Um ponto de destaque é que, no último censo,
46 novas categorias foram adicionadas para “melhor
47 captar a população em situação de exclusão
48 habitacional extrema, que incluiu também uma revisão
49 da tipologia dos domicílios particulares improvisados e
50 dos domicílios coletivos”, informa o IBGE.
51 São 0,2% da população, pouco mais de 490 mil
52 pessoas, habitadas em casa de cômodos ou cortiço —
53 uma diminuição representativa de 42.09% em relação
54 ao ano de 2010, quando esse tipo de habitação
55 apresentou 852.975 pessoas.
56 Já em habitação indígena sem paredes ou maloca
57 são 01% e 81 mil pessoas com uma estrutura
58 residencial permanente degradada ou inacabada,
59 segundo a pesquisa.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/oito-em-cada-10-brasileiros-vivem-em-casas-aponta-ibge/ (adaptado).
No trecho Bruno Perez, analista da pesquisa, afirma que 'essa verticalização é uma resposta' (l.16-17), os termos isolados pelas vírgulas exercem qual função sintática no período?
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Oito em cada 10 brasileiros vivem em casas, aponta IBGE
1 O número de pessoas que moram em casas é
2 superior aos moradores de apartamento, totalizando
3 171,3 milhões residentes em 59,6 milhões do imóvel,
4 segundo dados do censo de 2022 divulgado pelo
5 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6 Isso representa oito em cada 10 brasileiros nesse
7 tipo de moradia, uma porcentagem de 83% ante um
8 número menor daqueles localizados em prédios.
9 Essa tendência já era visível em censos anteriores,
10 assim como o crescimento da proporção de pessoas
11 morando em apartamentos, passando de 8,5% em
12 2010 para 12,5% em 2022.
13 A verticalização, como é chamado o movimento de
14 aumento dos domicílios de tipo apartamento, foi
15 registrado em todas as regiões do país.
16 Bruno Perez, analista da pesquisa, afirma que
17 “essa verticalização é uma resposta ao adensamento
18 da população dos municípios, principalmente nas
19 áreas de região metropolitana e nos centros das
20 cidades maiores”.
21 A maior porcentagem se encontra no sudeste,
22 região que alcançou 16,7% ante 11,9% mais de uma
23 década atrás. A lista segue com as regiões do sul e
24 centro-oeste, com 14,45 e 10,7%, respectivamente.
25 A fatia em que essa modalidade predomina é de
26 apenas três dos 5.570 municípios brasileiros, sendo
27 Santos e São Caetano do Sul, em São Paulo, além de
28 Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
29 “É uma tendência de áreas litorâneas valorizadas
30 economicamente: um adensamento que gera
31 verticalização para atrair mais pessoas que querem
32 estar próximas às praias”, justifica o pesquisador.
33 Já quanto à área muito inserida na Região
34 Metropolitana de São Paulo, suas características se
35 assemelham à área do chamado Centro Expandido de
36 São Paulo, bastante adensado.
37 O maior número dos residentes de casa está
38 presente no Piauí, com 95,6% da sua população,
39 seguido de perto pelo Tocantins (95,3%) e Maranhão
40 (95,1%).
41 Esse setor imobiliário também cresceu localizado
42 nas vilas e condomínio, principalmente no Rio de
43 Janeiro, abrigando 2,4% das pessoas residentes no
44 Brasil em 2022 em comparação com 1,6% em 2010.
45 Um ponto de destaque é que, no último censo,
46 novas categorias foram adicionadas para “melhor
47 captar a população em situação de exclusão
48 habitacional extrema, que incluiu também uma revisão
49 da tipologia dos domicílios particulares improvisados e
50 dos domicílios coletivos”, informa o IBGE.
51 São 0,2% da população, pouco mais de 490 mil
52 pessoas, habitadas em casa de cômodos ou cortiço —
53 uma diminuição representativa de 42.09% em relação
54 ao ano de 2010, quando esse tipo de habitação
55 apresentou 852.975 pessoas.
56 Já em habitação indígena sem paredes ou maloca
57 são 01% e 81 mil pessoas com uma estrutura
58 residencial permanente degradada ou inacabada,
59 segundo a pesquisa.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/oito-em-cada-10-brasileiros-vivem-em-casas-aponta-ibge/ (adaptado).
Em O número de pessoas que moram em casas é superior aos moradores de apartamento (l.1-2), a oração sublinhada é classificada, de acordo com a gramática normativa, como:
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Oito em cada 10 brasileiros vivem em casas, aponta IBGE
1 O número de pessoas que moram em casas é
2 superior aos moradores de apartamento, totalizando
3 171,3 milhões residentes em 59,6 milhões do imóvel,
4 segundo dados do censo de 2022 divulgado pelo
5 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6 Isso representa oito em cada 10 brasileiros nesse
7 tipo de moradia, uma porcentagem de 83% ante um
8 número menor daqueles localizados em prédios.
9 Essa tendência já era visível em censos anteriores,
10 assim como o crescimento da proporção de pessoas
11 morando em apartamentos, passando de 8,5% em
12 2010 para 12,5% em 2022.
13 A verticalização, como é chamado o movimento de
14 aumento dos domicílios de tipo apartamento, foi
15 registrado em todas as regiões do país.
16 Bruno Perez, analista da pesquisa, afirma que
17 “essa verticalização é uma resposta ao adensamento
18 da população dos municípios, principalmente nas
19 áreas de região metropolitana e nos centros das
20 cidades maiores”.
21 A maior porcentagem se encontra no sudeste,
22 região que alcançou 16,7% ante 11,9% mais de uma
23 década atrás. A lista segue com as regiões do sul e
24 centro-oeste, com 14,45 e 10,7%, respectivamente.
25 A fatia em que essa modalidade predomina é de
26 apenas três dos 5.570 municípios brasileiros, sendo
27 Santos e São Caetano do Sul, em São Paulo, além de
28 Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
29 “É uma tendência de áreas litorâneas valorizadas
30 economicamente: um adensamento que gera
31 verticalização para atrair mais pessoas que querem
32 estar próximas às praias”, justifica o pesquisador.
33 Já quanto à área muito inserida na Região
34 Metropolitana de São Paulo, suas características se
35 assemelham à área do chamado Centro Expandido de
36 São Paulo, bastante adensado.
37 O maior número dos residentes de casa está
38 presente no Piauí, com 95,6% da sua população,
39 seguido de perto pelo Tocantins (95,3%) e Maranhão
40 (95,1%).
41 Esse setor imobiliário também cresceu localizado
42 nas vilas e condomínio, principalmente no Rio de
43 Janeiro, abrigando 2,4% das pessoas residentes no
44 Brasil em 2022 em comparação com 1,6% em 2010.
45 Um ponto de destaque é que, no último censo,
46 novas categorias foram adicionadas para “melhor
47 captar a população em situação de exclusão
48 habitacional extrema, que incluiu também uma revisão
49 da tipologia dos domicílios particulares improvisados e
50 dos domicílios coletivos”, informa o IBGE.
51 São 0,2% da população, pouco mais de 490 mil
52 pessoas, habitadas em casa de cômodos ou cortiço —
53 uma diminuição representativa de 42.09% em relação
54 ao ano de 2010, quando esse tipo de habitação
55 apresentou 852.975 pessoas.
56 Já em habitação indígena sem paredes ou maloca
57 são 01% e 81 mil pessoas com uma estrutura
58 residencial permanente degradada ou inacabada,
59 segundo a pesquisa.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/oito-em-cada-10-brasileiros-vivem-em-casas-aponta-ibge/ (adaptado).
Em relação ao gênero textual do texto, analise as assertivas:
I. Trata-se de um texto jornalístico, com foco informativo e linguagem predominantemente objetiva.
II. É um gênero que se organiza por meio de dados estatísticos e fontes institucionais, como o IBGE.
III. Integra-se à esfera midiática e tem como finalidade principal a divulgação de informações recentes.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Oito em cada 10 brasileiros vivem em casas, aponta IBGE
1 O número de pessoas que moram em casas é
2 superior aos moradores de apartamento, totalizando
3 171,3 milhões residentes em 59,6 milhões do imóvel,
4 segundo dados do censo de 2022 divulgado pelo
5 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6 Isso representa oito em cada 10 brasileiros nesse
7 tipo de moradia, uma porcentagem de 83% ante um
8 número menor daqueles localizados em prédios.
9 Essa tendência já era visível em censos anteriores,
10 assim como o crescimento da proporção de pessoas
11 morando em apartamentos, passando de 8,5% em
12 2010 para 12,5% em 2022.
13 A verticalização, como é chamado o movimento de
14 aumento dos domicílios de tipo apartamento, foi
15 registrado em todas as regiões do país.
16 Bruno Perez, analista da pesquisa, afirma que
17 “essa verticalização é uma resposta ao adensamento
18 da população dos municípios, principalmente nas
19 áreas de região metropolitana e nos centros das
20 cidades maiores”.
21 A maior porcentagem se encontra no sudeste,
22 região que alcançou 16,7% ante 11,9% mais de uma
23 década atrás. A lista segue com as regiões do sul e
24 centro-oeste, com 14,45 e 10,7%, respectivamente.
25 A fatia em que essa modalidade predomina é de
26 apenas três dos 5.570 municípios brasileiros, sendo
27 Santos e São Caetano do Sul, em São Paulo, além de
28 Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
29 “É uma tendência de áreas litorâneas valorizadas
30 economicamente: um adensamento que gera
31 verticalização para atrair mais pessoas que querem
32 estar próximas às praias”, justifica o pesquisador.
33 Já quanto à área muito inserida na Região
34 Metropolitana de São Paulo, suas características se
35 assemelham à área do chamado Centro Expandido de
36 São Paulo, bastante adensado.
37 O maior número dos residentes de casa está
38 presente no Piauí, com 95,6% da sua população,
39 seguido de perto pelo Tocantins (95,3%) e Maranhão
40 (95,1%).
41 Esse setor imobiliário também cresceu localizado
42 nas vilas e condomínio, principalmente no Rio de
43 Janeiro, abrigando 2,4% das pessoas residentes no
44 Brasil em 2022 em comparação com 1,6% em 2010.
45 Um ponto de destaque é que, no último censo,
46 novas categorias foram adicionadas para “melhor
47 captar a população em situação de exclusão
48 habitacional extrema, que incluiu também uma revisão
49 da tipologia dos domicílios particulares improvisados e
50 dos domicílios coletivos”, informa o IBGE.
51 São 0,2% da população, pouco mais de 490 mil
52 pessoas, habitadas em casa de cômodos ou cortiço —
53 uma diminuição representativa de 42.09% em relação
54 ao ano de 2010, quando esse tipo de habitação
55 apresentou 852.975 pessoas.
56 Já em habitação indígena sem paredes ou maloca
57 são 01% e 81 mil pessoas com uma estrutura
58 residencial permanente degradada ou inacabada,
59 segundo a pesquisa.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/oito-em-cada-10-brasileiros-vivem-em-casas-aponta-ibge/ (adaptado).
Segundo o Censo de 2022 divulgado pelo IBGE e apresentado no texto, qual é o percentual de moradores em apartamentos na Região Sul do Brasil?
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Oito em cada 10 brasileiros vivem em casas, aponta IBGE
1 O número de pessoas que moram em casas é
2 superior aos moradores de apartamento, totalizando
3 171,3 milhões residentes em 59,6 milhões do imóvel,
4 segundo dados do censo de 2022 divulgado pelo
5 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6 Isso representa oito em cada 10 brasileiros nesse
7 tipo de moradia, uma porcentagem de 83% ante um
8 número menor daqueles localizados em prédios.
9 Essa tendência já era visível em censos anteriores,
10 assim como o crescimento da proporção de pessoas
11 morando em apartamentos, passando de 8,5% em
12 2010 para 12,5% em 2022.
13 A verticalização, como é chamado o movimento de
14 aumento dos domicílios de tipo apartamento, foi
15 registrado em todas as regiões do país.
16 Bruno Perez, analista da pesquisa, afirma que
17 “essa verticalização é uma resposta ao adensamento
18 da população dos municípios, principalmente nas
19 áreas de região metropolitana e nos centros das
20 cidades maiores”.
21 A maior porcentagem se encontra no sudeste,
22 região que alcançou 16,7% ante 11,9% mais de uma
23 década atrás. A lista segue com as regiões do sul e
24 centro-oeste, com 14,45 e 10,7%, respectivamente.
25 A fatia em que essa modalidade predomina é de
26 apenas três dos 5.570 municípios brasileiros, sendo
27 Santos e São Caetano do Sul, em São Paulo, além de
28 Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
29 “É uma tendência de áreas litorâneas valorizadas
30 economicamente: um adensamento que gera
31 verticalização para atrair mais pessoas que querem
32 estar próximas às praias”, justifica o pesquisador.
33 Já quanto à área muito inserida na Região
34 Metropolitana de São Paulo, suas características se
35 assemelham à área do chamado Centro Expandido de
36 São Paulo, bastante adensado.
37 O maior número dos residentes de casa está
38 presente no Piauí, com 95,6% da sua população,
39 seguido de perto pelo Tocantins (95,3%) e Maranhão
40 (95,1%).
41 Esse setor imobiliário também cresceu localizado
42 nas vilas e condomínio, principalmente no Rio de
43 Janeiro, abrigando 2,4% das pessoas residentes no
44 Brasil em 2022 em comparação com 1,6% em 2010.
45 Um ponto de destaque é que, no último censo,
46 novas categorias foram adicionadas para “melhor
47 captar a população em situação de exclusão
48 habitacional extrema, que incluiu também uma revisão
49 da tipologia dos domicílios particulares improvisados e
50 dos domicílios coletivos”, informa o IBGE.
51 São 0,2% da população, pouco mais de 490 mil
52 pessoas, habitadas em casa de cômodos ou cortiço —
53 uma diminuição representativa de 42.09% em relação
54 ao ano de 2010, quando esse tipo de habitação
55 apresentou 852.975 pessoas.
56 Já em habitação indígena sem paredes ou maloca
57 são 01% e 81 mil pessoas com uma estrutura
58 residencial permanente degradada ou inacabada,
59 segundo a pesquisa.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/oito-em-cada-10-brasileiros-vivem-em-casas-aponta-ibge/ (adaptado).
A partir das informações do texto, é possível inferir que a verticalização está associada a:
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Oito em cada 10 brasileiros vivem em casas, aponta IBGE
1 O número de pessoas que moram em casas é
2 superior aos moradores de apartamento, totalizando
3 171,3 milhões residentes em 59,6 milhões do imóvel,
4 segundo dados do censo de 2022 divulgado pelo
5 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6 Isso representa oito em cada 10 brasileiros nesse
7 tipo de moradia, uma porcentagem de 83% ante um
8 número menor daqueles localizados em prédios.
9 Essa tendência já era visível em censos anteriores,
10 assim como o crescimento da proporção de pessoas
11 morando em apartamentos, passando de 8,5% em
12 2010 para 12,5% em 2022.
13 A verticalização, como é chamado o movimento de
14 aumento dos domicílios de tipo apartamento, foi
15 registrado em todas as regiões do país.
16 Bruno Perez, analista da pesquisa, afirma que
17 “essa verticalização é uma resposta ao adensamento
18 da população dos municípios, principalmente nas
19 áreas de região metropolitana e nos centros das
20 cidades maiores”.
21 A maior porcentagem se encontra no sudeste,
22 região que alcançou 16,7% ante 11,9% mais de uma
23 década atrás. A lista segue com as regiões do sul e
24 centro-oeste, com 14,45 e 10,7%, respectivamente.
25 A fatia em que essa modalidade predomina é de
26 apenas três dos 5.570 municípios brasileiros, sendo
27 Santos e São Caetano do Sul, em São Paulo, além de
28 Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
29 “É uma tendência de áreas litorâneas valorizadas
30 economicamente: um adensamento que gera
31 verticalização para atrair mais pessoas que querem
32 estar próximas às praias”, justifica o pesquisador.
33 Já quanto à área muito inserida na Região
34 Metropolitana de São Paulo, suas características se
35 assemelham à área do chamado Centro Expandido de
36 São Paulo, bastante adensado.
37 O maior número dos residentes de casa está
38 presente no Piauí, com 95,6% da sua população,
39 seguido de perto pelo Tocantins (95,3%) e Maranhão
40 (95,1%).
41 Esse setor imobiliário também cresceu localizado
42 nas vilas e condomínio, principalmente no Rio de
43 Janeiro, abrigando 2,4% das pessoas residentes no
44 Brasil em 2022 em comparação com 1,6% em 2010.
45 Um ponto de destaque é que, no último censo,
46 novas categorias foram adicionadas para “melhor
47 captar a população em situação de exclusão
48 habitacional extrema, que incluiu também uma revisão
49 da tipologia dos domicílios particulares improvisados e
50 dos domicílios coletivos”, informa o IBGE.
51 São 0,2% da população, pouco mais de 490 mil
52 pessoas, habitadas em casa de cômodos ou cortiço —
53 uma diminuição representativa de 42.09% em relação
54 ao ano de 2010, quando esse tipo de habitação
55 apresentou 852.975 pessoas.
56 Já em habitação indígena sem paredes ou maloca
57 são 01% e 81 mil pessoas com uma estrutura
58 residencial permanente degradada ou inacabada,
59 segundo a pesquisa.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/oito-em-cada-10-brasileiros-vivem-em-casas-aponta-ibge/ (adaptado).
Ao abordar as diferentes formas de moradia no Brasil, o texto revela nuances sociais relacionadas à habitação.
Sobre essas nuances, é correto afirmar que:
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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.
Oito em cada 10 brasileiros vivem em casas, aponta IBGE
1 O número de pessoas que moram em casas é
2 superior aos moradores de apartamento, totalizando
3 171,3 milhões residentes em 59,6 milhões do imóvel,
4 segundo dados do censo de 2022 divulgado pelo
5 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6 Isso representa oito em cada 10 brasileiros nesse
7 tipo de moradia, uma porcentagem de 83% ante um
8 número menor daqueles localizados em prédios.
9 Essa tendência já era visível em censos anteriores,
10 assim como o crescimento da proporção de pessoas
11 morando em apartamentos, passando de 8,5% em
12 2010 para 12,5% em 2022.
13 A verticalização, como é chamado o movimento de
14 aumento dos domicílios de tipo apartamento, foi
15 registrado em todas as regiões do país.
16 Bruno Perez, analista da pesquisa, afirma que
17 “essa verticalização é uma resposta ao adensamento
18 da população dos municípios, principalmente nas
19 áreas de região metropolitana e nos centros das
20 cidades maiores”.
21 A maior porcentagem se encontra no sudeste,
22 região que alcançou 16,7% ante 11,9% mais de uma
23 década atrás. A lista segue com as regiões do sul e
24 centro-oeste, com 14,45 e 10,7%, respectivamente.
25 A fatia em que essa modalidade predomina é de
26 apenas três dos 5.570 municípios brasileiros, sendo
27 Santos e São Caetano do Sul, em São Paulo, além de
28 Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
29 “É uma tendência de áreas litorâneas valorizadas
30 economicamente: um adensamento que gera
31 verticalização para atrair mais pessoas que querem
32 estar próximas às praias”, justifica o pesquisador.
33 Já quanto à área muito inserida na Região
34 Metropolitana de São Paulo, suas características se
35 assemelham à área do chamado Centro Expandido de
36 São Paulo, bastante adensado.
37 O maior número dos residentes de casa está
38 presente no Piauí, com 95,6% da sua população,
39 seguido de perto pelo Tocantins (95,3%) e Maranhão
40 (95,1%).
41 Esse setor imobiliário também cresceu localizado
42 nas vilas e condomínio, principalmente no Rio de
43 Janeiro, abrigando 2,4% das pessoas residentes no
44 Brasil em 2022 em comparação com 1,6% em 2010.
45 Um ponto de destaque é que, no último censo,
46 novas categorias foram adicionadas para “melhor
47 captar a população em situação de exclusão
48 habitacional extrema, que incluiu também uma revisão
49 da tipologia dos domicílios particulares improvisados e
50 dos domicílios coletivos”, informa o IBGE.
51 São 0,2% da população, pouco mais de 490 mil
52 pessoas, habitadas em casa de cômodos ou cortiço —
53 uma diminuição representativa de 42.09% em relação
54 ao ano de 2010, quando esse tipo de habitação
55 apresentou 852.975 pessoas.
56 Já em habitação indígena sem paredes ou maloca
57 são 01% e 81 mil pessoas com uma estrutura
58 residencial permanente degradada ou inacabada,
59 segundo a pesquisa.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/oito-em-cada-10-brasileiros-vivem-em-casas-aponta-ibge/ (adaptado).
Com base nas informações apresentadas no texto, analise as assertivas a seguir:
I. A maioria absoluta dos brasileiros ainda vive em casas, mesmo com o avanço do processo de Verticalização nas cidades.
II. A proporção de moradores em apartamentos mais que dobrou entre os censos de 2010 e 2022.
III. O aumento da verticalização se verifica principalmente nas regiões com menor densidade populacional e grande disponibilidade de espaço urbano.
IV. A moradia em casa continua predominante em estados do Norte e Nordeste do Brasil, como Piauí, Tocantins e Maranhão.
Está (ão) CORRETA(S):
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Considere as proposições: p: "Está chovendo."; q: "O chão está molhado." Qual das alternativas apresenta uma proposição equivalente a p → q?
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
Determinada pessoa jurídica especializada em obras de engenharia em geral, realizou, recentemente, sete diferentes obras, que tiveram os seguintes custos quanto a materiais de construção:
| R$ 1.198.540,00 |
| R$ 1.352.000,00 |
| R$ 1.212.285,00 |
| R$ 958.670,00 |
| R$ 1.498.200,00 |
| R$ 1.405.250,00 |
| R$ 989.509,00 |
Um estudo está sendo realizado, e verificou-se que o sexto maior dos valores da tabela acima foi desconsiderado para o cálculo de uma média aritmética.
Qual foi o resultado dessa média?
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