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| probabilidade | R |
|---|---|
| 0,80 | 1,10 |
| 0,90 | 1,00 |
| 0,95 | 0,95 |
| 0,99 | 0,85 |
A tabela acima apresenta a probabilidade de detecção de um foco de contaminação de acordo com a razão R entre o espaçamento de uma malha quadrada regular e o diâmetro do foco de contaminação. Com base nessas informações, julgue os itens que se seguem.
Se R for igual a 1,00, então a probabilidade de não se detectar um foco de contaminação será superior a 0,15.
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Com base nas informações contidas na figura acima, que ilustra as representações esquemáticas ( box-plot ) das distribuições das concentrações de mercúrio (Hg), em ppm, encontradas em amostras nas regiões B e C, julgue o item a seguir.
As distribuições das concentrações de Hg nas duas regiões apresentam assimetria negativa.
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| probabilidade | R |
|---|---|
| 0,80 | 1,10 |
| 0,90 | 1,00 |
| 0,95 | 0,95 |
| 0,99 | 0,85 |
A tabela acima apresenta a probabilidade de detecção de um foco de contaminação de acordo com a razão R entre o espaçamento de uma malha quadrada regular e o diâmetro do foco de contaminação. Com base nessas informações, julgue os itens que se seguem.
Considere que levantamentos estatísticos tenham sido realizados de forma independente em três regiões distintas, em que R = 1,10. Nessa situação, a probabilidade de se detectar um foco de contaminação em apenas uma dessas regiões será inferior a 0,05.
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- Estatística DescritivaMedidas de DispersãoVariância
- Estatística DescritivaMedidas de Tendência Central
| amostra | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 |
|---|---|---|---|---|---|
| X | 100 | 120 | 90 | 100 | 110 |
A tabela acima apresenta os resultados de um estudo estatístico realizado para avaliar o teor de óxidos de ferro (X, em g/kg) no solo de determinada região. As amostras foram coletadas nos pontos de cruzamento de uma malha georreferenciada. Com base nessas informações, julgue os itens a seguir.
A variância amostral de X é inferior ou igual a 130 g 2 /kg 2 .
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Com base nas informações contidas na figura acima, que ilustra as representações esquemáticas ( box-plot ) das distribuições das concentrações de mercúrio (Hg), em ppm, encontradas em amostras nas regiões B e C, julgue o item a seguir.
O intervalo interquartílico da distribuição das concentrações na região B é menor que o na região C.
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| amostra | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 |
|---|---|---|---|---|---|
| X | 100 | 120 | 90 | 100 | 110 |
A tabela acima apresenta os resultados de um estudo estatístico realizado para avaliar o teor de óxidos de ferro (X, em g/kg) no solo de determinada região. As amostras foram coletadas nos pontos de cruzamento de uma malha georreferenciada. Com base nessas informações, julgue os itens a seguir.
A moda da distribuição das amostras é igual a 100 g/kg.
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| amostra | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 |
|---|---|---|---|---|---|
| X | 100 | 120 | 90 | 100 | 110 |
A tabela acima apresenta os resultados de um estudo estatístico realizado para avaliar o teor de óxidos de ferro (X, em g/kg) no solo de determinada região. As amostras foram coletadas nos pontos de cruzamento de uma malha georreferenciada. Com base nessas informações, julgue os itens a seguir.
A mediana amostral de X é igual a 90 g/kg.
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Na região B, foram detectados valores atípicos ( outliers ) na distribuição das concentrações de Hg.
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Atlântida brasileira
Geólogos brasileiros e japoneses anunciaram que
foram encontrados, a 1.500 km da costa do Rio de Janeiro,
indícios de que estaria ali um pedaço de continente que
submergiu durante a separação da África e da América do Sul,
época em que surgiu o Oceano Atlântico. De acordo com
Roberto Ventura Santos, diretor de geologia de recursos
minerais da CPRM, há dois anos, durante um serviço de
dragagem (retirada de solo oceânico para análise) na região da
Elevação Rio Grande — uma cordilheira marítima em águas
brasileiras e internacionais —, foram encontradas amostras de
granito, rocha considerada continental. Ele explica que,
inicialmente, levantou-se a hipótese de que o recolhimento de
tais amostras fora engano ou acidente. No entanto, no último
mês, uma expedição com cientistas do Brasil e do Japão, a
bordo do equipamento submersível Shinkai 6.500, observou a
formação geológica que está em frente à costa brasileira e, a
partir de análises, passou a considerar que a região pode conter
um pedaço de continente que ficou perdido no mar por milhões
de anos. “Pode ser a Atlântida do Brasil. Estamos perto de ter
certeza, mas precisamos fortalecer essahipótese. A certificação
final deve ocorrer ainda este ano, quando vamos fazer
perfurações na região para encontrar mais amostras”, explicou
Ventura. O diretor da CPRM não especificou a idade dessas
rochas, no entanto contou que os pedaços de crosta continental
encontrados são mais antigos que as rochas encontradas no
assoalho oceânico, nome dado à superfície da Terra que fica
abaixo do nível das águas do mar.
Internet: http://g1.globo.com (com adaptações).
Com relação aos sentidos e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens que se seguem.
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Os depósitos de ferro de Carajás
Os enormes depósitos de ferro da Serra dos Carajás
são associados à sequência vulcanossedimentar do Grupo
Grão-Pará descrita inicialmente por Tolbert et al. (1971) e
Beisiegel et al. (1973) como constituída de três unidades:
unidade vulcânica máfica inferior, denominada formação
Parauapebas; unidade de jaspilitos intermediária, denominada
formação Carajás; e unidade vulcânica máfica superior. Sills e
diques de rochas máficas a intermediárias são intrusivos nas
três unidades definidas. Ao longo da Serra dos Carajás, o grupo
Grão-Pará é dividido em três segmentos: Serra Norte, Serra
Leste e Serra Sul, onde o grau de metamorfismo varia
sensivelmente, sendo nitidamente mais elevado na Serra Sul.
Neste último segmento, a influência da zona de cisalhamento
de alto ângulo provocou a completa recristalização dos
jaspilitos, o que conduziu à formação de verdadeiros itabiritos.
O desenvolvimento atual da mineração a céu aberto do enorme
depósito de ferro de Carajás interessa principalmente no que se
refere aos corpos N4 e N8, nos quais o metamorfismo é ausente
e limitado a zonas de cisalhamento locais. Nessas áreas, o
protominério é constituído por uma camada de jaspilitos, com
espessura entre 100 m e 400 m, totalmente preservados, que
foram descritos por Meirelles (1986) e Meirelles e Dardenne
(1993).
Marcel Auguste Dardenne e Carlos Schobbenhaus. Depósitos minerais no tempo geológico e épocas metalogenéticas. In: L. A. Bizzi, C. Schobbenhaus, R. M. Vidotti e J. H. Gonçalves. Geologia, tectônica e recursos minerais do Brasil. CPRM, Brasília, 2003, p. 376 (com adaptações).
A “formação de verdadeiros itabiritos” (l.15) resulta, em última instância, da ação do sujeito da oração que se inicia em “Neste” (l.13) e termina em “jaspilitos” (l.15).
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